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sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Análise da Nilza Garcia sobre autismo e espiritualidade


Esse artigo trás como intento afastar as más interpretações e desinformações sobre o autismo e  tentar o entender sob a ótica espírita, sob esse prisma é necessário entendermos que   a palavra “autismo” deriva do grego “autos”, que significa :  “voltar-se para sí mesmo”.
O autismo é um distúrbio do  desenvolvimento humano que vem sendo estudado pela ciência há quase seis décadas, o precursor  de seus estudos foi Léo Kanner[1] (1943) o qual pesquisou o  primeiro vários casos e lançou o livro : "Autistic disturbances of affective contact",[2] onde descreveu os casos de onze crianças que tinham em comum : "um isolamento extremo desde o início da vida e um desejo obsessivo pela preservação da mesmice"[i], denominando-as de "autistas"
É bom salientar de que embora só em 1943 tenha se publicado as  pesquisas, ao longo da história  sempre houve crianças autistas, Kanner  começou a interessar-se  nesses casos específicos  quando ingressou na psiquiatria infantil : “ Desde  1938 têm chamado a minha atenção algumas crianças cujas condições diferem de forma marcante e tão específica de qualquer coisa até agora registrada que creio que cada caso merece, e eu espero que eventualmente receba , uma apreciação detalhada de suas fascinantes peculiaridades [...]”.(KANNNER. 1943.p.217)
Alguns podem questionar  de como reconhecemos uma criança autista  em resumo podemos afirmar  que é o autismo é   síndrome[3] definida por alterações presentes desde  idades muito precoces, tipicamente antes dos três anos de idade, e que se caracteriza sempre por desvios qualitativos na comunicação, na interação social e no uso da imaginação. Sob esse prisma Lorna Wing e Judith Gould em seu estudo realizado em 1979[4] caracterizaram estes três desvios, que ao aparecerem juntos caracterizam o autismo, denominam  de “Tríade”. A Tríade é responsável por um padrão de comportamento restrito e repetitivo, mas com condições de inteligência que podem variar do retardo mental a níveis acima da média.
As autoras usaram o termo “espectro autista”[5] para permitir uma definição mais abrangente da perturbação, uma vez que constataram que algumas das crianças observadas não se integravam totalmente na caraterização efetuada por Kanner.
  […] É esta tríade que define o que é comum a todas elas, consistindo em  dificuldades em três áreas do desenvolvimento mas nenhuma dessas áreas,  isoladamente e por si só, se pode assumir como reveladora de “autismo”. É a  tríade, no seu conjunto, que indica se a criança estará, ou não, a seguir um  padrão de desenvolvimento anómalo […]  (Wing & Gould, 1979, p.17)
Em resumo o espectro nos abre um leque enorme de tipos de autistas, sendo o mais severo o autista denominado no CID 10[6]como  “Transtorno Global de Desenvolvimento”   onde é classificado (F84.0) , ou pelo DSM 5. [7]  o qual classifica como leve[8] ou  moderado e severo[9] os : “ Transtornos Invasivos do Desenvolvimento” e  no meio desses espectro destacamos os  que tem a “síndrome de Asperger” a qual diferencia-se do autismo clássico por não comportar nenhum atraso ou retardo global no desenvolvimento cognitivo ou da linguagem do indivíduo.
O termo “Síndrome de Asperger” foi utilizado pela primeira vez por Lorna Wing em 1981 em um jornal médico, que pretendia desta forma homenagear Hans Asperger[10], cujo trabalho não foi reconhecido internacionalmente até a década de 1990. A síndrome foi reconhecida pela primeira vez no DSM, na 4º edição em 1994 (DSM-IV)[11]
Ao contrário dos autistas “clássicos”, que normalmente estão ausentes e desinteressados do mundo que os rodeia, muitos “aspies” (apelido dado aos que sofrem da síndrome) querem ser sociáveis e gostam do contato humano. Têm no entanto dificuldade em perceber sinais não-verbais, incluindo os sentimentos traduzidos em expressões faciais, o que levanta problemas em criar e manter relações com pessoas que não percebem esta dificuldade.
Conforme Bryson e col. em seu estudo conduzido no Canadá em 1988, em cada mil crianças nascidas uma teria autismo; Segundo a mesma fonte, o autismo seria Três vezes mais frequente em pessoas do sexo masculino do sexo feminino, e incide igualmente em famílias de diferentes raças,  credos ou classes sociais. [12]
Muitos cientistas e pesquisadores procuram sua causa, e ainda não chegaram a um denominador comum, hoje com os avanços da neurociência e do conhecimento sobre o genoma humano, tem-se avançado pelo campo das consequências mas não das causas propriamente ditas, a exemplo podemos citar  de que nesse campo de investigação os  pesquisadores convergem na afirmativa de que  o autismo tem sua causa esta na formação do cérebro quando a criança ainda é um feto;   ou seja quando dá-se inicio na formação do cérebro... Ali ocorre algo; uma excentricidade.
Em média, os autistas têm 67% mais neurônios do que as outras crianças no córtex pré-frontal, além disso, a massa do cérebro também mostrou uma grande diferença; segundo os dados obtidos, o cérebro dos autistas é 17,6% mais pesado que a média geral.
Estudos de James Sikela[13]  e colaboradores  através de pesquisas da Universidade  do Colorado,  descobriam  correlação entre um alto numero de copias de um gene numa certa região do DNA humano e o desenvolvimento do cérebro, acarretando autismo e esquizofrenia. Conforme Sikela em uma região instável do genoma 1q21.1 concentra-se um numero alto de cópias de um gene chamado : DUF1220; Essa  variação  do numero de copias do genoma 1q21.1 , no autismo e na esquizofrenia, se encaixa  na ideia de que os indivíduos com essas doenças  são os que  o mecanismo humano permitiu a geração de mais copias do gene DFU1220.
James Watson[14] lança a hipótese de que existe uma correlação entre autismo, esquizofrenia e inteligência, sua hipótese  surgiu depois que sequenciou  o genoma humano, o que levou a descoberta  de que tinha mutações  em genes ligados  ao reparo do DNA  :
BRCA 1 e BRCA2  que atuam corrigindo danos causados  durante a replicação  do DNA.
As correções segundo Watson acabam por exceder ou não atingir  o numero de genes defeituosos.[15]
“Desse modo as pessoas com essas mutações tendem a ter  filhos  especiais”.[16]
Adentrando á ótica espírita, podemos perguntar, por que nasceriam crianças assim, encontraremos entre diversas respostas na codificação a questão 373 do Livro dos espíritos [ii]: P: Qual será o mérito da existência de seres que, como os cretinos e os idiotas, não podendo fazer o bem nem o mal, se acham incapacitados de progredir?
R: “É uma expiação decorrente do abuso que fizeram de certas faculdades. É um estacionamento temporário.” E complementa no item “a” da mesma questão:
“P:  Pode assim o corpo de um idiota conter um Espírito que tenha animado um homem de gênio em precedente existência?”
“ R: Certo. O gênio se torna por vezes um flagelo, quando dele abusa o homem”
Na questão 374 mostra-nos a consciência do espírito:  “P: Na condição de Espírito livre, tem o idiota consciência do seu estado mental?
 R: “Frequentemente tem. Compreende que as cadeias que lhe obstam ao voo são prova e expiação.”
E nos brinda com a 375 item “a” : P:  Então, o desorganizado é sempre o corpo e não o Espírito?”
 R:“Exatamente; mas, convém não perder de vista que, assim como o Espírito atua sobre a matéria, também esta reage sobre ele, dentro de certos limites, e que pode acontecer impressionar-se o Espírito temporariamente com a alteração dos órgãos pelos quais se manifesta e recebe as impressões. Pode mesmo suceder que, com a continuação, durando longo tempo a loucura, a repetição dos mesmos atos acabe por exercer sobre o Espírito uma influência, de que ele não se libertará senão depois de se haver libertado de toda impressão material”
O corpo humano está subordinado às informações ou ordens dos genes, desde que há, em verdade, um “Poder Inteligente” que orienta a formação do DNA e permite repará-lo quando necessário. Logo após a fecundação, a entidade reencarnante, de acordo com sua sintonia evolutiva, grava o seu código cifrado vibratório na matéria, atuando sobre o DNA.
Portanto, todas as transformações físicas, químicas, orgânicas, biológicas, de todas as células são orientadas e dirigidas pelo espírito que preside a tudo, funcionando o corpo como um grande computador biológico.
A doutrina espírita ensina que somos mentores do nosso próprio destino (o acaso não existe). Quando nascemos com alguma deformidade, em verdade a mesma já existia antes em espírito, porque a criamos dentro de nós, em determinada vivência física. Sob esse prisma entendemos que o espírito é responsável por tudo que pensa e faz, subordinado à Lei de Causa e Efeito. Se tivermos algo a expiar, a distonia arquivada, em nosso períspirito, propiciará a escolha compatível ao novo encarne.
Conforme Bezerra de Menezes, o Autismo, assim como também todos os processos de limitações e doenças psíquicas e/ou mentais, é um resgate para espíritos que em suas encarnações passadas tiveram "poder" de influencia, decisão, liderança, ideológico ou coisas assim e que não utilizaram aquele "dom" em um objetivo útil ao próximo, abusando de sua influencia e muitas vezes se aproveitando de tudo o que podia fazer para ganho próprio.
" [...] Espíritos  há  que  buscaram,  na  alienação  mental  através  do  autismo,  fugir  às  suas  vítimas  e  apagar  as  lembranças  que  os  acicatam,  produzindo  um  mundo  interior  agitado  ante  uma  exteriorização  apática,  quase  sem  vida.  O  modelador  biológico imprime, automaticamente, nas delicadas engrenagens do cérebro  e do sistema nervoso, o de que necessita para progredir: asas para  a  liberdade  ou  presídio  para  a  reeducação". (FRANCO.1988 )[iii]
Conforme o psicólogo Adenáuer de Novaes[17] em sua obra “Reencarnação[iv]: processo educativo”, o processo reencarnatório desses espíritos é muito complexo : “Há crianças que rejeitam tão fortemente a encarnação  atual, aos membros de sua família, ao ambiente em que retornaram, que se alheiam da realidade. Experimentam uma  rejeição muito grande à atual encarnação. O espírito prefere  permanecer vinculado ao passado, a algo distante e remoto que,  de alguma forma, lhe recompensa. Esses casos podem levar ao  autismo. [...] ” e complementa de modo sublime : “[...] O mutismo, a indiferença, a ausência quase que completa de emoções, geralmente têm suas raízes em   encarnações anteriores. A aceitação da atual existência seria  fundamental. O trabalho dos pais consiste, em princípio, em reconquistar o filho nessa condição.(NOVAES. Cap. Psicologia e  Reencarnação  P.84/85)
Analisando essas informações, podemos de  aqui destacar a frase do Dr. Jorge Andrea[18] :   “O mundo espiritual aqui e ali tem informado que a condição autista desde o nascimento seria o resultado da revolta do espírito diante a imposição reencarnatória; bem claro que, além disso, estarão presente reações como respostas de uma vida pretérita distoante.”[v]
O autismo até a presente data não tem cura, nos casos mais severos há a necessidade de auxilio psiquiátrico e tratamento com remédios, a doutrina espírita aconselha sempre manter o tratamento com os profissionais especializados, e em paralelo um tratamento a base de fluidoterapia. A água fluidificada é um recurso também dos mais interessantes, já que a própria espiritualidade tem a possibilidade de impregnar a água destinada a ser tomada após o passe, com vibrações adequadas para aquele paciente, como um medicamento que seja apropriado para aquele momento específico e para aquela situação específica do paciente.
“Com o tempo tem havido assimilação vibratória dessas energias benéficas, por mimetismo natural, e os interregnos, sem a  intoxicação  telepática  dos  adversários  desencarnados,  vêm  proporcionando -lhe  a  revitalização  mental,  destruindo as paredes do mundo íntimo para onde, apavorado, fugiu, desde quando a reencarnação o trouxe à infância carnal.”(Bezerra de Menezes – Loucura e Obsessão, cap. 7, pp. 83 e 84).
Os autistas de grau mais leve ou os Aspegers, podem também assistir as palestras, assimilando as informações e educando a alma.
“A criança como ser humano é um ser aberto à mudança, deficiente ou não deficiente, pode modificar-se por efeitos da educação e, ao mudar a sua estrutura de informação, formação e transformação do envolvimento, pode adquirir novas possibilidades e novas capacidades.” ( Vitor da Fonseca. 1995)[vi]



