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domingo, 25 de outubro de 2015
segunda-feira, 2 de junho de 2014
OS 7 NÃO-NÃO’S DO JOINING (JUNTAR-SE) QUE VOCÊ PROVAVELMENTE ESTÁ FAZENDO - Por Raun K. Kaufman
Esse texto é da Sandra Tadini, publicado no perfil dela no facebook!
O Juntar-se é uma das principais técnicas do The Son-Rise Program®. É a primeira coisa que fazemos e é absolutamente essencial para a construção de confiança e equilíbrio. Quando nos juntamos às nossas crianças, participamos no ismo (“esterotipia”) delas com profundo interesse e aceitação – sem tentar mudá-la ou reorientá-la. Toda a aprendizagem e interação assentam na plataforma da relação que é construida com o seu filho através do joining(juntar-se). É por isso que fazer o joining corretamente é tão importante. Tenho visto muita, muita, gente juntar-se e nunca deixei de me sentir tocado quando vejo alguém a juntar-se ao seu filho com amor e sinceridade.Contudo, também vejo um número significativo de pessoas que, provavelmente sem perceberem, fazem coisas durante o joining que minam completamente a sua eficácia.A seguir estão aqueles que eu considero serem os primeiros sete Não’s do Joining. Há uma boa hipótese de que você tenha feito alguma destas coisas, mas, tudo bem, não tem problema! Não faz mal! Você não está sozinho! A maior parte das pessoas com quem tenho trabalhado – pessoas que adoram os filhos e que se estão se diferenciando da multidão fazendo o The Son-Rise Program® - fizeram pelo menos uma destas coisas (normalmente mais do que uma). Portanto, eu suplico-vos que leiam estes sete não-não’s com um sentido de auto-aceitação, calma, curiosidade e – sim – humor.
1. OLHAR FIXAMENTE. Muita gente passa a maior parte do tempo olhando para a criança enquanto se junta a ela. O problema é que isso não é Juntar-se (joining), isso é observar e o seu filho pode facilmente perceber a diferença. Quando você vê um filme com alguém que fica olhando para você o tempo todo, não parece que estejam assistindo o filme juntos, parece? Portanto, assim que começar a fazer o joining, em vez de olhar fixamente para o seu filho, olhe fixamente para o que está fazendo. Em vez de olhar para o seu filho a cada dois segundos, deixe-se envolver profundamente pelo que você está fazendo. Lembre-se, você não está tentando provar que pode imitar, está deixando-se envolver na atividade que o seu filho adora. Está construindo uma ligação em torno de um interesse comum – a palavra-chave aqui é ser comum.
2. NÃO SAIR DE CIMA. Vejo muita gente que não sai de cima, fica muito junto da criança quando faz joining. Ficam perto demais da criança e, na verdade, a única coisa que ela quer é espaço para respirar! Quando se junta não tem que ficar colado ao seu filho. Lembre-se de que parte da razão pela qual o seu filho “isma” (fica em isolamento) antes de qualquer outra coisa, é para se isolar de quem quer que esteja em cima dele! Você tem quer dar espaço ao seu filho. Se ele estiver sentado, então, por favor sente-se também, mas não se sente a um centímetro dele. Se o seu filho está de pé ou andando de um lado para o outro, então fique de pé e ande de um lado para o outro, mas não em cima dele.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
10 coisas que toda criança com autismo gostaria que você soubesse
Trecho condensado do livro Dez Coisas que Toda Criança com Autismo Gostaria que Você Soubesse – Edição atualizada e ampliada – Ellen Notbohm
O autismo já foi considerado um “distúrbio incurável”. Mas essa ideia caiu por terra diante do conhecimento cada vez maior desse quadro e das constantes descobertas que estão sendo feitas, até mesmo neste momento, enquanto você lê este texto. Todos os dias, indivíduos com autismo nos mostram que são capazes de superar as dificuldades, compensar e administrar muitos dos aspectos desafiadores do autismo. Preparar as pessoas que convivem com nossos filhos, fazer com que elas entendam os elementos básicos do autismo tem um enorme impacto no caminho dessas crianças rumo a uma vida adulta produtiva e independente.
O autismo é um distúrbio complexo, mas, segundo minha experiência, suas inúmeras características encaixam-se em quatro áreas fundamentais: dificuldades de processamento sensorial, atrasos e comprometimento da comunicação, dificuldade no desenvolvimento das habilidades de interação social e as questões da criança como um todo/autoestima.
Embora esses quatro elementos possam ser comuns a várias crianças com autismo, lembre-se de que a razão de ser chamado de espectro é que não há duas (nem dez, nem vinte) crianças com autismo exatamente iguais. Cada criança se encontra num ponto diferente do espectro. É importante lembrar também que cada pai, professor e cuidador tem um grau diferente de compreensão do espectro. Criança ou adulto, cada um terá o seu conjunto único de necessidades.
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Habilidades Sociais ANTES das Habilidades Acadêmicas
Habilidades Sociais ANTES das Habilidades Acadêmicas (The Son-Rise Program®)
Por Raun K. Kaufman
Por Raun K. Kaufman
Tradução da Sandra Santos Tadini
Existe uma obsessão nacional de ensinar crianças com autismo ou qualquer tipo de transtorno do espectro do autismo de e...nsinar habilidades acadêmicas.
Não importa quão impressionante e diligentemente você trabalhe habilidades acadêmicas com seu filho, isso não vai ensiná-lo a ser mais sociável,
Não vai ensiná-lo a fazer amigos , a rir de uma piada, dar um abraço, ou amar alguém ou dizer Eu Te Amo,
Ou realmente se preocupar com as pessoas, ou interagir espontaneamente com as pessoas a sua volta.
É muito mais crucial priorizar as habilidades sociais do que as acadêmicas.
Isso não significa, de jeito nenhum que vamos esquecer, abandonar para sempre a parte acadêmica.
Mas antes de você realmente colocar sua energia nisso, nós queremos ajudar a nossa criança a ser mais sociável, porque o autismo não é matemática ou leitura,
O autismo é uma desordem relacional,
Desordem na qual nossas crianças ou adultos com autismo tem dificuldades de criar conexões e relacionamentos com outras pessoas entre outras coisas,
O que acontece é que por exemplo, uma parte do cérebro , eu diria um músculo, um músculo de uma parte do cérebro é fraco, perdeu a força.
Isso não significa que ele será fraco para sempre;
Significa que ele precisa de muita ajuda nessa área e nós temos que ajudá-lo.
No curso introdutório Start-Up Son Rise nós focamos Os Quatro Fundamentos Sociais do Modelo de Desenvolvimento.
Primeiro , CONTATO VISUAL E COMUNICAÇÃO NÃO-VERBAL: gestos e várias maneiras de comunicação não-verbal.
O fundamento número 2: COMUNICAÇÃO VERBAL,
O fundamento número 3: ATENÇÃO COMPARTILHADA, o quanto a sua criança ou adulto se envolve com outra pessoa antes que ele/ela se desconecte ou faça alguma coisa diferente que atraia sua atenção
E por último FLEXIBILIDADE, são esses QUATRO FUNDAMENTOS que são os mais esquecidos de se ensinar.
