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segunda-feira, 2 de junho de 2014

OS 7 NÃO-NÃO’S DO JOINING (JUNTAR-SE) QUE VOCÊ PROVAVELMENTE ESTÁ FAZENDO - Por Raun K. Kaufman

Esse texto é da Sandra Tadini, publicado no perfil dela no facebook!


O Juntar-se é uma das principais técnicas do The Son-Rise Program®. É a primeira coisa que fazemos e é absolutamente essencial para a construção de confiança e equilíbrio. Quando nos juntamos às nossas crianças, participamos no ismo (“esterotipia”) delas com profundo interesse e aceitação – sem tentar mudá-la ou reorientá-la. Toda a aprendizagem e interação assentam na plataforma da relação que é construida com o seu filho através do joining(juntar-se). É por isso que fazer o joining corretamente é tão importante. Tenho visto muita, muita, gente juntar-se e nunca deixei de me sentir tocado quando vejo alguém a juntar-se ao seu filho com amor e sinceridade.Contudo, também vejo um número significativo de pessoas que, provavelmente sem perceberem, fazem coisas durante o joining que minam completamente a sua eficácia.A seguir estão aqueles que eu considero serem os primeiros sete Não’s do Joining. Há uma boa hipótese de que você tenha feito alguma destas coisas, mas, tudo bem, não tem problema! Não faz mal! Você não está sozinho! A maior parte das pessoas com quem tenho trabalhado – pessoas que adoram os filhos e que se estão se diferenciando da multidão fazendo o The Son-Rise Program® - fizeram pelo menos uma destas coisas (normalmente mais do que uma). Portanto, eu suplico-vos que leiam estes sete não-não’s com um sentido de auto-aceitação, calma, curiosidade e – sim – humor.

1. OLHAR FIXAMENTE. Muita gente passa a maior parte do tempo olhando para a criança enquanto se junta a ela. O problema é que isso não é Juntar-se (joining), isso é observar e o seu filho pode facilmente perceber a diferença. Quando você vê um filme com alguém que fica olhando para você o tempo todo, não parece que estejam assistindo o filme juntos, parece? Portanto, assim que começar a fazer o joining, em vez de olhar fixamente para o seu filho, olhe fixamente para o que está fazendo. Em vez de olhar para o seu filho a cada dois segundos, deixe-se envolver profundamente pelo que você está fazendo. Lembre-se, você não está tentando provar que pode imitar, está deixando-se envolver na atividade que o seu filho adora. Está construindo uma ligação em torno de um interesse comum – a palavra-chave aqui é ser comum.

2. NÃO SAIR DE CIMA. Vejo muita gente que não sai de cima, fica muito junto da criança quando faz joining. Ficam perto demais da criança e, na verdade, a única coisa que ela quer é espaço para respirar! Quando se junta não tem que ficar colado ao seu filho. Lembre-se de que parte da razão pela qual o seu filho “isma” (fica em isolamento) antes de qualquer outra coisa, é para se isolar de quem quer que esteja em cima dele! Você tem quer dar espaço ao seu filho. Se ele estiver sentado, então, por favor sente-se também, mas não se sente a um centímetro dele. Se o seu filho está de pé ou andando de um lado para o outro, então fique de pé e ande de um lado para o outro, mas não em cima dele.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

A importância do envolvimento da família

ENVOLVIMENTO DA FAMÍLIA

Tanto não Perturbação do Espectro Autista como noutras perturbações, o envolvimento da família é muito importante. Os pais não são apenas aconselhados pelos terapeutas, são co-terapeutas na medida em que participam no processo de delineação dos objectivos da intervenção únicos e específicos para aquela criança.
Estes têm direito de possuir a informação sobre as melhores formas de auxiliarem os seus filhos e de, em conjunto com o terapeuta, perceberem quais são os objectivos mais importantes para a criança. Como tal, devem estar consciencializados que a sua relação com os terapeutas deve ser harmoniosa e de confiança de modo a obterem o melhor para o seu filho.