[1] Leo Kanner ( 1894 - 1981) psiquiatra austríaco radicado nos Estados Unidos. Especializou por seu próprio esforço em psiquiatria pediátrica, tendo estudado por seus próprios meios.
[2]  Tradução : "Distúrbios autísticos do contato afetivo", publicado na revista Nervous Children (crianças nervosas)..
[3] Síndrome - s.f. (gr. Syndrome) Conjunto dos sintomas que caracterizam  uma doença.
[4] Lorna Wing e Judith Gould, efetuaram um estudo epidemiológico num bairro Londrino,  onde concluíram que as dificuldades que caraterizam o autismo podem ser relatadas segundo uma  “Tríade de Limitações” (Cumine et al., 2006, p. 9)
[5] Espectro autista, também referido por desordens do espectro autista (DEA, ou ASD em inglês) ou  inda condições do espectro autista (CEA, ou ASC em inglês), é um espectro de condições psicológicas  caracterizado por anormalidades generalizadas de interação social e de comunicação, e por gama de interesses muito restrita e comportamento altamente repetitivo.
[6]  CID = Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde
[7]  DSM= Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais.
[8] Transtorno invasivo do desenvolvimento não-especificado TID ou TEA = Transtorno do Espectro Autista.,  CID 10 = F84.1 Autismo atípico
[9] Autismo Clássico
[10] Hans Asperger  (1906-1980): médico pediatra austríaco formado na Universidade de Viena.
[11] Asperger tinha especial interesse em crianças "fisicamente anormais". Submeteu em 1943, o artigo Die 'Autistischen Psychopathen' im Kindesalter (A psicopatia autista na infância), à revista científica Archiv fur psychiatrie und Nervenkrankheiten, que o publicou no ano seguinte, no seu número 117, páginas 76-136. Seu trabalho baseou-se em estudos que envolveram mais de 400 crianças.
[12] Informações coletadas  no site da ASA -  Autism Society of America  (www.autism-society.org).
[13] James Sikela: Professor Do departamento de bioquímica e genética molecular  da Universidade do Colorado (escola de medicina).
[14] James Dewey Watson: Biólogo molecular e geneticista; Premio Nobel e um dos descobridores da estrutura do DNA.
[15] Watson apresentou sua tese durante o 74º Simpósio de Cold Spring Harbor sobre Biologia Quantitativa, organizado pelo laboratório do qual ele era chanceler.
[16] Reportagem publicada na Folha Online em 03/06/2009 - "Autismo é o preço da inteligência, diz descobridor da estrutura do DNA" disponível em  : http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2009/06/575851-autismo-e-o-pre... (pagina visitada em 07/02/2014)
[17]  Adenáuer  M. F. de Novaes: psicólogo clínico, escritor e orador espírita, fundador e diretor da Fundação Lar Harmonia, na cidade de Salvador.

[18] Jorge Andrea dos Santos, Nascido em 1916, em mais de meio século cruzou o país de Norte a Sul, fazendo palestras  divulgando o espiritismo em seu aspecto cientifico.
Fonte: Amigo Espírita

Fonte:http://www.espiritbook.com.br/profiles/blog/show?id=6387740:BlogPost:1789230&xgs=1&xg_source=msg_share_post

terça-feira, 11 de junho de 2013

O Autismo na visão espírita


Certa vez, um casal aproximou-se ao Chico, o pai sustentando uma criança de ano e meio nos braços, acompanhando por distinto medico espírita de Uberaba. A mãe permaneceu a meia distância, em mutismo total, embora com alguma aflição no semblante. O médico, adiantando-se, explicou o caso ao Chico:
- A criança, desde que nasceu, sofre sucessivas convulsões, tendo que ficar sob o controle de medicamento, permanecendo dormindo a maior parte do tempo, em consequência, mal consegue engatinhar e não fala.
Após dialogarem durante alguns minutos. O Chico perguntou ao nosso confrade a que diagnostico havia chegado.

- Para mim, trata-se de um caso de AUTISMO – respondeu ele.
O Chico disse que o diagnostico lhe parecia bastante acertado, mas que convinha diminuir o anticonvulsivos mesmo que tal medida, a principio, intensificasse os ataques. Explicou, detalhadamente, as contra indicações do medicamento no organismo infantil. Recomendou passes.

- Vamos orar- concluiu.
O casal saiu visivelmente mais confortado, mas, segurando o braço do médico nosso confrade. Chico Explicou a todos que estávamos ali mais próximos:
- “o AUTISMO”, é um caso muito sério, podendo ser considerado uma verdadeira calamidade. Tanto envolve crianças quanto adultos...

E o Chico falou ao médico:
- É preciso que os pais dessa criança conversem muito com ela, principalmente a mãe. É necessário chamar o espírito para o corpo. Se não agirmos assim, muitos espíritos não permaneceram na carne, porque a reencarnação para eles é muito dolorosa. Evidentemente que não conseguimos registrar tudo, mas a essência do assunto é o que está exposto aqui.
O espírito daquela criança sacudia o corpo que convulsionava, na ânsia de libertar-se (desencarnar)...
Sem dúvida, era preciso convencer o Espírito a ficar. Tentar dizer-lhe que a Terra não é cruel assim... Que precisamos trabalhar pela melhoria do homem.

OBSERVAÇÃO DE DIVALDO FRANCO: Precisamos considerar que “somos herdeiros dos próprios atos”. Em cada encarnação adicionamos conquistas ou prejuízos a nossa contabilidade evolutiva e, em determinados momentos, ao contrairmos débitos mais sérios, reencarnamos para ressarci-los sob a injunção dolorosa de fenômenos expiatórios, tais os estados esquizóides e suas manifestações várias. Dentre eles, um dos mais cruéis é o AUTISMO. No fenômeno do autismo estamos diante de um ex-suicida a qual, desejando fugir à responsabilidade dos delitos cometidos, envereda pela porta falsa da autodestruição. Posteriormente, reencarna com o drama na consciência por não ter conseguido libertar-se deles. São, também, os criminosos não justiçados pelas leis humanas ou Espíritos que dissimularam muito bem suas tragédias. Assim, retornam à Terra escondendo-se da consciência nas várias patologias dos fenômenos esquizofrênicos. Os pais devem esperar a criança dormir e conversar com ela. Pois a conversa é captada pelo inconsciente (Espírito). Fale devagar, pausadamente: Estamos contentes por você estar entre nós; Você tem muito que fazer na Terra; você vai ser feliz nesta vida; Nós te amamos muito...