Tenta se ajudar a criança a compensar seu autismo , mas vamos então ajudá-la a SUPERAR os desafios que elas tem ao invés de compensar as dificuldades que elas têm.
Isso é muito importante!
Isso não significa que ela vai superar seus déficits sociais, mas nós nunca saberemos se elas vão superar ou não se não gastarmos nossa energia nisso.
Uma vez que focamos nestas áreas, eu penso realmente que você ficará surpreso do que a sua criança pode crescer nestas áreas.
Nós temos que priorizar as habilidades sociais ANTES das habilidades acadêmicas.
Assista ao vídeo original da tradução acima:
http://www.youtube.com/watch?v=MP6vS9HMQVo&feature=youtu.be
Existe uma obsessão nacional de ensinar crianças com autismo ou qualquer tipo de transtorno do espectro do autismo de e...nsinar habilidades acadêmicas.
Não importa quão impressionante e diligentemente você trabalhe habilidades acadêmicas com seu filho, isso não vai ensiná-lo a ser mais sociável,
Não vai ensiná-lo a fazer amigos , a rir de uma piada, dar um abraço, ou amar alguém ou dizer Eu Te Amo,
Ou realmente se preocupar com as pessoas, ou interagir espontaneamente com as pessoas a sua volta.
É muito mais crucial priorizar as habilidades sociais do que as acadêmicas.
Isso não significa, de jeito nenhum que vamos esquecer, abandonar para sempre a parte acadêmica.
Mas antes de você realmente colocar sua energia nisso, nós queremos ajudar a nossa criança a ser mais sociável, porque o autismo não é matemática ou leitura,
O autismo é uma desordem relacional,
Desordem na qual nossas crianças ou adultos com autismo tem dificuldades de criar conexões e relacionamentos com outras pessoas entre outras coisas,
O que acontece é que por exemplo, uma parte do cérebro , eu diria um músculo, um músculo de uma parte do cérebro é fraco, perdeu a força.
Isso não significa que ele será fraco para sempre;
Significa que ele precisa de muita ajuda nessa área e nós temos que ajudá-lo.
No curso introdutório Start-Up Son Rise nós focamos Os Quatro Fundamentos Sociais do Modelo de Desenvolvimento.
Primeiro , CONTATO VISUAL E COMUNICAÇÃO NÃO-VERBAL: gestos e várias maneiras de comunicação não-verbal.
O fundamento número 2: COMUNICAÇÃO VERBAL,
O fundamento número 3: ATENÇÃO COMPARTILHADA, o quanto a sua criança ou adulto se envolve com outra pessoa antes que ele/ela se desconecte ou faça alguma coisa diferente que atraia sua atenção
E por último FLEXIBILIDADE, são esses QUATRO FUNDAMENTOS que são os mais esquecidos de se ensinar.
Tenta se ajudar a criança a compensar seu autismo , mas vamos então ajudá-la a SUPERAR os desafios que elas tem ao invés de compensar as dificuldades que elas têm.
Isso é muito importante!
Isso não significa que ela vai superar seus déficits sociais, mas nós nunca saberemos se elas vão superar ou não se não gastarmos nossa energia nisso.
Uma vez que focamos nestas áreas, eu penso realmente que você ficará surpreso do que a sua criança pode crescer nestas áreas.
Nós temos que priorizar as habilidades sociais ANTES das habilidades acadêmicas.
Assista ao vídeo original da tradução acima:
http://www.youtube.com/watch?v=MP6vS9HMQVo&feature=youtu.be
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Brincadeiras e jogos para melhorar a concentração
Em tempos de férias escolares, o desafio dos pais e familiares é
entreter as crianças dentro ou fora de casa para que o período de
descanso dos pequenos seja prazeroso e inesquecível.
Mas como distrair uma criança que sofre de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), doença neurobiológica genética que tem entre as principais características a falta de atenção e concentração?
Esse grupo, em geral, torna-se extremamente inquieto levantando-se quando tem que ficar sentado, age com impulsividade, não se atenta a detalhes e se distrai com muita facilidade, sintomas que afetam o rendimento escolar. Hoje, estima-se que 3 a 10% de crianças sofram de TDAH.
Para ganhar a atenção dos pequenos, especialistas indicam jogos de competição em grupo, que são altamente motivadores e socializadores. Já o videogame deve ser limitado, pois os hiperativos podem passar mais tempo jogando e não se dedicando às outras atividades.
Saber diferenciar as causas do TDAH pode ser bem mais complicado do que os envolvidos imaginam. Caso não descoberta e tratada o quanto antes, a patologia se estende na fase da adolescência e os jovens podem se tornar adultos hiperativos e desorganizados. Daí a importância da ação com uma equipe multidisciplinar com orientadores pedagógicos e psicólogos.
Se você tem um filho ou alguém próximo com TDAH, aproveite as dicas que listamos abaixo. São atividades simples que certamente serão bem-vindas às crianças.
Quebra-cabeça
O quebra-cabeça desafia a inteligência da criança, estimula o pensamento lógico, a composição e decomposição de figuras, discriminação visual, atenção e concentração. O interesse varia conforme o grau de dificuldade da brincadeira. Uma vez difícil, pode-se montar em cima de uma prancha, riscar as suas formas e numerá-las para facilitar a utilização.
Jogo de memória
O jogo da memória estimula o pensamento, memorização, identificação de figuras, estabelecimento do conceito de igual e diferente, além de orientação espacial.
Esse grupo, em geral, torna-se extremamente inquieto levantando-se quando tem que ficar sentado, age com impulsividade, não se atenta a detalhes e se distrai com muita facilidade, sintomas que afetam o rendimento escolar. Hoje, estima-se que 3 a 10% de crianças sofram de TDAH.
Para ganhar a atenção dos pequenos, especialistas indicam jogos de competição em grupo, que são altamente motivadores e socializadores. Já o videogame deve ser limitado, pois os hiperativos podem passar mais tempo jogando e não se dedicando às outras atividades.
Saber diferenciar as causas do TDAH pode ser bem mais complicado do que os envolvidos imaginam. Caso não descoberta e tratada o quanto antes, a patologia se estende na fase da adolescência e os jovens podem se tornar adultos hiperativos e desorganizados. Daí a importância da ação com uma equipe multidisciplinar com orientadores pedagógicos e psicólogos.
Se você tem um filho ou alguém próximo com TDAH, aproveite as dicas que listamos abaixo. São atividades simples que certamente serão bem-vindas às crianças.
Quebra-cabeça
O quebra-cabeça desafia a inteligência da criança, estimula o pensamento lógico, a composição e decomposição de figuras, discriminação visual, atenção e concentração. O interesse varia conforme o grau de dificuldade da brincadeira. Uma vez difícil, pode-se montar em cima de uma prancha, riscar as suas formas e numerá-las para facilitar a utilização.
Jogo de memória
O jogo da memória estimula o pensamento, memorização, identificação de figuras, estabelecimento do conceito de igual e diferente, além de orientação espacial.
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Dicas son-rise para lidar com as birras
Son-rise - o que eu faço quando meu filho faz birras ou grita?
