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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Vacinas x Autismo


Do blog

http://maralmeida68.blogspot.com.br/

O Governo dos EUA sempre negou a ligação entre autismo e vacinas. No entanto, o governo americano secretamente recompensou no Juizado Especial da Vacina mais de 83 famílias com crianças autistas, admitindo desta forma a correlação entre autismo vacinas. Aqui está um estudo sobre esta questão.

Por mais de 20 anos, o governo federal negou publicamente uma ligação entre a vacina e o autismo, mas ao mesmo tempo, seu "Programa de Compensação por Lesões Causadas Por Vacinas" (VICP) pagou indenizações por danos de vacinas para crianças com lesão cerebral, convulsão e autismo. Uma nova investigação, com base em dados verificáveis do governo, traz novas informações ao controverso debate sobre a ligação entre as vacinas e o autismo. A investigação revelou que um número substancial de crianças recompensadas por danos da vacina também tinham autismo e que esses casos que já existiam desde 1989, um ano após o VICP ter sido formado.

O Diretor Executivo da SafeMinds, Lyn Redwood, comentou: "Este estudo muda dramaticamente o debate sobre autismo e vacinas. A questão não é mais se é possível que as vacinas causem o autismo? A resposta é clara. Agora, temos de perguntar: Quantos casos de autismo as vacinas causaram e como nós podemos prevenir novos casos?" O governo tem afirmado que "não monitora" a ocorrência de autismo entre aqueles lesados por vacina. O SafeMinds responde que não procurar é a maneira mais fácil de não encontrar coisa alguma. SafeMinds está pedido uma imediata investigação federal nos mecanismos de lesão nestas crianças em um esforço de proteger outras crianças contra futuros danos, e pede também a ação do Congresso para
reformar o VICP.

O estudo peer-reviewed analisou os casos de lesão por vacinas que foram recompensados monetariamente pelo Programa Federal por Danos de Vacinas. O estudo foi publicado duas semanas atrás no jornal acadêmico Pace Environmental Law Review. O estudo investigou aproximadamente 1.300 casos de lesão cerebral infantil como resultado de vacinas em que o Juizado Especial da Vacina deu o ganho de causa para os demandantes, em busca de referências ao autismo, sintomas de autismo ou desordens comumente associadas ao autismo. O estudo mostrou que 21 casos realmente mencionavam "autismo ou os sintomas como os do autismo" nos registros do tribunal. Os pesquisadores então identificaram e contataram as mais de 150 famílias recompensadas pelo tribunal para descobrir se as crianças tinham autismo. Eles foram capazes de encontrar um adicional de 62 casos (superior a 40% de sua amostra) totalizando 83 casos de autismo. Em 39 casos (47%) houve confirmação de autismo, além do próprio reporte dos pais.

O governo federal americano tem chamado o autismo de uma "emergência de saúde nacional", que afeta pelo menos 1 em cada 110 crianças e custa ao país bilhões de dólares a cada ano. Se uma parcela destes casos de autismo são induzidas pelas vacinas e houver evidências de que os funcionários fizeram "vista grossa", isto não pode ser tolerado. A recente tentativa do VICP de recusar mais de 5.000 casos do Omnibus Autism Proceedings é suspeito à luz destas novas descobertas com base em seus próprios registros.
http://www.anovaordemmundial.com/2011/05/vacinas-x-autismo-eua-recompensou.html
Fontes:
* [ESTUDO] Unanswered Questions from the Vaccine Injury Compensation Program: A Review of Compensated Cases of Vaccine-Induced Brain Injury (PDF)
* Vigilant Citizen: Government Secretly Settled 83 Vaccine-Autism Cases in the Last 20 Years
* Pr News Wire: 83 Cases of Autism Associated with Childhood Vaccine Injury Compensated in Federal Vaccine Court
* Safeminds Press-Release

Um pouco sobre desintoxicação das vacinas

Gente,
nas minhas andanças, achei esse texto num blog muito legal.
Ele pode ser lido na íntegra no seguinte endereço

http://autismohomeopatia.blogspot.com.br/2013/01/3a-rodada-de-desintoxicacao-da-triplice.html

"Eu gostaria de ter atualizado o blog antes mas tiramos um mês de férias no nosso querido Brasil e voltei há pouco tempo. Foi ótimo estar perto da familia e tive um apoio maravilhoso de todos. Eu estava mesmo precisando do amor e da tranquilidade de estar num meio social sem olhares e censuras, somente aceitação e ternura. Sofremos muito no ano passado e estou tentando entrar no 2013 com a mesma fé e esperança, e torcendo para maiores progressos aconteçam!

Estamos na 3a. rodada de desintoxicação da triplice viral do sarampo. As reações tem sido minimas. Ás vezes eu percebo que ele está reagindo ao remédio porque de repente tem uma prisão de ventre braba, como teve por 6 dias no fim da primeira rodada. A homeopata disse que ele estava tendo agravações por causa da última dose 10M e me pediu que cortasse o efeito do remédio dando uma colherinha do mesmo remédio diluido em agua a cada hora. E PRONTO, a prisão de ventre resolveu na 4a. colherada! A homeopatia é incrivel.

Estamos no meio da terceira rodada. Ele teve um salto cognitivo importante nestes últimos 2 meses que começaram justamente durante a primeira rodada.
- de repente passou a ter interesse por quebra-cabeças de 2 e 3 peças, está hoje fazendo de 12 peças. Mais do que nada, pelo menos ele gosta de ficar brincando com o quebra-cabeças, o que alivia um pouco os constantes pedidos de DVD quando ele está em casa.
- ele também passou de não ter o menor interesse por jogos de memória, a faze-los facilmente, com varias peças.
- era impossível conseguir um minuto da concentração dele para ler um livro. Hoje em dia, todas as noites eu leio 3 ou 4 livrinhos para ele, que ele mesmo pede. Ele ri com a historia, aponta com o dedinho os personagens.
- a mania de esconder objetos embaixo do sofá e móveis sumiu quase por completo.
- ele estava com uma mania dificil de não aceitar determinadas roupas e cores, estava dificil até para colocar casaco em dias frios. Graças a Deus não temos mais problemas com casacos, luvas ou gorros!
- a noção de perigo - que ele tinha pouca - melhorou. Agora ele nos segue mais com os olhos para ver onde estamos sempre e é mais receoso, e nao sai correndo sem olhar para tras como antes.
- de forma geral ele parece estar mais presente, respondendo cada vez mais ao nome e com contato visual maior. Certamente ainda pode progredir mais, mas esta impressão de que ele está presente é sempre positiva.