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Entrevista com a Zíbia Gasparetto na Isto é

A senhora dos espíritos

Como Zibia Gasparetto transformou sua mediunidade num império de comunicação, com 41 livros publicados, 16 milhões de exemplares vendidos e presença no rádio, na tevê e na internet

por João Loes

Confira trechos do documentário “A Vida de Zibia Gasparetto”:
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A fila já dava voltas no auditório da livraria de um shopping da zona norte de São Paulo. Eram 20 horas de uma quinta-feira do mês de maio, dia de trânsito complicado na cidade, mas ninguém dava sinal de que arredaria os pés antes de conseguir um autógrafo e uma foto com a estrela da noite, a escritora, médium, líder espiritual e empresária Zibia Gasparetto, 86 anos. Convidada pela rede de lojas, ela havia falado durante 35 minutos para o público e agora atendia, um a um, os cerca de 150 fãs que aguardavam para conhecê-la e ganhar um exemplar assinado do livro “Só o Amor Consegue”, o 41º da carreira da autora, lançado em março e já com 80 mil cópias vendidas. “Qual o seu nome, minha filha?”, perguntava Zibia às moças, grande maioria, que chegavam com a obra na mão, para depois confirmar a grafia do sobrenome e colocar uma singela dedicatória: “Com carinhoso abraço, alegria e luz, Zibia Gasparetto”. Quando o salão esvaziou, perto das 22 horas, seis funcionárias da livraria apareceram, esbaforidas, com suas cópias do romance para garantir o autógrafo. Mesmo cansada e com dor no pulso, fruto de uma tendinite crônica, atendeu sorridente: “Claro, meu bem, pode vir”, disse.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

AUTISMO, NEURÔNIOS - ESPELHO E MARCAS ESPIRITUAIS

Por Carlos Eduardo Sobreira Maciel
 
Estamos há 150 anos buscando uma integração cérebro-mente –espírito e ao analisarmos a história das descobertas e avanços científicos percebemos que ela é permeada por acidentes e coincidências inacreditáveis, o que nos revela que não estamos sós nesta jornada.
No que se refere ao autismo, temos bons exemplos disto: dois homens em lugares distintos, numa mesma época, sem se comunicarem, dão o mesmo nome à doença e 50 anos depois as células doentes do autismo são descobertas acidentalmente...

I – História:

Na década de 40, dois médicos, o psiquiatra americano Leo Kanner e o pediatra austríaco Hans Asperger, descobriram o distúrbio de desenvolvimento que afeta milhares de crianças em todo o mundo. Foi uma descoberta isolada – nenhum dos dois sabia o que o outro pesquisava, e ambos deram o mesmo nome à síndrome: Autismo. Foi considerada uma “coincidência inacreditável”, mas fica claro que houve uma intervenção do plano espiritual ao nos convidar para dar mais atenção àquelas crianças e ampara-las no seu sofrimento.
A palavra autismo vem do grego autos, que significa “de si mesmo”. O nome é perfeito. O traço mais flagrante da doença é o isolamento do mundo exterior, com a conseqüente perda de interação social. Em vez de dedicar-se à exploração do mundo exterior, como acontece normalmente, a criança autista permanece dentro das fronteiras de seu próprio universo pessoal.

II – Conceito, quadro clínico e epidemiologia:

Segundo a OMS, o autismo é um transtorno invasivo do desenvolvimento, definido pela presença de desenvolvimento anormal que se manifesta antes da idade de 3 anos e pelo funcionamento anormal em três áreas: interação social, comunicação e comportamento restrito e repetitivo.
O comprometimento da interação social é observado na falta de empatia, na falta de resposta às emoções de outras pessoas e no retraimento social.
Já o comprometimento da comunicação é percebido na falta de uso social da linguagem, na falta de linguagem não-verbal, na pobreza de expressão verbal e no comprometimento em jogos de imitação.
O autista também apresenta um comportamento restrito e repetitivo, o que pode ser observado através de estereotipias motoras e preocupações estereotipadas com datas, horários e itinerários.
Podem também existir sintomas inespecíficos como fobias, auto-agressão, ataques de birra e distúrbios alimentares.
Há deficiência mental em cerca de ¾ dos casos, embora todos os níveis de Q.I. possam ocorrer em associação com o autismo. Às vezes há capacidade prodigiosa para funções como memorização, cálculo e música.
Segundo recentes publicações da Revista Brasileira de Psiquiatria, publicação da ABP, alguns autores sugerem que o diagnóstico já pode ser estabelecido por volta dos 18 meses de idade. Outras informações epidemiológicas mostram que há de 1a 5 casos em cada 10.000 crianças e que a doença ocorre em meninos 2 a 3 vezes mais do que em meninas.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Muito além dos neurônios - Autismo e Espiritismo

Carlos Eduardo Sobreira Maciel
Muito além dos neurônios foi o título do segundo painel ocorrido no primeiro dia do Medinesp, o congresso internacional da Associação Médico-Espírita do Brasil, realizado de 7 a 9 de junho, no Maksoud Plaza, na capital paulista. Nele, um dos palestrantes, Carlos Eduardo Sobreira Maciel, especialista em Psiquiatria, do corpo clínico do Hospital Espírita André Luiz, de Belo Horizonte (MG), membro do Grupo de Estudo de Espiritismo e Psiquiatria da Associação Médico-Espírita de Minas Gerais (AME-MG) e vice-presidente da entidade, abordou o tema Neurônios-espelho, autismo e marcas espirituais, tratado na entrevista abaixo: Neurônios-espelho, autismo e marcas espirituais Ismael Gobbo Folha Espírita


- A mídia científica está dizendo que as recentes descobertas sobre os neurônios-espelho são um dos achados mais importantes das neurociências nos últimos tempos. Isso é verdade? Carlos Eduardo Sobreira Maciel - De fato, a descoberta dos neurônios-espelho constitui um avanço muito importante no sentido de termos agora alguma resposta mais profunda no tocante à causalidade do autismo. Todavia, como a descoberta diz respeito apenas à causalidade biológica, para a visão médico-espírita ainda é algo muito restrito.

FE - Alguns cientistas até ousam dizer que essas células irão fazer pela Psicologia o que o DNA fez pela Biologia. Por quê?

Maciel - Eu reafirmo o que disse anteriormente, que a descoberta é importante. Acho que ela esclarece muito, em nível celular, sobre a relação entre os indivíduos, porque nos possibilita identificar as emoções, os atos e as intenções alheias, colocando-nos numa relação empática com o outro. Eu acredito que isso pode servir de subsídio para a Psicologia e para muitos estudos, mas considero ainda muito cedo para compará-la com o que hoje se sabe do DNA.

Chico Xavier fala de Autismo


O que iremos narrar, tão fielmente quanto possível, ouvimos num sábado à noite “Grupo Espírita da Prece”, logo após o contato fraterno com os irmãos que residem nas imediações da Mata do Carrinho, o novo local onde as nossas reuniões vespertinas estão sendo realizadas.
Um casal aproximou-se ao Chico, o pai sustentando uma criança de ano e meio nos braços, acompanhando por distinto medico espírita de Uberaba.

A mãe permaneceu a meia distância, em mutismo total, embora com alguma aflição no semblante.
O médico, adiantando-se, explicou o caso ao Chico: a criança, desde que nasceu, sofre sucessivas convulsões, tendo que ficar sob o controle de medicamento, permanecendo dormindo a maior parte do tempo, em consequência, mal consegue engatinhar e não fala.
Após dialogarem durante alguns minutos. O Chico perguntou ao nosso confrade a que diagnostico havia chegado.

- Para mim, trata-se de um caso de autismo – respondeu ele.
O Chico disse que o diagnostico lhe parecia bastante acertado, mas que convinha diminuir o anticonvulsivos mesmo que tal medida, a principio, intensificasse os ataques. Explicou, detalhadamente, as contra indicações do medicamento no organismo infantil. Recomendou passes.
- Vamos orar- concluiu.

Uma abordagem espiritual - Nilton Salvador

Autismo: Abordagem espiritual
 Escrito por: Nilton Salvador
 Ignoram apenas um aspecto, “o de que o ser humano, como espírito imortal, preexiste à atual existência, a qual é conseqüência de atos e pensamentos de muitas encarnações anteriores, nos mistérios dos séculos. Nada mais plausível do que recorrer a conceitos espirituais para a compreensão e a terapia do autismo ou de qualquer outro problema de comportamento”, como ensina Herminio C. Miranda.
O que dizer depois disso, quando ele vê o autista sob a ótica da psicologia espírita e o conflito de uma alma fugindo de si mesma? Afinal, como começam a dizer alguns estudiosos mais arrojados, há vida antes da vida, vida depois da vida e vida entre as vidas.
E alertamos para “que tratem com o devido respeito as minorias. Sem racismo, sem machismo, sexismo ou preconceitos de qualquer natureza. Mesmo porque o preconceito é coisa burra, que se torna ainda mais evidentemente tola quando posta no contexto da realidade espiritual. Somos espíritos imortais, sobreviventes e reencarnantes. Sexo, raça, cor, nacionalidade, posição social não passam de posições transitórias, por mais que durem nossas vidas na carne”.
Conflitos entre mundos diferentes
Descobre-se em pesquisas de diversos autores de notável saber sobre o tema que uma autista vivia numa zona fronteiriça, terra de ninguém entre um território que ela consideraria mais tarde, com melhor nível de lucidez, “meu mundo” e o outro lado, onde ficava “o mundo”, pois eles não se mostram nada interessados em vir ao nosso encontro, já que há na mente do autista nítida distinção – ainda que inconsciente – entre o “meu” mundo e o “dos outros”. Quanto menos contatos com a vida no mundo, melhor. A pessoa que está naquele corpo físico recusa-se a executar qualquer programação que a leve a ser aprisionada pelas rotinas da vida material.
Não se considera na atualidade (há uma polêmica constante) que o autismo é uma desordem biológica. A ciência continua a discutir sua origem. Os especialistas tratam de cada caso dentro de seu ponto de vista cético/científico para expressar suas teorias, pois desde Leo Kanner, o descritor da síndrome em 1943, quase nada mudou para definir o conceito da síndrome.

Como relacionar autismo e espiritualidade?

Como relacionar os dois? O autismo se caracteriza por um grave transtorno do desenvolvimento da personalidade, revelando uma perturbação característica das interações sociais, comunicação e comportamento. De uma maneira geral, a pessoa tem tendência ao isolamento, olhando de forma dispersa, sem responder satisfatoriamente aos chamados e demonstrando desinteresse pelas pessoas. O indivíduo, sem apresentar nenhum sinal físico especial, ostenta prejuízo severo de várias áreas da performance humana, acometendo principalmente as interações interpessoais, da comunicação e do comportamento global. O paciente apresenta um sistema nervoso alterado, sem condições psico-neurológicas apropriadas para um adequado recebimento dos estímulos necessários, afetando seriamente seu desenvolvimento, exibindo incapacidade inata para o relacionamento comum com outras pessoas, como também desordens intensas no desenvolvimento da linguagem.

