terça-feira, 16 de agosto de 2011

Atenção compartilhada

Atenção compartida passo a passo.





Esse é um grande presente que comparte Anabel conosco!! Fonte O SOM DA ERVA AO CRESCER.

Um aspecto muito importante para trabalhar com a criança com autismo é a atenção conjunta ( atenção compartida), ou seja, a habilidade para compartir a atenção com outra pessoa enquanto ambos estão prestando atenção ao mesmo objeto ou realizando uma atividade.

Distinguiremos dois aspectos na atenção compartida:

- Resposta, ou seja a criança mostra interesse ( verbal ou não verbal) dirigida a vivencias, atividades ou situações de brincadeira de outras pessoas- por exemplo, participa em uma conversa ou em uma brincadeira com outras crianças.

-Iniciativa, ou seja, a criança comparte, mostra ou interessa a outra pessoa na atividade que está realizando- por exemplo, mostra o desenho que acaba de fazer, fala para a sua mamãe com quem brincou ou se mostra orgulhoso por algo que acaba de fazer, buscando o olhar.

Vejamos alguns exemplos simples para provocar a atenção compartida:

Apontar:

Apontar um objeto de interesse é atenção conjunta. Uma foram de ajudar a desenvolver a atenção compartida é fazer este tipo de comunicação mais concreta: tocar o objeto que esteja apontando no lugar de apontar desde longe. Uma atividade que pode contribuir ao desenvolvimento da atenção compartida é criar situações nas quais seja provável que isso aconteça.

Por exemplo, ver livros de desenhos é uma atividade que com freqüência implica a atenção conjunta. Ao tempo que olhais o livro , aponta a imagem e dá nome ao desenho. Esso demonstrará a criança uma forma de atenção conjunta que pode copiar.

A caixa de surpresas:

Criar surpresas também promoverão a atenção conjunta. Existe diversos modos de fazer isso. Colocar diferentes brinquedos que sejam atrativos para a criança em uma bolsa e ir tirando uma a um da bolsa.

Esconder brinquedos:

Também pode esconder esses brinquedos em diferentes lugares da casa e brincar a buscar. Quando encontre o brinquedo ou tire da bolsa exagere tua reação, olha a criança, aponta o objeto e faz uma declaração verbal simples como “ Olha um helicóptero”.

Criar situações em que aconteçam coisas inesperadas:

Também pode criar situações nas quais suceda algo inesperado. Utiliza a imaginação para fazer isso. Por exemplo, se tem um brinquedo de controle remoto, pode ligar-lo quando a criança não esteja pendente dele. De novo , criando esse tipo de situações , oferece oportunidades para praticar a atenção conjunta, antes que esperar que essas circunstancias apareçam de forma natural.

Em nosso caso,trabalhamos a atenção compartida também de forma estruturada e esses são os passos que seguimos:

1 A criança se interessa por um objeto de outra pessoa:

Para isso se utiliza dois objetos (um caminhão e um carro, por exemplo). Lhe das o carro a criança para que comece a brincar, em um momento tu pega o caminhão , e começa a brincar de forma divertidíssima , exagerando os gestos e as palavra: “Rum-rum uau, este caminhão é genial”, etc. O objetivo é que a criança deixe seu carro e comece a interessar-se pelo teu caminhão, te pergunte e ponha a brincar contigo.

Sarah, uma de nossas coterapeutas , realizou o trabalho de fim de carreira sobre atenção compartida. Grande parte desse trabalho está baseado na sua experiência com Erik. Sua forma de despertar o interesse de Erik nesse passo foi a seguinte:

Depois de ter realizado uma atividade de mesa com a criança , te levantas sem dizer nada , tira um cordão do bolso , o examina com grande interesse, toma uma folha de papel , um lápis, algo que te sirva de apoio( uma pasta por exemplo) e te senta no chão. Durante este processo, darás cada passo muito devagar, observando se a criança olha o que estás fazendo. No caso de que a criança não olhe , digas verbalmente o que estás fazendo: “ Oh, tiro um cordão do bolso da calça” etc.

Uma vez sentada no chão , olha pro cordão , tocas , faz um laço, solta o laço...e outras figuraas. A final , desenhas uma das do cordão em uma folha de papel.

O objetivo e que a criança mostre interesse pelo que estás fazendo e manifeste interesse de fazer a mesma coisa:

- A criança pede um cordão para ele( terás outro preparado no bolso)

-A criança te pede teu cordão

-A criança pergunta , o que você faz?

-A criança pede que você faça outras figuras com o cordão.

Podemos controlar os progressos anotando os seguintes dados:

-A criança mostra interesse perguntando

-A criança mostra interesse olhando

-A criança se senta no chão por iniciativa própria junto a ti

-A criança expressa o desejo de fazer o mesmo

-A criança participa na brincadeira, te pede que faça novas figuras , ele pede um cordão...



2 A criança te inclui em uma atividade

A criança está brincando ( ou quer brincar) e o objetivo é que te incluía na sua brincadeira de forma ativa, ou seja, te pede algo ou necessita tua ajuda.

Podes provocar esta situação tendo preparada brincadeiras, partes de uma brincadeira ou material que a criança goste muito para que ele não possa alcançar sem tua ajuda (por exemplo, colocando em uma estante alta).

Ou podes provocar também mudanças nas brincadeira : a criança está brincando com os LEGO, e te sentas com ele e sugeres uma nova construção( faltará alguma peça importante, que estará à vista da criança porém não pode alcançar; assim te pedirá ajuda).

Vejamos um exemplo continuado com o programa de desenvolveu Sahah :

Uma vez que esteja desperto o interesse da criança pelo cordão e está sentado a seu lado brincando contigo , deixarás de brincar, de participar e de falar durante um minuto. A criança deve dar- se conta de tua atitude e pedir-te que continues. No caso de que passado um tempo prudencial a criança não tenha reagido, terás que usar o engenho para mostrar que não estás participando ( um espirro, levantar-se, deitar-se no chão, etc.).

