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quarta-feira, 9 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
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quinta-feira, 3 de novembro de 2011
CREATIVE IDEIAS: Tratamento Especializado e Gratuito para Autistas
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quarta-feira, 2 de novembro de 2011
domingo, 30 de outubro de 2011
Sinos de Vento: Estratégias para pais e cuidadores de crianças com...
Sinos de Vento: Estratégias para pais e cuidadores de crianças com...: Em dezembro de 2008 a fonoaudióloga Claudia Pietrobon, de São José do Rio Preto - SP, especialista em linguagem e autismo, passou estas di...
Como ensinar uma criança autista a falar
Esta pode ser uma das perguntas mais assustadoras para pais de crianças com autismo tentar responder.
Como sabemos, cada criança autista apresenta-se com sua mistura particular de habilidades e desafios. Portanto, não há uma única solução para todos quando se trata de ajudar as crianças afetadas pelo autismo na aprendizagem de línguas. É por isso que na tentativa de responder a esta pergunta, eu não estou confiando unicamente na minha fala e formação linguística, mas também em outras abordagens que acredito serem benéficas e adequadas para uso com indivíduos autistas. Todas elas foram pessoalmente empregadas durante os últimos 12 anos na minha viagem de descoberta e investigação neste campo para o desenvolvimento do meu próprio filho autista.
Eu comecei esta viagem como mãe de uma criança autista não-verbal, que conhece o “sumiço de amigos” após o diagnóstico. Tendo o meu próprio trabalho e sendo uma profissional reconhecidamente bem sucedida da área, eu já implementava a intervenção dietética durante vários anos e também a Análise do Comportamento Aplicada (ABA) antes de iniciar a Fonoaudiologia. Trabalhar com profissionais que utilizam novas abordagens comportamentais e neurológicas ajudou a desenvolver o meu entendimento de como um indivíduo autista pode aprender e progredir.
Considerações para a Criança Não-Verbal
Quando se perguntar:
"Como posso ajudar a minha criança autista aprender a falar?"
Considere as coisas do ponto de vista da criança:
"Por que eu iria querer aprender a falar?"
Se você der um passo para trás e observar o seu filho de forma imparcial, você verá uma pessoa ativa empregando uma variedade de estratégias para evitar a interação com os outros, enquanto, ao mesmo tempo controlar o ambiente para satisfazer suas necessidades. Isto acontece muitas vezes através do uso de métodos simples, mas eficazes, tais como atirar-se ao chão e gritar em voz alta até que o item desejado apareça.
Alguns diriam que esse comportamento ocorre porque:
- O indivíduo tem autismo
- O indivíduo não pode falar
- O indivíduo sente dores
- Os sentidos sensoriais do indivíduo estão sobrecarregados
- O indivíduo não gosta de mudanças
- O desenvolvimento neurológico não é avançado o suficiente para o indivíduo agir de outra maneira
- Este é um comportamento aprendido e empregado para obter o resultado desejado
A verdade é que não sabemos. Poderia ser todos, alguns ou nenhum dos ítens acima, mas é importante considerar todos os ítens acima, enquanto tenha em mente que mudar ainda é possível.
Inicialmente, eu recomendo que os pais considerem uma abordagem comportamental para desenvolver a interação com os seus filhos para ajudar na tomada de sentido do mundo ao seu redor. Como as pessoas com autismo muitas vezes tem interesses limitados, o enfoque deve ser baseado nas necessidades e desejos do indivíduo.
Sabemos que interagir com os outros pode ser um enorme problema para o indivíduo autista, e, portanto, deve haver um envolvimento gratificante para haver um retorno. Além disso, sabemos que quanto mais repetirmos as tentativas, mais fácil o processo se torna. Assim, embora o início do processo possa ser um tremendo esforço, quanto mais freqüente a ação ocorre, mais prazeroso e menos penoso será.