O Oliver acabou de cumprir 3 anos de idade. Quais são os nossos desafios ainda?
Muitos. Ele continua sem falar. Ele continua sem mostrar imaginação. Ele sociabiliza pouquissimo (embora na escolinha tenha 1 ou 2 amiguinhos preferidos que ele não empurra pra longe quando se aproximam). É dificil mante-lo sentado na mesa de um restaurante sem uma distração que costuma ser o celular ou um tablet.

Qual é a nossa situação hoje em comparação a um ano atrás?
- Ele antes não ficava na escola mais de 1 hora e meia e chorava ao lado da porta querendo ir embora, hoje em dia vai com tranquilidade e fica lá super bem.
- Ele aceita comer praticamente qualquer coisa, antes era mais seletivo, embora sempre tenha comido bem.
- Ele tinha alguns problemas sensoriais sutis, não gostava de me dar a mão na rua, já teve manias com roupas, e isso tudo passou totalmente.
- Ele era muito mais irritavel, e hiperativo de forma geral, acalmou muito.
- A afeição conosco melhorou 1000%, principalmente comigo. Há um ano atrás eu colocava ele no berço, e quando pedia um beijo de boa noite, ele ficava olhando para o teto como se eu não estivesse ali. Hoje pega no sono todas as noites abraçado comigo na minha cama enquanto eu canto uma musiquinha pra ele.  É mil vezes mais apegado.
- a atenção e concentração dele melhoraram MUITO. Por exemplo, no começo do ano ele assistia 5 segundos do DVD e queria troca-los de forma intermitente. Hoje em dia assiste o filme inteiro (os filmes preferidos) e gosta que eu leia pra ele (os livros preferidos).

Foi tudo isso graças a homeopatia? E´ dificil dizer ao certo o que ajudou mais e no que, mas eu acredito na homeopatia e tenho certeza que contribuiu muito em todo este processo. As intervenções que usamos durante o ano que passou foram:

- homeopatia desde o começo de 2012
- osteopatia mensal desde o começo de 2012
- terapia CEASE propriamente desde maio 2012
- Dieta restritiva tipo SCD e GAPS desde julho de 2012. Nós fizemos uma introdução da dieta muito curta para eu ser capaz de avaliar os beneficios desta dieta. Só posso dizer que nossa dieta hoje é mais restritiva do que SGSC porque além de não comer laticinios  nem comer nada que contenha gluten, ele não come graos como arroz ou quinhoa, nem batata, nenhum doce. O meu filho basicamente come qualquer proteina animal com verduras e legumes (principalmente abobora no lugar de batata), feijão preto (não carioca) e lentilha. Frutas, só banana porque estou tendo dificuldade em encontrar algo pra ele comer no lanche (ou onde colocar o oleo de coco!). Na dieta dele foram introduzidas todas as gorduras saudaveis possiveis, desde banha de porco para fritar ovos, abacate na salada, e oleo de coco na banana. Eu costumo incluir proteina animal no café da manhã (ovos) e no almoço. Procuro dar somente carboidratos (verduras e legumes) na hora do jantar.
- TO+fono uma vez por mes, mas na semana que vem ele vai começar a fazer fono semanalmente
- massagem Qigong - da qual falei em outro post - que fiz com sucesso durante 2 meses e acho uma das intervenções mais bacanas de todas e a que eu pude realmente ver os resultados acontecendo. (E que infelizmente tenho tido dificuldade de fazer).

Os nossos próximos passos agora são fazer exame de sangue, cabelo, urina e de alergias para ter uma referencia de deficiencias minerais e quantidade de metais pesados. Eu inicialmente não pretendo seguir tratamento biomedico e dar mais suplementos do que os que já dou, que incluem  magnesio+zinco, vitamina C, mas somente depois da consulta com o médico serei capaz de dizer se fiquei tentada a tentar algum novo suplemento ou usar algum anti-viral...

NOTA: eu nunca fiz estes exames. Decidi fazer para fins de comparação. Uma mãe que está no grupo CEASE Homeopathy for Autism no Facebook nos contou há pouco tempo que os niveis de mercurio do filho dela eram de 80% e em 2 anos baixaram para 13% sem fazer quelação de metais com produtos quimicos. A criança não fez nenhum outro tratamento (nem dieta) além de terapia CEASE. O menino inclusive perdeu o diagnóstico de autismo há pouco tempo.

Temos uma consulta com um especialista super bem recomendado (Dr. Bob Allen em Windsor) que trabalha com reflexos primitivos mal desenvolvidos, veja explicação AQUI. Ele faz uma avaliação na criança e tenta determinar quais reflexos que deveriam ter sido desenvolvidos dos 3 meses de gestação aos 6 meses de vida não foram, e passa um programa para integrar os reflexos primitivos.  (pelo que sei, ele costuma passar uma massagem feita com um pincel).

No futuro quero tambem ver um terapeuta que trabalhe com Reorganização Neurologica. O terapeuta avalia as necessidades neurologicas da criança e passa uma serie de atividades para serem feitas durante meses que visam completar etapas neurologicas do desenvolvimento que não foram devidamente completas. Eu me interessei por essa terapia depois de ver este video maravilhoso que me enche de inspiração e que espero encha de inspiração a todas as mães sofredoras por ai.

Fonte: http://autismohomeopatia.blogspot.com.br/2013/01/3a-rodada-de-desintoxicacao-da-triplice.html

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Sobre Alergia Cerebral (texto da Sandra Tadini)



Texto da Sandra Tadini em seu perfi no facebook:

"Coloco esta tradução resumida e modificada, a título de ilustração de um tipo de alergia muito pouco considerada em nosso ambiente cultural.
Lembro que a esclerose múltipla é uma alergia a neurônios (baínha de mielina).
Além desta autoimunidade neurológica conhecida popularmente existem outras que indicam o efeito sistêmico da alergia.