Cinco Passos Simples do Programa Son-Rise Passos para ajudar seu filho:
1. Perceba que isso é comunicação: Significa que seu filho está chorando ou fazendo escândalos como uma forma de expressar a você que ele quer alguma coisa. Nós podemos ajudá-lo a ver que esta não é a ferramenta mais eficaz para ajudá-lo a conseguir as coisas que eles querem.
2. Verifique como você se sente (por exemplo, sua ATITUDE): Seja o mais calmo e tranquilo possível. Quando você está se sentindo tranquilo e calmo as suas ações o seguirão - e seu filho vai ver esse não é o caminho mais útil para conseguir as coisas que ele quer. Quando nós mesmos estamos tristes ou desconfortáveis quando nosso filho está chorando ou fazendo escândalos, então as nossas ações tendem a ser maiores, mais ousadas, mais rápidas, etc. Quando nós nos movemos rapidamente para dar ao nosso filho a coisa que ele quer com essas grandes ações, então o nosso filho vê assim: “ Uau! Tudo o que tenho a fazer é chorar, fazer birra, gritar, etc. e então a mamãe e papai se movimentam muito rapidamente para mim!”. Nós queremos mostrar-lhes o oposto, uma birra não funciona para eu conseguir as coisas que eu quero. Lembre-se que o uso da técnica do Programa Son-Rise de você permanecer calmo e relaxado está realmente ajudando o seu filho-o a lidar com isso.
3. Use explicações: Explique ao seu filho o que está acontecendo ao seu redor, explique que, mesmo se ele continuar a chorar não vai ter o item ou atividade que quer (se for algo que você decidiu que não quer dar-lhe) , explique como ele pode apontar, falar usando as palavras, ou mostrar o que ele quer, em vez de chorar.
4. Certifique-se que as necessidades da criança sejam atendidas: certifique-se de oferecer-lhe comida, bebida, uma muda de roupa, o banheiro, etc (o ideal é oferecer esses itens antes de começar a chorar ou fazer escândalos).
5. Abaixe a sua energia diante da sua criança se ela continuar a chorar ou fazer birra: Se você já tentou as técnicas acima e seu filho continua a chorar ou a fazer birra, diga-lhe que é bom se eles quer continuar a chorar, e daí você faz outra atividade (por exemplo, ler um livro, fazer e estourar algumas bolhas, tirar uma foto, etc), em seguida, permita-lhe chorar enquanto a energia dele vai se acabando. Tenha em mente que você quer ter certeza de tomar conhecimento de sua segurança - de modo a não perdê-lo de vista. Isso também irá dar ao seu filho a oportunidade de ver que existem outras opções disponíveis para ele em vez de chorar ou fazer escândalos.
Por favor, compartilhe! Seus amigos ou a sua família podem se beneficiar muito com estas sugestões!
Enviado com grande amor do Programa Son-Rise!
Cinco Passos Simples do Programa Son-Rise Passos para ajudar seu filho:
1. Perceba que isso é comunicação: Significa que seu filho está chorando ou fazendo escândalos como uma forma de expressar a você que ele quer alguma coisa. Nós podemos ajudá-lo a ver que esta não é a ferramenta mais eficaz para ajudá-lo a conseguir as coisas que eles querem.
2. Verifique como você se sente (por exemplo, sua ATITUDE): Seja o mais calmo e tranquilo possível. Quando você está se sentindo tranquilo e calmo as suas ações o seguirão - e seu filho vai ver esse não é o caminho mais útil para conseguir as coisas que ele quer. Quando nós mesmos estamos tristes ou desconfortáveis quando nosso filho está chorando ou fazendo escândalos, então as nossas ações tendem a ser maiores, mais ousadas, mais rápidas, etc. Quando nós nos movemos rapidamente para dar ao nosso filho a coisa que ele quer com essas grandes ações, então o nosso filho vê assim: “ Uau! Tudo o que tenho a fazer é chorar, fazer birra, gritar, etc. e então a mamãe e papai se movimentam muito rapidamente para mim!”. Nós queremos mostrar-lhes o oposto, uma birra não funciona para eu conseguir as coisas que eu quero. Lembre-se que o uso da técnica do Programa Son-Rise de você permanecer calmo e relaxado está realmente ajudando o seu filho-o a lidar com isso.
3. Use explicações: Explique ao seu filho o que está acontecendo ao seu redor, explique que, mesmo se ele continuar a chorar não vai ter o item ou atividade que quer (se for algo que você decidiu que não quer dar-lhe) , explique como ele pode apontar, falar usando as palavras, ou mostrar o que ele quer, em vez de chorar.
4. Certifique-se que as necessidades da criança sejam atendidas: certifique-se de oferecer-lhe comida, bebida, uma muda de roupa, o banheiro, etc (o ideal é oferecer esses itens antes de começar a chorar ou fazer escândalos).
5. Abaixe a sua energia diante da sua criança se ela continuar a chorar ou fazer birra: Se você já tentou as técnicas acima e seu filho continua a chorar ou a fazer birra, diga-lhe que é bom se eles quer continuar a chorar, e daí você faz outra atividade (por exemplo, ler um livro, fazer e estourar algumas bolhas, tirar uma foto, etc), em seguida, permita-lhe chorar enquanto a energia dele vai se acabando. Tenha em mente que você quer ter certeza de tomar conhecimento de sua segurança - de modo a não perdê-lo de vista. Isso também irá dar ao seu filho a oportunidade de ver que existem outras opções disponíveis para ele em vez de chorar ou fazer escândalos.
Por favor, compartilhe! Seus amigos ou a sua família podem se beneficiar muito com estas sugestões!
Enviado com grande amor do Programa Son-Rise!
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Son Rise da Inspirados pelo Autismo - Workshop Nível 1 - Rio de Janeiro, RJ
Horários: 05 (quinta-feira) das 13:00 às 19:00;
06, 07 e 08 (sexta, sábado e domingo) das 8:30 às 16:30
Valores das inscrições:
R$600 por participante até o dia 25 de junho.
R$650 por participante até o dia 26 de agosto.
Inscrições para reciclagem:
Para quem deseja fazer o curso pela segunda vez, como reciclagem, o valor é de R$450 por participante. Para fazer a inscrição de reciclagem, favor nos contatar através de info@inspiradospeloautismo.com.br.
(O valor regular de nossos cursos é de R$820,00.)
quarta-feira, 1 de maio de 2013
TRECHO DA ENTREVISTA COM SAMAHRIA KAUFMAN, A CRIADORA DO PROGRAMA SON-RISE
Do perfil da Sandra Santos, no facebook:
"O
Programa Son-Rise para crianças especiais pode ser aplicado para todo
tipo de crianças com dificuldades? Por exemplo, você faria esse tipo de
coisa para uma criança que é autista, ou para uma criança que estivesse
sofrendo de alguma dificuldade física grave?
Resposta:Eu
trabalho com crianças com todo tipo de problemas. Autistas, com atraso
de desenvolvimento, epiléticas, com Síndrome de Down, paralíticas,
qualquer dificuldade que uma criança possa estar enfrentando, nós
trabalhamos com isso.
E quando eu digo isso, eu quero dizer
que nós trazemos a criança aqui, seja de onde for, e quando ela chega,
nós ficamos com a criança, observamos ela, e vamos com a criança, seja
onde ela estiver. Se a criança, por exemplo, como você disse, tiver uma
deficiência física..