O comportamento do portador do transtorno autista é caracterizado por atos repetitivos (rotinas e rituais não funcionais, repertório restrito de atividades e interesses) e movimentos estereotipados, bem elaborados e intensos (saltos, balanceio da cabeça ou dos dedos, rodopios e outros). Podem, igualmente, ser observados alguns sintomas comportamentais como a hiperatividade, agressividade, inclusive contra si próprio, impulsividade e agitação psicomotora. Até hoje esse distúrbio, permanente e severamente incapacitante, associado a algum grau de deficiência mental e acometendo mais o sexo masculino, é enigmático para a ciência, sem explicação convincente de sua causa e ausência de tratamento específico. Enquanto os pensadores se debatem em mil argumentos e justificativas, completamente envolvidos nas teias compactas da problemática síndrome, qual a contribuição que pode ser concedida pela ciência do espírito? Einstein, certa feita, disse que "a ciência sem religião é manca, a religião sem a ciência é cega".

O espiritismo se apresenta como uma religião natural, desprovida da presença do absolutismo sacerdotal, sem submissão a rituais e dogmas, apta a dar apoio e controle à ciência, completamente presa às leis da matéria e impossibilitada sozinha de explicar os mais misteriosos fenômenos. Em verdade, a doutrina dos espíritos e a ciência humana se complementam uma pela outra. O excelso codificador do espiritismo, Allan Kardec, enfatizou que as descobertas da ciência glorificam Deus em lugar de diminuí-Lo e elas não destroem senão o que os homens estabeleceram sobre idéias falsas que fizeram Dele ("A Gênese'', pág. 40, FEB). Sabemos, por exemplo, que a ciência dos homens se mantém estática diante do fenômeno da morte, completamente inerte e impotente, enquanto a ciência espírita transcende ao acontecimento, indo mais além, explicando tudo o que ocorre nos domínios do extrafísico, encarando o fenecimento do corpo físico como um acontecimento natural, sabendo que a individualidade espiritual ressurge na verdadeira pátria como um pássaro liberto da prisão.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

USP CONFIRMA EFICÁCIA DO PASSE MAGNÉTICO”


Um estudo desenvolvido recentemente pela USP (Universidade de São Paulo), em conjunto com a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), comprova que a energia liberada pelas mãos tem o poder de curar qualquer tipo de mal estar.

O trabalho foi elaborado devido às técnicas manuais já conhecidas na sociedade, caso do Johrei, utilizada pela Igreja Messiânica do Brasil e ao mesmo tempo semelhante à de religiões como o Espiritismo, que pratica o chamado “passe”.

Todo o processo de desenvolvimento dessa pesquisa nasceu em 2000, como tema de mestrado do pesquisador Ricardo Monezi, na Faculdade de Medicina da USP. Ele teve a iniciativa de investigar quais seriam os possíveis efeitos da prática de imposição das mãos. “Este interesse veio de uma vivência própria, onde o Reiki (técnica) já havia me ajudado, na adolescência, a sair de uma crise de depressão”, afirmou Monezi, que hoje é pesquisador da Unifesp.

Segundo o cientista, durante seu mestrado foi investigado os efeitos da imposição em camundongos, nos quais foi possível observar um notável ganho de potencial das células de defesa contra células que ficam os tumores. “Agora, no meu doutorado que está sendo finalizado na Unifesp, estudamos não apenas os efeitos fisiológicos, mas também os psicológicos”, completou.

A constatação no estudo de que a imposição de mãos libera energia capaz de produzir bem-estar foi possível porque a ciência atual ainda não possui uma precisão exata sobre esse efeitos. “A ciência chama estas energias de ‘energias sutis’, e também considera que o espaço onde elas estão inseridas esteja próximo às frequências eletromagnéticas de baixo nível”, explicou.

As sensações proporcionadas por essas práticas analisadas por Monezi foram a redução da percepção de tensão, do stress e de sintomas relacionados a ansiedade e depressão. “O interessante é que este tipo de imposição oferece a sensação de relaxamento e plenitude. E além de garantir mais energia e disposição”.

Neste estudo do mestrado foram utilizados 60 ratos. Já no doutorado foram avaliados 44 idosos com queixas de stress.

O processo de desenvolvimento para realizar este doutorado foi finalizado no primeiro semestre do ano passado. Mas a Unifesp está prestes a iniciar novas investigações a respeito dos efeitos do Reiki e práticas semelhantes a partir de abril deste ano!

Fonte: http://www.rac.com.br/projetos-rac/correio-escola/107097/2011/11/25...

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Chico Xavier fala sobre autismo

fonte: http://lucianodudu1974.blogspot.com.br/2010/09/chico-xavier-fala-do-autismo.html

“Resumos de palestras pronunciadas pelo médium Chico Xavier, nos cultos de evangelho e assistência, aos sábados, em Uberaba, Minas, sob a inspiração e supervisão de Emmanuel.”

Num sábado de 1981
Baccelli:
A lição que passaremos hoje para o papel, não ocorreu propriamente à sombra do frondoso abacateiro onde, habitualmente, Chico Xavier realiza o culto evangélico, em pleno coração da Natureza.

O que iremos narrar, tão fielmente quanto possível, ouvimos num sábado à noite “Grupo Espírita da Prece”, logo após o contato fraterno com os irmãos que residem nas imediações da Mata do Carrinho, o novo local onde as nossas reuniões vespertinas estão sendo realizadas.
Um casal aproximou-se ao Chico, o pai sustentando uma criança de ano e meio nos braços, acompanhando por distinto medico espírita de Uberaba.

A mãe permaneceu a meia distância, em mutismo total, embora com alguma aflição no semblante.
O médico, adiantando-se, explicou o caso ao Chico: a criança, desde que nasceu, sofre sucessivas convulsões, tendo que ficar sob o controle de medicamento, permanecendo dormindo a maior parte do tempo, em consequência, mal consegue engatinhar e não fala.
Após dialogarem durante alguns minutos. O Chico perguntou ao nosso confrade a que diagnostico havia chegado.

- Para mim, trata-se de um caso de autismo – respondeu ele.
O Chico disse que o diagnostico lhe parecia bastante acertado, mas que convinha diminuir o anticonvulsivos mesmo que tal medida, a principio, intensificasse os ataques. Explicou, detalhadamente, as contra indicações do medicamento no organismo infantil. Recomendou passes.
- Vamos orar- concluiu.

O casal saiu visivelmente mais confortado, mas, segurando o braço do médico nosso confrade. Chico Explicou a todos que estavamos ali mais próximos:
- “o autismo”, é um caso muito sério, podendo ser considerado uma verdadeira calamidade. Tanto envolve crianças quanto adultos... Os médiuns também , por vezes, principalmente os solteiros sofrem desse mal, pois que vivem sintonizados com o mundo espiritual, desinteressando-se da Terra.
“É preciso que alguma coisa nos prenda no mundo, porque, senão, perdemos a vontade de permanecer no corpo...”.

E Chico exemplificou com ele mesmo:
-Vejam bem: o que é que me interessa na Terra? A não ser a tarefa mediúnica, nada mais. Dinheiro, eu só quero o necessário para sobreviver casa, eu não tenho o que fazer com mais de uma... Então, eu procuro me interessar pelos meus gatos e meus cachorros. Quando um adoece ou morre, eu choro muito, porque se eu não me ligar em alguma coisa eu deixo vocês...
Ele ainda considerou que, muitos casos de suicídios têm as suas raízes no “autismo”, porque a pessoa vai perdendo o interesse pela vida. Inconscientemente deseja retornar à Pátria Espiritual, e para se libertar do corpo, que considera uma verdadeira prisão, força as portas de saída...
E o Chico falou ao médico:

- È preciso que os pais dessa criança conversem muito com ela, principalmente a mãe. È necessário chamar o espírito para o corpo. Se não agirmos assim, muitos espíritos não permaneceram na carne, porque a reencarnação para eles é muito dolorosa.
Evidentemente que não conseguimos registrar tudo, mas a essência do assunto é o que está exposto aqui.
E ficamos a meditar na complexidade dos problemas humanos e na sabedoria de Chico Xavier.
Quando ele falava de si, ilustrando a questão do “autismo”, sentimo-lo como um pássaro de luz encarcerado numa gaiola de ferro, renunciando à paz da grande floresta para entoar canções de imortalidade aos que caíram, invigilantes, no visgo do orgulho ou no alçapão da perturbação.
Nesta noite, sem dúvida, compreendemos melhor Chico Xavier e o admiramos ainda mais.
De fato, pensando bem, o que é que pode interessar na Terra, a não ser o trabalho missionário em nome do Senhor, ao Espírito que já não pertence mais à sua faixa evolutiva?
O espírito daquela criança sacudia o corpo que convulsionava, na ânsia de libertar-se...
Sem dúvida, era preciso convencer o Espírito a ficar. Tentar dizer-lhe que a Terra não é cruel assim... Que precisamos trabalhar pela melhoria do homem.


Fonte:
Chico Xavier, à sombra do abacateiro/ Carlos Antonio Baccelli- São Paulo: Instituto Divulgação Editora André Luiz, 1986, pag. 8.
Imagem Google.


Textos sobre autismo e espiritualidade

acabo de ler um livro muito interessante sobre o assunto : Autistas do Além , psicografado por Nelson Moraes , pelo Espírito Eduardo - Editora Petit - ISBN 85-7253-024-x  ,3a edição 1995.