Sintomas

Muitos dos sintomas de alergia cerebral são parecidos com problemas  psiquiátricos, sendo diagnosticados como tal. A razão mais provável de serem interpretados assim é que  podem ser aliviados freqüentemente por drogas usadas no tratamento de distúrbios psiquiátricos. Às vezes uma desordem psiquiátrica moderada existe mas é agravada através da  alergia cerebral. Certamente isto deve frustrar psiquiatras e psicólogos que tentam ajudar pessoas com problemas psiquiátricos, quando na realidade são causados por alergia a alimentos, poluição ambiental, intoxicação de chumbo e mercúrio, e outros agentes que causam desequilíbrios químicos no cérebro.   Alergia cerebral moderada pode causar apenas alguns sintomas. Casos graves podem causar sintomas exuberantes. Algumas pessoas que sofrem de alergia cerebral possuem alergia à diversos produtos que acabam produzindo sintomas nas maisvariadas partes do organismo. Quanto mais alergenos e maior a exposição à estes, maior a gravidade dos sintomas.  
Sintomas comuns
  Enxaqueca  moderada ou violenta, inclusive enxaqueca ocasional hemicraniana, que pode durar dias ou semanas, com pequeno ou nenhum alívio com analgésicos. Sonolência, torpor, lentidão, tontura, preguiça, depressão moderada ou severa, apatia, dificuldade de concentração, aparência de embriagado, indiferença. Hiperatividade, comportamento destrutivo ou suicida, hipertonicidade, tensão, inquietação, tremores, ansiedade, sintomas maníacos, inclusive insônia, ilusões de grandeza, nervosismo, impaciência.Esquecimento ou amnésia moderada para nomes, palavras, etc. Cabeça cheia (aumentada), sensação de estar flutuando, ri à toa.Fraqueza,  dores nos músculos e articulações associados à enrijecimento e irritabilidade.  


Causas

Corantes alimentares, especialmente amarelo e vermelho, adicionados aos alimentos industrializados em geral.
Aromatizantes artificiais, Entre eles, o Glutamato  Monossódico que possibilita a preparação culinária  com poucos ingredientes, dando a sensação de encorpar o sabor dos alimentos.
Chocolates, Queijos, Cerejas. Carnes, especialmente a de porco. No entanto,  devido às condições que são criados, outros animais de corte podem apresentar fatores alergênicos significativos.
Produtos injetáveis em animais de corte que retém água durante o transporte para comercialização.
Nitratos e nitritos borrifados em carnes com a intenção de melhorar sua aparência, ficando mais vermelhas ou mais rosadas.
Frutos do mar, principalmente camarão e outros tais como: moluscos, caranguejos e  lagosta.
Trigo e cereais, através do glúten. Principalmente os híbridos como o triticale usado amplamente em panificação e produtos industriais.
Petroquímicos Aromáticos. Inclui a maioria das substâncias derivadas de óleo cru, especialmente aquelas que evaporam depressa como gasolina, querosene, benzeno. Químicos Aromáticos, inclui muitas substâncias químicas que evaporam depressa, como tuenol, MEK (methylethylketone), tricloroetileno.
Resíduos industriais. Muitos poluentes são expelidos para a atmosfera ou lançados em cursos de água. Metais pesados, como chumbo e mercúrio, podem causar sintomas semelhantes à alergia cerebral. Muitos dentistas discordam que o amálgama seja prejudicial. Recentes estudos, indicam que níveis de chumbo e mercúrio considerados seguros anteriormente, são prejudiciais. Qualquer exposição ao mercúrio deveria ser evitada." 

  Fonte:  http://luizmeira.com/cerebral.htm

Impresões da Dra. Geórgea sobre a palestra do Dr. John Hicks, no Autism One 2014

Esse texto foi publicado pela Dra. Geórgea Fonseca, em seu perfil no Facebook, sobre a palestra do Dr.  John Hicks no Autism One 2014

"Quero colocar algumas impressões sobre uma das aulas que mais gostei no AutismOne. A do Dr John Hicks, intitulada: Treatment of ASD: Beginnings and Progress.

Em primeiro lugar porque acho que são passos básicos e importantes para os pais que estão aqui e não têm acesso à muitos tratamentos, poderem ter alguma orientação do que fazer inicialmente.
Depois porque tive uma grata surpresa em ver que o que ele faz tem muito a ver com a minha filosofia: Intervir com suavidade, progressivamente, sem agressões. 


A questão da investigação familiar é muito importante. Vejam, não apenas para se pesquisar se na família há casos de transtornos mentais, mas se há casos de problemas de doenças inflamatórias e auto-imunes. Avaliar o status nutricional da criança: se ela é hipotônica, pálida, se tem o abdome protuso ou outros sinais de nutrição deficiente.


Os problemas fundamentais que devem ser objetivo da intervenção inicial devem ser o tratamento dos problemas gastrointestinais dos pequenos. Portanto: controlar o excessivo crescimento de fungos ( Evite o açúcar e invista no uso de probióticos); facilitar a digestão e absorção dos alimentos; usar uma dieta rica em vitaminas, minerais e proteínas de boa qualidade; abusar do uso de alimentos fermentados; regular os hábitos intestinais com intervenção adequada para diarréia e constipação; testar as sensibilidades alimentares dos pequenos para estarmos cientes de quais alimentos devemos evitar.


Se a criança não tem um bom status nutricional, muitas reações celulares estão prejudicadas. Se ela não digere e absorve bem proteínas terá baixa de aminoácidos essenciais, e eles são importantes para a fabricação de diversas enzimas, inclusive as que agem no cérebro.


30 artigos (em inglês) sobre relação entre autismo e problemas gastrointestinais (da Dra. Geórgea Fonseca)

A dra. Geórgea Fonseca nos brinda, em seu perfil no Facebook, com essa lista de textos sobre autismo e problemas gastrointestinais!

1)Panenteric IBD-like disease in a patient with regressive autism shown for the first time by the wireless capsule enteroscopy: another piece in the jigsaw of this gut-brain syndrome? Am J Gastroenterol. 2005 Apr;100(4):979-81. Balzola F, Barbon V, Repici A, Rizzetto M, Clauser D, Gandione M, Sapino 

2)Gastrointestinal complaints and diagnosis in children: a population-based study. Acta Paediatr. 2004 Jul;93(7):880-6. Kokkonen J, Haapalahti M, Tikkanen S, Karttunen R, Savilahti E. Department of Paediatrics, Oulu University Hospital, Oulu, Finland. jorma.kokkonen@ppshp.fi  


 3)Focal-enhanced gastritis in regressive autism with features distinct from Crohn's and Helicobacter pylori gastritis. Am J Gastroenterol. 2004 Apr;99(4):598-605. Torrente F, Anthony A, Heuschkel RB, Thomson MA, Ashwood P, Murch SH. The Centre for Paediatric Gastroenterology, Department of Histopathology, Royal Free & University College Medical School, London.  

