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quinta-feira, 10 de julho de 2014
domingo, 16 de março de 2014
Especialista diz como o eletroencefalograma poderia ajudar com diagnosticos mais precisos
Estima-se que uma em cada seis crianças sofra de distúrbios de aprendizagem
http://videos.blog.br/nova-tecnica-de-eeg-revela-lado-invisivel-do-autismo/
http://videos.blog.br/nova-tecnica-de-eeg-revela-lado-invisivel-do-autismo/
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
12 substâncias ocultas que envenenam o cérebro das crianças
Pesquisa alerta para "epidemia silenciosa" de problemas neurológicos causados por substâncias do cotidiano que "corroem a inteligência e perturbam o comportamento" dos pequenos
Do facebook da Sandra Santos
Neurotoxinas invisíveis
São Paulo –
Autismo, déficit de atenção, dislexia, paralisia cerebral...A lista de
problemas neurológicos que afetam milhares de crianças em todo o mundo é
tão extensa quanto as ameaças ocultas do cotidiano que podem deflagrar essas disfunções.
Estudo publicado nesta semana na revista científica The Lancet Neurology alerta para "epidemia silenciosa" de perturbações neurológicas infantis causadas por substâncias invisíveis presentes em roupas, móveis e brinquedos.
Segundo a pesquisa, feita pela Escola de Saúde Pública de Harvard e a Escola de Medicina Monte Sinai, em Nova York, a lista de químicos que, reconhecidamente, afetam o cérebro dos pequenos duplicou nos últimos sete anos, saltando de seis para doze.
São produtos químicos tóxicos que “silenciosamente corroem a inteligência, perturbam o comportamento, e minam as conquistas futuras das crianças, principalmente nos países mais pobres, que têm pouca regulamentação a respeito dessas substâncias”, avaliam os autores do texto, Philippe Grandjean e Philip J Landrigan.
Eles consideram que mesmo as atuais regulamentações dos químicos são inadequadas para proteger as crianças, cujos cérebros em desenvolvimento são particularmente vulneráveis aos produtos tóxicos presentes no ambiente.
1ª – Chumbo
As principais formas de contaminação pelo chumbo se dão pela ingestão de alimentos ou água contaminados e por inalação de partículas de poeira da substância.
A exposição ao chumbo na infância está associada ao desempenho escolar reduzido e com comportamento deliquente no futuro. Segundo o estudo, não existem níveis seguros de exposição a essa substância.
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Um ambiente otimizado para a aprendizagem de pessoas com autismo
Compreender a maneira como o cérebro da sua criança funciona é
crucial para poder oferecer a ela uma ambiente otimizado para a
aprendizagem. Abaixo apresentamos um breve resumo de alguns dos estudos
sobre o cérebro de crianças com autismo. Fonte: Inspirados pelo Autismo
O
autismo é referido como uma desordem de espectro devido à grande
variedade de sintomas presentes em pessoas com o diagnóstico.
Pesquisadores, utilizando tecnologias que possibilitam o estudo da
estrutura cerebral, também afirmam que os cérebros de pessoas com o
diagnóstico de autismo variam vastamente de um para o outro. Por
consequência, alguns cientistas têm sugerido que devemos estudar não
apenas a estrutura do cérebro, mas também o mecanismo em que neurônios
(células cerebrais) individuais se conectam e comunicam para que
encontremos o problema de conexão neural que afete todas as pessoas com
autismo. Pesquisadores têm encontrado evidências de que a maneira com
que alguns neurônios são conectados no cérebro de pessoas com autismo
pode levar a uma correlação baixa entre sinal e ruído.
Isto significa que muitos dos sinais que as células cerebrais estão enviando umas para as outras talvez venham acompanhados de “barulho” ou “ruído”, como a estática em um sinal de rádio. Esta é uma das explicações do porquê crianças com autismo tornariam-se hiper-estimuladas por informações sensoriais e teriam então dificuldade para escolher entre duas fontes diferentes de informação. Por exemplo, é geralmente mais difícil para uma criança com autismo conseguir ouvir o que o professor fala quando outras crianças estão fazendo barulho. Estudos analisando a eletricidade no cérebro de pessoas com autismo mostram que mesmo quando elas estão tentando ignorar certos aspectos de seu ambiente (como o barulho em uma sala de aula), seus cérebros respondem a estas informações do mesmo jeito que respondem à informação que a criança está tentando prestar atenção (como a voz do professor).
Isto significa que muitos dos sinais que as células cerebrais estão enviando umas para as outras talvez venham acompanhados de “barulho” ou “ruído”, como a estática em um sinal de rádio. Esta é uma das explicações do porquê crianças com autismo tornariam-se hiper-estimuladas por informações sensoriais e teriam então dificuldade para escolher entre duas fontes diferentes de informação. Por exemplo, é geralmente mais difícil para uma criança com autismo conseguir ouvir o que o professor fala quando outras crianças estão fazendo barulho. Estudos analisando a eletricidade no cérebro de pessoas com autismo mostram que mesmo quando elas estão tentando ignorar certos aspectos de seu ambiente (como o barulho em uma sala de aula), seus cérebros respondem a estas informações do mesmo jeito que respondem à informação que a criança está tentando prestar atenção (como a voz do professor).
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
A PLASTICIDADE DO CÉREBRO
Por Sandra Tadini
O Cérebro não é estático. Ele se desenvolve ou atrofia, ele se remodela. Podemos alterar o Cérebro, gerar a produção de novos neurônios ou destruí-los, incapacitá-los. São os modernos aparelhos de Ressonância Magnética por Imagem Funcional que demonstram como isso acontece.