Estratégias para os pais:

  • Brincar com a criança sem comandar a brincadeira(Jelínková)


  • Os pais devem explicar aos filhos que só as pessoas ignorantes fazem troça dos deficientes(Jelínková)


  • Os pais devem recompensar o filho autista quando faz algo positivo(Jelínková)


  • Os pais não devem forçar o filho a realizar actividades/brincadeiras que ele não gosta ou não consegue fazer, para que este não se sinta um falhado(Jelínková)


  • Os pais devem interagir e incentivar a criança á realização de actividades da vida diária, como ir levar o lixo, colocar a mesa, tomar banho, vestir-se sozinho etc(Jelínková)
  • Os pais devem ser informados de que é normal o seu filho autista não corresponder aos seus sentimentos (Jelínková)

Intervenção precoce muda curso do autismo

 Esse texto foi traduzido do original no Google Tradutor. Algumas partes parecem "truncadas", mas dá para entender.

Jane Holmes se senta no chão e as mãos de 2 anos de idade, Jimmy Harrison um bloco, eo menino adiciona ao topo de uma torre gigante que ele está fazendo, antes de tudo derrubar no chão com um estrondo. Ele grita em aprovação, antes de Holmes lhe entrega mais blocos, um de cada vez, para ele começar em uma torre de novo do zero.
A cena que se desenrolava na casa de Marlborough Rachael Harrison, mãe de Jimmy, parece que o tempo qualquer criança do jogo.
Apenas Jimmy tem autismo, e Holmes é o seu fonoaudiólogo.
Rachael Harrison percebeu que seu filho era diferente quando ele se virou cerca de um ano de idade.
"Ele não estava andando ainda ou fazer sons que você esperaria de 1 ano de idade para fazer", disse ela.
Ela o levou para ver seu pediatra, e depois de uma referência, Jimmy foi diagnosticado com autismo.
Ele foi então encaminhado para serviços de intervenção precoce em ascensão ... para o bebê e família em Keene, a organização para a qual trabalha Holmes. Quando uma criança é identificada como tendo autismo, Rise fornece até 10 horas por semana de um-em-uma intervenção em casa e no cuidado da criança na unidade de Keene. Ascensão é uma das 10 agências estaduais que tem um contrato com o Departamento de Serviços de Desenvolvimento NH para prestar serviços de apoio precoce (até 3 anos) para aqueles com crianças que têm deficiências de desenvolvimento sob os indivíduos federais com Deficiência Lei da Educação.
Os Centros para Controle e Prevenção de Doenças relatou no ano passado que uma em cada 88 crianças vão receber um diagnóstico de transtorno do espectro do autismo, um aumento de 78 por cento nos últimos 10 anos. Eles incluem - mas não estão limitados a - transtorno autista, transtorno invasivo do desenvolvimento e síndrome de Asperger, considerada a forma mais branda de autismo. Perturbações do espectro do autismo são condições neurobiológicas caracterizadas, em graus variados, por dificuldades de interação social, coordenação motora, atenção e comunicação verbal e não-verbal. Eles também são muitas vezes marcadas por problemas comportamentais. Segundo a Autism Speaks, uma organização de defesa, cerca de 40 por cento têm média ou acima da média habilidades intelectuais e cerca de 25 por cento dos indivíduos do espectro são não-verbal, mas pode aprender a se comunicar através de outros meios.

terça-feira, 24 de julho de 2012

RDI - do blog Uma Voz para o Autismo


Reproduzo aqui o post super legal da Marie, do blog "Uma voz para o Autismo", dica da querida Andrea Franco.
bj
 
"Este é um resumo das minhas anotações so Seminário de RDI (Relationship Development Intervention) para Pais que aconteceu em New Jersey em maio de 2008. Foram 4 dias intensos.
Eu não concordo com todas as idéias colocadas no seminário, e nem tenho a intenção de convencer ninguém, Após o seminário nós trabalhamos 1 ano com uma consultora de RDI.