Deixe-me te dar um exemplo:
Nós
tivemos um garotinho, de 8 anos, e eu recebi uma ligação de sua mãe
dizendo que ela acabara de ter o diagnóstico do seu filho, e que ela
estava muito chateada e destruída com aquilo. A criança dela tinha uma
doença na qual eu nunca tinha ouvido falar. Era uma doença
neurodegenerativa. E na verdade, sua criança nem deveria ter tanto
movimento quanto ele tinha. E ela tinha recebido a noticia de que seu
filho só teria mais 6 meses de vida. E então eu trouxe ela pra cá da
melhor maneira que pudemos, e nós começamos com a criança.
Deixe-me descrever pra você como essa criança chegou aqui.
Primeiramente, ele estava em uma cadeira de rodas, ele não podia andar,
levantar, e suas mãos eram torcidas nos pulsos e ele não podia usar seus
dedos para fazer qualquer coisa. O melhor que ele podia fazer era
juntar seus pulsos para segurar um objeto, mas não podia, de qualquer
maneira, usar suas mãos e dedos para manipular objetos. Foi assim que
ele chegou. E é claro, nós começamos sem ter qualquer tipo particular
crença sobre o que era possível e o que não era possível para aquela
criança. Nós iríamos tentar tudo. Então, primeiramente, ele ia vendo
todos aquele jogos/brincadeiras animadoras e ele ficava, constantemente,
o dia inteiro, dizendo "oh, eu não posso fazer isso" "eu não posso
fazer aquilo".
terça-feira, 19 de março de 2013
Carinho dos pais ajuda a moldar o cérebro
O cérebro não nasce pronto. Além da genética,
as experiências vivenciadas nos primeiros três anos de vida são
determinantes – até mais do que os genes - para moldar o funcionamento
cerebral diante de situações estressantes, desafiadoras e frustrantes.
Quem avisa é a neurocientista Suzana Herculano-Houzel, uma das principais estudiosas da “mente das crianças” do País. Segundo ela, dados científicos comprovam que o carinho dos pais, recebido na primeira infância (período entre 0 e 5 anos), é o grande responsável por reações cerebrais - às vezes só manifestadas na vida adulta.Em palestra realizada na sede da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal (entidade que elabora programas voltados à população infantil), em São Paulo, Suzana explicou como as doses de afeto são receitas de sucesso para arquitetar um cérebro sadio no presente e no futuro. “Receber ou não carinho modifica para sempre como o cérebro vai reagir diante do estresse e da frustração”, afirma.
Leia as principais conclusões da especialista, que é autora de cinco livros, professora e coordenadora do Laboratório de Neuroanotomia comparada da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ):
A formação do cérebro
“As crianças não são adultas por dois motivos principais: o primeiro é que elas não têm a experiência trazida com o passar dos anos. O segundo fator é o cérebro infantil. O órgão não nasce pronto, é menor e mais leve do que o cérebro de um adulto. Até o terceiro ano de vida, é o período em que o cérebro mais cresce e ganha peso. Uma das explicações para o crescimento cerebral é que, neste intervalo de anos, há maturação das conexões entre os neurônios, o que faz o peso da massa encefálica aumentar, ficar mais densa. Este processo é determinante para o bom funcionamento do cérebro.
segunda-feira, 18 de março de 2013
A importância do brincar no autismo
A brincadeira é a linguagem das crianças. Pela brincadeira se pode aprender a interação social, trabalhar a atenção, seqüências,
habilidades, solucionar problemas, explorar sentimentos, desenvolver
causa e efeito, estimular a criatividade. Com a falta de interação
social, comunicação e problemas no comportamento, muitos autistas vão
necessitar de ajuda para estabelecer uma relação com outras crianças e
muitos não sabem brincar, o que precisa ser ensinado.
Para começar escolha algo que funcione com o autista, o que chamaria a sua atenção (dinossauros, tubarão, fadas, jogos, bola). Deixe a criança iniciar a brincadeira, fazer uma escolha. Se a criança recusar a sua presença na brincadeira comece apenas observando-a brincar, depois introduza comentários ("nossa, este carro é bem veloz!"). Não se preocupe se a criança ignorar seus comentários, continue a introduzi-los aos poucos.
Ajude a criança a engajar-se na comunicação recíproca na brincadeira. Exemplo: a criança está brincando com um carrinho. Você pode pegar outro carro e dizer: "este carro amarelo corre melhor que o azul. Vou mostrar! Cadê o azul? Ah! aqui está". (Pegue o carro marrom e deixe a criança corrigir você). Cometa outros erros e comece uma corrida de carros com isso.
Quando a criança estiver confortável em brincadeiras recíprocas, aumente a interação.
Exemplo: Ela só quer brincar de carrinho, pegue um brinquedo de animal e peça carona, depois reclame que o cachorro está com fome proteste e insista, com o tempo a criança vai parar e brincar de alimentar o cachorro. Aumente a brincadeira e encontre alguns amigos para o lanche, como o elefante, leão, e outros, alargando o horizonte e os interesses da criança. Se for muito sobrecarregado para a criança este passo, volte um pouco para traz.
Evite questionamentos e direcionamentos. Muita estrutura e perguntas nesta hora podem inibir tanto a iniciativa da criança como o processo dela solucionar problemas. Quando a criança estiver se sentindo confortável com a brincadeira recíproca, você poderá direcionar a brincadeira para conceitos e seqüências que deseja trabalhar. Exemplo: Ela só brinca de carrinho e sempre os coloca na mesma ordem. Introduzindo o cachorro e novos problemas, a criança começará a dar atenção a outros brinquedos.
Brinque e interaja. Pretenda ser um dos brinquedos e explore isso. Exemplo: Ao invés de dizer "venha e me ajude a construir um forte", seja um personagem que está pedindo ajuda. Converse com os brinquedos. Quando a criança estiver acostumada com este tipo de brincadeira tente mudar sua estrutura. Exemplo: Se ele só quer brincar com o carro azul, peça para deixar que você brinque uma vez com o carro azul.
Se a atenção da criança for mínima, não puxe a brincadeira por muito tempo. O importante é ela aprender como é gostoso brincar com outras pessoas.
Não se preocupe se está fazendo certo ou errado. Se divirta com o processo. O único erro é não brincar ou não tentar interagir com a criança.
Fonte: Autism Asperger´s Digest Magazine
Para começar escolha algo que funcione com o autista, o que chamaria a sua atenção (dinossauros, tubarão, fadas, jogos, bola). Deixe a criança iniciar a brincadeira, fazer uma escolha. Se a criança recusar a sua presença na brincadeira comece apenas observando-a brincar, depois introduza comentários ("nossa, este carro é bem veloz!"). Não se preocupe se a criança ignorar seus comentários, continue a introduzi-los aos poucos.
Ajude a criança a engajar-se na comunicação recíproca na brincadeira. Exemplo: a criança está brincando com um carrinho. Você pode pegar outro carro e dizer: "este carro amarelo corre melhor que o azul. Vou mostrar! Cadê o azul? Ah! aqui está". (Pegue o carro marrom e deixe a criança corrigir você). Cometa outros erros e comece uma corrida de carros com isso.
Quando a criança estiver confortável em brincadeiras recíprocas, aumente a interação.