A ciência estuda a lógica do Cérebro. Ela comprova a importância das EMOÇÕES na estrutura cerebral... e, conseqüentemente, em todas as áreas da nossa vida.
As emoções negativas produzem dois hormônios: adrenalina e cortisol, que, em excesso, corroem o cérebro, matando neurônios, destruindo o Sistema Imunológico, afetando toda a vida do ser humano. São elas: pressa, ansiedade, medo, tristeza, insegurança, desconfiança, ciúme, inveja, raiva, ódio, ressentimento, mágoas, impaciência, prepotência, revolta, queixas, reclamações, pessimismo.
As emoções positivas produzem as endorfinas, entre elas a dopamina, que recuperam os neurônios danificados, estimula a produção de novos neurônios, novas conexões, fortalecendo o Sistema Imunológico, melhorando toda a vida da pessoa. São elas: amor, calma, paz, serenidade, confiança, paciência, tolerância, otimismo, humildade, motivação, alegria, fé, esperança, ternura, zelo, altruísmo.
O Cérebro não é estático. Ele se desenvolve ou atrofia, ele se remodela. Podemos alterar o Cérebro, gerar a produção de novos neurônios ou destruí-los, incapacitá-los. São os modernos aparelhos de Ressonância Magnética por Imagem Funcional que demonstram como isso acontece.
A ciência estuda a lógica do Cérebro. Ela comprova a importância das EMOÇÕES na estrutura cerebral... e, conseqüentemente, em todas as áreas da nossa vida.
As emoções negativas produzem dois hormônios: adrenalina e cortisol, que, em excesso, corroem o cérebro, matando neurônios, destruindo o Sistema Imunológico, afetando toda a vida do ser humano. São elas: pressa, ansiedade, medo, tristeza, insegurança, desconfiança, ciúme, inveja, raiva, ódio, ressentimento, mágoas, impaciência, prepotência, revolta, queixas, reclamações, pessimismo.
As emoções positivas produzem as endorfinas, entre elas a dopamina, que recuperam os neurônios danificados, estimula a produção de novos neurônios, novas conexões, fortalecendo o Sistema Imunológico, melhorando toda a vida da pessoa. São elas: amor, calma, paz, serenidade, confiança, paciência, tolerância, otimismo, humildade, motivação, alegria, fé, esperança, ternura, zelo, altruísmo.
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
A Importância da Mielina no Autismo
Achei esse post neste blog e achei muito legal
"Olá, como vos disse na ultima sexta feira no post da sugestão "Alzheimer´s Project" ,este fim de semana foi de pesquisa, para mim. Andei a ler, sobre as semelhanças entre a doença de Alzheimer e o Autismo.
Os problemas mais óbvios, em comum, são as alterações no hipocampo, com as suas alterações no processamento de memórias, mas, uma coisa em particular chamou-me a atenção, as alterações na Mielina.
Os problemas mais óbvios, em comum, são as alterações no hipocampo, com as suas alterações no processamento de memórias, mas, uma coisa em particular chamou-me a atenção, as alterações na Mielina.
A Mielina constituída por 70% lipídios e 30%
proteínas, actua como um isolamento
elétrico e aumenta a velocidade de propagação do impulso nervoso ao
longo do axônio.
As sinapses são dadas pelo final do axónio de um neurónio, ao dentrito
ou
corpo celular de outro neurónio. E é assim que as informações passam e
quando isso não aconteçe, resulta em perda de funcionamento para as
áreas do cérebro.
Se no Autismo existe perda de funcionamento do cérebro, logo, isso pode
dever-se a alterações da Mielina, (embora também exista a hipótese de
estar relacionado com as proteínas neuroligina -1 e neuroligina -2, ou
outras).
Nas muitas leitutras que fiz, encontrei informações, sobre, como reconstruir a Bainha de Mielina:
- Evitar açucares e comidas processadas
- Aumentar o consumo de ómega-3 e ómega-6 comendo peixes gordos pelo menos 2 vezes por semana ( salmão, atum, sardinhas, trutas). Para ter a certeza, de que o seu filho ingere as quantidades suficientes de ómega 3 pode dar-lhe os ómegas em suplementos, a Bruna toma e é algo que está ciêntificamente comprovado que melhora a capacidade intelectual.
- Ácido oléico é necessário. Azeite, abacate e nozes contêm ácido oleico.
- Aumentar a ingestão de vitamina B e D ( produzida, sobretudo, pela ação dos raios ultravioleta B na pele, embora também possa ser obtida em alguns alimentos, principalmente peixes gordos, ou pela suplementação vitamínica.)"
Read more: http://bananinhaazul.blogspot.com/2013/11/a-importancia-da-mielina-no-autismo.html#ixzz2kMcAgRwb
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
O que acontece quando você fica elogiando a inteligência de uma criança
Gabriel é um menino esperto.
Cresceu ouvindo isso.
Andou, leu e escreveu cedo.
Vai bem nos esportes.
É popular na escola e as provas confirmam, numericamente e por escrito, sua capacidade.
“Esse menino é inteligente demais”, repetem orgulhosos os pais, parentes e professores. “Tudo é fácil pra esse malandrinho”.
Porém, ao contrário do que poderíamos esperar, essa consciência da própria inteligência não tem ajudado muito o Gabriel nas lições de casa.