Vou digitar o trecho que me chamou muita atenção, comentado por dois socorristas espirituais desencarnados que estão estudando o socorro a um irmão recem desencarnado  :

página 52

" - Quais são as possibilidades de trazermos Raul novamente à razão ?
- Considerando os recursos de que dispomos em nosso plano, são muitas as possibilidades. O pouco que conheci na Terra a respeito do Autismo, ao qual vim familiarizar-me somente aqui em nosso plano, sei que poucos são os sucessos alcançados entre os encarnados.
- Qual a razão desse insucesso ?
- O Autismo é um estado de alma, é uma posição mental em que se coloca o espírito encarnado ou desencarnado. Não se trata de uma deficiência orgânica, isso tem sido demonstrado nos testes e exames feitos pelos estudiosos do assunto, não se iguala a um excepcional comum, cuja encarnaçãoestá sujeita às limitações de um cérebro lesado ou deficiente. Geralmente o Autista encarnado apresenta-se numa organização física que corresponde à normalidade dos reflexos e sentidos, apenas pela posição mental em que se encontra rejeita usar tais recursos. O insucesso que experimentam os colegas encarnados deve-se à falta do conhecimento das causas que levam um espírito a assumir tal atitude. Enquanto a mente acadêmica não se voltar seriamente às pesquisas no campo do espírito eterno, a fim de remontar às causas legítimas que envolvem a mente humana em problemas diversos, incluindo-se o do Autismo, dificilmente encontrará soluções adequadas. Em nosso plano, porém, o quadro de soluções se altera profundamente, pois dispomos do conhecimento da causa. Basta


Explicação espirita

Desculpe o atraso da resposta, mas ultimamente tenho tido pouco tempo livre para me dedicar ao blog... espero que compreenda.

Para o Espiritismo, especialmente de acordo com Bezerra de Menezes e Joanna de Ângelis, o Autismo, como também todos os processos de limitações e doenças psíquicas ou mentais, é um resgate para espíritos que em suas encarnações passadas tiveram "poder" de influencia, decisão, liderança, ideológico ou coisas assim e que não utilizaram aquele "dom" em um objetivo útil ao próximo, abusando de sua influencia e muitas vezes se aproveitando de tudo o que podia fazer para ganho próprio.

o autismo, em especial, diferente de outras síndromes que possibilitam o convívio social do enfermo, se caracteriza pela criação interna de um mundo mental só daquele espírito - alguns estudiosos espirituais inclusive afirmam que seja para evitar encontrar seus opositores e "proteger" o espírito durante o seu resgate.

domingo, 15 de abril de 2012

Kinesiologia aplicada - Balanceamento Muscular

Balanceamento Muscular® é uma... técnica americana descoberta na Califórnia nos anos de 1960. É bastante simples, não requer equipamentos nem está associada a crenças ou princípios religiosos. Pode ser utilizada por qualquer pessoa, independente da idade ou estado de consciência. Os resultados contribuem tanto para o estado físico quanto para o emocional.

Emoções causam impacto na saúde e bem-estar. Por isso, as sensações negativas conduzem a desequilíbrios dos sistemas estrutural, químico e emocional. Elas são resultado de situações de estresse causadas por dificuldades nos relacionamentos, poluição do ar, acréscimo de toxinas em alimentos e vida sedentária.

Estudos sobre a técnica apontam melhoria na aprendizagem, memória, atenção e concentração, além de auxiliar nas dietas de emagrecimento. Com balanceamento, é possível obter qualidade de vida•, por meio do desbloqueio de dores físicas e da• desativação de tensões emocionais.

O método consiste em detectar e corrigir desarmonias no sistema energético para que a energia vital flua livre e constantemente por todas as partes do corpo.
Técnica de fácil aprendizado, o Balanceamento Muscular® pode ser compreendido tanto por pessoas leigas quanto por profissionais.
As sessões proporcionam grande alívio e sensação de equilíbrio. Então, marque sua consulta e venha conhecer essa relaxante técnica.

Participe dos nossos cursos:
Cursos em Porto Alegre, Canoas/RS, Novo Hamburgo/RS, Florianópolis, São Paulo e Rio de Janeiro.


Informações sobre cursos e atendimentos:
Fones 51 – 99830234 ou 51 – 34665531
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Carlos Lampert Filho
Instrutor Nacional de Balanceamento Muscular® / Kinesiologia aplicada

domingo, 1 de abril de 2012

MENSAGEM DA CRIANÇA (Meimei/psicografafo por Chico Xavier)


Dizes que sou o futuro,
Não me desampares no presente.
Dizes que sou a esperança da paz,
Não me induzas à guerra.
Dizes que sou a promessa do bem,
Não me confies ao mal.
Dizes que sou a luz dos teus olhos,
Não me abandones ás trevas.
Não espero somente o teu pão,
Dá-me luz e entendimento.
Não desejo tão só a festa do teu carinho,
Suplico-te amor com que me eduques.
Não te rogo apenas brinquedos,
Peço-te bons exemplos e boas palavras.
Não sou simples ornamento de teu carinho,
Sou alguém que te bate à porta em nome de Deus.
Ensina-me o trabalho e a humildade, o devotamento e o perdão.
Compadece-te de mim e orienta-me para o que seja bom e justo.
Corrija-me enquanto é tempo, ainda que eu sofra...
Ajude-me hoje para que amanhã eu não te faça chorar.

(Meimei/ Psicografado por Chico Xavier)

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Entrevista com Cristina Maria Carvalho Delou

Cristina Maria Carvalho Delou:

“A inclusão das crianças especiais na sala de aula é o maior desafio”

A educadora carioca fala sobre as crianças especiais e os
desafios da inclusão bem como seus desdobramentos,
à luz da ciência e do Espiritismo


Psicóloga, professora associada da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense e doutora em Educação pela PUC/SP, Cristina Maria Carvalho Delou (foto), nascida e residente no Rio de Janeiro, integra o Grupo Espírita Fabiano, no qual é diretora do Departamento de Evangelização Infanto-Juvenil. De família espírita, tem trabalhos publicados na área profissional, atua na instituição espírita com crianças, jovens e adultos e também em palestras e grupos de estudos.
O Consolador: Por que seu interesse na temática crianças especiais?