Exemplo: Ela só quer brincar de carrinho, pegue um brinquedo de animal e peça carona, depois reclame que o cachorro está com fome proteste e insista, com o tempo a criança vai parar e brincar de alimentar o cachorro. Aumente a brincadeira e encontre alguns amigos para o lanche, como o elefante, leão, e outros, alargando o horizonte e os interesses da criança. Se for muito sobrecarregado para a criança este passo, volte um pouco para traz.
Evite questionamentos e direcionamentos. Muita estrutura e perguntas nesta hora podem inibir tanto a iniciativa da criança como o processo dela solucionar problemas. Quando a criança estiver se sentindo confortável com a brincadeira recíproca, você poderá direcionar a brincadeira para conceitos e seqüências que deseja trabalhar. Exemplo: Ela só brinca de carrinho e sempre os coloca na mesma ordem. Introduzindo o cachorro e novos problemas, a criança começará a dar atenção a outros brinquedos.
Brinque e interaja. Pretenda ser um dos brinquedos e explore isso. Exemplo: Ao invés de dizer "venha e me ajude a construir um forte", seja um personagem que está pedindo ajuda. Converse com os brinquedos. Quando a criança estiver acostumada com este tipo de brincadeira tente mudar sua estrutura. Exemplo: Se ele só quer brincar com o carro azul, peça para deixar que você brinque uma vez com o carro azul.
Se a atenção da criança for mínima, não puxe a brincadeira por muito tempo. O importante é ela aprender como é gostoso brincar com outras pessoas.
Não se preocupe se está fazendo certo ou errado. Se divirta com o processo. O único erro é não brincar ou não tentar interagir com a criança.
Fonte: Autism Asperger´s Digest Magazine
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
A importância do envolvimento da família
ENVOLVIMENTO DA FAMÍLIA
Tanto
não Perturbação do Espectro Autista como noutras perturbações, o
envolvimento da família é muito importante. Os pais não são apenas
aconselhados pelos terapeutas, são co-terapeutas na medida em que
participam no processo de delineação dos objectivos da intervenção
únicos e específicos para aquela criança.Estes têm direito de possuir a informação sobre as melhores formas de auxiliarem os seus filhos e de, em conjunto com o terapeuta, perceberem quais são os objectivos mais importantes para a criança. Como tal, devem estar consciencializados que a sua relação com os terapeutas deve ser harmoniosa e de confiança de modo a obterem o melhor para o seu filho.
Estratégias para os pais:
- Brincar com a criança sem comandar a brincadeira(Jelínková)
- Os pais devem explicar aos filhos que só as pessoas ignorantes fazem troça dos deficientes(Jelínková)
- Os pais devem recompensar o filho autista quando faz algo positivo(Jelínková)
- Os pais não devem forçar o filho a realizar actividades/brincadeiras que ele não gosta ou não consegue fazer, para que este não se sinta um falhado(Jelínková)
- Os pais devem interagir e incentivar a criança á realização de actividades da vida diária, como ir levar o lixo, colocar a mesa, tomar banho, vestir-se sozinho etc(Jelínková)
- Os pais devem ser informados de que é normal o seu filho autista não corresponder aos seus sentimentos (Jelínková)
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Desenvolvendo a Comunicação Verbal (son-rise)
Repassando da Sandra Santos...
Transcrição da batalhadora Sandra Santos, amiga de luta e de facebook, sobre o vídeo son-rise para desenvolver a linguagem. É fantástico!
Desenvolvendo a Comunicação Verbal
Kate Wilde ilustra técnicas que promovem o desenvolvimento da comunicação verbal de uma pessoa com autismo.
“Trabalhei com milhares de crianças com idades e diagnósticos
diferentes, trabalhei muitas maravilhosas horas no quarto de brincar;
treinei nossa equipe de facilitadores e de professores certificados do
Programa Son-Rise. Hoje compartilho com você a Comunicação Verbal.”
Kate Wilde - Professora do programa Son Rise no Autism Treatment of
America há 16 anos, ilustra técnicas que promovem o desenvolvimento da
comunicação verbal de uma pessoa com autismo.
No Austim Treatment
Center of America- ATCA - nós podemos ajudar seu filho com autismo não
importando em que ponto do desenvolvimento da linguagem ele se encontra;
ele pode estar em um estágio inicial da comunicação verbal, falando
alguns sons, ás vezes, algumas palavras; ou pode estar na outra ponta do
espectro, com um enorme vocabulário, podendo falar sentenças (frases) e
conversar. Podemos ajudar uma criança com a comunicação bem
desenvolvida a fazer amigos e criar vínculos profundos em suas vidas.
Como ajudar uma criança ou um adulto no estágio inicial da sua comunicação:
A criança que produz algum som ou que tenha uma vasta gama de sons
(você pode não entender, mas ela se comunica dessa maneira) com
vocabulário de até cerca de 10 palavras.
Vamos nos concentrar em
como você pode ajudar a sua criança ou o seu jovem adulto a utilizar
seus sons atuais, para dar o próximo passo: formar palavras e se
comunicar de forma que você e as pessoas ao redor entendam.
Falaremos das ações que você pode fazer para ajudar seu filho a passar
para a próxima etapa, mas antes falaremos um pouco sobre os pensamentos
que lhe ajudarão a realizar todos os passos que encorajarão seu filho a
formar palavras. Uma crença bastante poderosa e importante é acreditar
que seu filho, não importa a idade que ele tenha, é totalmente capaz de
se comunicar, ele tem o potencial para fazer isso; por que quando
acreditamos que a criança tem capacidade de se comunicar verbalmente,
damos a ela mais oportunidade de fazer isso; e solicitamos que ela se
comunique; então acreditar nisto é importante.
Transcrição da batalhadora Sandra Santos, amiga de luta e de facebook, sobre o vídeo son-rise para desenvolver a linguagem. É fantástico!
Desenvolvendo a Comunicação Verbal
Kate Wilde ilustra técnicas que promovem o desenvolvimento da comunicação verbal de uma pessoa com autismo.
“Trabalhei com milhares de crianças com idades e diagnósticos diferentes, trabalhei muitas maravilhosas horas no quarto de brincar; treinei nossa equipe de facilitadores e de professores certificados do Programa Son-Rise. Hoje compartilho com você a Comunicação Verbal.”
Kate Wilde - Professora do programa Son Rise no Autism Treatment of America há 16 anos, ilustra técnicas que promovem o desenvolvimento da comunicação verbal de uma pessoa com autismo.
No Austim Treatment Center of America- ATCA - nós podemos ajudar seu filho com autismo não importando em que ponto do desenvolvimento da linguagem ele se encontra; ele pode estar em um estágio inicial da comunicação verbal, falando alguns sons, ás vezes, algumas palavras; ou pode estar na outra ponta do espectro, com um enorme vocabulário, podendo falar sentenças (frases) e conversar. Podemos ajudar uma criança com a comunicação bem desenvolvida a fazer amigos e criar vínculos profundos em suas vidas.
A criança que produz algum som ou que tenha uma vasta gama de sons (você pode não entender, mas ela se comunica dessa maneira) com vocabulário de até cerca de 10 palavras.
