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quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Equoterapia pode estimular a fala e a atenção de crianças autistas

  shutterstock

Você já ouviu falar em equoterapia? É um tipo de tratamento realizado com pessoas deficientes ou com necessidades especiais que utiliza o cavalo para promover o desenvolvimento físico e psicológico. O método já é antigo, mas uma pesquisa publicada recentemente apontou uma hipótese para explicar os benefícios da equoterapia para crianças autistas.

Um estudo recente realizado em uma clínica de tratamento para crianças com necessidades especiais no Reino Unido, a Special Horses for Special Children, sugere que os movimentos realizados pelo corpo da criança enquanto ela está sobre o cavalo aliviam a tensão na parte do cérebro que afeta a fala e a visão. Com isso, o sangue na região flui melhor e, portanto, a atividade neural da região melhora significativamente. Além da fala, o humor e a atenção da criança também são beneficiados. “Crianças autistas têm muita tensão na base do crânio e nas membranas do cérebro e isso impede o fluxo regular de hormônios, como a ocitocina, responsável pelo bem-estar, e essencial para a sociabilidade”, afirmou a cientista Fiona Dann, uma das responsáveis pela pesquisa.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Dispraxia

É a dificuldade para planejar e executar um ato motor novo ou séries de ações motoras. Ela pode ter várias causas, inclusive lesão cerebral, mas o tipo de dispraxia identiicado por Ayres se deve a falhas no processamento sensorial relacionado ao planejamento motor. Para identificar esse tipo específico de dispraxia Ayres usou dois termos, inicialmente dispraxia do desenvolvimento e, posteriormente, procurando enfatizar a base na discriminação tátil, somatodispraxia, que é pouco utilizado. É importante enfatizar que dispraxia não é apenas um transtorno de coordenação ou execução motora, o traço característico é a dificuldade em conceituar ou formular um plano de ação. Crianças com dispraxia são descritas como desajeitadas, pois fazem tarefas comuns de maneira pouco usual, com muito esforço, lenti dão ou movimentos pouco econômicos. Muitas vezes, ela parece não ter idéias ou não sabe o que azer com um brinquedo novo e suas brincadeiras tendem a ser pobres e repetitivas e, requentemente, quebram os brinquedos, na tentativa de descobrir como funcionam.

A criança geralmente:

Como tratar o Transtorno do Desenvolvimento da Coordenação

Transtorno do Desenvolvimento da Coordenação (TDC) (APA, 2000) ocorre quando há atraso no desenvolvimento de habilidades motoras ou dificuldades para coordenar os movimentos, que resultam em incapacidade da criança para desempenhar as atividades diárias. O diagnóstico pode ser feito pelo médico, que vai se certificar de que:
1) os problemas de movimento não são devidos a qualquer transtorno físico,
neurológico ou comportamental conhecidos;
2) se mais de um transtorno está presente. As características das crianças com
TDC geralmente são notadas primeiro por aqueles mais chegados a elas, pois as dificuldades motoras interferem no desempenho acadêmico ou nas atividades de vida diária (ex.: vestir, habilidade para brincar no parquinho, escrita, atividades de educação física).

Atividades e Brincadeiras Coordenação Motora

Fonte: site da Johanna Terapeuta





Brincadeiras: Brincar com recortes de revista

Separe algumas revistas velhas e deixe seu filho recortar a figura de que mais gosta. Depois, pegue a tesoura e corte uma parte da imagem. Cole esse recorte em um papel branco para seu filho completar a figura, fazendo o desenho do que falta. Isso vale para paisagens, objetos. Outra forma de brincar com revistas velhas é separar os olhos, bocas e narizes de várias fotos para depois montar rostos bem malucos em um papel. Vocês podem desenhar o contorno do rosto e preenchê-lo com os recortes.

Brincadeiras: Passa anel

Todos juntam as mãos, palma com palma. O passador da vez vai 'cortando' as mãos dos outros até deixar, discretamente, o anel em uma delas. Então, pergunta a um dos jogadores com quem está o anel. Se o jogador acertar, é o próximo passador.



Brincadeiras: Pescaria

Num tanque de areia ou em uma caixa, coloque peixinhos de papel (ou madeira, o material que for possível, mas que seja simples de 'pescar') – que devem estar numerados de 1 a 5. Cada peixe tem uma argola na boca, que deve ser enganchada por um anzol da vara do pescador.