- “Ah, eu não sou bom para soletrar, vou fazer o próximo exercício”.
Rapidamente Gabriel está aprendendo a dividir o mundo em coisas em que ele é bom, e coisas em que ele não é bom.

A estratégia (esperta, obviamente) é a base do comportamento humano: buscar prazer e evitar a dor. No caso, evitar e desmerecer as tarefas em que não é um sucesso e colocar toda a energia naquelas que já domina com facilidade.
Mas, como infelizmente a lição de casa precisa ser feita por inteiro, inclusive a soletração, de repente a auto-estima do pequeno Gabriel faz um… crack.
Acreditar cegamente na sua inteligência à prova de balas, provocou um efeito colateral inesperado: uma desconfiança de suas reais habilidades.

Inconscientemente ele se assusta com a possibilidade de ser uma fraude, e para protegê-lo dessa conclusão precipitada, seu cérebro cria uma medida evasiva de emergência: coloca o rótulo dourado no colo, subestima a importância do esforço e superestima a necessidade de ajuda dos pais.
A imagem do “Gabriel que faz tudo com facilidade” , a do “Gabriel inteligente” (misturada com carinho), precisa ser protegida de qualquer maneira.
Gabriel não está sozinho. São muitos os prodígios, vítimas de suas próprias habilidades de infância e dos bem intencionados e sinceros elogios dos adultos.
Nos últimos 10 anos foram publicados diversos estudos sobre os efeitos de elogios em crianças.
Um teste, realizado nos Estados Unidos com mais de 400 crianças da quinta série (Carol S. Dweck / Ph.D. Social and Developmental Psychology / Mindset: The New Psychology of Success), desafiava meninos e meninas a fazer um quebra-cabeças, relativamente fácil.
Quando acabavam, alguns eram elogiados pela sua inteligência (“você foi bem esperto, hein!) e outros, pelo seu esforço (“puxa, você se empenhou pra valer hein!”).
Em uma segunda rodada, mais difícil, os alunos podiam escolher entre um novo desafio semelhante ou diferente.
A maioria dos que foram elogiados como “inteligentes” escolheu o desafio semelhante.
A maioria dos que foram elogiados como “esforçados” escolheu o desafio diferente.
Influenciados por apenas UMA frase.
O diagrama abaixo mostra bem as diferenças de mentalidade e o que pode acontecer na vida adulta.

O Malcom Gladwell tem um ótimo livro sobre a superestimação do talento, chamado “Fora de Série” (“outliers”). Lá aprendi sobre a lei das 10 mil horas, tempo necessário para se ficar bom em alguma coisa e que já ensinei pro meu filho.
Se você tem um filho, um sobrinho, ou um amigo pequeno, não diga que ele é inteligente. Diga que ele é esforçado, aventureiro, descobridor, fuçador, persistente.
Celebre o sucesso, mas não esqueça de comemorar também o fracasso seguido de nova tentativa.
UPDATE : Apenas alguns esclarecimentos a alguns dos comentários…
01. Não, eu não estou dizendo para não elogiar as crianças. E não, também não estou dizendo para você nunca dizer para o seu filho que ele é inteligente. É apenas uma questão de evitar o RÓTULO.
02. Evidentemente não sou o autor dessa tese/teoria, muito menos desse estudo citado no post. Escrevi justamente SOBRE essa linha de pensamento. Quem escreveu essa teoria foi Carol S. Dweck / Ph.D. Social and Developmental Psychology / Mindset: The New Psychology of Success(http://news.stanford.edu/news/2007/february7/dweck-020707.html) como foi citado acima e nos comentários também.
03. Gostaria de aproveitar o update e agradecer pelos inúmeros comentários e likes, o que prova o quanto esse assunto é fascinante. Obrigado!
Fonte: http://clinicaalamedas.wordpress.com/2013/09/02/o-que-acontece-quando-voce-fica-elogiando-a-inteligencia-de-uma-crianca/
Cresceu ouvindo isso.
Andou, leu e escreveu cedo.
Vai bem nos esportes.
É popular na escola e as provas confirmam, numericamente e por escrito, sua capacidade.
“Esse menino é inteligente demais”, repetem orgulhosos os pais, parentes e professores. “Tudo é fácil pra esse malandrinho”.
Porém, ao contrário do que poderíamos esperar, essa consciência da própria inteligência não tem ajudado muito o Gabriel nas lições de casa.
- “Ah, eu não sou bom para soletrar, vou fazer o próximo exercício”.
Rapidamente Gabriel está aprendendo a dividir o mundo em coisas em que ele é bom, e coisas em que ele não é bom.
A estratégia (esperta, obviamente) é a base do comportamento humano: buscar prazer e evitar a dor. No caso, evitar e desmerecer as tarefas em que não é um sucesso e colocar toda a energia naquelas que já domina com facilidade.
Mas, como infelizmente a lição de casa precisa ser feita por inteiro, inclusive a soletração, de repente a auto-estima do pequeno Gabriel faz um… crack.
Acreditar cegamente na sua inteligência à prova de balas, provocou um efeito colateral inesperado: uma desconfiança de suas reais habilidades.
Inconscientemente ele se assusta com a possibilidade de ser uma fraude, e para protegê-lo dessa conclusão precipitada, seu cérebro cria uma medida evasiva de emergência: coloca o rótulo dourado no colo, subestima a importância do esforço e superestima a necessidade de ajuda dos pais.