Em primeiro lugar, os profissionais do RDI pedem para que você faça uma reflexão do que é o autismo do seu filho/a e o que pode ser uma condição paralela. Por exemplo, falta de atenção, hiperatividade, disfunção sensorial, problemas gastro-intestinais, tudo isso é, segundo a filosofia do RDI, paralelo ao autismo e não o autismo em si.

Depois eles pedem para você analisar quais as terapias que seu filho/a faz que não tem comprovação de necessidade e a primeira da lista e fono.
Eles explicam que há diferença entre speech delay (atraso na fala) e speech disorder (transtorno da fala).
O atraso da fala seria um atraso somente, mas o seu desenvolvimento aconteceria de forma linear, como uma pessoa de desenvolvimento tipico, só que cronologicamente mais tarde.
Transtorno da fala, seria o desenvolvimento fora de ordem da comunicação. Nem sempre, só porque a criança já fala, ela necessariamente masterizou todas as etapas da comunicação.

É feita a reflexão em todas as terapias paralelas para uma análise de como está sendo usado o tempo da criança, o seu dinheiro e o que é realmente importante ser tratado.

Muitas vezes, nossas crianças tem uma lista enorme de atividades, mas não sabemos de fato o que está sendo tratado, qual é o objetivo a médio e longo prazo, nós pais precisamos saber os objetivos concretos e para o que a criança irá usar esse aprendizado, como esse aprendizado irá dar suporte e impulsionar a criança ao desenvolvimento relacional/social.

Segundo a filosofia do RDI, o autismo está na falha em construir as relações interpessoais porque a pessoa com autismo não desenvolve o básico para reconhecer as enterlinhas das relações interpessoais.


A pesquisa teórica para o modelo RDI e baseada no limiar da vulnerabilidade neurológica que causa falha do desenvolvimento do sistema dinâmico de realinhamento (feedback), confiança, resiliança (seria a capacidade de se recuperar de uma situação inesperada), relacionamento guia - aprendiz.

quarta-feira, 27 de junho de 2012

BRINCANTO PLAY: PRAZER EM APRENDER


BRINCANTO PLAY: PRAZER EM APRENDER
Mariene Martins Maciel* e Argemiro de Paula Garcia Filho*

* AFAGA – Associação de Familiares e Amigos da Gente Autista, Bahia.

RESUMO

Este é um relato do atendimento de 42 pessoas autistas, de idades entre 2 e 38 anos, com o método Brincanto Play. Todas recebiam acompanhamento psiquiátrico e 28 eram medicadas. Onze frequentavam escola regular. Quatro iam a fonoaudióloga; uma, a musicoterapeuta e uma, a terapeuta ocupacional. Foram coletadas informações psicossociais dos participantes e suas famílias através de um roteiro e registradas em um relatório, renovado a cada três meses, de forma a avaliar seu desenvolvimento. O método foi desenvolvido pela família de um jovem autista, ao longo de sua infância e se baseia no conhecimento da personalidade e idiossincrasias de cada pessoa assistida, de forma a usar atividades focalizadas nos seus interesses, desejos, medos e aversões. Ludicidade e musicalidade são instrumentos importantes como formas de desenvolver a socialização e comunicação. No atendimento a pessoas autistas de diversas idades, o método apresentou bons resultados, uma vez que todas apresentaram melhoras importantes na sua capacidade de se expressar, estabilizaram seu humor e passaram a tolerar mudanças de rotina e quebras de expectativa.
Palavras-chave: Autismo, Ludicidade e Educação