Por isso, considere o que realmente motiva o seu filho. Algumas possibilidades incluem:
- Um brinquedo específico que é particularmente desejado
- Bolhas de sabão
- Elogios / abraço forte
- Controle remoto de televisão
- Vídeo específico ou DVD
- Alimentos
- Bebidas
- Jogos musicais (por exemplo, "Serra, serra, serrador")
Precisamos assumir o controle de qualquer dispositivo motivador selecionado de modo que o indivíduo terá que interagir conosco para obtê-lo! Obviamente, esta será inicialmente uma situação bastante estressante para todos, pois estamos mudando as regras de como as coisas normalmente funcionam. A comunicação precisa ser muito específica sobre esse processo de modo que o indivíduo vai entender o mais rápido possível o que está sendo solicitado dele, e o que precisa ser feito para obter o item desejado ou ação.
Sons atuais
Se a criança é não-verbal, isto significa que nenhum som é produzido certo? Ou há vocalizações que poderiam ser tentativas de discurso? Tome nota de todos os sons produzidos. Existem sons emitidos? E em caso afirmativo, quais?
Os sons são produzidos por articuladores diferentes e podem ser sonoros ou não. Durante sons sonoros, as cordas vocais vibram durante a emissão do som. Se um som dos pares listados abaixo pode ser produzido, é possível que o outro correspondente ao par possa vir a ser produzido também. É importante observar se existem pares de sons que seu filho não usa para poderem ser ensinados.
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Suporte Visual
Muitas crianças com dificuldades de aprendizagem são aprendizes visuais e este é frequentemente o caso com crianças autistas. Dificuldades com o sistema de processamento auditivo pode fazer a atribuição de significado aos sons um negócio complicado. É por isso que uma aproximação visual para a aprendizagem pode ser muito eficaz para crianças com autismo.
Pode ser muito benéfico usar mecanismos de suporte visual para o seu filho com qualquer novo processo. Escrita e imagens são suportes úteis para qualquer criança aprendendo a falar e não deve ser visto como uma barreira para o desenvolvimento da fala.
Você é quem melhor conhece seu filho e qual a abordagem que deseja adotar precisa ser baseada em preferências individuais, habilidades e capacidades motoras.
Eu pessoalmente prefiro usar imagem personalizadas, pois estas permitem a precisão em assegurar que as imagens utilizadas correspondem as dos itens reais para os quais a criança está sendo solicitada. Não haverá motivação se uma imagem de um carro vermelho está a ser utilizado quando a criança realmente quer o seu velho conhecido carro amarelo.
Estas imagens são fáceis de fazer usando uma câmera digital. Certifique-se de lembrar-se de encapar a sua imagem com contact transparente antes de usar, para estender sua vida útil. Você precisa ser muito específico em criar as imagens. Por exemplo, se o pedido verbal é para "crisps", sua imagem só precisa incluir esse item, já que itens adicionais poderiam confundir a mensagem. Sempre que possível, certifique-se que as imagens sejam feitas em ambientes naturais. Por exemplo, se o carro é normalmente no chão, a imagem deve ser do carro no chão para aumentar a clareza do pedido.
A Abordagem Comportamental
Se você identificou que um pacote de batatas fritas (item alimentação) será o melhor motivador para o seu filho, então você precisa montar o cenário esvaziando o armário de onde, normalmente, ele faria tudo sozinho. Um pacote vazio ou imagem deve ser colocado lá para que a criança traga até você para lhe mostrar o que ele quer. A única coisa que você deve dizer quando ele traz o pacote (foto) é sobre o nome do item. Neste caso, o processo seria:
- Você diz a palavra "crisps"
- Deixar uma pausa
- Repita a palavra "crisps"
- Deixar uma pausa
- Qualquer vocalização (exceto gritos) deve ser recompensada com o item desejado.
Fonologicamente, "crisps" é uma palavra mais difícil, pois é composto por dois conjuntos de combinações de discurso: c / ri / sp / s ou c / ri / sps dependendo de como se escolhe para pronunciar a palavra. Eu estou usando isso como um exemplo, porque na minha experiência a maioria das famílias tendem a ter um armário como esse, com fácil acesso a itens como batatas fritas.
