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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Lista de atividades montessorianas

quinta-feira, 24 de maio de 2012

A Evolução do Desenho Infantil

fonte: http://johannaterapeutaocupacional.blogspot.com.br/search/label/A%20Evolu%C3%A7%C3%A3o%20do%20Desenho%20Infantil

O desenvolvimento progressivo do desenho implica mudanças significativas que, no início, dizem respeito à passagem dos rabiscos iniciais da garatuja para construções cada vez mais ordenadas, fazendo surgir os primeiros símbolos Essa passagem é possível graças às interações da criança com o ato de desenhar e com desenhos de outras pessoas. Na garatuja, a criança tem como hipótese que o desenho é simplesmente uma ação sobre uma superfície, e ela sente prazer ao constatar os efeitos visuais que essa ação produziu. No decorrer do tempo, as garatujas, que refletiam sobretudo o prolongamento de movimentos rítmicos de ir e vir, transformam-se em formas definidas que apresentam maior ordenação, e podem estar se referindo a objetos naturais, objetos imaginários ou mesmo a outros desenhos.
O desenho como possibilidade de brincar, o desenho como possibilidade de falar de registrar, marca o desenvolvimento da infância, porém em cada estágio, o desenho assume um caráter próprio.


• De 1 a 3 anos
-É a idade das famosas garatujas: simples riscos ainda desprovidos de controle motor, a criança ignora os limites do papel e mexa todo o corpo para desenhar, avançando os traçados pelas paredes e chão.
-As primeiras garatujas são linhas longitudinais que, com o tempo, vão se tornando circulares e, por fim, se fecham em formas independentes.
-figuras humanas com cabeça e olhos.

Quando a criança precisa do atendimento de Terapia Ocupacional?




Se seu filho está tendo dificuldade com o funcionamento do dia-a-dia em casa (Alimentação, Higiene, Vestuário, Brincar ou na escola). A criança deve ser avaliada por uma Terapeuta Ocupacional Infantil. O tratamento é concebido para apoiar a criança e sua família quando encontram dificuldades em qualquer uma das seguintes áreas: Motricidade grossa, Motricidade fina, Lateralidade, Brincar, Comportamento, Sensorial ,Escola e Atividades de vida Diária -Alimentação/Higiene e Vestuário.

Pode apresentar as seguintes dificuldades:

Sugestões de Atividades Coordenação

fonte: http://johannaterapeutaocupacional.blogspot.com.br/ 

Pinned Image 
Alinhavo com tela talagarça, lã e agulha sem ponta
 Desenhar ou escrever no papel aluminio com caneta hidrocor

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Atividades sensoriais

do site da Johanna terapeuta

 Brinquedos de parquinho, playground (escorregador e balanço) ajuda na organização do comportamento
 Pular na cama elástica aumenta o nível de alerta.Permitir 5-10 minutos a cada 2 horas

domingo, 22 de abril de 2012

Exercícios para o cérebro e linguagem









Desenvolvimento neuromotor

fonte: http://www.medcenter.com/medscape/content.aspx?id=21736&langType=1046
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Autor: Arnaldo José Godoy
Neste artigo, apresentaremos os princípios de anatomia e fisiologia do sistema nervoso e indicaremos os achados do exame neurológico esperados para diferentes momentos do desenvolvimento, em crianças de 0 a 12 anos de idade. De maneira alguma, pretendemos esgotar o assunto, e recomendamos que as referências bibliográficas sejam consultadas com freqüência, seja para aprofundamento teórico, seja durante a prática clínica, particularmente quando se detectarem distúrbios do desenvolvimento neuropsicomotor.