Outra atividade que se pode realizar, é propor a criança que pegue sobre o papel quatro cordões formando um quadrado. A criança deverá pedir-te três cordões mais e cola. Uma vez pegado o quadrado, podes propor seguir até formar uma casa. “ olha, podemos fazer uma casa. Que falta? – o telhado- claro, falta o telhado. E juntos continuais com a atividade: janelas , porta, etc, sempre mão a mão com a criança.

Controlaremos os progressos da criança anotando:

-A criança se da conta de que o adulto deixou de brincar

-A criança pede ao adulto que siga brincando

- A criança pede ajuda para continuar com a atividade

-A criança presta atenção ao que está continuado o adulto

3 A criança se da conta de mudanças ou coisa fora do lugar e isso indica

O propósito é surpreender a criança com algo inesperado, que ele se de conta e indique. E uma brincadeira muito divertida( em linha com os cartões absurdos): colocar-se os óculos ao revéis, uma meia como luva, colocar a cadeira encima da mesa, derrubar algo “sem querer” e dizer “ohh!”, colocar algo fora de lugar( uma sandália em uma caçarola), mudar o uso de um brinquedo ( pentear-se com uma peça de LEGO), fazer algo inesperado( meter-se a bola debaixo da camiseta em vez de seguir jogando ao futebol.) etc.

Controlaremos os progressos da criança anotando:

-A criança se dá conta das mudanças olhando

-A criança se dá conta das mudanças apontando

-A criança se dá conta das mudanças dizendo

4 A criança mostra algo que viu , aconteceu ou fez

Podemos provocar alguma situação : por exemplo , lhe pedimos para trazer algo de um quarto, previamente nesse quarto deixaremos algo fora de lugar de forma muito visível.

Por exemplo : colocamos uns jarros do jardim ou colocamos duas cadeiras encima da cama ou sentamos um animal de pelúcia enorme no inodoro e colocamos um laço na torneira do banheiro, ou tudo que passe pela cabeça que não seja perigoso.

O objetivo é que a criança venha e conte: “ estão as cadeira encima da cama” ou que nos peça ir com ele para ver.

Avançando nesse aspecto seria que a criança nos mostre os desenhos que fez: tanto que nos chame para ver-lo ou que venha com o papel para mostrar, ou a construção com os LEGO, ou as manual idades do colégio, ou o que seja.



Para isso , tanto meu marido como eu começamos também a mostrar coisas que tínhamos feito: “olha, acabo de pendurar um quadro no corredor, vem” ou “ olha tenho um frango no forno”, etc qualquer situação é boa.



Por outro lado , quando Erik estava, por exemplo, desenhando . Ir varias vezes ver: “ oh, que desenho mais bonito, este desenho quero pendurar. Avisa-me quando termines”. Mais adiante pedir: “ trás o desenho quando termines”. Em ambos casos ,pendurar logo o desenho com el em um lugar visível e exagerar: “ Que bom, você trouxe e temos pendurado” etc. Sempre de forma muito motivadora.

Também sempre depois das sessões de terapia , a terapeuta lhe pedia a Erik para vir e mostrar-me xxx do que tinham feito ( um desenho, uma ficha, etc).

Uma brincadeira que também praticamos para provocar Erik mostrasse o que acaba de fazer , era sentar-nos costa com costa no chão. Cada um de nós tinha o mesmo diante: uma folha para pintar ou umas peças de LEGO ou massinha, etc. Utilizávamos um despertador para marcar o tempo: ao soar, a Idea era que cada um mostrasse – dando a volta- o que tinha feito. Pouco a pouco a base de revezar e do tempo, conseguimos que Erik mostrasse o que tinha feito e pedisse a outra pessoa que lhe mostrasse o que tinha feito.

5 A criança mostra interesse nas experiências de outras pessoas

Durante a sessão de terapia ou ao pegar Erik na creche, lhe perguntávamos sempre questões concretas : que você comeu?, me conta o nome das crianças com quem você brincou hoje? Você brincou com LEGO? Etc.

Depois, no meu caso ou a terapeuta , narrava algo divertido ( exagerar) que tivesse feito , para provocar o interesse de Erik e que ele seguisse perguntando.

Durante as jantas comuns, tínhamos sempre um brincadeira: cada um de nós contava algo que tivesse feito durante o dia, e depois perguntávamos os detalhes uns aos outros.

Trabalhar imagens sociais

Bem com imagens sociais de criação própria, ou com ajuda de estórias infantis ou com figurinhas de Lego ou com cartões de seqüências temporais ou representando o desenho conjuntamente, se trabalham diferentes conceitos:

-Compreensão da história

-Como te sentes tu? Como me sinto eu? Como se sente xxx?

-Continuar a hitória: que passa depois?

- Eleger entre dois finais

-Inventar conjuntamente uma história.

Podeis descarregar material aqui:
Mi material
Arasaac

Seminário em agosto em BH


Biólogo brasileiro testa remédio para cérebro superativo


Uma cura para o autismo

Biólogo brasileiro testa remédio contra a doença, que pode ser consequência de um cérebro superativo

Gustavo Heidrich

 Divulgação
IMERSO EM PESQUISA: O biólogo Alysson Muotri em seu laboratório na Universidade da Califórnia, onde estuda drogas que podem reverter o problema
Crédito: divulgação
Saber mais sobre como os neurônios se comportam ao longo de nossa vida sempre fascinou o biólogo Alysson Muotri. Depois do doutorado em genética na USP e uma passagem por Harvard, Muotri passou 6 anos no Instituto Salk, na Califórnia, que já abrigou prêmios Nobel como o inglês Francis Crick, um dos descobridores da estrutura do DNA. Nesse período, se aprofundou em como neurônios surgem no cérebro adulto. Os estudos na área o levariam a uma explicação inédita e uma possível cura para o autismo — que atinge uma a cada 110 crianças norte-americanas. “Conseguimos abalar um dos grandes dogmas da neurociência, aquele de que doenças mentais não têm cura.”