Idealmente, seria melhor manter-se com esta abordagem até receber uma vocalização. No entanto, você pode decidir que vai fazer isso por um determinado período de tempo inicialmente e construir a quantidade de tempo que espera por uma resposta. Você provavelmente vai ser recompensado com um grito ou ataque inicial, isso é típico do processo. Precisamos trabalhar com isso e mostrar à criança que ao gritar, esperniar, atacar, ou até mesmo te ignorar, ela não será recompensada com o item desejado, enquanto que com uma vocalização sim. O elemento mais importante dessa abordagem é a consistência. A firmeza e concistência deve estar em tudo que você faz para que um padrão começe a emergir para guiar o seu filho e ajudá-lo a entender como obter o item desejado rapidamente com uma simples vocalização.
Considerações neurológicas
Em crianças com autismo, a fiação, a ligação/comunicação do sistema neurológico tende a ser atípica, muitas vezes resultando em dificuldades para acessar ou desenvolver as habilidades de fala e linguagem.
1, 2,3,4 As crianças podem apresentar respostas involuntárias e reflexos que normalmente teriam sido liquidados ou inibidos durante os três primeiros anos de vida durante o desenvolvimento de uma criança típica.
5 Vocabulário e compreensão são habilidades de alto nível neurológico. A eficiência dessas habilidades depende da maturação bem sucedida dos centros cerebrais inferiores.
6 Se o desenvolvimento foi comprometido nos níveis mais baixos, ele está bloqueando o acesso às ferramentas mais acima. Desenvolvimento neurológico em crianças pequenas é dependente da integração de respostas reflexas involuntárias, chamado de reflexos primitivos e posturais. A Integração dessas respostas permite o acesso mais eficiente à fala e outras habilidades cognitivas que estão associadas com os centros de córtex cerebrais.
7 Eu descobri que a intervenção de um Terapeuta Ocupacional Especialista usando uma abordagem cinestésica pode ser extremamente benéfica para crianças com autismo. Os programas que envolvem 15 minutos de exercícios cinestésicos personalizados em uma base diária produziram mudanças dramáticas, mesmo em crianças mais velhas. As áreas de progresso foram:
- Melhora das habilidades motoras
- A capacidade de recordar e relatar memórias de anos anteriores
- Aumento do nível de habilidades para resolver problemas
- Maior consciência dos outros e suas necessidades
- Maior consciência dos outros e suas necessidades
- Aumento da capacidade de acesso a funções superiores da linguagem.
Dirigindo ecolalia
Ecolalia é a repetição de vocalizações feitas por outra pessoa. Quando uma criança repete o que foi dito em vez de oferecer uma resposta, a resposta apropriada pode ser solicitado para a criança como se segue:
- Você diz: "Você quer batatas fritas?"
- A criança repete: "Você quer batatas fritas?"
- Você modela: "Sim, eu quero batata frita"
Se você puder mais uma vez apoiar esta ação com material visual, ela vai ajudar a criança autista a dar significado às palavras. Forneça uma escolha de itens utilizando apoio visual em que um pode ser selecionado, preferencialmente, em detrimento de outro. Isto irá ajudar a criança a aprender que "Você quer chips?" Realmente significa algo mais do que apenas um conjunto de sons agradáveis.
Para ilustrar esta prática usando o exemplo de "Você quer batatas fritas?" Você pode mostrar uma imagem de fichas e, em seguida perguntar: "Você quer um sorvete?" Enquanto mostra uma imagem de sorvete. Em seguida, reduza o uso de palavras a somente chips e sorvete mostrando as imagens:
"Chips" / "sorvete"
Você precisa estar ciente de que chips e sorvete são itens de alimentos e, portanto, isso torna a escolha um pouco mais difícil. Você pode reduzir o nível de dificuldade, oferecendo algo completamente diferente, tal como livro e batata frita desde que você use algo que não seja mais motivador do que o alvo!