1. Introdução à anatomia e á fisiologia do sistema nervoso

O sistema nervoso, atuando em conjunto com o sistema musculoesquelético, é responsável pela constante interação entre cada um de nós e o meio ambiente. Há, em nosso organismo, receptores1 sensíveis aos diferentes estímulos do meio externo e do meio interno. Neurônios sensitivos2 conduzem as informações geradas no nível desses receptores até o sistema nervoso central, onde ocorre um processo de integração dessas informações. Circuitos neuronais responsáveis pela memória retêm esses dados, em muitos casos. Do sistema nervoso central podem partir impulsos nervosos pelos neurônios motores, que promoverão a contração muscular.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

A Terapia Ocupacioanal no Autismo

Inicio

livre foi impedido por superstições referentes a possessões diabólicas e bruxarias. Algumas destas crianças foram, infelizmente encarceradas em jaulas destinadas a enfermos mentais e, em muitos casos, colocados para fora das cidades. Às vezes, se as abandonava por completo à sua própria sorte.
Os distúrbios mentais em crianças só tardiamente vieram a se converter em objeto de investigação empírica. No que se refere a psicanálise, o trabalho com criança se constitui efetivamente a partir da década de 10, principalmente, no final desta década com os trabalhos de Melaine Klein e de Ana Freud. Um pouco antes houve teórico na Áustria que se interessavam em estudar crianças. Existem vários teóricos que vão se preocupar em estudar crianças como Margareth Mahler uma austríaca que cria noção do psicose simbiótica além de Spitz, Winnicott e teóricos franceses, ingleses, etc.

Antes da Segunda Guerra Mundial, alguns autores se preocuparam em observar os transtornos psiquiátricos infantis. Pretendia-se encontrar nas crianças os sintomas manifestos pelos adultos. Sante de Sanctis (1905) definiu demência precocissíma; Heller(1906), em cima do modelo da demência precoce e esquizofrenia infantil de Potter (1933) e Lutz (1936) definiu a demência infantil;
Em 1911, E . Bleuler estabelece, a partir da revisão de demência precoce de Kraeplin, o seu próprio conceito, o de esquizofrenia. Para Bleuler, a demência precoce não é sempre precoce nem condiz irremediavelmente à demência.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

O QUE É TERAPIA COGNITVO-COMPORTAMENTAL?

A TCC tem como base a idéia de que as emoções e os pensamentos são determinados por crenças que modelam os comportamentos. Portanto não são os fatos (experiências), mas a interpretação que damos a eles é que podem estar distorcidos. Assim, tanto os transtornos psicológicos como os demais problemas enfrentados pelos pacientes, decorrem de um modo distorcido ou disfuncional de perceber os acontecimentos, influenciando os sentimentos e o comportamento.


O principal objetivo da TCC está em como os problemas (atuais ou passados) interferem na vida diária, ajudando o paciente a entender esses problemas e a desenvolver maneiras, mais funcionais, de lidar com eles. Apesar de ser uma terapia mais objetiva, a Terapia Cognitivo-Comportamental não é menos profunda que as demais, apenas mais focada nas questões que afligem o individuo. Tem um comprometimento em entender profundamente o problema do paciente e em desenvolver estratégias que assegurem a durabilidade dos resultados alcançados. A TCC é um trabalho em conjunto entre o paciente e o terapeuta. Juntos, estes planejam como identificar e trabalhar com os pensamentos, sentimentos, comportamentos distorcidos.

O tratamento é oferecido na Clinica Mente Sã & Música, localizada no Flamengo. Telefone de contato (21) 3287 2626 ou (21) 9156 7880. Email: paesflavia@ig.com.br

Profa. Flávia Paes é graduada em Psicologia pelo Instituto Brasileiro de Medicina de Reabilitação (IBMR/2002). Mestrado em Metrologia pela PUC-RJ (2009). Doutoranda em Saúde Mental no IPUB/UFRJ (2011). Profa. do IBMR nas áreas de Aprendizagem e Memória e Fundamentos de Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). É pesquisadora do INCT-TM. Membro da Associação de Terapias Cognitivas do Rio de Janeiro (ATC-RJ). Atende em consultório particular na área de Psicologia clínica, ênfase em TCC, atuando principalmente em transtornos de ansiedade e humor e na aplicação de testes neuropsicológicos.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Estimulação Precoce



O desenvolvimento de uma criança com Síndrome de Down requer atenção diferenciada, pois demora mais para suas habilidades se desenvolverem. Suas aquisições são conquistadas de forma mais lenta.
Os bebês com síndrome de Down nascem com um número menor de células nervosas no cérebro e por isso com uma menor capacidade de desenvolvimento intelectual. A capacidade maturativa que atinge a criança vai depender da estimulação que tenha recebido e o ajude a se desenvolver. 
Esta estimulação é necessária durante os primeiros anos de vida, que é quando o sistema nervoso do bebê apresenta uma grande plasticidade para estabelecer novas conexões neuronais. 