sexta-feira, 25 de maio de 2012

O Brincar em Família como Parte do Processo Terapêutico


Enquanto que algumas famílias desenvolvem naturalmente uma forma que permita a integração da criança portadora de condições comprometedoras em sua brincadeira coletiva, outras podem precisar de ajuda para conseguir fazer isso. Os terapeutas ocupacionais podem ajudar as famílias a desenvolverem suas próprias estratégias para integrar a brincadeira na sua vida como um todo, de forma que a necessidades de todos os membros possam ser sanadas. Ao invés de propiciar um tratamento direto, o terapeuta pode sugerir mudanças na atividade da família, a fim de promover a diversão por sua própria finalidade dentro do grupo familiar. Este tipo de intervenção não é direcionada a atingir objetivos específicos para a criança, mas pretende promover o brincar ou o lazer para a criança e a família. As intervenções que os terapeutas ocupacionais podem sugerir encaixam-se em seis principais categorias de interesse: (1) o processo da Brincadeira; (2) as pessoas engajadas na Brincadeira; (3) o ambiente em que a Brincadeira ocorre; (4) os materiais usados na Brincadeira; (5) a natureza imaginária e simbólica da Brincadeira e (6) os aspectos físicos e cognitivos da Brincadeira.

A importância das brincadeiras


Hoje as crianças passam horas a fio em frente da televisão, do computador ou até mesmo dos jogos eletrónicos de mão. Será isso brincar? O sentido das palavras transforma-se ao longo dos anos, e hoje se questionarmos a Joana de 8 anos ela falará dos desenhos animados, daquela boneca específica que é também uma personagem de um filme de animação que viu no cinema. Os avós questionam-se se as crianças de hoje saberão encontrar numa escova de fatos uma boneca que poderão embrulhar num pedaço de tecido e com ela viajar ao seu próprio mundo de fantasia, em que tudo é enriquecido com um pó de magia, em que a realidade é transformada de forma criativa num mundo encantado. Hoje, os espaços encantados são oferecidos e pré-fabricados… apostar num brincar criativo e de qualidade torna-se uma tarefa difícil para os pais que na maratona dos seus dias encontram na prateleira do hipermercado o brinquedo que sabe ‘calar’ por breves momentos o filho. Esse brinquedo pode até ser rotulado de ‘educacional’ mas haverá evidência que o comprove? Muitos deles transformam a criança num jogador passivo a quem se exige apenas o clicar constante de um botão.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Recuprando os marcos do desenvolvimento


Floortime, que é uma maneira sistemática de trabalhar com uma criança e ajudá-la a subir os degraus do desenvolvimento, é o coração da abordagem desenvolvimentista da terapia. Ela leva a criança de volta ao primeiro marco que ela perdeu e começa um novo processo de desenvolvimento. Ao se trabalhar intensivamente com pais e terapeutas, a criança pode subir os degraus dos marcos, um por vez, para começar a adquirir as habilidades que lhe faltava.

A maioria das crianças com necessidades especiais está envolvida com terapeutas e educadores que as estão ajudando a dominar as dificuldades de desenvolvimento. Mas, para subir os degraus do desenvolvimento, uma criança precisa de um trabalho intensivo individual. Mesmo a terapia da fala ou ocupacional não oferece uma prática suficiente. Afinal, uma criança passa 12 ou mais horas acordada e durante esse tempo ela está aprendendo alguma coisa. A questão é: o quê? Ela está aprendendo sobre TV (comunicação unidirecional)? Ela está aprendendo como olhar pela janela ou abrir e fechar repetidamente a porta ou alinhar os brinquedos? Ela está aprendendo o prazer de se envolver com os outros e a satisfação de tomar a iniciativa, fazendo entender os seus desejos e as suas necessidades e obtendo respostas? Ela está aprendendo a ter longos diálogos, primeiro sem palavras e depois com palavras e, por fim, a imaginar e pensar? Floortime cria oportunidades para uma criança aprender esses níveis de desenvolvimento críticos. Ele pode ser implementado tanto como um procedimento e como uma filosofia em casa, na escola, quanto fazer parte das diferentes terapias da criança.

Modelo DIR / Floortime

As perturbações do espectro autista enquadram-se no grupo de perturbações mais severas com que os profissionais de saúde mental infantil têm de lidar.
A gravidade das repercussões no desenvolvimento das crianças, em áreas como a socialização, a comunicação e a aprendizagem, bem como as incertezas relativamente à etiopatogenia, diagnóstico e prognóstico, fazem deste tipo de perturbação uma área de grande estudo, debate e preocupação tanto para os clínicos como para os investigadores (Volkmar & Lord, 1998).