A grande revelação científica de Muotri, já professor do Departamento de Pediatria e Medicina Celular e Molecular da Universidade da Califórnia, foi descobrir que, em cérebros autistas, novos neurônios se formam com mais facilidade devido a uma mutação genética. Em pessoas comuns, o surgimento desses neurônios na fase adulta é possível porque nosso cérebro possui células-tronco (capazes de se diferenciar em diversas estruturas de nosso corpo) adormecidas. Quando estimuladas , por exemplo por novas experiências e aprendizados, elas se transformam em neurônios. “Isso acontece graças à ativação de determinadas sequências de genes, chamadas de elementos transponíveis.”

Na maioria das pessoas, exercitar a mente, seja lendo um livro, jogando xadrez ou aprendendo a tocar um instrumento, desperta os tais elementos transponíveis. Porém, os autistas não precisariam de tanto exercício. Segundo a pesquisa de Muotri, eles já possuem esse sistema naturalmente mais ativo do que gente saudável. Em tese, isso seria bom, já que um cérebro dinâmico pode gerar habilidades extraordinárias, como uma supermemória ou destreza em cálculos matemáticos. Mas isso também multiplica a chance de mutações que tornam os neurônios autistas defeituosos. Por exemplo, são menores e têm menos capacidade de completar sinapses, as regiões de comunicação entre as células cerebrais.

O pesquisador e sua equipe retiraram células da pele de pacientes autistas e saudáveis, depois fizeram com que elas voltassem a ser células-tronco e as submeteram a um ambiente similar ao do cérebro, usando vitaminais e sais minerais. “Assim, conseguimos que essas células se comportassem como neurônios”, diz Muotri. Acompanhando sua evolução, o grupo observou o surgimento dos defeitos nos neurônios autistas. Com o tempo, eles se atrofiavam. O passo seguinte foi testar várias substâncias para reverter o problema. Duas delas — o hormônio Insulin Grow Factor 1 (IGF1) e o antibiótico Gentamicina — provaram ser eficazes. “Em tese, curamos o autismo, mas ainda há vários testes para que essas drogas possam chegar ao mercado.”

Em caráter experimental, uma equipe de médicos do Children´s Hospital, em Boston, nos EUA, já usa as substâncias em um grupo de 10 crianças autistas. No entanto, os efeitos colaterais ainda não são completamente conhecidos. “Pode haver perda de memórias e até de conhecimentos adquiridos por conta da reconfiguração cerebral provocada pelos medicamentos”, diz Muotri. Se essas barreiras forem ultrapassadas, os autistas não devem ser os únicos beneficiados. “No futuro, talvez possamos ampliar a inteligência e a criatividade ao acelerar o desenvolvimento de neurônios em um cérebro adulto.”


TESTE DE LABORATÓRIO | Os experimentos que revelaram uma das causas da síndrome. E como eliminá-la
Daniel das Neves
Crédito: Daniel das Neves
 
--
Att,
Marco Paim, pai do Pedro, 5 anos,SP.

Curso: O Brincar da Criança com Autismo, dia 21/agosto

Curso: O Brincar da Criança com Autismo, dia 21/agosto
por Revista Autismo, sexta, 12 de agosto de 2011 às 01:39
DATA: domingo, 21.agosto.2011

LOCAL: Atibaia - Auditório do Hospital Novo Atibaia
ENDEREÇO: R. Vereador Luiz Alberto Vieira dos Santos, s/nº, Centro, Atibaia, SP
(mapa no final desta nota)

TEMA: Brincar é um aprendizado e a arte é buscar o aperfeiçoamento no
divertir-se. A chave do
processo é saber observar a criança e redescobrir a "sua criança interna".

VALOR: R$ 30,00 (pagamento na hora)

PALESTRANTE : Sonia Falcão, terapeuta ocupacional, especialista em saúde mental
da
criança e do adolescente, atua com técnicas do Programa Son Rise, criou o
Programa
Realizza com acampamentos para jovens com deficiência, Autismo Encanta e Bússola
Familiar que atende, orienta e acompanha a criança e sua família, coordena MBA
em
Gestão de Pessoas, telepresencial da rede LFG/Anhanguera. Formação em Criatégia,
criatividade e estratégia pelo ILACE.

PROGRAMAÇÃO:
8:00- Recepção

8:30 a 10:45
- A criança com autismo, as sensações, as emoções e o porque elas das
brincadeiras de
isolamento.
- O que é "ecologia da aprendizagem? Como criar uma atmosfera lúdica e
facilitadora para
facilitar o aprendizado?
- O desenvolvimento social e os tipos de interação. Como reconhecemos os sinais
sociais? A
importância da celebração e a importância da nossa ação.

10:45 a 11:00 coffee brake

11:00 a 12:30
- Técnicas para aumentar sua criatividade para criar atividades para a criança
com autismo.

12:30 ALMOÇO

13:30
- Brainstorm de interesses e motivações
- Criando brincadeiras, técnica DQM
- Criando com temas
- Histórias sociais

15:30 coffee brake
15:45
- Traçando metas
- Planejamento animado e divertido

LOCALIZAÇÃO: Veja o mapa em
http://maps.google.com.br/maps?q=R.+Luiz+Alberto+Vieira+dos+Santos,+Atibaia,+SP&\
hl=pt-BR&ll=-23.116148,-46.542356&spn=0.010341,0.018325&sll=-23.350048,-46.62698\
2&sspn=0.660667,1.172791&z=16&iwloc=A


Estímulo

Gabriel tem treze anos e meio. Tecnicamente, é AAF - autista de alto
funcionamento; Gabriel, para quem gosta dele.

Ele não consegue escrever sem a ajuda de equipamentos, como o micro-computador
ou um normógrafo. Faz uns desenhos muito básicos.

A gente sabe de autistas e aspérgueres que contam ser difícil e doloroso
escrever. A Yvonne Falkas me mandou um filme do Stephen Wiltshire, AAF e savant
que segura a caneta igualzinho ao Gabriel. O filme está em:
http://www.4shared.com/dir/1431383/8d711b7f/Videos.html

Só que o som está baixo.