Eu sempre quis ser professora e descobri muito cedo que as crianças têm ritmos diferenciados de aprendizagem. Eu comecei a evangelizar no Grupo Espírita André Luiz quando tinha 12 anos, sob a supervisão da minha tia Icléa, professora e responsável pela evangelização infantil na época. Enquanto algumas crianças eram capazes de contar a história do nascimento de Jesus na mesma aula, outras chegavam ao final do ano como se nunca tivessem ouvido falar em Jesus. Eram crianças de 5, 6 anos, ou seja, do Jardim, e isto me marcou profundamente. Quando decidi pela Psicologia, procurei conhecer o que havia de atendimento para crianças com deficiência intelectual (APAE, Pestalozzi, Centro Educacional Deolindo Couto, Clínica das Amendoeiras, entre outras). Formei-me e comecei logo o mestrado em Educação na UERJ. Lá fui convidada pela professora Marsyl a participar de um grupo de pesquisa com alunos superdotados. Fiquei e vejo que esta área é tão cheia de preconceitos como a das crianças com deficiência. Estou nela até hoje.
O Consolador: Além da experiência profissional no trato com esse tema, como o conhecimento espírita contribui para sua atuação nessa área?
O conhecimento espírita é fundamental. A lei de causa e efeito e a reencarnação explicam o que a ciência não consegue ainda explicar. A ciência não tem respostas para justificar as causas das diferenças. Alguns quadros podem ser atribuídos a vírus, como a cegueira por toxoplasmose ou sífilis. Algumas paralisias ficam por conta dos acidentes de parto pra, peri ou posnatal. A surdez por conta de alguma intercorrência durante a gravidez como a rubéola ou ainda pelo uso demasiado de antibiótico na primeira infância. Sabemos que a Síndrome de Down apresenta um cromossomo a mais no par 21 e que o Transtorno de Asperger é um tipo brando de autismo, mas a verdadeira causa a ciência não sabe. No primeiro caso, o acaso ainda é uma explicação aceita. Em relação à inteligência, a ciência ainda não respondeu, também, quais são as causas de tanta diferença entre os seres humanos. Muitos estudos já foram feitos comparando-se irmãos gêmeos criados juntos ou separadamente para avaliar a interferência do meio sobre o desenvolvimento intelectual, mas a rigor todas as explicações dão conta de alguns casos, mas não da totalidade. A neurociência vem avançando em relação aos estudos do cérebro e, quem sabe, avançaremos um pouco mais no conhecimento científico.
O Consolador: Que dizer da realidade nacional e internacional, atualmente, no trato com as crianças especiais?
Atualmente a realidade é muito interessante. Historicamente, as crianças especiais sempre foram excluídas e para alguns elas ficavam bem nas instituições especializadas. A verdade é que elas não se desenvolviam social ou intelectualmente falando. Os seus pares não representavam desafios a vencer. Desde 1990, quando a UNESCO reuniu os países devedores do FMI em Jomtiem, na Tailândia, o Brasil estava lá e assumiu compromisso com a inclusão, mas não cumpriu. Em 1994, na Espanha, nosso País assinou a Declaração de Salamanca e daí em diante não parou mais. Ou seja, se a humanidade não aceita o diferente, a espiritualidade superior, responsável pelo mundo de regeneração, inspira os encarnados a agirem com o "determinismo" necessário a beneficiar os que precisam encarnar para prosseguir no seu processo evolutivo. As crianças especiais são Espíritos encarnados em situação de prova ou expiação, conforme nos ensina O Livro dos Espíritos, pergs. 367-378, ou em missão, como podemos ver em O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. VII, Instrução dos Espíritos, item 13. Elas precisam reencarnar e conviver em sociedade para completarem suas habilidades conosco. O Livro dos Espíritos, perg. 768, fala-nos disso.
O Consolador: Na evolução havida, inclusive do termo - de excepcional para especial -, no trato com essa realidade presente em muitas famílias, qual o item que mais pode ser destacado?
Vou destacar aqui a questão dos termos, pois trata-se de assunto muito importante. Os termos são sempre questionados, mudados, na esperança de contribuir com a diminuição do preconceito. Mas o preconceito é a expressão dos nossos sentimentos de rejeição em relação ao outro. Enquanto for assim, não haverá palavras que resolvam a insatisfação com os termos. Veja: Kardec, professor sempre atualizado, usou os termos médicos em voga até a metade do século XX. Hoje as palavras são expressão de preconceito. A mesma coisa a palavra excepcional, cunhada por dona Helena Antipoff para falar de sua admiração em relação aos talentos das crianças com deficiência intelectual no Brasil pobre de 1930. Contudo, a falta de amor por si mesmo e pelo próximo associada à rejeição das verdades da vida espiritual faz com que os sentimentos de rejeição ainda sejam tão cristalizados na humanidade. Para as famílias isto causa um sofrimento muito grande porque enquanto houver preconceito em relação ao diferente haverá exclusão. E aqui tanto faz ser deficiente ou talentoso – a rejeição expressa o incômodo ou a inveja, ambos expressões de preconceito.
O Consolador: Que dizer da questão da inclusão, especialmente nas salas de aula?
Bem, a inclusão nas salas de aulas é o maior desafio. Escola é direito humano. Aprendemos com os Espíritos que no nosso estágio evolutivo o progresso moral decorre do progresso intelectual, mas nem sempre o segue imediatamente, conforme nos ensina O Livro dos Espíritos, questão 780. Se estamos encarnados e precisamos da escola para as aprendizagens formais que nos auxiliam na construção das funções superiores da cognição, porque a partir daí passamos a ter condições de discernir entre o certo e o errado, evitando retardar mais ainda a nossa evolução, como é que os Espíritos que estão reencarnados em condições especiais poderão desenvolver suas capacidades cognitivas se a resistência à sua presença nas salas de aula é geral?
A inclusão entendida como medida imposta pelo governo federal para a escola tem sido motivo de resistência muito grave. O professor alega que não tem formação para realizar a inclusão, e não tem consciência de que esta resistência é a expressão mais pura do seu preconceito contra o diferente. Matrícula na escola não garante a inclusão. O conceito é novo e significa mudança social para que as crianças especiais possam se desenvolver aos níveis mais elevados da sua real capacidade, tanto os deficientes como os superdotados.
O Consolador: Das orientações espirituais havidas sobre a questão, qual é a mais expressiva em sua opinião?
É a de que muitos desses Espíritos erraram por terem sido mal orientados por seus responsáveis (pais ou professores) ou por terem sofrido desilusões, traições nas relações amorosas. Ou seja, eles erraram porque nós os induzimos ao erro. Hoje, eles reencarnam nossos filhos, alunos, amores, para que nós os ajudemos a reconstruir seus caminhos. É um trabalho de amor, mas que demanda formação específica porque é muito difícil mudar clichês mentais cristalizados no ódio, na alienação mental, ou nos vícios que alimentamos por tempos incontáveis. Muitos desses Espíritos estão reencarnados com grandes possibilidades de aprendizagem. Vejam as pessoas com Síndrome de Down que desejam casar. Se antes eles não sobreviviam para além dos 15, 16 anos de idade, não se alfabetizavam, hoje eles já podem aproveitar a reencarnação para refazer seus vínculos, conseguem aprender com mais aproveitamento. E os que têm Transtorno de Asperger, tão talentosos, que acabam aceitando o fato de que o talento os ajuda a melhorar as condições de vida em sociedade. Em ambos os casos, isto só é possível quando as pessoas trabalham juntas, construtivamente, na ruptura das barreiras sociais, atitudinais etc. Quem construiu barreiras, hoje tem que demoli-las.
O Consolador: Que contribuição a casa espírita pode oferecer para pessoas especiais e suas famílias, considerando-se que ainda não há uma estrutura para tais casos?
A casa espírita pode oferecer consolo para os que ainda estão revoltados e não aceitam seus filhos como são. Podem esclarecer e libertar as almas dos conflitos que carregam pela culpa que o desconhecimento alimenta. Muito frequentemente, as mães sentem-se culpadas, são abandonadas porque tiveram um filho especial. A casa espírita pode apoiá-las, mostrando os mecanismos pedagógicos que a Providência Divina permite para que nós vençamos a nós mesmos. Além disso, as casas espíritas precisam receber as pessoas especiais com cidadania e respeito, adequando os espaços físicos para todos: rampas, portas largas, banheiros adaptados, livros espíritas em Braille, audiolivros, intérpretes da Língua Brasileira de Sinais durante as palestras para que pessoas surdas passem a frequentar nossas reuniões, tecnologia assistiva para os que não falam pelo aparelho fonador, avanço de aprendizagem para as crianças e adolescentes precoces e oportunidade de trabalho no bem para todos. Qualquer um pode fazer o bem na casa espírita e a casa espírita é lugar para se fazer o bem sem exceção. Cada pequeno avanço que a criança ou o jovem especial faça é muito para o seu progresso espiritual. A nossa responsabilidade é a de participar ativamente deste processo.
O Consolador: Nota-se que a temática tem sido pouco abordada no meio espírita. Falta estímulo para ampliar o estudo do tema?
Não, eu acho que falta é consciência mesmo da presença deste assunto em nossas instituições. Tenho realizado alguns seminários para evangelizadores, tendo a participação de lideranças importantes do meio espírita e o que tenho tido de retorno é a perplexidade por não terem registrado tais questões em suas mentes. Além disso, também há o preconceito entre nós que não aceitamos barulho durante as reuniões públicas e crianças especiais que não estão habituadas à casa espírita fazem barulho. Logo, os pais percebem que a criança não é bem-vinda. Temos que superar este velho pensamento de exclusão e trazer os nossos amores para relembrarem as mensagens do Cristo, para conhecerem os ensinos dos Espíritos, para se reconhecerem como filhos de Deus, almas em evolução, com livre-arbítrio, que precisam se perdoar e perdoar a todos com quem ainda têm algum tipo de rusga. Lembremos ainda que muitas crianças e jovens especiais sofrem com os processos obsessivos e a evangelização, o passe, a oração, o culto no lar são terapêuticas essenciais para o socorro necessário.
O Consolador: Por favor, acrescente algum ângulo do tema não indagado aqui e que julga importante ser citado.
Gostaria de lembrar que os Espíritos endividados estão tendo uma oportunidade fantástica de voltarem ao corpo de carne para se reajustarem com a Criação. Embora o avanço das tecnologias da informação e da comunicação permita reconhecer os altos níveis de inteligência de pessoas com graves deficiências físicas, suas encarnações têm sido muito difíceis pelas próprias condições em que elas vivem. É preciso compreender que a tecnologia também foi criada para facilitar a comunicação dessas pessoas. Se para a pessoa com tetraplegia uma cadeira de rodas é fundamental para a autonomia nos deslocamentos, o computador portátil é essencial para a comunicação oral por meio dos sintetizadores de voz. Embora matriculados nas escolas, crianças e jovens especiais, deficientes e talentosos, ainda são invisíveis aos olhos dos professores. É preciso falar mais sobre este assunto de modo que nos conscientizemos da realidade da vida do Espírito. As obras de André Luiz, Emmanuel, Yvonne Pereira, entre outros, trazem exemplos que podem se transformar em estudos de casos para as reuniões públicas e as de evangelização de crianças e jovens, orientando e prevenindo quedas recorrentes.
O Consolador: Suas palavras finais.
Eu gostaria de encerrar dizendo da importância de estudar Kardec e os demais corações que trouxeram ensinamentos coerentes com as obras da Codificação: André Luiz, Emmanuel, Victor Hugo, entre outros que escreveram por meio de médiuns respeitáveis. Reflitamos sobre o que os Espíritos revelaram nas obras já mencionadas para que possamos compreender o nosso papel na vida em sociedade nos tempos atuais. Professores espíritas não podem fazer coro ao materialismo, praticando a exclusão em sala de aula porque não foram formados para as práticas pedagógicas inclusivas. Todos nós estamos em evolução e aperfeiçoamento, logo precisamos despertar. Que tenhamos olhos de ver e ouvidos de ouvir. Que saibamos utilizar a nossa inteligência. Que sejamos agradecidos a Deus pelos talentos que já desenvolvemos e podemos usar para melhorar a qualidade de vida dessas pessoas maravilhosas, que nos ensinam a cada dia a importância de amarmos a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos.

'Um Amor Muito Especial-filhos com Deficiência



Fonte: http://amigoespirita.ning.com/profiles/blogs/um-amor-muito-especial-filhos-com-defici-ncia?xg_source=activity
A expectativa que toma conta do período de gestação da mulher é tão especial e admissível que se justifica a frustração ou a amargura que envolve tantos corações, quando constatam que seus rebentos, ansiosamente aguardados, são portadores de deficiência física ou mental ou a conjugação de ambas.

Compreensíveis a dor e a surpresa que se alojam nas consciências e nas almas paternas, ao começarem a pensar nas limitações e conflitos, agonias e enfermidades que acompanharão os seus filhos, marcados, irremediavelmente, para toda uma existência de dependências e limitações.

Quantos são os pais que, colhidos no amor próprio, fogem da responsabilidade de cooperar com os filhos debilitados?

Quantas são as mães que, transformadas em estátuas de dor ou de revolta, abandonam os filhos à própria sorte, relegando-os aos ventos do destino?

Entretanto, levanta-se um enorme contingente de pais e de mães que, ao identificarem os dramas em que se acham seus filhos inseridos, enchem-se de ternura, de dedicação, vendo nos rebentos, achacados no corpo ou na mente, oportunidades de crescimento e enobrecida luta em prol do futuro feliz para todos.

*

Seu filho com deficiência, não o descreia, é alguém que retorna aos caminhos humanos, após infelizes rotas de desrespeito à ordem geral da vida.

Seus filhos lesados por carências corporais ou psíquicas estão em processo de ressarcimento, havendo deixado para trás, nas avenidas largas do livre-arbítrio, as marcas do uso da exorbitância, da insubmissão ou da crueldade.

Costumeiramente, os indivíduos que se valeram do brilho intelectual ou da sagacidade mental para induzir ao erro, para destruir vidas no mundo, para infelicitar, intrigando e maldizendo, reencarnam com os centros cerebrais lesados, em virtude de se haverem atormentado com suas práticas inferiores, provocando processos de desarranjo nas energias da alma, localizadas na zona da estrutura cerebral.

Não só intelectuais degenerados renascem com limitações psico-cerebrais, tangidos pela Síndrome de Down, mas, também, os que resolveram mergulhar nas valas suicidas, destroçando o cérebro e os seus núcleos importantes, mantendo-se com os fulcros de energias perispirituais sob graves distúrbios que deverão ser recompostos por meio da reencarnação.