O modelo D.I.R (Modelo baseado no Desenvolvimento, nas Diferenças Individuais e na Relação) é um modelo de intervenção que tem vindo a ser desenvolvido pelo Interdisciplinary Council on Developmental and Learning Disorders, dirigido por Stanley Greenspan e Serena Wieder, nos EUA. É um modelo de avaliação e intervenção que associa a abordagem Floortime com o envolvimento e participação da família, com diferentes especialidades terapêuticas (terapia ocupacional, fonoaudiologia) e a articulação e integração nas estruturas educacionais.

O BRINCAR COMO ATIVIDADE TERAPÊUTICA

Brincar é o principal instrumento de trabalho da terapia ocupacional infantil (TOI). É preciso então entender como ele funciona para que possamos entender melhor seu potencial terapêutico assim como as indicações que ele oferece sobre o desenvolvimento infantil. Definir brincar é um pouco como definir amor: todo o mundo sabe o que é mas não consegue definir. É uma área estudada dentro de diversas disciplinas, tal a sua importância. Existem alguns critérios que definem quais as características que devem estar presentes para que uma atividade seja definida como brincar:


• Auto escolhido

• Motivação intrínsica

• Habilidade para suspender a realidade

• Alto gráu de liberdade associado a ele.

• Envolve mais atenção ao processo que ao produto

• Não existe um modo certo de brincar

• Importa menos o que você faz ao brincar que como o faz

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Programa clínico para o tratamento das perturbações da relação e da comunicação, baseado no Modelo D.I.R.

As perturbações do espectro autista enquadram-se no grupo de perturbações mais severas com que os profissionais de saúde mental infantil têm de lidar.

fonte: http://floortimebrasil.blogspot.com.br/search?updated-min=2012-01-01T00:00:00-08:00&updated-max=2013-01-01T00:00:00-08:00&max-results=10

A gravidade das repercussões no funcionamento das crianças, em áreas como a socialização, a comunicação e a aprendizagem, bem como as incertezas relativamente à etiopatogenia, diagnóstico e prognóstico, fazem deste tipo de perturbação uma área de intenso estudo, debate e preocupação tanto para os clínicos quanto para os investigadores (Volkmar & Lord, 1998). Apesar da vasta literatura e programas de intervenção que têm vindo a ser desenvolvidos, os resultados obtidos na maior parte dos casos têm sido restritos (Harris, 1998).

domingo, 22 de abril de 2012

Pesquisadores estudam o Floortime como terapia eficiente para o tratamento do autismo

Coisas: O Dilema do autismo
 links Externos
 O Conselho Interdisciplinar sobre Milton Desenvolvimento e Aprendizagem da Universidade de DisordersYork & Harris Ethel Research Initiative
 (Nota: CBC não endossa e não é responsável pelo conteúdo dos links externos.)

 Para as crianças com autismo, é um mundo confuso. Tentando se comunicar com essas crianças pode ser uma luta, pois muitas vezes parecem estar trancado dentro de seus próprios mundos impenetráveis.
 Os terapeutas que trabalham com crianças autistas estão constantemente à procura de maneiras de obtê-los a se envolver com outras pessoas.

 Agora, pesquisadores da Universidade de York em Toronto estão a realizar o primeiro estudo de um programa de terapia jogo baseado no que tem tido algum sucesso notável na elaboração de algumas crianças autistas fora de seus mundos solitários e em uma responsabilidade partilhada.
 Neste vídeo, Ioanna a CBC Roumeliotis oferece um olhar se movendo dentro de terapia Floortime ... e como ele é dada uma família de Ontário uma nova esperança para seu filho.

