quinta-feira, 6 de junho de 2013

Autismo e Vitamina B12




Todos os 18 estudos que eu conheço onde o uso da vitamina B6 foi avaliado para o tratamento de crianças autistas forneceram resultados positivos



Rimland de Bernard, Ph.D.
Instituto de pesquisa de Autism
4182 Adams Avenue
San Diego, CA 92116

Este é um registro no mínimo notável, já que muitas das drogas que foram avaliadas para o tratamento do autismo produziram resultados muito inconsistentes. Se uma droga mostrar resultados positivos em aproximadamente metade dos estudos de avaliação, a droga é considerada um sucesso e o seu uso é sugerido para pacientes autistas.

Entretanto, apesar dos resultados notàvelmente consistentes na pesquisa do uso da vitamina B6 no tratamento do autismo, e apesar de ser imensamente mais segura do que qualquer outra das drogas usadas para crianças autistas, há no presente muito poucos médicos que o usam ou que advogam o seu uso no tratamento do autismo.

A pesquisa sobre o uso da vitamina B6 com crianças autistas começou nos anos 1960s. Em 1966 dois neurologists Britânicos, o A.F. Heeley e o G.E. Roberts, relataram que 11 de 19 crianças autistas Excretaram metabolitos anormais quando submetidos ao teste de sobrecarga de triptofano.

Dando a estas crianças uma única dose de 30mg da vitamina B6 normalizou a urina das mesmas; entretanto, nenhum estudo de comportamento foi feito. O investigator alemão, V.E. Bonisch, relatou em 1968 que 12 de 16 crianças autistas mostraram uma melhora considerável de comportamento quando tomaram doses elevadas (100 mg a 600 mg por o dia) da vitamina B6. Três dos pacientes do Bonisch falaram para a primeira vez depois que a vitamina B6 foi administrada neste ensaio clinico aberto.

Após meu livro "Infantile Autism" (Autismo Infantil) foi publicado em 1964, eu comecei a receber centenas das cartas de pais de crianças autistas de todo os Estados Unidos, incluindo alguns que haviam tentado o que na época era a nova "terapia da megavitamina" em suas crianças autistas. A maioria tinham começado a experimentar com as várias vitaminas em suas crianças autistas em conseqüência dos livros publicados por escritores populares na área de nutrição.

Eu inicialmente era completamente cético sobre a melhoria notável que estava sendo relatada por alguns destes pais, mas conforme a evidência foi acumulando-se, meu interesse foi despertado. Um questionário emitido aos 1.000 pais que tinha na minha lista na época revelou que 57 tinham experimentado com doses grandes das vitaminas. Muitos tinham visto resultados positivos em suas crianças. Em conseqüência, eu empreendi um estudo em grande escala, com mais de 200 crianças autistas, usando megadose da vitamina B6, do Niacinamida, do Ácido Pantotenico , e da vitamina C, junto com uma capsula de uma multi-vitaminas projetada especialmente para o estudo.

As crianças estavam vivendo com seus pais e viviam em diferentes partes dos ESTADOS UNIDOS e do Canadá, e cada um foi supervisionado pelo médico da família. (Mais de 600 pais se ofereceram para o estudo, porém a maioria deles não puderam obter a supervisão necessária devido ao ceticismo dos seus médicos.)

No fim do quarto mês do estudo estava claro que a vitamina B6 era a mais importante das quatro vitaminas que nós tínhamos investigado, e que em alguns casos trouxe a melhora notável. Entre 30% e 40% das crianças mostraram melhora significativa quando a vitamina B6 lhes foi dada. Algumas das crianças mostraram efeitos colaterais pequenos (irritabilidade, sensibilidade à sons e enurese = xixi na cama), mas estes efeitos colaterais acabaram rapidamente quando o magnésio foi adicionado, e o magnésio confirmou benefícios adicionais.

Dois anos mais tarde dois colegas e eu iniciamos um segundo estudo experimental do uso da terapia da megavitamina em crianças autistas, desta vez focando na vitamina B6 e magnésio. Meus co-investigators foram os professores Enoch Callaway da Universidade do Centro Médico da Califórnia em São Francisco e Pierre Dreyfus da Universidade do Centro Médico da Califórnia em Davis. O estudo duplo cego placebo controlado utilizou 16 crianças autistas, e mais uma vez as estatìsticas mostraram resultados significativos.

a maioria de crianças a dose da vitamina B6 variava entre 300 mg e 500 mg por o dia. Centenas de mg/dia de magnésio e uma capsula de múltiplas vitamnas Bs foram dadas também, para previnir às deficiências induzidas pela B6 destes outros nutrientes. (Em todas as probabilidades, desconfortos como dormencia ou formigamento temporarios resultando das megadoses de B6, relatados pelo Schaumburg e colaboradores, eram o resultado de deficiências induzidas pelo uso da vitamina B6 sozinha em quantidades enormes -- (uma coisa tola de ser fazer - tomar a B6 sozinha em quantidades enormes).