A imagem do “Gabriel que faz tudo com facilidade” , a do “Gabriel inteligente” (misturada com carinho), precisa ser protegida de qualquer maneira.
Gabriel não está sozinho. São muitos os prodígios, vítimas de suas próprias habilidades de infância e dos bem intencionados e sinceros elogios dos adultos.
Nos últimos 10 anos foram publicados diversos estudos sobre os efeitos de elogios em crianças.
Um teste, realizado nos Estados Unidos com mais de 400 crianças da quinta série (Carol S. Dweck / Ph.D. Social and Developmental Psychology / Mindset: The New Psychology of Success), desafiava meninos e meninas a fazer um quebra-cabeças, relativamente fácil.
Quando acabavam, alguns eram elogiados pela sua inteligência (“você foi bem esperto, hein!) e outros, pelo seu esforço (“puxa, você se empenhou pra valer hein!”).
Em uma segunda rodada, mais difícil, os alunos podiam escolher entre um novo desafio semelhante ou diferente.
A maioria dos que foram elogiados como “inteligentes” escolheu o desafio semelhante.
A maioria dos que foram elogiados como “esforçados” escolheu o desafio diferente.
Influenciados por apenas UMA frase.
O diagrama abaixo mostra bem as diferenças de mentalidade e o que pode acontecer na vida adulta.
O Malcom Gladwell tem um ótimo livro sobre a superestimação do talento, chamado “Fora de Série” (“outliers”). Lá aprendi sobre a lei das 10 mil horas, tempo necessário para se ficar bom em alguma coisa e que já ensinei pro meu filho.
Se você tem um filho, um sobrinho, ou um amigo pequeno, não diga que ele é inteligente. Diga que ele é esforçado, aventureiro, descobridor, fuçador, persistente.
Celebre o sucesso, mas não esqueça de comemorar também o fracasso seguido de nova tentativa.
UPDATE : Apenas alguns esclarecimentos a alguns dos comentários…
01. Não, eu não estou dizendo para não elogiar as crianças. E não, também não estou dizendo para você nunca dizer para o seu filho que ele é inteligente. É apenas uma questão de evitar o RÓTULO.
02. Evidentemente não sou o autor dessa tese/teoria, muito menos desse estudo citado no post. Escrevi justamente SOBRE essa linha de pensamento. Quem escreveu essa teoria foi Carol S. Dweck / Ph.D. Social and Developmental Psychology / Mindset: The New Psychology of Success(http://news.stanford.edu/news/2007/february7/dweck-020707.html) como foi citado acima e nos comentários também.
03. Gostaria de aproveitar o update e agradecer pelos inúmeros comentários e likes, o que prova o quanto esse assunto é fascinante. Obrigado!
Fonte: http://clinicaalamedas.wordpress.com/2013/09/02/o-que-acontece-quando-voce-fica-elogiando-a-inteligencia-de-uma-crianca/
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Livro: "O Cérebro que se transforma"
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quinta-feira, 25 de julho de 2013
O "monstro" da Ritalina
Ritalina: o monstro da infância
Soa
como uma horrível estória de um filme de terror: um psiquiatra
norte-americano, internacionalmente famoso, testa em seus pacientes, nos
anos 60, diferentes remédios psicotrópicos com a intenção de acalmar as
crianças. Quando encontra a pílula adequada com a qual consegue
acalmá-las, ele levanta em nome da Organização Mundial da Saúde a
agitação das crianças como uma nova doença. Uma nova fonte de renda da
rede mundial da indústria médica e farmacêutica. Milhões de jovens em
todo o mundo tomam a ritalina há décadas, porque eles teriam a suposta
TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade).
Como a indústria farmacêutica destrói premeditadamente as nossas crianças…A doença chama-se TDAH. O gigante farmacêutico e outros faturaram bilhões nas últimas décadas com o uso da ritalina. O citado neurologista norte-americano leva o nome de Leon Eisenberg. Todavia a verdade sempre vem à tona, mesmo se às vezes demore um pouco mais. Pouco antes de sua morte em 2009, o médico de 89 anos revelou o embuste: nunca ele havia imaginado que sua descoberta tornar-se-ia tão popular, declarou ele em um artigo.“TDAH é um exemplo marcante para uma doença fabricada!”
Uma doença fabricada. Isso também foi comprovado por uma recente notícia da semana passada: Diante do dramático aumento dos casos de diagnóstico de TDAH (um aumento de cerca de 400 vezes entre 1989 e 2001), os pesquisadores são agora unânimes: TDAH é estampada – precipitadamente – como espada de Dâmocles para a vivacidade das crianças. Os meninos caem com mais frequência na armadilha. Tudo deve estar em ordem para o cartel farmacêutico. Entrementes, esta “doença fabricada” manifestou-se mundialmente como transtorno psíquico. Uma injustiça, como cada vez mais vem à luz do dia: aquilo, que é conhecido como TDAH ou TODA (síndrome de déficit de atenção) e supostamente condicionada à herança genética, baseia-se, de fato, frequentemente em diversos motivos e tem pouco a ver com um verdadeiro quadro de doença psíquica, como me explicou há alguns anos o antigo chefe da psiquiatria para crianças e jovens da Uniklinik Eppendorf, o falecido Prof. Dr. Peter Riedesser: frequentemente problemas familiares têm um papel importante, que devem ser investigados, além disso, a maioria dos atingidos são garotos, o que também está relacionado com o fato destes não raramente terem um temperamento mais desenfreado do que as garotas. Mas em relação às meninas, a maioria das afirmações tendem para o códex comportamental, assim como para as instituições de acolhimento dos jovens, como também nas escolas. Basta os garotos brincarem como selvagens para que eles mereçam rapidamente a atenção. Na realidade, a TDAH é um problema dos incompreendidos jovens da atualidade.