Vamos nos concentrar em como você pode ajudar a sua criança ou o seu jovem adulto a utilizar seus sons atuais, para dar o próximo passo: formar palavras e se comunicar de forma que você e as pessoas ao redor entendam.
Falaremos das ações que você pode fazer para ajudar seu filho a passar para a próxima etapa, mas antes falaremos um pouco sobre os pensamentos que lhe ajudarão a realizar todos os passos que encorajarão seu filho a formar palavras. Uma crença bastante poderosa e importante é acreditar que seu filho, não importa a idade que ele tenha, é totalmente capaz de se comunicar, ele tem o potencial para fazer isso; por que quando acreditamos que a criança tem capacidade de se comunicar verbalmente, damos a ela mais oportunidade de fazer isso; e solicitamos que ela se comunique; então acreditar nisto é importante.
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Terapias Complementares indicadas pelo Programa Son-Rise®
Postado pela amiga de luta Sandra Santos, no nosso grupo do Hotmail
em setembro de 2012
"Desde a sua criação há mais de 30 anos atrás, o Programa Son Rise sempre viu cada criança como única e especial.
Com isso em mente, temos recomendado um conjunto de intervenções
complementares para as famílias. Nós temos trabalhado com a finalidade
de apoiá-las nos programas de seus filhos da melhor maneira possível. Há
muitas intervenções complementares que podem ser extremamente úteis
para as crianças no espectro do autismo. Na verdade, muitos pais incluem
estas intervenções no Programa Son-Rise dos filhos, o que apoiamos sem
reservas.
Uma
vez que muitas crianças têm muitos desafios sensoriais e outros
desafios biológicos nesse espectro, defendemos a ajuda nessas áreas. Na
verdade, isso pode acelerar e melhorar o andamento do programa do seu
filho. Dois de nossos professores sêniors, o casal Bryn e William Hogan
usaram o programa Son-Rise para mudar a vida de Jade, sua filha. Durante
seu programa, eles usaram muitas das intervenções complementares
listadas abaixo.
No entanto quando são utilizadas outras terapias cujas técnicas são diretamente conflitantes com os princípios do Programa Son-Rise, elas dificultam a eficácia do programa e confundem a criança.
O método ABA (Análise Comportamental Aplicada), por exemplo, utiliza técnicas que são quase que universalmente opostas ao Son Rise, tais como a tentativa
de extinguir comportamentos repetitivos, priorizando a mudança de
comportamento mais do que a construção de relacionamentos, e ensinando
novos comportamentos através da repetição e recompensas.
Mesmo o Tratamento baseado em programas de relacionamento como o
Floortime / DIR ,que alguns já disseram ser muito semelhante ao Programa
Son-Rise , é conflitante em seus princípios básicos .O Floortime / DIR
utiliza um princípio chamado "brincadeira obstrutiva", onde o
facilitador atrapalha ou interfere no comportamento repetitivo da
criança com brincadeiras para que a criança possa interagir ao invés de
afastá-lo do caminho.
terça-feira, 4 de setembro de 2012
Vídeos Son-Rise
Filme : “Son-Rise: The Miracles Continues” - Meu Filho, Meu Mundo.
História real sobre a criação do método Son-Rise pelo casal Barry Kaufman e Samahria Lite Kaufman – pais de Raun Kaufman.
http://youtu.be/LZ_VTjOhiJU
A- Documentário BBC Londres: “I want my little boy back” (Eu quero meu garotinho de volta)
Parte 1 http://www.youtube.com/watch?feature=related&v=_XFS0pwuofA&gl=BR
Parte 2 http:/www.youtube.com/watch?v=okjDGm7u3Zg&feature=fvwrel
Parte 3 http://www.youtube.com/watch?v=aHB9pap9enU&feature=related
Parte 4 http://www.youtube.com/watch?v=GLTrttpqQwU&feature=related
Parte 5 http://www.youtube.com/watch?v=PTUG_2pVGXk
Parte 6 http://www.youtube.com/watch?v=dI0Sb32tco4&feature=related
B- Family Journeys Parte 1
http://youtu.be/lYEbVu0e60s
C- Family Journeys Parte 2
http://youtu.be/ScxnfctmKAA
História real sobre a criação do método Son-Rise pelo casal Barry Kaufman e Samahria Lite Kaufman – pais de Raun Kaufman.
http://youtu.be/LZ_VTjOhiJU
A- Documentário BBC Londres: “I want my little boy back” (Eu quero meu garotinho de volta)
Parte 1 http://www.youtube.com/watch?feature=related&v=_XFS0pwuofA&gl=BR
Parte 2 http:/www.youtube.com/watch?v=okjDGm7u3Zg&feature=fvwrel
Parte 3 http://www.youtube.com/watch?v=aHB9pap9enU&feature=related
Parte 4 http://www.youtube.com/watch?v=GLTrttpqQwU&feature=related
Parte 5 http://www.youtube.com/watch?v=PTUG_2pVGXk
Parte 6 http://www.youtube.com/watch?v=dI0Sb32tco4&feature=related
B- Family Journeys Parte 1
http://youtu.be/lYEbVu0e60s
C- Family Journeys Parte 2
http://youtu.be/ScxnfctmKAA
Incorporando as Estratégias do Estilo Responsivo na Escola
Texto extraído do grupo mães son-rise do Sky Drive
Por Sean Fitzgerald,
professor certificado do programa Son-Rise® e diretor da Organização Autism International
Neste texto encontra-se um conjunto de ideias e sugestões para aqueles que desejam incorporar algumas das ferramentas do estilo responsivo de interação dentro do ambiente escolar.
Conteúdo - A criação de uma parceria entre os pais e a equipe de profissionais da escola - Ferramentas de ensino utilizando o foco do Estilo Responsivo - Metas para o professor auxiliar/mediador que têm como objetivo ajudar a criança no ambiente de uma escola convencional - O ambiente da classe adaptado às necessidades sensoriais - A “Integração Sensorial” e dicas que podem auxiliar o desenvolvimento das crianças levando-se em conta suas necessidades sensoriais - Uma preparação e apoio para a transição ao ambiente escolar - Sessões domiciliares em trio para praticar brincadeiras em pequenos grupos
A CRIAÇÃO DE UMA PARCERIA ENTRE OS PAIS E A EQUIPE DE PROFISSIONAIS DA ESCOLA
(Informações dirigidas aos pais)
Se a sua criança frequenta a escola ao mesmo tempo em que participa também de um programa educacional domiciliar de estilo responsivo, você pode contribuir para a criação de um projeto de metas compartilhadas e o espírito de trabalho em equipe entre você e os profissionais da escola. Compartilhe com a escola as atuais metas e estratégias de seu programa domiciliar. Informe aos profissionais da escola que você está enfatizando o desenvolvimento das habilidades sociais em casa, e de que forma você está incentivando maior contato visual, período de atenção compartilhada e comunicação. Descreva como você está utilizando o brincar e o estilo responsivo para construir um relacionamento e uma conexão ainda mais profunda com sua criança.
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
A importância dos jogos na educação
Os jogos são muito importantes para a inclusão social.