4)Rectal prolapse in autistic children. J Pediatr Surg. 2004 Apr;39(4):643-4. Van Heest R, Jones S, Giacomantonio M. Department of General Surgery, IWK Health Centre, Dalhousie University, Halifax, Nova Scotia, Canada.  

5)Food elimination based on IgG antibodies in irritable bowel syndrome: a randomised controlled trial. Gut. 2004 Oct;53(10):1459-64. Atkinson W, Sheldon TA, Shaath N, Whorwell PJ. Department of Medicine, University Hospital of South Manchester , Manchester M20 2LR , UK .  

 6)Intestinal lymphocyte populations in children with regressive autism: evidence for extensive mucosal immunopathology. J Clin Immunol. 2003 Nov;23(6):504-17. Ashwood P, Anthony A, Pellicer AA, Torrente F, Walker-Smith JA, Wakefield AJ. The Inflammatory Bowel Disease Study Group, and Centre for Paediatric Gastroenterology, Royal Free and University College, Medical School, London, United Kingdom. pashwood@ucdavis.edu  

Tradução da Evellyn Diniz da palestra do Dr. Richard Deth

Gente,

Esse material riquíssimo foi traduzido pela supermãe Evellyn Diniz no seu blog. 

É a palestra do Dr. Richard Deth, no Autism One 2014, que aconteceu semana passada, nos EUA. Obrigada, Evellyn por traduzir esse material para nós! bjo!


Início da palestra:
Stress oxidativo – A natureza tem sua forma de administrar o corpo corretamente para que este não esteja super oxidado ou oxidado “de menos”, por assim dizer. Temos que evitar o excesso ou uma super redução desse processo.

Ele usa o termo REDOX – que é pra representar o meio termo entre estar muito reduzido ou muito oxidado. O objetivo é homeostase – Habilidade de manter o corpo em equilíbrio metabólico perfeito.
Esse equilíbrio acontece quando o stress oxidativo é controlado e encontra-se em estado ideal de equilíbrio.

A chave aqui é a glutathiona. E o que é? Glutathion é o maior antioxidante de todos os tecidos do corpo. Glutathion deve tomar muito nossa atenção no autismo!
Temos que pensar que tem algo de muito errado acontecendo no mundo nos últimos anos – o impacto ambiental, que impacta os níveis de glutathiona.  O aumento e acúmulo desse impacto nas pessoas = Poluição, vacinas, pesticidas, mercúrio, acetaminophen, etc…

Quando pesquisamos nas crianças autistas descobrimos que a glutathion é baixa no sangue. Pelo menos 1/3 menor que o normal de acordo com pesquisas, isso é muito!
 Não só a Glutathiona, mas outros metabólitos relacionados, do grupo metil, por exemplo.
 Isso significa que temos problemas com poucos antioxidantes e isso afeta o processo de metilação. Então = um estado de stress oxidativo alto.

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Autismo já é considerado como medicamente TRATÁVEL

Tratamento Biológico Autismo
Notícia divulgada no Brasil por mim e traduzida pela minha amiga, Ana Muniz, no dia 10/12/08.

Autismo é considerado como medicamente tratável

Em abril de 2008, a Escola Americana de Medicina Genética (ACMG), reconhecida pelo conselho médico AMA, estabeleceu procedimentos de práticas clínicas a serem seguidos por geneticistas clínicos, tanto para determinar a etiologia dos casos de desordens do espectro autista (ASD) como para tratar pacientes com este diagnóstico. Este estudo, “ Desordem do Espectro Autista – associados a biomarcadores para a avaliação do caso do paciente e gestão por geneticistas clínicos “, confirma que atualmente existe uma rotina bem estabelecida, clinicamente disponível, com biomarcadores identificados que auxiliam os geneticistas clínicos a avaliar e tratar indivíduos clinicamente diagnosticado com ASD, e descreve sucintamente alguns biomarcadores reconhecidos. Dependendo da causa da ASD, estes pesquisadores descobriram que “os riscos médicos associados, podem ser identificados, o que pode levar a uma triagem e prevenção em pacientes com potencial morbidade e de outros membros da família.” A COMED Inc., associação sem fins lucrativos e, através de subsídio da Fundação Brenen Hornstein Autismo Research & Education (BHARE), sem fins lucrativos do Instituto de doenças crônicas, Inc. financiou esta pesquisa.

NOTA PESSOAL: Autismo além de já ser tratável, pode ser prevenível e reversível. Com os procedimentos adotados a partir deste estudo, reconhece-se também, sem nenhum alarde, que mercúrio é sim um agente causador de autismo.


As importantes ferramentas clínicas identificadas para avaliação médica e resposta ao tratamento monitorizado incluiu:

1. Biomarcadores de Pofirinas – ajuda a determinar se o mercúrio tóxico está presente e, quando ele for encontrado, monitora as alterações das quantidades de mercúrio, durante as terapias de desintoxicação (leia-se: quelação).
2. Biomarcadores de Transulfatação – ajuda a determinar se a suscetibilidade bioquímica ao mercúrio está presente e, quando ela for encontrada, monitora as respostas do paciente durante a suplementação com terapias nutricionais, tais como: metilcobalamina (a forma metil de vitamina B12), ácido folínico, e piroxidina (vitamina B6).
3. O estresse oxidativo/ biomarcadores de Inflamação - ajuda a determinar se há excesso de subprodutos de vias metabólicas e, quando forem encontrados, monitora os progressos dos pacientes durante a suplementação com anti-inflamatórios, como Aldactone ® (espironolactona).
4. Biomarcadores Hormonais – ajuda a determinar se alterações hormonais estão presentes e, quando forem encontrados, monitora os progressos dos pacientes durante o tratamento indicado com drogas de regulação hormonal tais como Lupron ® (acetato de leuprolide) e Yaz ® (drospirenone / ethynyl estradiol).
5. Biomarcadores de disfunção mitocondrial – ajuda a determinar se houver perturbações nos percursos de produção de energia celular e, quando forem encontrados, monitora os progressos dos pacientes durante a suplementação com drogas como a Carnitor ® (L-carnitina).
6. Biomarcadores Genéticos - ajuda a determinar se há susceptibilidade genética ou fatores causais presentes e, quando forem encontrados, fornece dicas sobre as modificações comportamentais que reduzem o impacto desses fatores genéticos.
Hoje em dia, qualquer pai, médico, ou provedor de saúde pode facilmente contratar os serviços de um geneticista clínico, que segue as orientações praticas da ACMG para avaliar e tratar pacientes diagnosticados com ASD.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Uma única pulverização de oxitocina melhora a função cerebral em crianças com autismo