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Boa alimentação interfere na função cerebral e aumenta a concentração
Através de uma alimentação colorida e variada, podemos fornecer os nutrientes necessários para manter o cérebro ativo e saudável.
Alimentos importantes para o bom funcionamento cerebral:
- Carboidratos
Os carboidratos - cereais, pães, massas, hortaliças, frutas - devem constituir, no mínimo, 50% da dieta. A glicose é o combustível energético do cérebro. Por isso, é fundamental alimentar-se em horários regulares - a cada três horas - e fazer de cinco a seis refeições para manter a glicemia estável durante todo o dia.
- Frutas e vegetais verde-escuros
Fontes de vitamina C, eles são um importante antioxidante que protegem os neurônios dos danos oxidativos dos radicais livres.
- Castanha do Pará, nozes e amêndoas
Ricos em vitaminas E e selênio, reduzem o estresse oxidativo e seu dano às células do cérebro, melhoram o sistema imune e protegem contra o envelhecimento celular.
- Peixes
Excelentes fontes de ômega 3, os peixes - salmão, atum, arenque e sardinha - são importantes para a função neurológica, sensibilidade cognitiva, aprendizado e comportamento.
- Farinha de linhaça
A farinha de linhaça tem efeito anticarcinogênico, antiaterogênico - diminuindo a LDL e aumentado a HDL - e também é uma boa fonte vegetal de ômega 3.
- Ovos
A gema do ovo é rica em colina, um nutriente necessário à transmissão nervosa, à regulação biliar e ao funcionamento do fígado. Ela minimiza o excesso de gordura no fígado, ajuda na produção de hormônio e é necessária ao metabolismo de lipídeos e colesterol. Sem colina, o funcionamento do cérebro e a memória ficam prejudicados.
- Leite e derivados, mel, aveia, cereais integrais e leguminosas (feijão, lentilha e soja)
Estes alimentos são fontes de triptofano, aminoácido precursor da serotonina. A serotonina (5-HT) desempenha um importante papel no sistema nervoso, com diversas funções, como a liberação de alguns hormônios, a regulação do sono, a temperatura corporal, o apetite, o humor, a atividade motora e as funções cognitivas.
Frutas e alimentos ricos em carboidratos funcionam como combustível para o cérebro (Foto: Getty Images)
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Mutação que pode explicar risco de autismo em meninos
O
espectro autista é um conjunto de condições psicológicas caracterizado
por anormalidades generalizadas de interação social e de comunicação, e
por gama de interesses muito restrita e comportamento altamente
repetitivo. Crédito: Wikipedia.
A desordem de espectro autista é um distúrbio que afeta o funcionamento do cérebro, resultando em dificuldades na comunicação e interação social, padrões anormais de comportamento e, geralmente, déficit intelectual. Afeta uma em cada 120 crianças e um em cada 70 meninos.
Autismo pode mudar a estrutura molecular do cérebro
Cientistas
mediram os níveis de expressão de mais de 20 mil genes para tentar
compreender melhor a origem do autismo. Crédito: Geschwind lab.
O estudo, publicado hoje na Nature online, oferece uma nova visão sobre como genes e proteínas são capazes de alterar a mente. A descoberta também identifica uma nova linha de “ataque” para os pesquisadores, que atualmente encaram um vasto leque de frentes possíveis para combater a doença e encontrar suas causas.
terça-feira, 19 de março de 2013
Carinho dos pais ajuda a moldar o cérebro
O cérebro não nasce pronto. Além da genética,
as experiências vivenciadas nos primeiros três anos de vida são
determinantes – até mais do que os genes - para moldar o funcionamento
cerebral diante de situações estressantes, desafiadoras e frustrantes.
Quem avisa é a neurocientista Suzana Herculano-Houzel, uma das principais estudiosas da “mente das crianças” do País. Segundo ela, dados científicos comprovam que o carinho dos pais, recebido na primeira infância (período entre 0 e 5 anos), é o grande responsável por reações cerebrais - às vezes só manifestadas na vida adulta.Em palestra realizada na sede da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal (entidade que elabora programas voltados à população infantil), em São Paulo, Suzana explicou como as doses de afeto são receitas de sucesso para arquitetar um cérebro sadio no presente e no futuro. “Receber ou não carinho modifica para sempre como o cérebro vai reagir diante do estresse e da frustração”, afirma.
Leia as principais conclusões da especialista, que é autora de cinco livros, professora e coordenadora do Laboratório de Neuroanotomia comparada da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ):
A formação do cérebro
“As crianças não são adultas por dois motivos principais: o primeiro é que elas não têm a experiência trazida com o passar dos anos. O segundo fator é o cérebro infantil. O órgão não nasce pronto, é menor e mais leve do que o cérebro de um adulto. Até o terceiro ano de vida, é o período em que o cérebro mais cresce e ganha peso. Uma das explicações para o crescimento cerebral é que, neste intervalo de anos, há maturação das conexões entre os neurônios, o que faz o peso da massa encefálica aumentar, ficar mais densa. Este processo é determinante para o bom funcionamento do cérebro.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
EFEITO “TETRIS” COMO EXEMPLO DE REPROGRAMAÇÃO DE SEU CÉREBRO
Quem já jogou Tetris por algum determinado tempo consecutivo deve
conhecer o efeito que o mesmo provoca no cérebro, o famoso “efeito
Tetris”, que se caracteriza pelo cérebro do jogador mostrar,
involuntariamente, peças do jogo, mesmo quando o indivíduo não o está
jogando, apesar disso, comprovadamente, pode acontecer com qualquer
videogame ou vídeo em que uma mesma
imagem ou cenário sejam expostos repetidamente. De alguma forma, sua
mente continua a jogar o jogo, mesmo quando você não está fisicamente.