O site pessoal do Stephen está em:
http://www.stephenwiltshire.co.uk/

A gente precisa ter muita paciência, uma das características de autistas é ter
dificuldade para escrever com canetas. Tente dar a ele DVDs de músicas
legendados em português. Desde Xuxa até Chico Buarque. Também use os filminhos
do site
http://charges.uol.com.br/
Principalmente os charges-o-kê, que têm música e legenda. Isso facilita a seu
filho dar sentido às palavras e construir um "vocabulário" de músicas, que ele
poderá usar para se comunicar. Também brinque com música, cantando paródias,
mudando a letra das músicas, como por exemplo
"Gabriel não lava o pé,
não lava porque não quer,
ele mora em Salvador,
não lava o pé
porque não quer!"

Você pode ver o trabalho que temos feito com Gabriel em:
http://www.4shared.com/dir/340432/cf1fdf1a/Ensino_para_autistas.html
Nos arquivos Música - forma, informa e inclui

Argemiro

Métodos de identificação do grau do autismo

Metodo CAD (Centro de Avaliação Diagnostica) tem como proposta avaliar crianças e adolescentes com suspeitas ou diagnostico de transtorno invasivos do desenvolvimento e para esse fim dispoe de equipe formada por médicos psquiatra, psicologa e assistente social. a presença de co-morbidades clinicas e-ou psiquiatricas também é avaliada, atraves da criança, aplicação de instrumentos de auxilio diagnostico e , quando necessario, solicitação de exames complementares.
Os seguintes instrumentos de auxilio diagnostico são aplicados.:
 
CARS (childhood Autism Rating Scale)
Escala de auxilio diagnostico e que também avalia o nivel de gravidade do autismo. Baseia-se no questionamento de varios tipos de comportamento encontrados nos transtornos invasivos do desenvolvimento e na observação da criança. Divide-se em 15 itens(relacionamento com pessoas, irritação, resposta emocional, uso do corpo, uso de objetos, adaptação a mudanças, resposta visual, resposta auditiva, uso do paladar, olfato e tato, medo e nervosismo, comunicação verbal, comunicação nao verbal, nivel de atividades, nivel e consistencia de resposta intelectual, e impressões gerais). que recebem pontuação de 1 a 4 com nivel de gravidade diretamente proporcional a esta.:
15 a 29.5 - não autista
30 a 36.5 - levemente - moderadamente autista
37 a 60 - severamente autista
 
KSADS (Schedule for affective disorders and schizoprhenia for school aged-children)
trata-se de uma intrevista diagnostica estruturada, projetada para avaliar episodios de psicopatologia no presente e passado, em crianças a adolescentes, de acordo com os criterios do DSM-IV.
tradicionalmente a avaliação é realizada entrevistando-se um dos pais(ou os dois) e a criança, em momntos diferentes para que depois se possa chegar a uma pontuaçãoconclusiva que inclua todas as fontes de informações.
O objetivo da equipe ao aplicar este instrumento é o de avaliar a presença de transtornos psiquiatricos co-morbidos em individuos do espectro autista porem seu uso nol moldes tradicionais comprovou-se inviavel particulamente nos casos moderadose severos(com maior comprometimento ou com ausencia de linguagem).Dessa forma a entrevista é feita apenas com os pais e os dados são comparados com a observação da criança e eventualmente com dados fornecidos por outros familiares e pela escola.
 
VINELAND-DOLL
Escala desenvolvida para avaliação da competencia social e do grau de independencia das crianças na realização das atividades de vidandiaria. subvidi-se em oito itens (comunicação, locomoção, ocupação, socialização, autogoverno, auto auxilio para se vestir, auto auxlio para comer, auto auxilio geral).
 
Compara-se a pontuaçao geral e a de cada item com o que seria esperado para a faixa etaria do individuo avaliado e a partir dai tem-se uma ideia de seu funcionamento e nivel cognitivo.
 
na Leticia ficou assim.:
CARS.: 45 (severamente autista)
VINELAND DOLL.: (Retardo Mental)
SADS.: (Presença de sintomas de transtorno opositor desafiante.
Durante o processo de avaliação não foi necessario solicitar examens complementares.
Evidenciou-se portanto , de acordo com a avaliação multiaxial do DSM-IV-R
Eixo I (Transtorno clinico e outras condições que podem ser foco de atenção).: Autismo infantil Severo, sintomas de transtorno opositor desafiante.
Eixo II (transtorno de personalidade ou Retardo Mental).: Retardo Mental
Eixo III (condições medicas gerais).: Ausencia de co-morbilidades clinicas
Eixo IV(problemas ambientais e psicosociais).: Ausentes
Eixo V (Avaliação global do funcionamento).: 21 Prejuizo na comunicação ou julgamento- inabilidade para funcionar na maioria das áreas.
 
necessita de seguimento com equipe multidisciplinar (fonoaudiologa, terapia ocupacional, psicologia, psiquiatria, entre outras areas afins....