Uma única dose do hormônio oxitocina , entregues através de spray nasal , foi mostrado para melhorar a atividade cerebral durante o processamento de informações sociais em crianças com transtornos do espectro do autismo, Yale School of Medicine investigadores relatório em um novo estudo publicado no 02 de dezembro questão da Proceedings da Academia Nacional de Ciências .
"Este é o primeiro estudo a avaliar o impacto da ocitocina sobre a função cerebral em crianças com transtornos do espectro do autismo", disse o primeiro autor Ilanit Gordon, um Yale Child Study Center professor assistente adjunto , cujos colegas no estudo incluiu autor sênior Kevin Pelphrey , o Professor Harris no Centro de Estudos da Criança, e diretor do Center for Developmental Neuroscience Translational em Yale.
Gordon, Pelphrey , e seus colegas conduziram um estudo duplo- cego, controlado por placebo de 17 crianças e adolescentes com transtornos do espectro do autismo. Os participantes , com idades entre 8 e 16,5 , receberam aleatoriamente spray de oxitocina ou um spray placebo nasal durante uma tarefa que envolve julgamentos sociais. A oxitocina é naturalmente hormona produzida no cérebro e em todo o corpo ocorrendo .
"Descobrimos que os centros do cérebro associadas com recompensa e reconhecimento emoção responderam mais durante as tarefas sociais , quando as crianças receberam oxitocina em vez do placebo ", disse Gordon. " Oxitocina regiões do cérebro temporariamente normalizados responsáveis ​​pelos déficits sociais observados em crianças com autismo ."
Gordon disse que a ocitocina facilitado sintonia sociais, um processo que faz com que as regiões do cérebro envolvidas no comportamento social e cognição social ativar mais por estímulos sociais (como rostos) e ativar menos por estímulos não- sociais (como carros) .
"Nossos resultados são particularmente importantes tendo em conta a necessidade urgente de tratamentos para combater disfunção social em distúrbios do espectro do autismo ", acrescentou Gordon.
Outros autores no estudo incluem Brent C. Vander Wyk , Randi H. Bennett, Cara Cordeaux Zagoory - Sharon , James F. Leckman e Ruth Feldman .
O estudo foi financiado por uma família de Harris Professorship para Pelphrey ; uma Lee Foundation Postdoctoral Award para Gordon , e uma bolsa da Fundação para Ciência Binacional Feldman, Pelphrey , Gordon, e Leckman .


Fonte: http://news.yale.edu/2013/12/02/single-spray-oxytocin-improves-brain-function-children-autism

Sobre o Syndion

Syndion - Suplemento Vitamínico

Syndion é um antioxidante líquido multivitamínico, e formulação de suplemento mineral desenvolvido pelo Dr. Jim Adams, pesquisador do autismo da Universidade de Arizona. Syndion-SF ™ é um suplemento completo que fornece vitaminas e minerais necessários de forma que é bem absorvida e formas micellular-como esferas que fornecem vitaminas lipossolúveis em um formulário que pode ser facilmente absorvido, mesmo quando há comprometimento do pâncreas, disfunção hepática ou problemas digestivos.
 
• Contém antioxidantes importantes que reduzem o estresse oxidativo no corpo e apoiar o sistema imunitário
• Contém fontes de enxofre que patyways suporte normais transulfuration que contribuem para o status de glutationa.
 
• Contém doses adequadas de vitaminas do complexo B, ácido fólico e ácido folínico , e minerais para apoiar as vias normais de metilação que podem estar envolvidos na modificação de metais pesados, regulação da expressão gênica, regulação da função de proteínas e metabolismo de RNA
 
• Suporta caminhos para a desintoxicação natural que remove as substâncias tóxicas do corpo
 
• forma segura e eficaz aumenta os níveis de nutrientes lipossolúveis e antioxidantes
Instruções de uso: Syndion ™ podem ser tomadas diretamente pela colher ou seringa ou misturado com uma bebida. Os melhores resultados são experientes com abacaxi, abacaxi manga-suco de baga, escuro ou smoothies de frutas.
 

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Pai de três filhos com autismo conta como aprendeu a encarar a vida de forma otimista

“Você tem duas opções: ficar chorando na cama, lamentando uma coisa que não vai mudar ou você ir atrás de informação, de ajuda e profissionais que estejam comprometidos e informados. Eu escolhi a segunda opção”

 
pai_filho_andando (Foto: Shutterstock)
Receber um diagnóstico de autismo para um filho não é fácil para nenhuma família. Além de ter nuances desconhecidas pela ciência, o transtorno exige dedicação intensa dos pais e um investimento extra para que a criança receba os tratamentos adequados. Imagine, então, receber essa notícia três vezes. Foi o que aconteceu com Pedro*, hoje com 34 anos. Seus três filhos, de dois casamentos, têm autismo. Conversamos com ele para saber o que sentiu após receber os diagnósticos e como é a rotina com as crianças. A certeza de que há perspectivas otimistas para os meninos faz com que Pedro continue buscando ajuda e dá uma injeção de ânimo em quem vive situação parecida.

CRESCER: Como foi receber o diagnóstico pela primeira vez e como você lidou com os outros dois?
PEDRO: Eu tinha 22 anos, não era casado, mas tinha uma relação com uma mulher bem mais velha. Nós tivemos dois filhos. Ela era independente e nós não vivíamos juntos. Foi ela quem me procurou e contou que os dois meninos eram especiais [hoje eles têm 8 e 10 anos e moram com a mãe]. Mas na época ela contou que tinha um caso de problema neurológico na família e eu assumi que o problema seria da parte dela. Seguimos com nossas vidas, dando a atenção necessária aos meninos. Porém, há quatro anos eu me casei e logo em seguida tive meu terceiro filho. E há um ano e meio veio o diagnóstico: ele também era autista. Aí realmente o mundo desabou na minha cabeça porque eu percebi que a carga genética era minha.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

12 substâncias ocultas que envenenam o cérebro das crianças

Pesquisa alerta para "epidemia silenciosa" de problemas neurológicos causados por substâncias do cotidiano que "corroem a inteligência e perturbam o comportamento" dos pequenos

Do facebook da Sandra Santos

Neurotoxinas invisíveis

São Paulo – Autismo, déficit de atenção, dislexia, paralisia cerebral...A lista de problemas neurológicos que afetam milhares de crianças em todo o mundo é tão extensa quanto as ameaças ocultas do cotidiano que podem deflagrar essas disfunções.