Os programas de estimulação precoce ajudam o bebê com síndrome de Down a adquirir determinados conhecimentos, destrezas e aptidões que outras crianças aprendem sozinhas. Recomenda-se começar entre os 2 e 4 meses de vida.

Hoje os pais que possuem filhos com Síndrome de Down são orientados a procurarem atendimento de estimulação precoce.  O acompanhamento de algumas especialidades, como a Fonoaudiologia, a Fisioterapia, a Terapia Ocupacional, a Psicologia, dentre outras, é essencial para a orientação aos pais sobre o melhor estímulo a ser dado aos seus filhos e, através de técnicas especializadas, desenvolvem suas potencialidades.   
Alguns pais podem se sentir desmotivados com a demora de seus filhos adquirirem suas habilidades. Nestes casos, quanto mais cedo for introduzida a estimulação precoce, melhores resultados podem ser obtidos futuramente.
 A estimulação precoce é um atendimento especializado direcionado a bebês e crianças de 0 a 3 anos com risco ou atraso no desenvolvimento global (prematuros de risco, síndromes genéticas, deficiências, paralisia cerebral e outras).

O tratamento de estimulação precoce é possível devido a grande plasticidade neuronal nos primeiros três anos de vida.  Ele modifica todo o  desenvolvimento do indivíduo, formando as bases para um desenvolvimento harmônico. 

Nos trabalhos de estimulação precoce, dê preferência aos que os profissionais trabalhem de maneira conjunta com o bebê ou criança. É muito importante também que os pais participem deste processo. Existem várias maneiras de trazer os pais para a terapia do bebê, mesmo quando a rotina de trabalho deixa-lhes o tempo mais restrito. A participação dos pais é fundamental não apenas em função das orientações que costumam receber dos terapeutas, mas também melhorar o vínculo pais e filhos.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011


Carta da Minha linda paciente Ana Clara



Imagine uma viagem em um carro chamado VIDA, em uma estrada chamada SONHOS
com amores que se chama FAMILIA, com amigo que se chama Jesus,vire na curva que 
se chama ESPERANÇA, e quando chegar no lugar chamado SUCESSO Agradeça ao
motorista que se chama Deus.Quando chegar na casa chamada PROSPERIDADE não
se acanhe com os hóspedes cujo os nomes são:  
ANDEI, LUTEI e VENCI  porque eles
são a sua cara!

Beijos...muito obrigada pelo seu carinho com minha filha. 
Ela te adora muito, falou de você hoje o dia inteiro
com o mais lindo sorriso no rosto.

Mãe Ariana da minha linda paciente Ana Clara.

AMEI!!!Quero agradecer o carinho da Ariana e da minha princesinha Ana Clara.
ADORO VOCÊS!!!

Sugestões de Atividades Coordenação Motora Fina parte 29

DICAS DE BRINQUEDOS DE MADEIRA


ESCORREGADOR DE BOLINHAS -TRABALHAR COORDENAÇÃO VISO-MOTORA



FERRAMENTAS E MARTELO-AJUDA TRABALHAR DESTREZA MANUAL E FORÇA

 MARTELO COM PINOS COLORIDOS- TRABALHAR FORÇA MANUAL E CORES


RAMPA COM BONECA - TRABALHAR COORDENAÇÃO VISO-MOTORA
FORÇA NOS DEDOS PARA APERTAR OS ANIMAIS (BRINCAR DE DORMIR E ACORDAR O CACHORRO, GATO)


BONECOS ARTICULADOS- FORÇA MANUAL
ESCORREGADOR DE BOLINHAS -JOGO DE COORDENAÇÃO VISO-MOTORA

terça-feira, 6 de setembro de 2011


O BRINCAR DA CRIANÇA AUTISTA

 
A brincadeira é a linguagem das crianças. Pela brincadeira se pode aprender a interação social, trabalhar a atenção, seqüências, habilidades, solucionar problemas, explorar sentimentos, desenvolver causa e efeito, estimular a criatividade. Com a falta de interação social, comunicação e problemas no comportamento, muitos autistas vão necessitar de ajuda para estabelecer uma relação com outras crianças e muitos não sabem brincar, o que precisa ser ensinado.