Por exemplo, estamos desenvolvendo um jogo em parceira com o curso de Psicologia da instituição para auxiliar na educação de crianças diagnosticadas com o autismo - uma alteração que afeta a capacidade de comunicação do indivíduo, de socialização (estabelecer relacionamentos) e de comportamento. Por meio de um aplicativo com cores e sons, conseguimos chamar a atenção da criança e ajudá-la em seu crescimento pedagógico”, explica o professor, que destaca a motivação como um dos principais caminhos para o desenvolvimento da aprendizagem. “Todo mundo tem a capacidade de fazer um trabalho fantástico em um nível escolar elevado, mas é importante que haja sempre motivação e os jogos são fundamentais para ajudar a fomentar a vontade de aprender”... (Francisco Osório de Carvalho Ramos, coordenador do curso de Jogos Digitais do Centro Universitário IESB)
Fonte: http://www.maiscomunidade.com/conteudo/2008-05-19/brasilia/141383/ESPECIALISTAS-AVALIAM-A-IMPORTANCIA-DOS-JOGOS-NA-EDUCACAO.pnhtml
Os jogos educativos são cada vez mais adotados por professores para tornar as aulas mais interessantes e divertidas. De acordo com Juliana Batista Miranda, coordenadora pedagógica do Vivendo e Aprendendo (VA) do Le Petit Galois, além de ajudar na aprendizagem, motivando os alunos e ajudando no processo de memorização, os games incentivam a criação e fomenta o lúdico. “Os jogos ajudam a criança no seu desenvolvimento físico, afetivo, intelectual e social, pois, por meio das atividades lúdicas, a criança forma conceitos, reforça habilidades, estabelece relações lógicas, além de desenvolver a expressão oral e corporal”, destaca a professora. “Adotamos o VA no Le Petit porque é uma forma da criança aprender vivenciando as experiências de fato. O projeto oferece diversas aulas interativas como artes cênicas, circo, dança, música, artes plásticas, xadrez, entre outras”, explica.
Por exemplo, estamos desenvolvendo um jogo em parceira com o curso de Psicologia da instituição para auxiliar na educação de crianças diagnosticadas com o autismo - uma alteração que afeta a capacidade de comunicação do indivíduo, de socialização (estabelecer relacionamentos) e de comportamento. Por meio de um aplicativo com cores e sons, conseguimos chamar a atenção da criança e ajudá-la em seu crescimento pedagógico”, explica o professor, que destaca a motivação como um dos principais caminhos para o desenvolvimento da aprendizagem. “Todo mundo tem a capacidade de fazer um trabalho fantástico em um nível escolar elevado, mas é importante que haja sempre motivação e os jogos são fundamentais para ajudar a fomentar a vontade de aprender”... (Francisco Osório de Carvalho Ramos, coordenador do curso de Jogos Digitais do Centro Universitário IESB)
Fonte: http://www.maiscomunidade.com/conteudo/2008-05-19/brasilia/141383/ESPECIALISTAS-AVALIAM-A-IMPORTANCIA-DOS-JOGOS-NA-EDUCACAO.pnhtml
Os jogos educativos são cada vez mais adotados por professores para tornar as aulas mais interessantes e divertidas. De acordo com Juliana Batista Miranda, coordenadora pedagógica do Vivendo e Aprendendo (VA) do Le Petit Galois, além de ajudar na aprendizagem, motivando os alunos e ajudando no processo de memorização, os games incentivam a criação e fomenta o lúdico. “Os jogos ajudam a criança no seu desenvolvimento físico, afetivo, intelectual e social, pois, por meio das atividades lúdicas, a criança forma conceitos, reforça habilidades, estabelece relações lógicas, além de desenvolver a expressão oral e corporal”, destaca a professora. “Adotamos o VA no Le Petit porque é uma forma da criança aprender vivenciando as experiências de fato. O projeto oferece diversas aulas interativas como artes cênicas, circo, dança, música, artes plásticas, xadrez, entre outras”, explica.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Post da Facilitadora Infantil Kim Korpady, do ATCA:
Vamos aumentar a nossa ENERGIA no playroom!
Antes de dirigir-se para a sua sessão no playroom aqui estão algumas
idéias que podem ajudar a despertar e rejuvenescer os 3Es. São:
- Vou me conectar (todo momento é uma oportunidade)!
- Vou amar profundamente e com paixão!
- Eu vou expressar a minha alegria para que esta criança possa ver e sentir isso em cada movimento do meu corpo!
- Eu vou acreditar em cada momento, há infinitas possibilidades!
- Vou ver cada olhar, cada som e cada movimento em minha direção como
uma montanha enorme que meu filho maravilhoso acabou de subir!
- Eu vou ser persistente sabendo tudo é possível!
- Eu vou me juntar a esta criança fazendo tudo o que ela mais gosta de fazer como uma forma de expressar a minha aceitação!
- Eu vou me animar e celebrar, não porque é a coisa "certa" de fazer,
mas porque fico realmente surpresa com tudo o que esta incrível criança
faz!
Agora, neste momento você tem a oportunidade de entrar no playroom com seu filho e dar-lhe tudo o que você tem de melhor!
Não há elixir mágico para usar no playroom, mas eu prometo a você que,
quando focar nisto tudo que eu compartilhei com você , NÃO EXISTE
CANSAÇO, NÃO EXISTE ESGOTAMENTO, NÃO EXISTE DESANIMO , ou qualquer
sentimento entediante quando eu estou no play. Quer seja de 6 horas por
dia ou 1 hora por dia, meus 3Es (ENERGIA, ENTUSIASMO E EMPOLGAÇÃO)
estão comigo e eu fico radiante porque vou me concentrar na CONEXÃO,
AMOR, CRENÇA , PERSISTÊNCIA, ACEITAÇÃO,ADMIRAÇÃO e naquilo que É
POSSÍVEL dentro do quarto de brincar/playroom junto com o meu doce
amigo, O MEU FILHO...A MINHA CRIANÇA...
Muitos pensamentos amorosos para todos...
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Casos de cura de autismo são mostrados em vídeos
Link: http://www.folhadaregiao.com.br/Materia.php?id=96239
Vídeos que mostram duas crianças que se curaram do autismo por meio do programa Son-Rise serão mostrados nesta terça-feira (5) aos leitores do portal de notícias da Folha da Região e aos telespectadores do Canal 21.
O programa Son-Rise é desenvolvido pelo Centro de Tratamento do Autismo na América. Os vídeo estarão disponíveis neste portal e também serão transmitidos no programa Cidade Aberta, do Canal 21 Net Cidade.
O videodocumentário produzido pela BBC dos Estados Unidos, que será exibido pelo programa da Net, por volta das 9h, mostra a história do menino inglês Jordan Broadrick, de 5 anos. Quando seus pais, Jackie e Peter Broadrick, conheceram o programa Son-Rise, desenvolvido nos EUA, o levaram imediatamente para a América. Um tempo depois, Jordan demonstrou um próspero desenvolvimento e se curou do autismo. A duração do videodocumentário é de quase uma hora.
Com duração de aproximadamente 20 minutos, o vídeo divulgado no portal segue a mesma linha. Kyle Westphal tinha dois anos quando foi diagnosticado o autismo. Hoje, com dez anos, ele está curado e ensina os pais do mundo inteiro, por meio do vídeo, a cuidarem de seus filhos.