Baseado neste efeito Tetris, o professor de psiquiatria da Harvard, Robert Stckgold realizou um estudo com um grupo de estudantes sendo que 75% deles informaram que sonharam com as peças de Tetris caindo, girando e encaixando. Constatando que a mente continuava estar ativamente no jogo durante o sono.
Outro estudo, realizado em 2009, descobriu que jogar Tetris pode aumentar a capacidade do seu cérebro e torná-lo mais eficiente. Meninas adolescentes jogado o jogo em média de 1,5 horas por semana durante três meses tiveram o seu córtex cerebral mais espesso, enquanto sua atividade cerebral em outras áreas diminuíram em comparação de quando tinha começado os estudos. Richard Haier, co-investigador no estudo, diz que houve um "efeito de aprendizagem Tetris" em que o cérebro consumiu menos energia, como o domínio do jogo.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Coordenação deficiente da atividade cerebral no autismo
Traduzido desse link
14 de janeiro de 2013 - Um estudo baseado no Centro Martinos para Biomedical Imaging no Massachusetts General Hospital (MGH) descobriu que a conectividade funcional local do cérebro - a medida em que a atividade dentro de uma região do cérebro pequeno parece ser adaptada - - é reduzida em indivíduos com transtornos do espectro autista (ASD). Embora tenha sido reconhecido por vários anos que a conectividade funcional entre áreas distintas do cérebro foi reduzida em ASD, que tinha sido assumido que a conectividade funcional local era realmente maior nos cérebros de autistas."A conectividade funcional reflete as conexões que realmente desempenham um papel no processamento de informação no córtex", diz Tal Kenet, PhD, do Centro de Martinos, autor do estudo publicado na PNAS edição adiantada em linha. . "Imagine o cérebro é como uma orquestra Quando os violinos são coordenados com os sopros e as trombetas com as violas, a orquestra tocará em harmonia - que é uma versão de longo alcance conectividade conectividade funcional local é como focando a violinos. e se eles estão todos jogando juntos.
"O que tem sido comumente acreditavam sobre o autismo é de que a 'orquestra' não está muito bem coordenado entre as seções, mas que os" instrumentos "dentro de seções foram altamente coordenada com o outro, como se estivessem fazendo a sua própria música independente do resto do a orquestra. Descobrimos que o oposto é verdadeiro e que até o momento dentro de seções está desligado. É como se cada violino está jogando de forma independente, não apenas o resto da orquestra, mas de todos os outros violinos ".
Uma vez que as distâncias envolvidas na comunicação entre os neurónios nas proximidades ou grupos de neurónios estão em uma escala de milímetros a centímetros, tem sido muito difícil de estudar a conectividade local por meio de métodos de imagem não invasivos. O atual estudo se aproveitou de uma atividade cerebral mostrado por estudos anteriores invasivos para refletir comunicação local - medição do que é chamado oscilações aninhados, que ocorrem quando um aspecto de um ritmo particular do cérebro afeta um aspecto diferente de um outro ritmo cérebro. Neste exemplo, eles se concentraram na fase de amplitude de acoplamento, em que a fase de um ritmo de baixa frequência muda a amplitude de um ritmo maior frequência, medida por magnetoencefalografia (MEG), uma técnica de imagem que detecta a localização, assim como o momento da atividade do cérebro com alta precisão.
14 de janeiro de 2013 - Um estudo baseado no Centro Martinos para Biomedical Imaging no Massachusetts General Hospital (MGH) descobriu que a conectividade funcional local do cérebro - a medida em que a atividade dentro de uma região do cérebro pequeno parece ser adaptada - - é reduzida em indivíduos com transtornos do espectro autista (ASD). Embora tenha sido reconhecido por vários anos que a conectividade funcional entre áreas distintas do cérebro foi reduzida em ASD, que tinha sido assumido que a conectividade funcional local era realmente maior nos cérebros de autistas."A conectividade funcional reflete as conexões que realmente desempenham um papel no processamento de informação no córtex", diz Tal Kenet, PhD, do Centro de Martinos, autor do estudo publicado na PNAS edição adiantada em linha. . "Imagine o cérebro é como uma orquestra Quando os violinos são coordenados com os sopros e as trombetas com as violas, a orquestra tocará em harmonia - que é uma versão de longo alcance conectividade conectividade funcional local é como focando a violinos. e se eles estão todos jogando juntos.
"O que tem sido comumente acreditavam sobre o autismo é de que a 'orquestra' não está muito bem coordenado entre as seções, mas que os" instrumentos "dentro de seções foram altamente coordenada com o outro, como se estivessem fazendo a sua própria música independente do resto do a orquestra. Descobrimos que o oposto é verdadeiro e que até o momento dentro de seções está desligado. É como se cada violino está jogando de forma independente, não apenas o resto da orquestra, mas de todos os outros violinos ".