Para começar escolha algo que funcione com o autista, o que chamaria a sua atenção (dinossauros, carrinho, trem, avião, bonecos). Deixe a criança iniciar a brincadeira, fazer uma escolha. Se a criança recusar a sua presença na brincadeira comece apenas observando-a brincar, depois introduza comentários (olha, o carro do papai brum..brum e depois o barulho da buzina bibi pode fazer gestos ou expressões faciais mais exageradas como apoio visual). Não se preocupe se a criança ignorar seus comentários, continue a introduzi-los aos poucos.(através de sons, gestos com as mãos ou expressões)

Ajude a criança a engajar-se na comunicação recíproca na brincadeira. 
Quando a criança estiver confortável em brincadeiras recíprocas, aumente a interação.
Exemplo: Ela só quer brincar de carrinho, pegue um brinquedo de animal e peça carona, depois reclame que o cachorro está com fome (faça novamente barulhos diferentes humm..!!!nhoc..nhoc e uso de gestos) como apoio visual e depois proteste e insista, com o tempo a criança vai parar e brincar de alimentar o cachorro. Aumente a brincadeira e encontre alguns amigos para comer, como o elefante, leão, e outros, alargando o horizonte e os interesses da criança. Se for muito sobrecarregado para a criança este passo, volte um pouco para traz.

Evite questionamentos e direcionamentos. Muita estrutura e perguntas nesta hora podem inibir tanto a iniciativa da criança como o processo dela solucionar problemas. Quando a criança estiver se sentindo confortável com a brincadeira recíproca, você poderá direcionar a brincadeira para conceitos e seqüências que deseja trabalhar. Exemplo: Ela só brinca de carrinho e sempre os coloca na mesma ordem. Introduzindo o cachorro e novos problemas, a criança começará a dar atenção a outros brinquedos.
Brinque e interaja.Converse com os brinquedos. Quando a criança estiver acostumada com este tipo de brincadeira tente mudar sua estrutura.Utiliza de gestos, sons diferentes e expressãoes facias.

Se a atenção da criança for mínima, não puxe a brincadeira por muito tempo. O importante é ela aprender como é gostoso brincar com outras pessoas.
Não se preocupe se está fazendo certo ou errado. Se divirta com o processo. O único erro é não brincar ou não tentar interagir com a criança.

Fonte: Autism Asperger´s Digest Magazine -http://topediatrica.blogspot.com/

Estratégias para Problemas na Escrita

 A escrita manual é habilidade perceptivo-motora complexa que depende da maturação e integração de uma série de habilidades cognitivas, motoras e perceptivas.

 Muitos dos problemas comuns vividas por crianças em idade escolar, é principalmente a dificuldade na escrita. Devido a falta de habilidade em certos aspectos motores, perceptivos ou cognitivo.

 Atenção!!! para os professores e escolas
Estas crianças são mal compreendido pelos próprios professores ou a escola devido a sua dificuldade motora são julgadas como crianças com problemas de comportamento e/ou emocional.

Algumas crianças com dificuldade na caligrafia na idade escolar são freqüentemente chamados de "preguiçoso", "desmotivados" ou "de oposição".