Expansão da linguagem
A expansão da linguagem deve ser abordada com um esforço para incluir sistematicamente as coisas que você sabe que estão motivando para a criança. Se, por exemplo, ela é particularmente motivada pelo Thomas o trem, use-o. Você pode usá-lo para as preposições como em "Coloque o Thomas na cadeira", ou "Coloque o Thomas embaixo da cadeira." A dificuldade da tarefa é reduzida, pois a criança já sabe quem é Thomas. Você pode torná-la mais desafiadora, adicionando um outro trem, como em "Coloque o Thomas na cadeira e o Henry sob a cadeira." Você também pode incorporar o conceito de cores, referindo-se aos trens como o trem vermelho, azul ou verde.
Use brinquedos favoritos para ilustrar os verbos da seguinte maneira: "Buzz está dormindo", ou "Buzz está comendo", etc
Sempre usar o suporte visual, construções de linguagem reduzida e informações repetidas, lembrando-se de permitir que seu filho tenha o tempo necessário para o processamento do comando.
Formatos de questões que podem ser útil neste processo são ilustrados abaixo:
1. Buzz foi ao parque.
2. Quem foi ao parque?
3. Buzz foi ao parque.
1. Hoje é segunda-feira.
2. Que dia é hoje?
3. É segunda-feira.
Seguir estas dicas no desenvolvimento da fala pode render um progresso significativo para o seu filho. Lembre-se: seguir essas estratégias simples irá manter as coisas se movendo na direção certa => Faça visualmente, mantenha simples e torne divertido!
Matéria postada pela Edna Coimbra
Vovó do Nathan Naum, nove anos, Autista, no blog:
aasf---autismo---ajuda-sem-fim
(Tradução de Claudia Marcelino de um artigo do site da Revista Autism File.)
Claudia Marcelino é autora do livro:
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sábado, 29 de outubro de 2011
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quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Alergia alimentar
ALERGIA ALIMENTAR
Histórico-Conceito | Sintomas e Doenças | Mecanismo de Ação | Testes | Tratamento
| Histórico - Conceito | |
| A partir de 1935, Theron Randolph iniciou exaustiva pesquisa clínica, procurando descobrir se existia algum alimento ou substância química responsável pelos sintomas físicos e psíquicos dos seus pacientes. Após estudar mais de 5000 casos durante 25 anos, com muita paciência e utilizando a técnica da dieta rotatória de restrição e adição do alimento suspeito, chegou à importante e crucial conclusão de que havia relação de causa e efeito entre o alimento ingerido e as queixas físicas e psíquicas dos pacientes . O que dificultou a descoberta era que tais sintomas somente apareciam alguns dias após a ingestão do alimento , porem o que mais alegrou o pesquisador foi constatar que os sintomas ou a doença desaparecia com a retirada do agente causal. Nas palavras de Randolph " Milhões de pessoas estavam doentes sem causa aparente. Eram doentes crônicos que não apareciam nas estatísticas, que iam de médico em médico à procura de soluções e no final eram rotulados como psiquiátricos. Estas pessoas estavam simplesmente apresentando : MÁ ADAPTAÇÃO AO MEIO AMBIENTE " . Theron Randolph é considerado o pai da Ecologia Clínica , porque foi o primeiro a correlacionar a ingestão ou a inalação de substâncias exógenas ( alimentos, químicos, inalantes ) com as doenças degenerativas e os distúrbios emocionais. Foi o primeiro a descobrir que existe a chamada Alergia Cerebral e já naquela época dava valor aos testes provocativos. Em 1970, Marshall Mandell e David King , publicam o primeiro estudo duplo cego com os testes provocativos nas doenças emocionais, iniciando o suporte científico da Alergia Cerebral e da Ecologia Clínica . Ficou assim estabelecido que certo número de pacientes com doenças de difícil tratamento apresentam na verdade intolerância ou alergia a um ou mais dos alimentos comuns, ou a substância químicas ou a inalantes, os quais provocam mal funcionamento de células, tecidos