Como ensinar amarrar o sapato

fonte: http://johannaterapeutaocupacional.blogspot.com.br/search/label/Como%20ensinar%20amarrar%20o%20sapato

Amarrar os sapatos-5 para 6 anos
A criança já desenvolveu habilidade motora fina e coordenação. Deixar o laço malfeito não significa nenhum problema de coordenação.
Algumas crianças apresentam bastante dificuldade em aprender a amarrar os sapatos. Esta atividade de vida diária exige boa habilidade bimanual,percepção visual,noção espacial e sequênciação.

Dicas para ensinar amarrar o sapato
-treinar o manuseio com os cadarços(alinhavo)
-treinar com sapato fora do pé
-uso de cadarços de cores diferentes
-ensinar através de desenhos
-Repetição.Repetição.Repetição.
Tentativas e erros estão no processo aprendizagem.
- Conheça também o Yan’s Shoelace Site, especializado em cadarços: todo tipo de amarrações.

 fonte: 

A Evolução do Desenho Infantil

fonte: http://johannaterapeutaocupacional.blogspot.com.br/search/label/A%20Evolu%C3%A7%C3%A3o%20do%20Desenho%20Infantil

O desenvolvimento progressivo do desenho implica mudanças significativas que, no início, dizem respeito à passagem dos rabiscos iniciais da garatuja para construções cada vez mais ordenadas, fazendo surgir os primeiros símbolos Essa passagem é possível graças às interações da criança com o ato de desenhar e com desenhos de outras pessoas. Na garatuja, a criança tem como hipótese que o desenho é simplesmente uma ação sobre uma superfície, e ela sente prazer ao constatar os efeitos visuais que essa ação produziu. No decorrer do tempo, as garatujas, que refletiam sobretudo o prolongamento de movimentos rítmicos de ir e vir, transformam-se em formas definidas que apresentam maior ordenação, e podem estar se referindo a objetos naturais, objetos imaginários ou mesmo a outros desenhos.
O desenho como possibilidade de brincar, o desenho como possibilidade de falar de registrar, marca o desenvolvimento da infância, porém em cada estágio, o desenho assume um caráter próprio.


• De 1 a 3 anos
-É a idade das famosas garatujas: simples riscos ainda desprovidos de controle motor, a criança ignora os limites do papel e mexa todo o corpo para desenhar, avançando os traçados pelas paredes e chão.
-As primeiras garatujas são linhas longitudinais que, com o tempo, vão se tornando circulares e, por fim, se fecham em formas independentes.
-figuras humanas com cabeça e olhos.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Sobre a Antecipação do Ensino Fundamental

fonte: http://tudobemserdiferente.wordpress.com/2012/04/13/escolhas-podem-fazer-a-diferenca/

Compartilhando um doloroso questionamento atual:
“A questão que coloco aqui é a seguinte: o que se pretende com essa entrada precoce na escola de ensino fundamental, com esse encurtamento da infância das crianças? Competir no mercado de trabalho? Entrar mais cedo na faculdade? Haverá maturidade para isso? Vocês já pararam para observar como é o estudante universitário jovem hoje? Pasmem todos: eles ‘batem’ figurinhas na sala de aula! Conversam o tempo todo, não param quietos. Continuam sendo infantis porque na época de sua infância não puderam sê-lo. Outra observação: entrar muito cedo na faculdade faz com que desistam mais cedo dela também. Quantos jovens vocês conhecem que ingressaram cedo e cursaram até o fim a faculdade sem trocar de curso? Isso ocorre porque na época da escolha da carreira ainda não estavam amadurecidos para ela”.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Importância da Integração bilateral em Leitura e Escrita

O que é a Integração Bilateral?

Integração bilateral é um termo  que se refere à capacidade de realizar ações em ambos os lados do corpo simultaneamente. O desenvolvimento da motricidade grossa são resultado de uma boa integração bilateral.
Existem vários estágios de integração bilateral que se desenvolvem em seqüência: 

1-Integração bilateral simétrica. Integração bilateral simétrica envolve ambos os lados do corpo trabalhando através imagem de espelho, onde as ações de um lado do corpo utliza com um espelho as ações realizadas do outro lado do corpo.
 2- Integração bilateral de reciprocidade. Integração bilateral recíproco envolve mover ambos os lados do corpo, ao mesmo tempo em movimentos opostos.