Uma vez que as distâncias envolvidas na comunicação entre os neurónios nas proximidades ou grupos de neurónios estão em uma escala de milímetros a centímetros, tem sido muito difícil de estudar a conectividade local por meio de métodos de imagem não invasivos. O atual estudo se aproveitou de uma atividade cerebral mostrado por estudos anteriores invasivos para refletir comunicação local - medição do que é chamado oscilações aninhados, que ocorrem quando um aspecto de um ritmo particular do cérebro afeta um aspecto diferente de um outro ritmo cérebro. Neste exemplo, eles se concentraram na fase de amplitude de acoplamento, em que a fase de um ritmo de baixa frequência muda a amplitude de um ritmo maior frequência, medida por magnetoencefalografia (MEG), uma técnica de imagem que detecta a localização, assim como o momento da atividade do cérebro com alta precisão.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Brain Gym - alguns exerícios
Carla Hannaford, Ph.D.afirma que nossos corpos são parte
importante de todo o nosso aprendizado, e o aprendizado não está isolado
no "cérebro". Cada nervo e célula é uma rede que contribuem para a
nossa inteligência e a nossa capacidade de aprendizagem.
O Brain Gym são 26 exercícios e há uma série chamada PACE que significa:
P = Positivo
O Brain Gym são 26 exercícios e há uma série chamada PACE que significa:
P = Positivo
A = Ativo
C = Clear (limpo)
E = Energético
Todos nós temos nosso próprio ritmo - um ritmo e tempo único para aprender. Acredita-se que atividades PACE ajuda-nos a redescobrir este ritmo.
As etapas são cumpridas em ordem inversa:
Energético: beba água. Beber água é extremamente importante depois de qualquer situação estressante. Nós costumamos transpirar durante situações tensas, por isso a desidratação causada por esses momentos pode afetar nossa concentração negativamente.
•Clear (limpar):"Brain Buttons" Este exercçio melhora a circulação sanguínea e "liga" o cérebro completo.Esta irrigação sanguínea ajuda a melhorar abilidades de concentração necessárias para escrever, ler, etc.
Precione os recortes logo abaixo da clavícula à esquerda e à direita do esterno (diretamente abaixo dos olhos.) Estes são os seus botões cérebro. Massagie esta área com o dedo indicador e o polegar e coloque a outra mão na fivela do seu cinto por cerca de 2 minutos.
•Ativo: "Cross Crawl" Este exercíco ajuda a coordenar o cérebro esquerdo e direito exercitando a troca de informacões pelos dois hemisférios cerebrais. É útil para habilidades de escrita, soletrar, ouvir, ler e compreender.
Sentado ou em pé. Coloque a mão direita cruzando o corpo até o joelho esquerdo, você levanta o joelho, e então faz a mesma coisa com a mão esquerda sobre o joelho direito, tal como se estivesse marchando, por cerca de 2 minutos.
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Teoria da Mente e Autismo

O conceito "teoria da mente"
provém de estudos realizados com chimpanzés e a aplicação desse
conceito para o estudo do autismo foi feita inicialmente por três
investigadores, Baron Cohen, Leslie e Frith.
A Teoria da Mente é a capacidade
de atribuir estados mentais a si mesmo e às outras pessoas e dessa
forma poder predizer o comportamento dos outros a partir das suas
crenças, desejos e intenções representadas no estado mental.
Assim, devido à inexistência desta capacidade, as pessoas com autismo
não conseguem realizar acções simbólicas ou imaginativas, pois para isso
são necessárias meta-representações, ou seja, representações de segunda
ordem.
Em comparação com as teorias afectivas que consideram um défice inato na capacidade de estabelecer uma relação afectiva com os outros, a teoria da mente, considera que os sujeitos com autismo têm um défice na capacidade de estabelecer representações dos estados mentais das outras pessoas. Como já mencionamos, a Teoria da Mente foi proposta por investigadores como Baron-Cohen e colaboradores, como uma capacidade inata do ser, tendo como papel principal regular e organizar relações interpessoais através da capacidade do indivíduo em “ler mentes” de outrem, e predizer comportamentos a partir dos desejos, crenças e intenções, isto é, capacidade de “colocar-se no lugar de outra pessoa”.
Em comparação com as teorias afectivas que consideram um défice inato na capacidade de estabelecer uma relação afectiva com os outros, a teoria da mente, considera que os sujeitos com autismo têm um défice na capacidade de estabelecer representações dos estados mentais das outras pessoas. Como já mencionamos, a Teoria da Mente foi proposta por investigadores como Baron-Cohen e colaboradores, como uma capacidade inata do ser, tendo como papel principal regular e organizar relações interpessoais através da capacidade do indivíduo em “ler mentes” de outrem, e predizer comportamentos a partir dos desejos, crenças e intenções, isto é, capacidade de “colocar-se no lugar de outra pessoa”.
terça-feira, 24 de julho de 2012
A CEREBRALIZAÇÃO DO AUTISMO
¹ Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Juiz de Fora (1995), mestre em Saúde Coletiva pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2004) e é doutorando pelo IMS/UERJ, com doutorado sanduíche no Instituto Max Planck de História da Ciência (Berlim, Alemanha). Tem experiência na área de Medicina, com ênfase em Psiquiatria, atuando principalmente nos seguintes temas: psiquiatria infanto-juvenil, saúde mental, psicopatologia, disturbio da falta de atenção com hiperatividade e autismo infantil.