fonte: http://www.cbc.ca/news/health/story/2012/04/06/video-autism-floortime-therapy.html

segunda-feira, 16 de abril de 2012

A importância da ludicidade no aprender da criança

A ludicidade é qualquer atividade que nos dá prazer ao executá-la. Através da ludicidade a criança aprende a conviver, a ganhar e perder, a esperar sua vez, lidar com as frustrações, conhecer e explorar o mundo. Ela facilita a convivência entre a criança e o professor. A ludicidade se processa em torno do grupo como, das necessidades individuais, recrear é educar, pois permite criar a satisfazer o espírito estático do ser humano, oferece ricas possibilidades culturais (BRANDÃO, 2004).
As atividades lúdicas têm um papel fundamental na estruturação do psiquismo da criança, é no ato de brincar que a criança utiliza elementos da fantasia e a realidade e começa a distinguir o real do imaginário. E através da ludicidade que ela desenvolve não só a imaginação, mas também fundamenta afetos, elabora conflitos e ansiedade, explora habilidades e a medida que assume múltiplos papéis, fecunda competência cognitivas e interativas (ANTUNES,2004).

Através da ludicidade a criança vai estruturando e construindo seu mundo interior e exterior. As atividades lúdicas podem ser consideradas como meio pelo qual a criança efetua suas primeiras grandes realizações, que através do prazer, ela expressa a si própria e suas emoções e fantasias (KYRILLOS, 2004).

domingo, 15 de abril de 2012

Dr. Greenspan - Uma Nova Visão sobre o Autismo


Uma Nova Visão sobre o Autismo:
Uma Carta do Dr. Stanley Greenspan
Hoje parece que quase todo mundo conhece um amigo ou um parente que tem uma criança com algum transtorno do desenvolvimento. Não é surpresa, uma vez que as estatísticas atuais colocam uma criança a cada 116 no espectro autista. Essa estatística alarmante alavancou o lançamento recente de uma campanha de dez anos do governo federal para entender e tratar as crianças com transtorno do espectro autista (TEA). Mas se queremos mesmo mudar a perspectiva dessas crianças, precisamos começar a mudar as nossas concepções.

O que se sabia antes em relação ao potencial de crianças com esses transtornos era profundamente pessimista. A abordagem comportamental amplamente utilizada para o tratamento ensina habilidades de rotina com o principal objetivo de mudar comportamentos, e a percepção é de que as dificuldades dessas crianças nas áreas da leitura de estímulos emocionais, da empatia e do pensamento criativo representam limitações permanentes que não podem ser tratadas.

Estratégias para ajudar a criança a construir palavras simbólicas


- Identifique situações do dia a dia que a criança reconheça e goste e mantenha brinquedos disponíveis para poder brincar sobre essas situações.
- Crie situações de faz-de-conta que despertem o interesse da criança.

- Deixe a criança descobrir o que é real e o que é ilusão. Deixe-a tentar vestir a roupa da boneca mesmo que não caiba; vestir-se de pirata e faça de conta que ela é o pirata. Se estiver com sede convide para tomar um chá, sente-se e brinque pretendendo ser uma festinha. Quando ela estiver com fome brinque de cozinhar invente ou crie um banquete real com comida.

Floortime

Floortime, é uma maneira sistemática de trabalhar com uma criança e ajudá-la a subir os degraus do desenvolvimento, é o coração da abordagem desenvolvimentista da terapia. Ela leva a criança de volta ao primeiro marco que ela perdeu e começa um novo processo de desenvolvimento. Ao se trabalhar intensivamente com pais e terapeutas, a criança pode subir os degraus dos marcos, um por vez, para começar a adquirir as habilidades que lhe faltava.

Terapia de Integração Sensorial em crianças com autismo

A maioria de nós inconscientemente aprende a combinar os nossos sentidos (visão, som, cheiro, toque, gosto, equilíbrio, e o corpo no espaço), a fim de dar sentido ào nosso meio. Crianças com autismo têm dificuldade em aprender a fazer isso. Terapia de integração sensorial é uma especialização da terapia ocupacional (TO) que coloca a criança em uma sala especificamente destinada a estimular e desafiar todos os sentidos. Durante a sessão, o terapeuta trabalha em estreita colaboração com a criança para incentivar “movimento” dentro da sala.