e orgãos. Os sintomas não se manifestam como vermelhidão ou prurido e também não aparecem logo após a ingestão do alimento prejudicial. Os sintomas aparecem horas ou dias após o contato e se manifestam como : fadiga, cansaço, depressão, irritabilidade, alucinações, gastrite, colite, dores de cabeça, etc. dependendo da individualidade bioquímica de cada um. Randolph relata o caso de Prof. Universitário que começou a apresentar alucinações auditivas e visuais terríveis, sendo necessário a sua internação em hospital psiquiátrico . Em 30 dias de internação não apresentou nenhuma crise e obteve alta ,com o diagnóstico de esquisofrenia. No terceiro dia em sua casa, iniciaram novamente as alucinações. Nova internação e no hospital nada acontecia. Após 6 meses foi descoberto que era o leite o agente causal. Após a retirada do leite e derivados, nunca mais apresentou qualquer tipo de distúrbio psiquiátrico. Recentemente, recebemos um paciente com gastrite de difícil resolução, que havia sido examinado por vários gastroenterologistas e que apresentava endoscopia e biopsia confirmando o diagnóstico. O arsenal farmacêutico, fitoterápico e nutricional já havia se esgotado sem sucesso. Foi o próprio paciente que descobriu a sua cura. Verificou que a gastrite aparecia nos fins de semana em Ilhabela , onde era preciso usar dispositivo anti inseto ligado à corrente elétrica. Notou que a gastrite se manifestava, somente quando ele permanecia no ambiente com o dispositivo anti inseto em funcionamento. Livrou-se do dispositivo e nunca mais apresentou gastrite. William Philpott exulta os clínicos que nadam contra a corrente do conceito convencional de doença, onde se prescreve os medicamentos sintomáticos e que procuram a verdadeira causa da doenças ,que muitas vezes pode ser uma reação ao meio ambiente ou a fatores nutricionais. | |
| Classificação dos sintomas e das doenças | |
| A seguir vamos enumerar os sintomas de Má Adaptação ao Meio Ambiente , elaborado por Randolph. A- NÍVEIS DE ADIÇÃO ( estimulação) Mais 1 : Raramente visto pelo médico: são pessoas alegres e de alto astral e medianamente excitados São saudáveis ao extremo. Mais 2 : Frequentemente visto pelo médico . - Hiperatividade : criança e adulto - Obesidade - Alcoolismo Mais 3 : Egocentrismo Ansiedade Nervosismo ao extremo Tremores Comportamento de alcoolizado com incoordenação motora Mais 4 : Mania , com ou sem convulsões Crise epiléptica Reações catatônicas Agitação psicomotora Pânico Pensamentos, movimentos e fala repetitivos( obsessivo- compulsivo) B- NÍVEIS DE SUBTRAÇÃO ( abstinência ) Menos 1 : Sintomas físicos localizados É o campo do alergista ortodoxo - Sinusite, rinite, asma, urticária, eczema e dermatite de contato Menos 2 : Sintomas físicos sistêmicos Raramente diagnosticado pelos médicos - fadiga, dor de cabeça, dores musculares, dores articulares, gastrite, colite Menos 3 : Sintomas mentais e alterações do comportamento - depressão leve - confusão mental - diminuição da memória - indecisão - "brain fag" - mudanças do humor Menos 4 : Sintomas mentais mais severos - depressão grave - psicoses - reações mentais com alterações da percepção e da consciência José Arnaldo Gaertner e Jorge Cavalcanti Boucinhas em experiência clínica de longos anos no estudo da alergia alimentar, relatam os principais sinais e sintomas da alergia alimentar no Brasil. I - Gastrointestinais -náuseas, vômitos, diarréia, constipação, flatulência, eructação, gastrite, cólicas intestinais, cólon irritável, Doença de Crohn, prurido anal, língua saburrosa, sintomas aparentes de problemas da vesícula. II- Dermatológicos - erupções, assaduras, eczemas, dermatites herpetiformes, pele seca, caspa, unhas e cabelos quebradiços III- Otorrinolaringológicos - coriza e congestão nasal, lacrimejamento, visão turva, estalos, zumbidos e dor de ouvido, sensação de descer a serra, surdez, infecções de ouvido