 É muito comum estas crianças com dificuldade na escrita apresentarem certos tipos de comportamentos como desobediente, inquieto, desatento, lento. Alguns exemplos de comportamentos bastantes comuns nestas crianças: pede para ir ao banheiro ou beber água toda hora, precisa apontador várias vezes o lápis, levanta várias vezes da cadeira ,mexe o tempo inteiro com os colegas ou materiais escolares ou simplesmente senta e olha. Mesmo interrompendo a classe e se metendo em confusão pode ser menos doloroso para eles do que escrever. As atividades de escrita  poderia ser concluído em uma hora mas estas crianças levam umas três horas porque adiar a tarefa de escrita e menos doloroso e exige menos esforço.
 Estratégias para Problemas na Escrita
  • Para as crianças que têm dificuldade com a codificação ortográfica, pode ser útil uma ficha de todo alfabeto sobre a  mesa para fácil referência.
  • Alunos com problemas grafomotores deve ser dado tempo prolongado para completar trabalhos escritos e / ou uma redução no volume da produção escrita. Por exemplo, se o exercício é para  pontuar frases. Pode fornecer ao aluno a atividade em forma digitada, ao invés de escrevê-lo e então corrigi-lo. As tarefas de perguntas/respostas, o aluno deve ser exigida apenas para escrever as respostas e não ambas perguntas/respostas. Deve ser permitido respostas em frases curtas.
  •  o assunto que está sendo avaliado é o conhecimento das informações, então o aluno deve ser avaliado não na sua escrita e sim  na  sua capacidade de demonstrar seu conhecimento.
  • Crianças com dificuldades de escrita podem precisar de ser dada a oportunidade de dar respostas orais para exercícios, questionários e testes.
  • Aprender a digitar é útil para esses alunos.
  • Alunos com problemas grafomotores podem precisar de ser fornecidos materiais através do professor preparado em apostilas ou cópias xerox.
  • Os pais devem ter a oportunidade de comprar um conjunto extra de livros didáticos com a finalidade de destacar, em especial para assuntos área de conteúdo.
  • Muitas vezes, é necessário o uso de sistemas de classificação alternativa para crianças com problemas grafomotora .A avaliação pode ser dada com questões de múltipla escolha, teste orais ou através do uso de computador.
  • Deve ser salientado que o pessoal da escola que os hábitos de trabalho lento são muitas vezes resultado de dificuldades grafomotores e não refletem déficits de motivação ou problemas comportamentais e emocionais.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011


Habilidades de percepção visual - Espacial


Percepção Visual- espacial

 é a capacidade de perceber a posição de dois ou mais objetos em relação uns aos outros ou em relação ao seu próprio eu. Por exemplo, uma criança andando por uma sala de aula deve saber: onde ele está posicionado em relação ao mobiliário e seus colegas.  

Crianças com problemas nesta área podem apresentar dificuldades como habilidade com bola, a escrita e o espaçamento entre palavras e também têm dificuldade com conceitos espaciais como dentro/fora, em cima/embaixo, esquerda/direita.

Aqui estão algumas atividades para enfrentar dificuldades com visual-espacial:

-Fazer atividades de formas idênticas, objetos, formas, letras com um deles posicionado de forma diferente.
-Fazer o mesmo que acima, mas use objetos reais. Por exemplo, objetos concretos ( 3 lápis sobre a mesa em posições diferentes e perguntar: "qual deles está em uma posição diferente?")
-Escalada através de uma pista de obstáculos
 -Pedir a criança reproduzir formas em posições diferentes a partir de um exemplo.
-Quebra-cabeça
-Pedir a  criança para desenhar uma pessoa com todas as partes do corpo, ou montar uma pessoa através de gravuras das partes do corpo.
-Desenhar mapa de casa, escola.Trace o caminho da casa até a escola
-Atividades motoras de correr, pular, saltar, pular obstáculos.
-Atirar objetos em um alvo (sacos de feijão, bolas)

domingo, 14 de agosto de 2011


O meu filho com autismo tem Transtorno de Processamento sensorial?