Estudo publicado nesta semana na revista científica The Lancet Neurology alerta para "epidemia silenciosa" de perturbações neurológicas infantis causadas por substâncias invisíveis presentes em roupas, móveis e brinquedos.

Segundo a pesquisa, feita pela Escola de Saúde Pública de Harvard e a Escola de Medicina Monte Sinai, em Nova York, a lista de químicos que, reconhecidamente, afetam o cérebro dos pequenos duplicou nos últimos sete anos, saltando de seis para doze.

São produtos químicos tóxicos que “silenciosamente corroem a inteligência, perturbam o comportamento, e minam as conquistas futuras das crianças, principalmente nos países mais pobres, que têm pouca regulamentação a respeito dessas substâncias”, avaliam os autores do texto, Philippe Grandjean e Philip J Landrigan.

Eles consideram que mesmo as atuais regulamentações dos químicos são inadequadas para proteger as crianças, cujos cérebros em desenvolvimento são particularmente vulneráveis aos produtos tóxicos presentes no ambiente.

1ª – Chumbo
As principais formas de contaminação pelo chumbo se dão pela ingestão de alimentos ou água contaminados e por inalação de partículas de poeira da substância.
A exposição ao chumbo na infância está associada ao desempenho escolar reduzido e com comportamento deliquente no futuro. Segundo o estudo, não existem níveis seguros de exposição a essa substância.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Forma rara de autismo poderia ser tratada com suplementos alimentares, diz estudo

Um simples suplemento alimentar poderia ajudar a tratar um tipo raro de autismo que está vinculado à epilepsia e, ao que tudo indica, a uma deficiência de aminoácidos, segundo um estudo publicado na revista Science esta semana.

Cerca de 25% das pessoas que sofrem de autismo são também epilépticos, ou seja, possuem um problema nas conexões elétricas cerebrais caracterizado por convulsões cujas causas são em sua maior parte desconhecidas.

Pesquisadores americanos da Universidade da Califórnia em San Diego e de Yale (Connecticut, nordeste dos Estados Unidos) foram capazes de isolar uma mutação genética em alguns pacientes autistas epilépticos que acelera o metabolismo de certos aminoácidos, o que gera uma carência.


Esta descoberta poderia ajudar os médicos a diagnosticar este tipo de autismo mais rapidamente, o que permitiria também começar um tratamento mais cedo.
Segundo os autores deste trabalho seria possível também tratar esta forma de autismo com suplementos alimentares que contêm os chamados aminoácidos ramificados, como mostram experimentos realizados com camundongos geneticamente modificados para ter a mesma mutação genética.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Estudo Animal Liga Comportamentos Autísticos, Bacterias Intestinais Anormais E Intestino "Poroso"


Pesquisadores Melhoraram Comportamentos Autísticos Em Ratos Modelos Com Autismo Alimentando-Os Com Bacteroides Fragilis, Micróbio Que Ocorre Naturalmente No Trato Intestinal Humano Saudável.

Em ratos, infecções ou inflamações durante a gravidez podem produzir filhotes com autismo - comportamentos como evitar contato social, ansiedade e comportamentos repetitivos. Nesse novo estudo, os pesquisadores conseguiram reduzir estes comportamentos alimentando os ratos com bactérias que ocorrem naturalmente no intestino humano saudável. A pesquisa contribui para as evidências crescentes de haver uma conexão intestino-cérebro nos transtornos do espectro do autismo (TEA). Foi publicado hoje na revista Cell.

"Há provavelmente muita coisa ocorrendo fora do cérebro para alguns indivíduos com TEA", comenta Robin Ring, diretor chefe de Ciências da Autism Speaks. "Estudos que melhoram nosso entendimento dessas conexões cérebro-intestino" estão abrindo caminhos para inovações no tratamento para aqueles que querem ou precisam."

A Autism Speaks patrocinou a pesquisa com uma bolsa para a pesquisadora Elaine Hsiao e um prêmio para os pesquisadores sêniores Paul Patterson e Sarkis Mazmanian, todos do Instituto de Tecnologia da California.

sábado, 18 de janeiro de 2014

Os perigos do Glutamato Monossódico no aprendizado dos nossos filhos

Glutamato Monossódico (GMS): É este o assassino que se esconde em nossos armários de cozinha?
 
Dr. Mercola

Um silencioso e difundido assassino que é pior à sua saúde que álcool, nicotina e muitas outras drogas está provavelmente escondido em seu armário de cozinha neste exato momento. [1]. "Ele" é o glutamato monossódico ou GMS (MSG, Monossodium Glutamate do nome original em inglês), um realçador de sabor que é conhecido amplamente como um aditivo na comida chinesa, mas que na verdade é adicionado a milhares de alimentos que você e sua família regularmente comem, especialmente se você é como a maior parte dos norte-americanos e come a maioria de sua comida como alimento processado ou em restaurantes.

Glutamato monossódico é um dos piores aditivos alimentares no mercado e é usado em sopas enlatadas, biscoitos, carnes, saladas, refeições congeladas e muito mais. É encontrado em restaurantes e supermercados locais, na lanchonete da escola das crianças, e incrivelmente, mesmo na comida de bebê e em fórmulas infantis.

O GMS é mais do que somente um tempero como o sal e pimenta, ele realça o sabor dos alimentos, fazendo o gosto de carnes processadas e refeições congeladas ficar melhor e cheirar melhor, as saladas ficarem mais saborosas e comidas enlatadas com gosto menos metálico.

Enquanto os benefícios do GMS à indústria de alimentos está bem clara, este aditivo alimentar pode estar lentamente e silenciosamente fazendo grandes danos para sua saúde.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

A Importância da Mielina no Autismo

Achei esse post neste blog e achei muito legal
 
"Olá, como vos disse na ultima sexta feira no post da sugestão "Alzheimer´s Project" ,este fim de semana foi de pesquisa, para mim. Andei a ler, sobre as semelhanças entre a doença de Alzheimer e o Autismo.
 Os problemas mais óbvios, em comum, são as alterações no hipocampo, com as suas alterações no processamento de memórias, mas, uma coisa em particular chamou-me a atenção, as alterações na Mielina.