O caso de Jacob Artson, 14 anos

Não me surpreende mais porqueJacob Idade Artson 14 "Autismo de baixo funcionamento" Los Angeles, CA

Você provavelmente nunca conheci ninguém como eu. Para a maioria da minha vida, fui tratado como uma pessoa retardada. Eu não posso falar ou escrever, e, portanto, as pessoas assumiram para os primeiros sete anos da minha vida que as minhas capacidades cognitivas deve ser coextensivo com minhas habilidades motoras - isto é, praticamente inexistente. Quando eu tinha sete anos, fonoaudióloga apresentou-me a escrever e minha vida começou de novo. No início, eu me perguntei muitas vezes porque eu tinha que lutar de forma tão intensa para produzir uma comunicação simples que outros tomam para concedido, mesmo sem estar ciente de todas as interações complexas acontecendo em seus cérebros, mas não na minha. Mais tarde comecei a me perguntar se eu tinha cometido algum pecado terrível para o qual eu estava sendo punida por não ser capaz de falar ou mover meu corpo, como todas as crianças ao meu redor.


Tem havido muitos adeptos na minha vida, e alguns detratores também. Na quinta série, minha professora me ensinou uma das lições mais importantes que eu já aprendi. Eu tinha finalmente sido autorizado a voltar em um campus de ensino geral, após dois anos de uma escola não-pública onde eu tinha sido banida após morder o diretor-assistente para o meuescola de origem. Meu professor, felizmente, não sabia nada sobre o meu passado, e assim ela me tratou como uma pessoa capaz de realizar qualquer coisa que ela confiou em mim para fazer. Eu nunca tinha sido confiável para conseguir qualquer coisa antes e eu não queria trair a confiança dela. No final daquele ano, eu ganhei um prêmio para a maioria comportamento melhorado.


Parquinho é um marvailhoso lugar floortime

Floortime!

O parque ou um parque é um lugar maravilhoso ter Floortime com seu filho. Esses ambientes oferecem muitas oportunidades de interação em torno de uma peça favorita de equipamentos no playground, como um slide ou trepa-trepa por exemplo, ou durante uma caminhada em conjunto através de um parque, as interações em torno de interesse do seu filho em flores, pássaros, a casca forma como se sente , etc, ou simplesmente sentado em um banco junto chit-conversando sobre o que a criança está interessado em O ambiente de parque oferece oportunidades naturais para a interação com os pares, facilitado como necessário para as necessidades individuais do seu filho. Tanto o parque e ambientes playground pode proporcionar uma mudança de ritmo para você e seu filho e ser refrescante e divertida para ambos.


O Mundo Sensorial

fonte: http://floortimebrasil.blogspot.com.br/search?updated-max=2011-05-04T20:06:00-07:00&max-results=10&start=41&by-date=false

Reação Sensorial Exagerada

           Crianças que tem reações exageradas respondem às mensagens sensoriais com mais intensidade, velocidade e por mais tempo que as crianças cujas reações são adequadas. A reação exagerada pode acontecer com um dos sentidos ou uma combinação de dois ou mais sentidos.

Sinais de alerta
-              A criança parece agressiva ou impulsiva quando incomodada pela estimulação sensorial;
-              A criança fica irritada, manhosa ou de mal humor quando exposta a algumas estimulações sensoriais.
-              Se a criança se incomoda com:
                       texturas peludas ou muito ásperas (roupa de lã, pelo de animal);
                       barro ou chiclete nas mãos;
                       engatinhando ou caminhando descalça numa almofada com objetos ou sobre a grama;
                       sentir migalhas dentro da boca;
                       cortar as unhas ou o cabelo;
                       cheiro de perfume ou produtos de higiene;
                       várias texturas de comida;
                       ouvir barulho de fundo enquanto se concentra;
                       ruído em restaurante, centro comercial ou ginásio;
                       barulhos altos ou inesperados como as sirenes de emergência ou campanhias da escola;
                       brincar com o equipamento do pátio, como os escorregadores ou gangorras;
                       luzes fortes ou a luz do sol;
                       ficar de cabeça para baixo.