Transtornos do Espectro Autista

TRANSTORNOS
DO
José Salomão Schwartzman
DO
E A
SPECTRO UTISMO
Médico Neuropediatra, Professor Titular do Programa de Pós-graduação em Distúrbios do Desenvolvimento da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Diretor Clínico da Associação Brasileira de Síndrome de Rett de São Paulo – Abre-Te/SP
Ceres Alves de Araújo
Psicóloga, Professora do Departamento de Psicodinâmica da Faculdade de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
São Paulo 2011.
Apresentação (15)
1
Sumário
História do autismo no mundo (19) Raymond Rosenberg História pré-científica (20) História científica pré-Kanner (20)
História científica (22) Teorias explicativas (23)
Teoria comportamental operante (23) Teoria neurofisiológica (23) Estudos epidemiológicos (23) Teorias psicanalíticas (24)
Teorias orgânicas (24)
2
Autismo e psicanálise no Brasil: História e desenvolvimentos (27) Izelinda Garcia de Barros Psicanálise de crianças (27) A formação da mente (28)
Autismo e psicanálise (29) A abordagem terapêutica psicanalítica da síndrome autística (31) A psicanálise de crianças autistas no Brasil (32) Considerações finais (34)
3
Transtornos do Espectro do Autismo: Conceito e generalidades (37) José Salomão Schwartzman
4
Diagnóstico diferencial psiquiátrico no Autismo Infantil (43) Francisco B. Assumpção Jr. e Evelyn Kuczynski Principais quadros clínicos no diagnóstico diferencial (45)
1. Diagnósticos diferenciais intragrupo Transtornos de Desenvolvimento (45) 1.1 Diagnósticos diferenciais intragrupo Retardo Mental (45) 1.2 Alterações de linguagem (47) 1.3 Carência afetiva (47)
1.4 Diagnósticos diferenciais intragrupo Transtornos Globais de Desenvolvimento (47) 1.4.1 Síndrome de Asperger (47) 1.4.2 Síndrome de Rett (48) 1.4.3 Transtornos Desintegrativos (48)
1.4.4 Transtornos Globais Não Especificados (49) 2. Diagnósticos Diferenciais com o grupo Transtornos Específicos do Desenvolvimento (49)
2.1 Transtornos do Desenvolvimento do Aprendizado (49)
2.2 Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH (50) 3. Diagnósticos diferenciais extragrupo Transtornos Globais do Desenvolvimento (51)
3.1 Transtornos psicóticos: Esquizofrenia (51)
3.2 Transtorno Desafiador de Oposição (51) Considerações finais (52)
5
Genética e os Transtornos do Espectro do Autismo (55) Décio Brunoni Herdabilidade no autismo (56) Investigação genética do paciente com Transtornos do Espectro do Autismo (56)
Síndromes dismórficas (57) A Síndrome do X Frágil – FRAXA (58) Síndromes dismórficas com deficiência mental (58) Copy number variation – CNV (59)
Situações especiais na investigação genética dos Transtornos do Espectro do Autismo (59) A síndrome de Rett e o gene MeCP2 (59) As síndromes de Prader-Willi (SPW) e Angelman (SA) (60) As doenças metabólicas hereditárias (60)
Identificação de características específicas do fenótipo morfológico (61) Transtorno do Espectro do Autismo idiopático (61) Considerações finais (62)
6
Neurobiologia dos Transtornos do Espectro do Autismo (65) José Salomão Schwartzman Aspectos neuroanatômicos e neurofisiológicos (66) Aspectos neuropatológicos (82)
Índices de função neural (87) Eletrencefalograma (87) Potenciais evocados (87) Exames de neuroimagem (88)
Neurotransmissores, hormônios, proteínas e vitaminas (94) Fatores imunológicos (98) Fatores pré e perinatais (103) Diagnóstico e exames laboratoriais (105)
7
Neuroanatomia por imagem dos Transtornos do Espectro
do Autismo (112) Célia Maria de Araújo, Carolina Grego Del Cole, Marco Antônio Del’Áquila, Andrea Parolin Jackowski Achados estruturais (112) Achados funcionais (116) Achados de conectividade (119) Considerações finais (120)
8
Condições associadas aos Transtornos do Espectro do Autismo (123) José Salomão Schwartzman Ácido valproico (125) Alterações das purinas (125)
Complexo esclerose tuberosa (126) Outras síndromes neurocutâneas (126) Alterações cromossômicas (127) Deficiência auditiva (127)
Deficiência mental (128) Deficiência visual (128) Desordens metabólicas (129)
Fenilcetonúria (129) Histidenemia (130) Distrofia muscular de Duchenne (130) Distrofia muscular de Becker (130) Doença celíaca (130)
Epilepsia (131)
Hidrocefalia (132) Doenças infecciosas (133) Sequência de Moebius (133) Síndrome de Angelman (134) Síndrome de Prader-Willi (134) Síndrome CHARGE (135) Síndrome de Cornélia de Lange (135) Síndrome de Down (135) Síndrome fetal alcoólica (136) Síndrome de Goldenhar (137) Síndrome de Joubert (137) Síndrome de Laurence-Moon-Biedl (137) Síndrome de Noonan (138) Síndrome de Sanfilippo (138) Síndrome de Sotos (Síndrome do Gigantismo Cerebral) (138) Síndrome de Tourette (139) Síndrome de Williams (139) Síndrome do X-frágil (Síndrome de Martin-Bell; X-frágil; Fra-X) (140) Talidomida (141)
9
Autismo: Uma abordagem experimental (144) Roberta Monterazzo Cysneiros
10
Epidemiologia e Transtornos Globais do Desenvolvimento (151) Cristiane Silvestre de Paula, Sabrina Helena B. Ribeiro e Maria Cristina T. V. Teixeira Prevalência dos Transtornos Globais do Desenvolvimento e Autismo (152) Subgrupos de risco para Transtornos Globais do Desenvolvimento e Autismo (155) Considerações finais (156)
11
Avaliação clínica de crianças com Transtornos do Espectro
do Autismo (159) Celine Saulnier, Linda Quirmbach e Ami Klin Uma abordagem compreensiva de desenvolvimento (159) Perfil de desenvolvimento e cognição em Transtornos do Espectro do Autismo (160) Perfil do comportamento adaptativo nos Transtornos do Espectro do Autismo (163) Perfil comunicativo em Transtornos do Espectro do Autismo (164) Perfil sensorial e motor em Transtornos do Espectro do Autismo (166) Perfis diagnósticos nos Transtornos do Espectro do Autismo (166) Diagnóstico clínico de crianças muito pequenas (169) Diagnóstico diferencial (169)
12
Psicologia e os Transtornos do Espectro do Autismo (173) Ceres Alves de Araújo 1. A avaliação psicológica (173)
O psicodiagnóstico (174) Instrumentos (175) O psicodiagnóstico das pessoas com Transtornos do Espectro do Autismo (176) Considerações finais (178)
2. O diagnóstico precoce (178) Critérios para o diagnóstico precoce (179) Atenção compartilhada (181) O brincar (182) A imitação (183) O apego (184) O psicodiagnóstico (184) Considerações finais (185)
3. A Teoria da Mente (185) Déficits na percepção e na motivação social (187) A percepção da emoção (188) A percepção da própria emoção (188) A percepção de emoções complexas e de estados mentais complexos (189) A avaliação da Teoria da Mente (190) Considerações finais (191)
4. O processo de individuação nos Transtornos do Espectro do Autismo (192) Uma atipia do desenvolvimento humano: A agenesia da estruturação matriarcal da consciência (193) A estruturação patriarcal da consciência (196) A alteridade (197) A espiritualidade (198) Considerações finais (198)
13
Linguagem e comunicação nos Transtornos do Espectro do Autismo (202) Jacy Perissinoto Desenvolvimento da linguagem verbal e não verbal (203) Considerações finais (205)
14
Avaliação de linguagem nos Transtornos do Espectro do Autismo (209) Renata de Lima Velloso
15
Psicofarmacoterapia nos Transtornos Globais do Desenvolvimento (215) Francisco B. Assumpção Jr. e Evelyn Kuczynski Patologia (215) Necessidade e objetivo da(s) medicação (medicações) (216)
Farmacodinâmica e farmacocinética das drogas sugeridas (217) Sintomas-alvo para cada droga (218) Dosagens (221) Efeitos colaterais e interações medicamentosas (222) Considerações finais (223)
16
A intervenção psicológica (227) Ceres Alves de Araújo A teoria de Hobson (228) A perspectiva intersubjetiva (230)
A psicanálise kleiniana (231) A abordagem lacaniana (232) Uma perspectiva na psicologia junguiana (233) A prática psicoterapêutica e a orientação à família (234) Uma ilustração (235) Considerações finais (236)
17
Condutas terapêuticas em linguagem e comunicação (238) Jacy Perissinoto Linhas gerais da intervenção (239) Abordagens para a condução terapêutica direta (239)
Além da ação direta (241)
18
Comunicação Alternativa (244) Elizeu Coutinho de Macedo e Fernanda Orsati Sistemas de Comunicação Alternativa e Ampliada (245) Comunicação por sinais manuais (246) Sistemas de comunicação alternativa por escrita e saída de voz (247) Sistema de comunicação alternativa por figuras (248) Considerações finais (252)
19
Terapias alternativas e controversas (255) José Salomão Schwartzman
20
O método TEACCH (263) Viviane Costa de Leon e Lavínia Osório Estrutura física (265) Programação da rotina (266) Sistemas de trabalho (268) Apoio visual (270) Tipos de atividades (270)
21
Análise Aplicada do Comportamento – ABA (278) Leila Bagaiolo, Cíntia Guilhardi e Claudia Romano O objeto de estudo da Análise do Comportamento (278) A visão de Educação na Análise do Comportamento (279)
O método de ensino da Análise do Comportamento: Instrução Programada (280) Entendendo as dificuldades no Autismo (282)
O Modelo de Inclusão da Gradual: Como analisar e planejar a inclusão escolar de alunos autistas (283)
Planejando contingências de aprendizagem em ambiente individualizado e protegido (284) O que ensinar (284) Como ensinar (285)
Quem planeja a inclusão? (287) O papel do Analista do Comportamento no processo de inclusão (287) Quem pode ser o AT da escola? (288) Quando selecionar e treinar um acompanhante para a escola? (291) O que faz o acompanhante na escola? (291)
O material adaptado: o que é e como é elaborado? (292)
Uso de diferentes dicas antecedentes (294) Quanto tempo o AT precisa para desempenhar seu papel no Modelo de Inclusão (295)
Considerações finais (296)
22
Integração Sensorial nos Transtornos do Espectro do Autismo (297) Aline Momo e Claudia Silvestre O modelo teórico (298)
Transtornos de Processamento Sensorial nos Transtornos do Espectro do Autismo (301) Tipo 1 – TMS. Transtorno de Modulação Sensorial (302)
Avaliação da Integração Sensorial nos Transtornos do Espectro do Autismo (299)
Subtipo 1: Hiper-responsivo (303) Subtipo 2: Hiporresponsivo (303) Subtipo 3: Busca sensorial (304)
Tipo 2 – TDS. Transtorno de Discriminação Sensorial (304)
Tipo 3 – TMBS. Transtorno Motor com Base Sensorial (305) A Terapia de Integração Sensorial (306)
Estratégias sensoriais como apoio à aprendizagem (311) Eficácia da Terapia de Integração Sensorial em crianças com TEA (311) Considerações finais (311)
23
Representação cinematográfica dos Transtornos do Espectro
do Autismo (314) Maria Eloísa Famá D’Antino e Alesandra Aronovich Vinic Representação social e preconceito (316) Cinema e Transtornos do Espectro do Autismo (317) Os filmes (318) Considerações finais (324) Luz, câmera, ação! (325)