A Mielina constituída por 70% lipídios e 30% proteínas, actua como um isolamento elétrico e aumenta a velocidade de propagação do impulso nervoso ao longo do axônio.  
As sinapses são dadas pelo final do axónio de um neurónio, ao dentrito ou corpo celular de outro neurónio. E é assim que as informações passam e quando isso não aconteçe, resulta em perda de funcionamento para as áreas do cérebro.
Se no Autismo existe perda de funcionamento do cérebro, logo, isso pode dever-se a alterações da Mielina, (embora  também exista a hipótese de estar relacionado com as proteínas neuroligina -1 e neuroligina -2, ou outras).
Nas muitas leitutras que fiz, encontrei informações, sobre, como reconstruir a Bainha de Mielina:
  • Evitar açucares e comidas processadas
  • Aumentar o consumo de ómega-3 e ómega-6 comendo peixes gordos pelo menos 2 vezes por semana (  salmão, atum, sardinhas, trutas). Para ter a certeza, de que o seu filho ingere as quantidades suficientes de ómega 3 pode dar-lhe os ómegas em suplementos, a Bruna toma e é algo que está ciêntificamente comprovado que melhora a capacidade intelectual.
  • Ácido oléico é necessário. Azeite, abacate e nozes contêm ácido oleico. 
  • Aumentar a ingestão de vitamina B e D ( produzida, sobretudo, pela ação dos raios ultravioleta B na pele, embora também possa ser obtida em alguns alimentos, principalmente peixes gordos, ou pela suplementação vitamínica.)"

Read more: http://bananinhaazul.blogspot.com/2013/11/a-importancia-da-mielina-no-autismo.html#ixzz2kMcAgRwb

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Estudo relaciona problemas intestinais a autismo

Crianças com autismo têm problemas  gastrointestinal como constipação, diarréia e sensibilidade a alimentos de seis a oito vezes mais do que as crianças que estão desenvolvendo normalmente , e esses sintomas estão relacionados a problemas comportamentais, incluindo retraimento social , irritabilidade e  comportamentos repetitivos, diz um novo estudo realizado por pesquisadores da UC Davis MIND Institute.
Os pesquisadores disseram que a compreensão do impacto dos problemas gastrointestinais em crianças com autismo poderia fornecer uma nova visão sobre o autismo e desenvolver tratamentos mais eficazes e apropriados que podem diminuir as suas dificuldades gastrointestinais e que podem ter o potencial para diminuir seus problemas de comportamento também.O estudo é o mais etnicamente diversa comparando problemas gastrointestinais em crianças com autismo, atraso no desenvolvimento e desenvolvimento típico, e um dos primeiros a examinar a relação entre sintomas gastrointestinais e problemas de comportamento em crianças com autismo, disseram os pesquisadores."Problemas gastrointestinais em crianças com autismo, atrasos de desenvolvimento ou desenvolvimento típico" foi publicado on-line hoje no Jornal do autismo e Developmental Disorders.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Glúten e autismo

Após ler o capítulo do livro “Barriga de Trigo” sobre opiáceos e seus efeitos (em esquizofrênico e autistas) e ver que saiu uma reportagem sobre o mesmo assunto, pesquisei um pouco e criei esse post que espero, ajude algumas pessoas. 

Eu ainda fico surpreso com a capacidade do glúten destruir tudo, e ainda assim as pessoas o comem, e não tem ideia dos efeitos. Encontrei vários artigos na internet sobre esse assunto e vários com citações científicas, um dos melhores foi do Vencer Autismo.  O que é autismo e  como glúten se relaciona com essas pessoas?
trigo
Segundo o Wikipedia (que pegou definições de artigos):
O autismo é uma disfunção global do desenvolvimento. É uma alteração que afeta a capacidade de comunicação do indivíduo, de socialização (estabelecer relacionamentos) e de comportamento (responder apropriadamente ao ambiente — segundo as normas que regulam essas respostas). Esta desordem faz parte de um grupo de síndromes chamado Transtorno do Espectro Autista (TEA) que engloba também a Síndrome de Asperger e o Transtorno Global do Desenvolvimento Sem Outra Especificação. [1]
Algumas crianças, apesar de autistas, apresentam inteligência e fala intactas, outras apresentam sérios problemas no desenvolvimento da linguagem. Alguns parecem fechados e distantes, outros presos a rígidos e restritos padrões de comportamento.  Atualmente já há a possibilidade de detectar a síndrome antes dos dois anos de idade em muitos casos. [2]

O autismo afeta, em média, uma em cada 50 crianças nascidas nos Estados Unidos, segundo o CDC (sigla em inglês para Centro de Controle e Prevenção de Doenças), números de 2013. [3] – no Brasil, porém, ainda não há estatísticas a respeito do TEA [4] . Em 2010, no Dia Mundial de Conscientização do Autismo, 2 de abril, a ONU declarou que, segundo especialistas, acredita-se que a doença atinja cerca de 70 milhões de pessoas em todo o mundo, o aumento dos números de prevalência de autismo levanta uma discussão importante sobre haver ou não uma epidemia da síndrome no planeta, ainda em discussão pela comunidade científica [5] .
Se tiverem interessados na lista de artigos brasileiros sobre autismo, esse artigo aqui faz uma avaliação. É bem decepcionante ver que nós mal pesquisamos sobre o assunto.
Como o glúten afeta o autista?
Quando comemos o trigo (post abrangente do Dr. Souto) liberamos exorfinas (polipeptídeos) que tem a capacidade de penetrar no cérebro e interagir na região do vício, ou seja, é uma droga mesmo que vicia. Não acredita? Desafio você a ficar 1 semana sem trigo, e em mais de 70% dos casos, você sofrerá de sintomas clássicos de crise de abstinência. É uma droga tão forte que se aplicarmos naloxona (uma outra droga que bloqueia o efeitos de drogas opiáceas, também pode estar na forma de naltrexona) as pessoas tem seu apetite reduzido e comem menos, controlando inclusive a compulsão que muitos obesos tem (e eu sou um deles!). É tão impressionante que é um dos remédios queridinhos dos médicos para tratar obesidade.