    Muitas crianças com espectro autista tem Transtorno do Processamento Sensorial. Ou seja, eles podem ser hipersensíveis ou hiposensíveis sons, luzes, alimentos ou toque. Para algumas crianças, este tipo de transtorno pode ser uma das causas de alterações comportamentais como agressividade, irritabilidade, choro sem motivo, distração ou certos movimentos repetitivos.
    Estas diferenças no tipo de resposta  sensorial são rotulados como "distúrbio de processamento sensorial" ou "disfunção do processamento sensorial", e pode ser atribuída a diferenças na estrutura cerebral. Embora as questões sensoriais não são sintomas do espectro autista , eles são muito comuns nas crianças com autismo.O tratamento para questões sensoriais, é conhecido como Terapia de Integração Sensorial.
   

    Alguns sinais de que uma criança pode estar sofrendo de problemas sensoriais - e pode ser auxiliado pela Terapeuta Ocupacional especialista abordagem neurocomportamental Integração Sensorial
  • Excessivamente sensível ao toque, movimento, sons, luzes e alimentos
  • Não responde ao estimulos como o toque, movimento ou sons
  • Facilmente distraídos
  • Problemas sociais e / ou emocional (abraços, beijos ou contato afetivo)
  • Agitação psicomotora, irritabilidade, auto-agressividade ou movimentos estereotipados excessivos
  • Impulsividade
  • Dificuldade em fazer a transição de uma situação para outra
  • Incapacidade de relaxar ou acalmar 
  • Dificuldade permanecer na postura sentada para certos tipos de atividades
  • Choro sem motivo
  • Dificuldade atividades de vida diária ( tomar banho, escovar os dentes, cortar o cabelo ou unhas, evita certos tipos de roupas ou cobertor, não gosta de certos tipos de alimentos como frutas ou verduras e legumes.
  • Hipersensibilidade oral para alimentos pastosos ou texturizados (seleciona os tipos de alimentos)
  • Evita certos tipos de meia ou sapatos ou prefere ficar descalço.
  • Dificuldade concentração certas brincadeiras. Pouca interação e exploração no brincar.


quinta-feira, 4 de agosto de 2011


Habilidades de percepção visual - Memória Visual Sequencial


Memória Sequencial-visual é a capacidade de lembrar e reproduzir uma sequência de cores, formas, letras, ou números na ordem correta. Esta habilidade é importante quando a criança aprender a ler e escrever, e principalmente na  cópia da lousa.


É importante estimular essa noção para que o aluno tenha noção por exemplo da sequência de uma palavra, sequência das letras do alfabeto, dos numerais, enfim ela é muito importante no processo de ensino aprendizagem.
 
 Atividades de Memória Visual-Sequencial 

- Faça várias planilhas com cores, formas, números, palavras ou letras em uma seqüência  e deixar a criança copiar na folha.  Aumentar gradualmente o número de itens.
- colocar blocos de várias cores / tamanhos e colocá-los em uma ordem específica. Deixar a criança olhar e, em seguida, misturá-las e pedir a criança recriar a seqüência.
- Faça o mesmo que atividade  acima, mas use vários objetos (caneta, lápis de clips de papel, etc)
- usar jogos  de seqüenciamento  (encontrado em lojas de material escolar)
- atividade alinhavo colocar uma seqüência de contas de cores diferentes e  depois pedir a criança copiar na sequência correta das cores.

Atividades táteis e proprioceptivas

Dicas de Atividades Proprioceptivas

 Sentar em almofadas ou puff grande

 apertar ou abraçar um ursinho ou almofada

 Deitar com edredon ou cobertor pesado.

 Colete com saquinhos de areia
 apertar uma bola macia
 chutar bola com o colete com peso

Deitar em cima ou em baixo do rolo ou bola bobath
 Deitar em almofadas ou túnel com pressão

abraçar com toque profundo junto com as almofadas.

Dicas de Atividades Táteis



 Bolinha de Gel

 Terra e Areia

 Tinta ou cola colorida

Macarrão

Bola grande texturizadas ou tapete texturizados


Cereais (feijão ,arroz )

Brinquedos texturas diferentes


Espuma 



Nas atividades de vida Diária, como alimentação.
 Pegar frutas texturas diferentes (mamão ,banana, abacaxi, laranja)


 Pegar pedaços de gelatina com a mão para crianças pequenas

segunda-feira, 25 de julho de 2011