O autismo e suas causas atingem destaque na contemporaneidade nos debates intelectual e científico por se acreditar que “desvendar o enigma do autismo pode resultar em decifrar o próprio enigma – do que nos faz ser quem somos” (LIMA, 2007, p. 51). A ascensão das neurociências de forma geral, renova a discussão do “lugar do mental versus o do cerebral em nossas origens, sejamos autistas ou não” (LIMA, 2007, p. 51).
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Traços de atividade cerebral podem indicar autismo
Cientistas indentificaram certos padrões entre crianças que apresentam tais condições
Cientistas americanos do Hospital Pediátrico de Boston acreditam que certos traços deixados pela atividade cerebral são um indício para identificar se crianças podem ou não desenvolver autismo.
BCC/Reprodução
Atividade cerebral pode mostrar se crianças desenvolverão autismo ou não
Os registros de cerca de mil crianças avaliados pelos pesquisadores mostraram uma clara distinção entre a atividade cerebral de crianças austistas e saudáveis. Os especialistas, porém, afirmam que são necessários mais testes para confirmar se os traços de EEG são capazes de diagnosticar o autismo sem a ajuda de outros meios.
terça-feira, 26 de junho de 2012
Traços de atividade cerebral podem indicar autismo
Cientistas americanos do Hospital Pediátrico de Boston acreditam que
certos traços deixados pela atividade cerebral são um indício para
identificar se crianças podem ou não desenvolver autismo.
De acordo com os pesquisadores, os traços eletroencefalográficos
(EEG), que registram a atividade elétrica cerebral por meio de
eletrodos, podem oferecer um diagnóstico sobre essa condição de saúde.
Os registros de cerca de mil crianças avaliados pelos pesquisadores mostraram uma clara distinção entre a atividade cerebral de crianças austistas e saudáveis. Os especialistas, porém, afirmam que são necessários mais testes para confirmar se os traços de EEG são capazes de diagnosticar o autismo sem a ajuda de outros meios.
O autismo é uma desordem do desenvolvimento da criança, que pode afetar as capacidades cognitivas e de comunicação do paciente, tendo efeitos singulares em cada caso identificado. É um condição cujo diagnóstico é complicado e pode ficar sem detecção por anos.
O estudo identificou 33 padrões específicos de EEG que aparentemente estão ligados ao autismo. A maioria das crianças cuja atividade cerebral registrada esteve dentro desse grupo de padrões apresentou algum tipo de desordem, e suas idades variavam entre 2 e 12 anos.
Os pesquisadores repetiram a análise dez vezes. Em 90% delas, os padrões de EEG identificaram de forma correta o autismo.
A equipe agora planeja repetir o estudo com crianças com a síndrome de Asperger, um tipo peculiar de autismo. Pacientes dessa síndrome têm inteligência acima da média e menos dificuldade com a comunicação que crianças com outro tipo de distúrbios.
O doutor Frank Duffy, que lidera o estudo, disse que o trabalho pode ajudar a determinar se a síndrome de Asperger deveria ser considerada uma condição separada do autismo. Além disso, poderá ser possível identificar se irmãos de crianças com autismo são propensos a desenvolver as mesmas desordens.
"O EEG pode ser uma forma de checar as mesmas condições nos irmão mais jovens ao antecipar os sintomas", disse ele, acrescentando que os registros também podem ser usados para verificar os benefícios de determinados tratamentos para o autismo.
fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,tracos-de-atividade-cerebral-podem-indicar-autismo,891779,0.htm
BCC/Reprodução
Atividade cerebral pode mostrar se crianças desenvolverão autismo ou não
Os registros de cerca de mil crianças avaliados pelos pesquisadores mostraram uma clara distinção entre a atividade cerebral de crianças austistas e saudáveis. Os especialistas, porém, afirmam que são necessários mais testes para confirmar se os traços de EEG são capazes de diagnosticar o autismo sem a ajuda de outros meios.
O autismo é uma desordem do desenvolvimento da criança, que pode afetar as capacidades cognitivas e de comunicação do paciente, tendo efeitos singulares em cada caso identificado. É um condição cujo diagnóstico é complicado e pode ficar sem detecção por anos.
O estudo identificou 33 padrões específicos de EEG que aparentemente estão ligados ao autismo. A maioria das crianças cuja atividade cerebral registrada esteve dentro desse grupo de padrões apresentou algum tipo de desordem, e suas idades variavam entre 2 e 12 anos.
Os pesquisadores repetiram a análise dez vezes. Em 90% delas, os padrões de EEG identificaram de forma correta o autismo.
A equipe agora planeja repetir o estudo com crianças com a síndrome de Asperger, um tipo peculiar de autismo. Pacientes dessa síndrome têm inteligência acima da média e menos dificuldade com a comunicação que crianças com outro tipo de distúrbios.
O doutor Frank Duffy, que lidera o estudo, disse que o trabalho pode ajudar a determinar se a síndrome de Asperger deveria ser considerada uma condição separada do autismo. Além disso, poderá ser possível identificar se irmãos de crianças com autismo são propensos a desenvolver as mesmas desordens.
"O EEG pode ser uma forma de checar as mesmas condições nos irmão mais jovens ao antecipar os sintomas", disse ele, acrescentando que os registros também podem ser usados para verificar os benefícios de determinados tratamentos para o autismo.
fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,tracos-de-atividade-cerebral-podem-indicar-autismo,891779,0.htm
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