Os dois vídeos estão em um DVD cedido pela facilitadora do programa Son-Rise, Mariana Tolezani, que esteve em Araçatuba na última semana e cedeu o material para a Folha da Região divulgá-lo.
Vídeos que mostram duas crianças que se curaram do autismo por meio do programa Son-Rise serão mostrados nesta terça-feira (5) aos leitores do portal de notícias da Folha da Região e aos telespectadores do Canal 21.
O programa Son-Rise é desenvolvido pelo Centro de Tratamento do Autismo na América. Os vídeo estarão disponíveis neste portal e também serão transmitidos no programa Cidade Aberta, do Canal 21 Net Cidade.
O videodocumentário produzido pela BBC dos Estados Unidos, que será exibido pelo programa da Net, por volta das 9h, mostra a história do menino inglês Jordan Broadrick, de 5 anos. Quando seus pais, Jackie e Peter Broadrick, conheceram o programa Son-Rise, desenvolvido nos EUA, o levaram imediatamente para a América. Um tempo depois, Jordan demonstrou um próspero desenvolvimento e se curou do autismo. A duração do videodocumentário é de quase uma hora.
Com duração de aproximadamente 20 minutos, o vídeo divulgado no portal segue a mesma linha. Kyle Westphal tinha dois anos quando foi diagnosticado o autismo. Hoje, com dez anos, ele está curado e ensina os pais do mundo inteiro, por meio do vídeo, a cuidarem de seus filhos.
Os dois vídeos estão em um DVD cedido pela facilitadora do programa Son-Rise, Mariana Tolezani, que esteve em Araçatuba na última semana e cedeu o material para a Folha da Região divulgá-lo.
terça-feira, 24 de julho de 2012
RDI - do blog Uma Voz para o Autismo
bj
"Este é um resumo das
minhas anotações so Seminário de RDI (Relationship Development
Intervention) para Pais que aconteceu em New Jersey em maio de 2008.
Foram 4 dias intensos.
Eu não concordo com todas as idéias colocadas no seminário, e nem tenho a intenção de convencer ninguém, Após o seminário nós trabalhamos 1 ano com uma consultora de RDI.
Em primeiro lugar, os profissionais do RDI pedem para que você faça uma reflexão do que é o autismo do seu filho/a e o que pode ser uma condição paralela. Por exemplo, falta de atenção, hiperatividade, disfunção sensorial, problemas gastro-intestinais, tudo isso é, segundo a filosofia do RDI, paralelo ao autismo e não o autismo em si.
Depois eles pedem para você analisar quais as terapias que seu filho/a faz que não tem comprovação de necessidade e a primeira da lista e fono.
Eles explicam que há diferença entre speech delay (atraso na fala) e speech disorder (transtorno da fala).
O atraso da fala seria um atraso somente, mas o seu desenvolvimento aconteceria de forma linear, como uma pessoa de desenvolvimento tipico, só que cronologicamente mais tarde.
Transtorno da fala, seria o desenvolvimento fora de ordem da comunicação. Nem sempre, só porque a criança já fala, ela necessariamente masterizou todas as etapas da comunicação.
É feita a reflexão em todas as terapias paralelas para uma análise de como está sendo usado o tempo da criança, o seu dinheiro e o que é realmente importante ser tratado.
Muitas vezes, nossas crianças tem uma lista enorme de atividades, mas não sabemos de fato o que está sendo tratado, qual é o objetivo a médio e longo prazo, nós pais precisamos saber os objetivos concretos e para o que a criança irá usar esse aprendizado, como esse aprendizado irá dar suporte e impulsionar a criança ao desenvolvimento relacional/social.
Segundo a filosofia do RDI, o autismo está na falha em construir as relações interpessoais porque a pessoa com autismo não desenvolve o básico para reconhecer as enterlinhas das relações interpessoais.
A pesquisa teórica para o modelo RDI e baseada no limiar da vulnerabilidade neurológica que causa falha do desenvolvimento do sistema dinâmico de realinhamento (feedback), confiança, resiliança (seria a capacidade de se recuperar de uma situação inesperada), relacionamento guia - aprendiz.
Eu não concordo com todas as idéias colocadas no seminário, e nem tenho a intenção de convencer ninguém, Após o seminário nós trabalhamos 1 ano com uma consultora de RDI.
Em primeiro lugar, os profissionais do RDI pedem para que você faça uma reflexão do que é o autismo do seu filho/a e o que pode ser uma condição paralela. Por exemplo, falta de atenção, hiperatividade, disfunção sensorial, problemas gastro-intestinais, tudo isso é, segundo a filosofia do RDI, paralelo ao autismo e não o autismo em si.
Depois eles pedem para você analisar quais as terapias que seu filho/a faz que não tem comprovação de necessidade e a primeira da lista e fono.
Eles explicam que há diferença entre speech delay (atraso na fala) e speech disorder (transtorno da fala).
O atraso da fala seria um atraso somente, mas o seu desenvolvimento aconteceria de forma linear, como uma pessoa de desenvolvimento tipico, só que cronologicamente mais tarde.
Transtorno da fala, seria o desenvolvimento fora de ordem da comunicação. Nem sempre, só porque a criança já fala, ela necessariamente masterizou todas as etapas da comunicação.
É feita a reflexão em todas as terapias paralelas para uma análise de como está sendo usado o tempo da criança, o seu dinheiro e o que é realmente importante ser tratado.
Muitas vezes, nossas crianças tem uma lista enorme de atividades, mas não sabemos de fato o que está sendo tratado, qual é o objetivo a médio e longo prazo, nós pais precisamos saber os objetivos concretos e para o que a criança irá usar esse aprendizado, como esse aprendizado irá dar suporte e impulsionar a criança ao desenvolvimento relacional/social.
Segundo a filosofia do RDI, o autismo está na falha em construir as relações interpessoais porque a pessoa com autismo não desenvolve o básico para reconhecer as enterlinhas das relações interpessoais.
A pesquisa teórica para o modelo RDI e baseada no limiar da vulnerabilidade neurológica que causa falha do desenvolvimento do sistema dinâmico de realinhamento (feedback), confiança, resiliança (seria a capacidade de se recuperar de uma situação inesperada), relacionamento guia - aprendiz.
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Sandra Ketcham - Birras e Autismo

Birras e Autismo muitas vezes andam de mãos dadas. Quase todos os pais são obrigado a lidar com uma birra em algum ponto, mas as birras das crianças autistas são geralmente muito mais grave do que "normais" birras. Para gerenciar "meltdowns" (Colapsos) efetivamente nessas crianças, é importante entender as causas por trás deles. Embora cada criança é diferente, as mesmas questões básicas desencadear a maioria das crianças com autismo.
Fazer a ligação entre birras e Autismo
As crianças muitas vezes têm acessos de raiva quando eles se tornam excessivamente cansado, irritado ou chateado. Estes acessos de raiva são geralmente ligeiros e cessa quando a criança percebe que o pai não está prestando atenção. Em crianças autistas, acessos de raiva podem aumentar e tornar-se violentos. Crianças com autismo podem não compreender ou lembrar porque eles estão chateados, e as birras não aliviar ou parar quando ignorado. Estas crianças experimentam uma maior perda de controle do que as outras crianças.
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