Indivíduos que, no passado, se atiraram à insana destruição corporal, arremessando-se de altitudes, ou sob pesados veículos, ou deixando-se afogar no bojo de massa líquida, podem retornar agora na posição de filhos da sua carne, marcados por hemi, para ou tetraplegias, por cegueira, mudez, surdez ou outras dramáticas situações que estão situadas no território das teratologias.

O despotismo implacável pode gerar neuroses ou epilepsias; o domínio cruel de massas indefesas e desprotegidas pode produzir os mesmos efeitos.

Os homicídios cruéis podem acarretar infortunados quadros epilépticos, produzindo sobre a rede psico-nervosa adulterações nas energias circulantes, provocando panes de freqüência variada, de caráter simples ou crônico.

Seus filhos com deficiências podem estar em alguma dessas condições, necessitados da sua compreensão e assistência, para que sejam capazes de superar as próprias deficiências, colocando-se aparelhados de resignação e esforço íntimo para que suplantem-se a si mesmos, rumando para Deus, após atendidos os projetos redentores da Divindade.

Ame seus rebentos problematizados do corpo ou da mente, ou de ambos, cooperando com eles, com muita paciência e com o preito da ternura, para que possam sair vitoriosos da expiação terrena, avançando para mais altos vôos no rumo do nosso Criador.

Forre-se de carinho, de paciência, de tranqüilidade interior, vendo nesses filhos doentes as jóias abençoadas que o Pai confia às suas mãos para que as burile.

Por outro lado, vale considerar que se você os tem nos braços ou sob a sua assistência e seus cuidados, paternais ou maternais, é em razão dos seus envolvimentos e compromissos com eles.

Você poderá tê-los recebido por renúncia e elevado amor de sua parte, mas, pode ser que você esteja diretamente ligado às causas que determinaram os dramas dos seus filhos, cabendo-lhe não alimentar remorsos descabidos, mas, sim, auxiliá-los e impulsioná-los para a própria recomposição, enquanto você, igualmente, avança para o Criador, sofrendo por seu turno o ter que vê-los resgatar, sem outra opção que não seja abraçá-los e se colocarem, você e eles, sob a luz do amor de Deus, resignadamente.



(Mensagem psicografada pelo médium J. Raul Teixeira, inserta no livro "Nossas Riquezas Maiores")           

Filhos especiais e espiritismo

Fonte: CVDEE

1 - Como agir perante os filhos especiais? Sao criancas que precisam ser amadas da mesma forma ou mais que as "normais", nunca esquecer que nao vivemos uma unica existencia, e por misericordia divina possamos estar apenas respondendo por algum erro ou passando por alguma prova nos ou o nosso filho...

2 - Estamos preparados para receber um filho em condição especial em nosso lar? Vou responder essa por mim, tirando base por mim, NAO. Nao estou preparada.. Mas quando e se vier, sera bem vindo(a).

3 - O que o estudo da Doutrina Espírita pode ajudar a família nesta situação? Com tdo que aprendemos de amor ao proximo, de reencarnacao, de saldar nossas dividas do preterito, enfim.., nos consolando e nos intruindo..

Jociane

---

Bem, meu nome é Janete, sou professora, tenho 48 anos e acabei de terminar a

Faculdade de Pedagogia e atualmente etou fazendo uma pós-graduação em

Educação Especial, com estudos diretamente relacionados com o contexto

escolar e familiar das pessoas com necessidades especiais. O que se percebe,

é que a família, ao receber a notícia de que seu filho não será aquele filho

idealizado, pensado, imaginado, num primeiro momento, entra em choque. Num

segundo momento, acontece a rejeição, a não aceitação da realidade imposta

pela vida, mas num terceiro momento, felizmente, a maioria dos pais cai na

real e recebe o filho com amor, mas ainda corre atrás da medicina para

tentar "normalizar a deficiência do filho", pois ainda não se conscientizou

de que seu filho é diferente e sempre o será. E é essa "diferença", que

deve ser aceita, nunca deixando de procurar todos os meios disponíveis para

que esse ser tenha um desenvolvimento de acordo com suas potencialidades, e

a luta constante deve ser esta; proporcionar a melhor qualidade de vida

possível para seu filho conviver no meio social. Mas , infelizmente, quantas

famílias não dispões de condições financeiras para procurar ajuda

profissional...e a realidade mais triste, que é muito comum: quantos

casamentos são desfeitos en função da problemática dos filhos com

necessidades especiais....e, geralmente, quem abandona o barco é o pai, pois

não aguenta tal situação. A mãe, pois Deus é infinitamente sábio e bondoso,

dificilmente abandona seu filho e o ama incondicionalmente e luta por ele

com todas as suas forças. O ideal, seria qua a família permanecesse unida,

um dando forças ao outro para a superação do problema, proporcionando dessa

forma, um lar com muito amor, harmonia , compreensão, para que o filho se

sentisse amado, seguro, amparado e aceito....mas nem todo as pessoas têm

essa condição de entendimento. Mas sabemos, que nada é por acaso, é que

esse ser que veio, por intermédio da força divina , fazer parte dessa

família, está aqui para resgatar e ser resgatado...e a família, é a parte

mais importante deste processo, que não deixa de ser doloroso, mas são

compromissos que devem ser cumpridos, que existem pela força da lei da ação

e reação, portanto, devemos rceber esse ser com o maior amor do mundo no

seio de nossos lares. Mas nem sempre é assim, a realidade, muitas vezes é

cruel...Esse é um tema que exige muita reflexão...não só por parte da

família, mas por parte da sociedade como um todo, pois o ser especial também

é um filho de Deus e um cidadão. Espero poder ter contribuido com algum

esclarecimento à todos...muita luz e muita paz!

Janete

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Meu nome é Paulo e moro em Manaus/Am... trabalho em uma plana de processamento em uma unidade da PETROBRAS que plena selva amazônica: sou assim um privilegiado. Bem não é para isso qie estou escrevendo...










Não sei se esta dentro do assunto, mas tive agora uma filha de certa forma especial – qual é o filho que não especial!!!!.










Ela tem seis meses, é linda e chama atenção de muita gente... Porém, é muito chorona... Chora por nada e em situações que ninguém espera... as vezes esta queitinha ou brincando e por nada começa a chorar e até a berrar... As vezes tem reações que percebemos refletir que ela esta com raiva, irada... etc.










Eu sou espírita mais minha esposa não, embora eu acho que ela é médium, pois tem muitas percepções e sensações.










Temos uma vizinha que é muito amiga dela e também é espírita... Depois de conversa minha e da vizinha ela concordou levar nossa filha para tomar uns passes em um centro espírita... Lá nos recomendaram um tratamento que consistiu em levá-la para tomar passes durante quatro domingos e esta faze terminou ontem. Após o segundo domingo do tratamento recebemos uma informação do centro espírita.










Minha filha e a mãe têm débitos de vidas passadas e minha filha veio para um resgate. Recomendarem que minha companheira ore por ela e peça perdão todos os dias à noite após nossa filha dormir. Não sei o que vem pela frente, mas sei que temos de nos preparar pois um jornada de lutas esta para chegar.
















Minha companheira tem uma idéia de que se batizar nossa filha ela vai melhorar... Eu demonstro que mesmo sendo espírita não sou contra batiza-la na igreja católica, pois no futura nossas pequeninas é tomarão a decisão da religião a seguir, mas deixo claro que no meu ponto de voista o fato de batizar não vai melhorar muita coisa... talvez nada...
















A gravidez de nossa filha não foi programada, na verdade foi um acidente e no início minha companheira teve certa rejeição, porém logo depois aceitou e hoje ama muito e cuida de nossa filha. Ela é uma pessoa muito impaciente, porém com nossa filha vejo que ela consegue tem muita paciência. Talvez até pudesse ter mais, porém sinto que ela se esforça ao máximo.










Nos dois somos ex-separados e temos uma outra filha de 4 anos vinda do primeiro casamento de minha companheira. O pai dele mora aqui em Manaus e de certa forma é presente. Embora algumas vezes use a filha para atingir minha companheira.










Não sei se estas informações ajudam em alguma coisa, mas tenho muita consciência de que vamos ter de proporcionar muito amor para nossa filha, sem esquecer da mais velha, até para que ela não pense que não dou amor para ela por que ela não é legítima... sei que tenho uma jornada muito especial pela frente e sei que devo buscar amor por todos os lados.







Bem resumindo, tremos de dar muito amor para estes dois espíritos cuja orientação esta sob nossa responsabilidade.

Boa semana e paz para todos.

Paulo

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Paulo, me comovi com sua história e acredito que você reencarnou com a missão então de nir esses dois espíritos com problemas. O primeiro e mais imporatante passou já foi dado, você analisou e tomou conciência da sitação.

Que Deus esteja sempre presente em sua vida, que os espíritos protetores o ampare, e que através de muita prece e boas atitudes você sej um espírito forte para passar por essa provação.




um abraço

érika

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1 - Como agir perante os filhos especiais?

R. Filhos sempre são especiais , devemos agir com AMOR, AMOR, AMOR E MAIS AMOR , SEMPRE.




2 - Estamos preparados para receber um filho em condição especial em nosso lar?

R. Estamos sempre preparados para receber filhos perfeitos, aliás estamos sempre cobrando filhos perfeitos não é ? Quando as nossas expectativas são frustradas diante da possibilidade de nossos amores não serem tão "perfeitos" assim, sentimos que nos tiram o chão, mas onde fica o nosso "amor"? Esquecemos que a verdadeira perfeição reside na moral , e para ser moral não é preciso de intelectualidade,nem de perfeição física mas de comprometimento espiritual de todos nós com os designios divinos. Então o que é ser "Especial" ?







3 - O que o estudo da Doutrina Espírita pode ajudar a família nesta situação?

Na aceitação,na orientação para o comprometimento moral e a condução da relação fraterno-familiar para a consciencia da possibilidade de resgate de débitos anteriores pelo amor.