II Seminário em setembro "Inclusão Social para crianças com necessidades especiais"

II Seminário "Inclusão Social para crianças com necessidades especiais"


Dia: 17/09/2011
Horário: 08h às 14h
Local: UERJ - Auditório 11 - 1 andar - Bloco F - Rua São Francisco Xavier, 524 -
Maracanã, Rio de Janeiro.
E-mail: creativeideias@...
Telefone: (21) 2577 8691 | 3246 2904 | 8832 6047 | 8688 3654


Investimento:
R$ 70,00 - individual (cartão/boleto)
R$ 60,00 - individual (depósito)
R$ 50,00 - grupos a partir de 4 pessoas (depósito)


Inscrição: http://creativeideias.webnode.com.br/


Objetivo:
Fornecer técnicas e estratégias para facilitar a inclusão social de crianças com
necessidades especiais.


Palestrantes:


"Ferramentas Psicopedagógicas para inclusão"

Dr. Felipe Ribeiro – Fonoaudiólogo e Psicopedagogo, Especializado em Linguagem,
coordenador do NIACP, Professor Universitário e Palestrante em Aprendizagem,
comunicação humana e Oratória, Professor do Curso de Extensão UFRJ-LETRAS em
Dificuldades de Aprendizagem. Registro: CREFONO – 11428 RJ.