recorrentes, prurido e corrimento auditivos, dores de garganta, rouquidão, tosse crônica, prurido no céu da boca, sinusite recorrente. IV- Cardiopulmonares - palpitações, arritmias , taquicardia, asma, congestão no peito e bronquite V- Outros sinais e sintomas - fadiga crônica, artrites, dores musculares e articulares, edema de mãos, pés e tornozelos, sintomas urinários como polaciuria, ardência e urgência miccional, prurido e corrimento vaginal, variação rápida de pêso ( de 1 a 1.5 Kg ou mais, correspondendo a inchaço), bulemia e anorexia nervosa, dores de cabeça , enxaqueca, inchaço e rugas sob os olhos ("olheira"), tontura , vertigem , zonzeira. | |
| Mecanismo de Ação | |
| Alimentos e bebidas ingeridos diariamente constituem-se na maior carga exógena de antígenos imposta aos seres humanos, estimando-se que exceda a várias toneladas no transcorrer da vida. O trato gastrointestinal dispõe de vários tipos de mecanismos, imunológicos e não imunológicas para diminuir a entrada de proteinas estranhas no organismo. A barreira não imunológica inclue a secreção de ácido clorídrico pelo estômago, a digestão das proteinas pelas enzimas intestinais e do pâncreas, o peristaltismo, a camada de muco e as microvilosidade da mucosa intestinal. È por esta razão que as alergias alimentares podem se iniciar na infância por deficit enzimático ou se manifestarem bem mais tarde quando o sistema digestivo vai diminuindo a produção das enzimas digestivas e de ácido clorídrico. A principal barreira imunológica a proteinas estranhas é a secreção de moleculas IgA - secretora no interior do intestino, a qual se complexa com o as proteinas estranhas e bloqueia a sua absorção. As proteinas estranhas que conseguem chegar à circulação são recebidas por anticorpos da classe IgA e IgG os quais são eliminados do organismo pelo sistema retículo endotelial. Pessoas normais geram anticorpos da classe IgA, IgM e IgG em minúsculas quantidades em reação a antigenos alimentares. Reações mediadas por IgE: Liberam histamina, prostaglandinas e leucotrienos ,produzindo uma reação alérgica típica imediata, com sintomas aparecendo em minutos . Reações não mediadas por IgE: Envolve a classe dos anticorpos IgA, IgM e IgG produzindo os sintomas em horas ou dias. Reações não mediadas por IgE e de mecanismo desconhecido: è um aumento da reatividade a um determinado alimento sem o envolvimento do sistema imune, às quais chamamos de intolerância alimentar. | |
| Testes Diagnósticos para a alergia alimentar | |
| Segundo Gaertner e Boucinhas , um alérgeno alimentar quando pesquisado por intradermo reação pode dar falsas reações positivas pois a sua via de inoculação não é a mesma, sendo também dispendioso e muito doloroso O RAST no sangue é um método acurado para a identificação de alérgenos alimentares, principalmente porque a maioria das alergias alimentares se manifestam em um tempo não inferior a 1 dia após a ingestão, geralmente 2-3 dias podendo chegar até 30 dias após a ingestão. O RAST do sangue, é especifico, tem boa reprodutibilidade, porém é dispendioso. O FICA ( Food Imune Complex Assay ) , dosa a presença de anticorpos no sangue, é fidedigno, porem é muito caro. Para Gaertner e Boucinhas o melhor método é o VEGA - RAST que dosa os alérgenos por bioressonância eletromagnética. Mede a presença dos alérgenos alimentares através da interação entre os alimentos alergênicos e os não alergênicos à passagem de uma corrente elétrica de amperagem e voltagem pré conhecidas e aplicada sobre um ponto de acupuntura ( TING - polpa do polegar ). É prático e de um modo rápido podemos testar mais de 130 alérgenos no próprio consultório. O VEGA - RAST se correlaciona estatisticamente com o RAST no sangue. | |
| Tratamento | |
| Consiste no afastamento do alimento prejudicial. | |
| Fonte:www.medicinabiomolecular.com.br Jose de Felippe Junior | |
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