Abraços e muita luz




Paty Bolonha

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Meu nome é Mila, e sou mãe de 2 filhos lindos. Como toda mãe,

os considero muito especiais, mas meu caçula de 6 anos é autista.

Vou dar a minha contribuição, procurando ser breve e respondendo

as questões do estudo.

Sempre tive muita simpatia e era frequentadora ocasional de uma

casa espírita. Moramos no município de São Gonçalo -RJ. MEU MARIDO,

PORÉM NUNCA FOI COMIGO .ACREDITAVA EM DEUS MAS NÃO TINHAMOS NENHUMA

RELIGIÃO. CASAMOS NA IGREJA CATÓLICA, BATIZAMOS NOSSOS FILHOS E COM O

TEMPO FOMOS NOTANDO QUE O DESENVOLVIMENTO DO DAVI ERA DIFERENTE, ELE

NÃO FALAVA E POR VEZES ERA MUITO TEIMOSO, NÃO ENTENDIA ORDENS SIMPLES

E AS VEZES PARECIA NÃO OUVIR. POR SER DA ÁREA DA EDUCAÇÃO, FICOU

MAIS FÁCIL DE PERCEBER AS DIFERENÇAS E PARTIR PARA MÉDICOS,

AVALIAÇÕES, ETC...

Este é o momento que a gente se descompensa. Qdo um médico

desses "feras", nos falou que nosso filho era autista, disse meio que

na "bucha", sequer nos explicou como eram esses transtornos do

desenvolvimento. Foi a 1º vez que senti verdadeiramente o sentido da

frase "sentir o chão se abrir". Saímos do consultório muito

abalados, choramos muito em casa. E aí a gente começa uma luta, vai

em outros médicos, e qdo. conseguí me equilibrar, retornei a casa

espírita que conhecia há mais de 7 anos, mas que nunca coloquei como

prioridade em minha vida.

´Cheguei lá e as lágrimas não paravam. Os irmãos tiveram uma

acolhida maravilhosa, fui para o atendimento fraterno e depois o

acompanhei na evangelização. Meu filho tinha 3 anos, só balbuciava.

E em pouco tempo depois, consegui levar o meu marido. Meu filho

mais velho tb na evangelização. Aí foram só as coisas melhorando;

Davi estava no passe especial, evangelização, eu e meu marido

entramos num grupo de estudo e no 1º ano que estávamos na casa

espírita, a diferença foi muito grande. Davi começou a falar. E como

fala !

Resumindo, hoje meu marido e eu somos tarefeiros da casa. Ele é

passista e faz de um tudo na casa, e eu estou na evangelização.

NÃO TEMOS DÚVIDA QUE O DAVI FOI O GRANDE RESPONSÁVEL PELA

ELEVAÇÃO ESPIRITUAL DA NOSSA FAMÍLIA.QUANTAS COISAS MELHORARAM...

COMO CRESCEMOS ENQTO PESSOAS.

SEM CONTAR QUE A DOUTRINA EXPLICA TUDO. NO CASO DO AUTISMO

ENTÃO NEM SE FALA. AÍ É QUE VAMOS ENTENDER PORQUE RECEBEMOS UMA

CRIANÇA ASSIM, E PORQUE ELA ESTÁ ASSIM.

QUEREM SABER MAIS SOBRE O AUTISMO NUMA ABORDAGEM ESPÍRITA ?

LEIAM "AUTISMO UMA LEITURA ESPIRITUAL DE HERMÍNIO C. MIRANDA (ED.

LACHATRE).

Qdo recebemos uma criIAnça assim, é porque somos escolhidos.

Nada é por acaso.

Crianças especiais precisam de AMOR E EVANGELIZAÇÃO.

Por isso, a importãncia das cASAS ESPÍRITAS se prepararem para

recebe-las na evangelização. Nossa casa espírita tem mais ou menos 5

crianças especiais incluídas nas classes da evangelização.São 2

autistas, entre eles meu filho, que estão melhorando e evoluindo.

Diria que estão resgatando mesmo. Se há cura para o autismo,

sinceramente, este é um fator que não sabemos, mas cada caso é um

caso, e se for do merecimento dele, terá uma vida muito próxima dos

padrões normais.

Ele faz as terapias, o tratamento espiritual e também a

EVANGELIZAÇÃO.

Bom, ser breve não é nada fácil para mim, mas espero ter

ajudado.

Um grande abraço fraterno.




Mila

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Olá pessoal, gostei muito do tema e acho pertinente algumas relfexões, no movimento espírita daquide minha cidade Vitória da Conquista na Bahia, eu e outra ocmpanheira montamos um projeto "aprendendo com a diversidade" por acharmos necessárias algumas discussões, a casa espírta como instituição de educação está preparada para receber crianças, jovens e adultos portadores de necessidades especiais? A casa espírita faz inclusão? A arquitetura das nossas casas estão voltadas para atender este público? Sejam os portadores de necessidades físicas ou mentais? Existe o preconceito em nossa casa espírita, mesmo sabendo que a doutrina espírta não aprova o preconceito. Nossas evangelizações infanto -juvenis estão com evangelizadores capacitados para receber estes jovens? Enfim, são somente reflexões que propomos nesse projeto que estamos aplicnado aqui em nossa cidade, e achei pertinente pelo tema dar minah contribuição!

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Bom Dia!




Que belo depoimento da Mila! O reencarne daquele cuja deficiência definiu rumo famliar num encontro cristão sob as luzes da 3ª revelação, prova que Deus escreve certo por linhas tortas.

Eis um exemplo de uma familia feliz!

Neider

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olá pessoal

Achei linda a história da Mila. Tem sido complicado nos últimos tempos achar que o ser humano está em evolução no meio de tantas tragédias, desgraças, violências, barbáries. E quando brota um relato de vida como o da Mila é que vemos que existem sim almas iluminadas, que apesar das dificuldades se superam e se mantém no equilíbrio. Não sei o que é passar por uma situação assim, mas tenho enorme admiração por gente guerreira assim que não se entrega.Aqui no sul costuma-se dizer: "Não está morto quem peleia". Tenho tres filhos lindos, a cada gravidez por mais que se procure pensar positivo sempre vem aquela dúvida se o bebê será perfeito, e sempre tememos por isso. Sempre procurei me conscientizar de que se algo tivesse que acontecer eu precisaria redobrar a minha capacidade de amar. Por que é difícil emocionalmente, materialmente e tão cruel enfrentar o preconceito.

Ainda quero dar os parabéns ao esposo da Mila por ser um homem muito especial.Conheço várias histórias de casos de crianças especiais em que o pai foge na primeira oportunidade.Muita luz para vocês, que Deus possa acompanhar de bem pertinho cada passo dessa luta tornando-a mais branda.De coração. Jaque

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1 - Como agir perante os filhos especiais?




Antes de mais nada nossos filhos são filhos de Deus e Ele sempre tem um propósito na nossa vida.




Devemos agir com muito AMOR, mas mostrar-lhe a responsabilidade do viver, conversando, orientando, se possível estimulando ao estudo adaptado para o problema, pois antes de tudo ele é espírito reencarnado, que está com sua inteligência momentaneamente entorpecidas.

> 2 - Estamos preparados para receber um filho em condição especial em

>nosso lar?




Quem realmente está preparado para tal situação?? Mas o certo é nos preparar para todas as ocorrencias possíveis, se não estamos, tudo na vida é um aprendizado, vamos crescer juntos.







> > 3 - O que o estudo da Doutrina Espírita pode ajudar a família nesta

>situação?




A esclarecer o porque da situação. Fortalecendo o animo, consolando, dando a compreenção o entendimento e ajuda para desenvolver a Fé inabalável

Cenilda

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Oi pessoal lindo que a paz do SR esteja com todos vcs.

Oi Mila q lindo o seu depoimento, quero colocor o meu. Talvez não seja o caso, mas assim mesmo, pode alguém me dar uma luz para q eu possa entender e aceitar melhor.

Tenho 3 filhos e entre o mais velho (Leonardo) e o do meio (Lizandro) a diferença de idade é de 1 ano e 7 meses. Abos cresceram juntos com tão pouca diferença de idade mas o Leonardo tem um QI bastante alto em torno de 170 o q na época eu não sabia e comparando com o Mano o coitadinho sempre deixava a desejar, então coloquei na cabeça q o Mano tinha uma deficiência mental e levei-o a tudo que era médico psiquiatra e neurologista q eu conhecia em Curitiba e todos me diziam q eu era muito ansiosa no aprendizado dele. Mas não me conformava, tinha algo errado com o Mano q eles não conseguiam ver -- a certa era eu -- eu convivia com eles e passava o tempo todo comparando os 2 o Leo se expressava corretamente em frases completas e sem erros de português, o Mano mal balbuciava e as palavras que articulava trocava os erres não sabia contar nem cantar em fim tinha algo errado com ele. Depois de muitos anos quando tive meu terceiro filho Lorenzo era lindo risonho gorduchinho maravilhoso qual foi a minha surpresa quando vi q ele era exatamente como o Mano, ai caiu a ficha, comecei a ver q o erro estava com o Leo, depois de passado 10 anos descobrimos q seu QI era acima da média por isso o Mano não poderia te-lo acompanhado pois era perfeitmente normal. Resumindo hoje em Dia o problema esta com o Leo pois tendo uma inteligência privilegiada não consegue se encaixar em nenhum grupo,a faculdade não termina nunca (já fez 5 semestres de Direito 2 semestres de Administração 3 semestres de educação fisica e agora parou) pois logo fica sem atrativos e ele não consegue manter o interesse. Se disvirtuo para as drogas o q. deixa ainda mais difícil de lidar com ele. O Mano esta bem já esta no último ano na faculdade faz artes cênicas.

Isto é o q eu não consigo entender.

Obrigado

Respostas Estudos da Semana.

Ainda não sei como lidar. E não tenho tido muita resposta de como lidar no lado espíritual com isto.

Grande abraço a todos, e q Jesus os proteja.

Euzinha