"A criança surda e as aprendizagens não verbais"

Ana Lúcia do Nascimento – Mestre em Letras e Ciências Humanas. Psicopedagoga.
Especialista na Área da Surdez. Especialista em Estimulação Essencial e
Desenvolvimento Infantil. Professora de Educação Precoce, do Instituto Nacional
de Educação de Surdos (INES).


"Autismo esperança pela Nutrição"

Claudia Marcelino – É autora do Livro "Autismo Esperança pela Nutrição" e criou
um blog (http://dietasgsc.blogspot.com) em que disponibiliza receitas,
informações e é um elo de ligação entre mães e familiares de pessoas com
características especiais, em todo o Brasil e Portugal. O trabalho de Claudia é
referência e case em Faculdades e Escolas de Nutrição e em Pós Graduação em
Nutrição Funcional. Vencedora do Prêmio Orgulho Autista 2011, na categoria
"Livro Destaque" e é com muito orgulho, mãe de Mauricio de 18 anos.

Surpresas da doença celíaca


Diagnóstico no Rio de Janeiro


Hospital Santa Casa de Misericórdia que fica na R. Santa Luzia, no. 206-Centro
Telefone para contato, mas o melhor é se encaminhar até lá para marcar:
22214898
25330113
24250862
O setor é o PAPRE


INSTITUTO PHILIPPE PINEL
Horário de funcionamento: de segunda a sexta-feira, de 8:30 às 16:30 h.
Endereço e contato: Av. Venceslau Brás, 65 - Botafogo - Rio de Janeiro - RJ – CEP: 22290-140 Tel.: (0xx-21) 2542-3049, ramais: 2061, 2062 e 2063.
Atendimentos: NAICAP é um serviço especializado para assistência, ensino, pesquisa e formação de recursos humanos na área do Autismo e Psicose na criança.

Clientela: Criança autista, psicótica e neurótica grave. Faixa etária: Até 10 anos
COIJ (Centro de Orientação Infanto-Juvenil) é um serviço que existe desde 1968, para o atendimento a crianças, adolescentes de até 17 anos e suas famílias.
e-mail: ncsimppinel@ rio.rj.gov. br
imppinel@rio. rj.gov.br

Centro Municipal de Atenção à Pessoa com Autismo (CEMA-Rio), da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPD)

No CEMA-Rio as pessoas com autismo recebem reabilitação, atividades inclusivas, socializantes e qualificação com vistas à sua inserção no mercado de trabalho. Nesta primeira fase, já estão sendo atendidas 40 crianças que, com a inauguração do Centro, passam a ter um espaço todo planejado para o seu tratamento, com brinquedoteca e áreas de convivência.
Endereço: Centro Integrado de Atenção à Pessoa com Deficiência – CIAD Mestre Candeia: Avenida Presidente Vargas, 1.997, Centro, Rio de Janeiro.

Instituto Fernandes Figueira
(IFF/Fiocruz)
Av. Rui Barbosa, 716, Flamengo – Rio de Janeiro, RJ - CEP: 22.250-020
Telefone: 2554-1832 / 2554-1833
Fax: 2554-1833 / 2552-8898
Setor de Neurologia
Segundas, Quartas e Sextas, das 09:00 às 11:00h
Segundas e Terças, das 13:00 às 15:00h
Tel.: 2554-1774 Ramal 1758
E-mail: pgscm@.... br / secadem@iff. fiocruz.br
Site: http://www.iff. fiocruz.br/ pgscm

Centro Psiquiátrico do Rio de Janeiro
Pça. Coronel Assunção, s/nº - Praça Mauá
Rio de Janeiro - RJ - CEP: 20220-480
Tel.: (0xx21) 2332-5676 / 2332-5677 / 2332-5680 / 2332-5678 / 2332-5690 / 2332-5682

Centro Municipal de Saúde Ernesto Zeferino Timbau

(com atendimento Psiquiátrico)
Endereço: Av. do Exército, 1 - São Cristóvão - São Cristóvão
Telefone(s): 2580-7184 / 3860-7295 / 2580-7276
Período de funcionamento: Atendimento: de 2ª à 6ª das 8 às 17 h e aos Sábados das 8 às 12 h - plantão de vacina, inclusive anti-rábica
E-mail: cmseztjunior@ rio.rj.gov. br
Região Serrana
CARMO

Hospital Estadual Teixeira Brandão (Psiquiatria)
Estrada Rio de Janeiro nº 148 - São Francisco
Carmo - RJ - CEP: 28640-000
Tel.: (0xx24) 2537-0182 / 2537-1395


Dr. Faveret-Neurologista (atende no quinta Dor realizando eletroencefalograma de sono prolongado pelos planos de saúde, muito recomendado pela Dra Geórgia pediatra)
Supervisão do Dr. Helion Povoa
(Dependendo da situação da criança e o q os pais necessitam, vai passar na mão de uma equipe).
A clínica não mantém convênios.

Dr. Juan Carlos Cardenas Figueroa
Entende de convulsões em autistas adultos e neuropediatria
R. Dias da Cruz, 140 - Cob.2 20720-012 Meier Rio de Janeiro.
Tel.: (21) 2596-6466.

Dra. Ana Rosa
Tijuca
9121-7106/ 3808-0862
(atende Amil)


Dra. Carla Gikovate.
Clínica Neurológica Professor Fernando Pompeu.
Av das Americas 4666 -306
Barra da Tijuca
22631-004 - Rio de Janeiro, RJ - Brasil
Telefone: (21) 24309229
URL da Homepage: www.carlagikovate. com.br





NEUROPEDIATRA
Dr. Jorge Baleta
2712-4659
(Atende em Niterói e São Gonçalo e tem vários convênios).
R$ 70,00 consulta em maio/09
Rua Feliciano Sodré, 182- Ed. Portinari Sl 515 Centro S.Gonçalo.