Christine Zioudrou e seus colaboradores do NIH (National Institutes of Health) afirmam que são essas exorfinas que interagem com o cérebro e são responsáveis pelos aumento dos episódios de alucinações (em esquizofrênicos). Há diversos estudos sobre isso, o capítulo 4 do livro Barriga de Trigo fala bastante sobre isso.
O que me fez escrever o artigo foi a reportagem da Revista “Eu sou mais Eu“, Edição 353 (leia abaixo). Eu vi no Grupo Viva sem Glúten (grupo fantástico) e fiquei pensando: se o trigo pode alterar o comportamento dos autistas, porque as pessoas acham que não alteram o delas? Para mim é fechar os olhos para realidade.
Agradeço a reportagem por me fazer pesquisar um pouco mais sobre esse assunto, e rezo que as mães de autista eliminem o glúten (e provavelmente o leite) da dieta dos seus filhos, e parabenizo a Cláudia Marcelino pela coragem.
======================= ATUALIZAÇÃO ====================
Conversando com Roberta Carla Evangelista, no grupo Dieta Paleo do Facebook, fiquei chocado com situação do autismo no Brasil:
Em 2013 a estimativa dos EUA foi para 1 autista para cada 55 crianças.  Existem em média 600 mil pessoas portadoras do vírus da Aids no Brasil e há cerca de 30 anos, decidiram que o país tinha que saber o que é. E existem em média 2 milhões de autistas no país e quase ninguém tem uma ideia exata do que seja. #Lamentável
Pq a dificuldade no diagnóstico?????? existem apenas cerca de 350 psiquiatras infantis cadastrados no país. Existem 11 estados que sequer possuem um Psiquiatra Infantil. Em Alagoas, por exemplo, é 1 para o Estado inteiro. Meu filho já teve 13 pediatras e 6 deles disse não saber cuidar de uma criança autista. (Oi?? Ele é uma criança, não?)
O que me deixa triste é que com uma estimativa dessas e tão pouco foco, teremos um país de mais autistas sofrendo com pais inexperientes, médicos despreparados e indústrias farmacêuticas enriquecendo com a Droga da Obediência. (Risperidona)
ESSA REALIDADE TEM QUE SER MUDADA. Conheçam a fanpage e o blog dela (Viagem de mãe), e apoiem galera!!
Associações:
Serviço:
AMA (Associação de Amigos do Autista)
Unidade Cambuci e Call Center
Endereço: Rua do Lavapés, 1123 – Cambuci, São Paulo – SP
Telefone: 11 3376-4400
Fax: 11 3376-4403
Unidade Parelheiros
Endereço: Rua Henrique Reimberg, 1015 – Parelheiros, São Paulo – SP
Telefone: 11 5920-8018
Adefa (Associação em Defesa do Autista)
Endereço: Rua Maria Delfina de Freitas Gomes, 144, Pendotiba, Niterói – RJ
Telefone: 21 2617-8994
 

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Protocolo de Quelação AC

Gente, reproduzo aqui o material sobre Queação do maravilhoso blog da Claudia Marcelino

Por Claudia Marcelino.

Temos mais um protocolo de tratamento para o autismo disponível a pouco tempo no Brasil: o protocolo de quelação do Dr. Andrew Cutler. Este não estava disponível por falta de material, como o protocolo da MB 12, mas por falta de conhecimento mesmo, já que o Dr. Cutler não faz parte do movimento DAN! e muito menos da medicina convencional.

Ano passado, entrou no nosso grupo de discussão no yahoo, o Autismo Esperança, uma mãe brasileira a anos radicada nos EUA e que utiliza o protocolo com sucesso em seu filho, a Fani Carvalho.
Fani entrou no grupo com o objetivo de repassar aos pais brasileiros, informação e ajuda que tanto recebeu de outros pais e aqui estou eu girando a roda mais uma vez, repassando à outros.

Toxicidade por mercúrio é comumente encontrada em crianças com atrasos de desenvolvimento, TDAH, autismo, TID-SOE, aspergers, apraxia / dispraxia, transtornos de humor e outros problemas de saúde. Isso é dito ocorrer em pessoas que possuem uma pre-disposição genética a não excretarem bem toxinas (incluindo os metais) do seu corpo. Como vivemos cada vez mais cercados de toxinas (poluição ambiental, vacinas contendo mercúrio e alumínio, etc.) cada vez mais pessoas com essa pre-disposição vem apresentando problemas variados de saúde.

Vejam neste vídeo um experimento feito na Universidade de Calgary documentando o que acontece com os neurônios na presença do mercúrio: eles encolhem, perdem axônios e são incapacitados de fazer sinapses.

Isto descreve o que é visto com os neurônios de autistas, não é?
Mercúrio no cérebro só sai com quelação utilizando o ALA - ácido alfa lipóico: a única substância quelante capaz de atravessar a barreira hemato encefálica.

Os sintomas de intoxicação por mercúrio são idênticos aos sintomas vistos no autismo e para saber se o mercúrio está tendo influência no quadro do seu filho, uma das melhores maneiras, menos invasivas de verificar se há a toxicidade do mercúrio é obter um exame de cabelo feito pelo laboratório Doctor's Data e no Brasil é possível obter este exame através do laboratório Great Plains. 

O exame de cabelo irá ajudá-lo a determinar se há excesso de metais em seu filho e a avaliação da presença de mercúrio é feita pelas regras de contagem do Dr. Cutler. Isto é mais complexo do que ver se no exame a taxa de mercúrio está alta ou baixa. O que determina a intoxicação é que o mercúrio provoca um desarranjo no transporte dos minerais no nosso organismo e isso frequentemente se reflete no mineralograma capilar. Foi a partir da apresentação dos minerais no mineralograma que o Dr. Cutler desenvolveu as chamadas "regras de contagem". É com elas que pode-se determinar com segurança a intoxicação. Isso é descrito em detalhe no livro "Hair Test Interpretation", do Dr. Cutler (http://www.noamalgam.com/hairtestbook.html)"

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Crianças autistas têm menos tipos de bactérias intestinais

Crianças com autismo têm um número significativamente menor de tipos de bactérias intestinais, o que provavelmente os torna mais vulneráveis ​​a bactérias patogênicas, conclui um estudo publicado na revista Plos One '.
A nova pesquisa, realizada por uma equipa liderada por Rosa Krajmalnik-Brown, do Instituto de Biodesign da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, é uma análise abrangente focada em bactérias comensais ou benéfica bacterianas em crianças com transtornos do espectro distúrbios (ASD).
"Uma das razões pelas quais eu comecei a abordar esta questão é o fato de que as crianças autistas têm um monte de problemas gastrointestinais que podem durar para a vida adulta - diz Krajmalnik-Brown -. Estudos têm mostrado que, quando gerimos esses problemas, o seu comportamento melhora dramaticamente. "

   
A flora bacteriana que vivem no intestino humano tornou-se um dos tópicos mais quentes na pesquisa biológica. Envolvido em uma série de atividades importantes, incluindo a digestão, ajustando o peso corporal, a regulação da resposta imune e produção de neurotransmissores que afetam o cérebro eo comportamento, esses jovens trabalhadores são diversas comunidades com centenas de espécies que habitam o intestino, mais benéfico, mas alguns podem ser muito perigoso.