Dr Heldes Neuropediatra
Madureira Pólo
2450-1294 / 3390-8075

Dra. Elaine Leizenbuch gerk
R. Miguel de frias, 77 sl. 1309
Icarai  - Niteroi - RJ
Tel (021) 2620-6746

Dra. Ana Paula
Nilópolis
2791-0866
Atende todos os dias. Horário de almoço11:30h às14h


PSIQUIATRIA INFANTIL
Dra Maria Cristina do Rego Monteiro de Abreu
Rua D. Mariana,143 sala B21 - Botafogo
2286-4181
(atendia a Milena da Fausta é ótima, ela é avessa à medicação, a não ser que seja realmente indispensável) Tem uma larga experiência, pois trabalhou muitos anos na França com portadores de TID.

Lindberg Bragança (médico da Santa Casa – aceita convênios)
2251-9365
9963-7751

DR JOSE BERMAN
AVENIDA RUI BARBOSA 29 SALA 402
SÃO FRANCISCO - NITEROI -RIO DE JANEIRO.
TELEFONES:21 2711-1056 FAX
RESIDENCIA 21  2711-8936
URGENCIAS 21 99715638
Dr.Jairo Werner (UFF)
Av. das Américas, 4801 ,230 – Barra da Tijuca –
Tel. 2431-4788
Rua Ministro Octavio Kelly, 453 – Niterói/RJ
2714-4584
jairowener@...
99715795
(Consulta na barra R$450,00 e R$350,00 Niterói)


Risco de autismo entre irmãos é maior do que se pensava

O risco entre meninos é maior do que entre meninas. E as chances são 32% maiores se a criança tiver mais de um irmão com autismo

Criança isolada autismo Risco de que um autista tenha irmão autista é maior do que se pensava (Getty Images)
"Os resultados enfatizam a importância do histórico familiar como um fator de risco para o autismo. Por isso, requer atenção por parte dos pais e médicos no acompanhamento dessas crianças desde cedo para determinar se o irmão mais novo poderá desenvolver autismo ou algum distúrbio de desenvolvimento",
Alycia Halladay, diretora de pesquisa de ciências ambientais da organização Autism Speaks.
Irmãos mais novos de crianças com autismo têm uma maior probabilidade de serem diagnosticados com a doença do que se acreditava até agora. É o que indica um estudo publicado no periódico científico Pediatrics nesta segunda-feira. De acordo com a pesquisa, 19% dos irmãos mais novos desenvolveram a doença, enquanto as estimativas anteriores variavam entre 3% e 10%.
Se houver duas crianças com a doença na família, o risco de o terceiro irmão desenvolver autismo sobe para 32%, segundo os resultados do estudo. A pesquisa mostrou que crianças do sexo masculino que tinham um irmão mais velho com autismo tinham três vezes mais chances de ter a doença do que bebês do sexo feminino (26% em comparação com 9%).
O estudo não demonstrou aumento do risco ao associar o sexo do filho mais velho, a gravidade dos sintomas da primeira criança com autismo ou ainda caracterísitcas da família, como idade dos pais, situação sócio-econômica e raça.
Partiticparam do estudo 664 crianças de 12 estados americanos e candenses, avaliadas desde os seis meses de idade até os 36 meses. A pesquisa é considerada a mais completa já realizada, uma vez que foi baseada em métodos padrão-ouro de diagnóstico e avaliações realizadas por pesquisadores especializados – ao contrário de estudos anteriores, que foram baseados em critérios diagnósitos menos confiáveis.
De acordo com os pesquisadores, os resultados sugerem que os pediatras devem ter um olhar atento aos irmãos de crianças diagnotícadas com autismo. Isso porque, com intervenções precoces, os sintomas dessas crianças podem ser reduzidos ao mínimo.
"Os resultados enfatizam a importância do histórico familiar como um fator de risco para o autismo. Por isso, requer atenção por parte dos pais e médicos no acompanhamento dessas crianças desde cedo para determinar se o irmão mais novo poderá desenvolver autismo ou algum distúrbio de desenvolvimento", disse Alycia Halladay, diretora de pesquisa de ciências ambientais da organização Autism Speaks.
O autismo é um transtorno neurobiológico complexo, que inibe a habilidade de comunicação e de desenvolver relações sociais. Em geral, a doença vem acompanhada de desafios comportamentais. Ela é diagnosticada em uma a cada 110 crianças nos Estados Unidos.
 

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

À procura de voluntários para brincar com autista



À procura de voluntários para brincar com autista

Alto Minho
 “O que nós pedimos é que as pessoas disponibilizem uma hora por semana do seu tempo para virem brincar, na nossa casa, com o nosso filho, nada mais que isso”, disse, à Agência Lusa, a mãe do Marco, um menino que este mês completa cinco anos.

Segundo Cristina Meinier, neste momento já há 27 voluntários inscritos para brincarem com o Marco, o que é insuficiente para assegurar as oito horas de brincadeira que a criança deve ter por dia.“Temos tido dificuldade em encontrar mais gente, e mesmo alguns dos que se ofereceram faltam bastante”, admitiu a mãe.

Os pais fizeram formação em França para tratar do filho, a quem estão a aplicar o chamado “método 3 i”: intensivo, individual e interactivo.
“Agora, somos nós que ministramos uma formação de duas horas às pessoas que se disponibilizem para viirbrincar com o Marco, para que a terapia seja correctamente aplicada. Mas, no fundo, o que se pretende é que eles brinquem com ele”, acrescentou Cristina Meinier.

“Podem ser de qualquer faixa etária”

O Marco tem em casa uma sala de jogo, com uma bola gigante, um escorrega, um baloiço, livros, puzzles e outros brinquedos, estando agora à procura de amigos para a brincadeira.
Os voluntários podem ser “de qualquer faixa etária”, tendo apenas de ter capacidade de entender e assimilar a formação prévia que lhes é ministrada pelos pais e aplicá-la nos moldes correctos.

Dos inscritos, há gente com mais de 60 anos, mas há também jovens na casa dos 20.
“O importante é que gostem de brincar”, acentuou a mãe do Marco. O autismo é uma disfunção global do desenvolvimento, uma alteração que afecta a capacidade de comunicação do indivíduo, de socialização e de comportamento.