Nos dois estudos as crianças mostraram uma notável quantidade de benefícios com o uso da vitamina B6. Havia um contato ocular melhor, menos comportamentos repetitivos e auto-estimulatório, menos ataques de raiva e mal humor, mais interesse no mundo em torno deles, menos frustrações, mais linguagem, e no general as crianças tornaram-se mais normais, embora não curadas completamente.

Pessoas variam enormemente em sua necessidade da vitamina B6. As crianças que mostraram a melhora sob a vitamina B6 melhoraram porque necessitavam extra vitamina B6. Autismo em muitos casos é uma sindrome da dependência da vitamina B6.

Após ter terminado sua participação em nosso estudo, o professor Callaway visitou a França, onde persuadiu o professor Gilbert LeLord e seus colegas em fazer pesquisa adicional sobre B6/magnésio nas crianças autistas. Os pesquisadores Franceses, embora céticos que uma coisa tão simples como uma vitamina poderia influenciar uma desordem tão profunda quanto o autismo, transformaram-se em crentes depois do primeiro experimento que foi relutantemente empreendido, feita com 44 crianças hospitalizadas.

Eles têm publicado desde então seis estudos que avalíam o uso da vitamina B6, com e sem o Magnésio adicional, em crianças e em adultos autistas. Seus estudos tipicamente usaram uma grama por dia da vitamina B6 e meia grama do Magnésio.

LeLord e seus colegas mediram não somente o comportamento das crianças autistas, mas tambem a excreção do ácido homovanilico pelas criancas autistas (HVA) e outros metabolitos na urina. Adicionalmente, fizeram diversos estudos em que os efeitos da vitamina B6 e/ou do magnésio na atividade elétrica do cérebro dos pacientes foram analisados. Todos estes estudos produziram resultados positivos.

LeLord e seus colaboradores, resumiram recentemente seus resultados em 91 pacientes: 14% melhoraram significantemente, 33% melhoraram, 42% não mostraram nenhuma melhora, e 11% pioraram. Anotaram que "em todos nossos estudos, nenhum efeito colateral foi observado…." Também, nenhum efeito colateral físico foi visto.

Diversos estudos recentes por dois grupos de pesquisadores dos ESTADOS UNIDOS, Thomas Gualtieri e outros., na Universidade da Carolina do Norte, e George Ellman e outros., no Hospital Estadual de Sonoma em Califórnia, mostraram também resultados positivos em pacientes autistas.

Nenhum paciente foi curado com o tratamento da vitamina B6 e do magnésio, porém houveram muitos exemplos onde a melhora significante foi obtida. Em um caso específico um paciente autista de 18 anos de idade estava a ponto de ser rejeitado do terceiro hospital mental em sua cidade. Mesmo com as quantidades maciças de drogas não tiveram nenhum efeito nele, e foi considerado demasiado violento para ser mantido no hospital.

O psiquiatra tentou B6/magnésio como um último recurso. O jovem se acalmou muito rapidamente. O psiquiatra relatatou em uma reunião que tinha visitado a família e tinha encontrado recentemente o jovem e ele estava uma nova pessoa, agradável e fácil de lidar que cantou e tocou sua guitarra para ela.

Um outro exemplo: uma mãe desesperada me ligou para pedir informação sobre orgãos protetores em sua cidade, porque seu filho autista de 25 anos de idade estava a ponto de ser expulso devido ao seu comportamento não conrolável. Eu não conhecia nenhuma outra opção para o rapaz, mas sugeri que a mãe tentasse o Super Nu-Thera, um suplemento que contêm B6, magnésio e outros nutrientes.

Dentro de algumas semanas esta mãe me ligou outra vez para dizer com enorme felicidade que seu filho estava muito bem agora e seu pagamento no trabalho se sido aumentado dramáticamente do pagamento mínimo de $1.50 por semana para $25 por semana.

Vendo os consistentes resultados, a segurança e a eficácia dos nutrientes B6 e magnésio em tratar indivíduos autistas, e contando com os inevitável efeitos colaterais curtos e/ou a longo prazo do uso de drogas, me parece certamente que esta abordagem segura e racional deve ser tentada antes que as drogas estejam empregadas.
fonte: http://www.universoautista.com.br/autismo/modules/articles/article.php?id=97

Entrevista com a Zíbia Gasparetto na Isto é

A senhora dos espíritos

Como Zibia Gasparetto transformou sua mediunidade num império de comunicação, com 41 livros publicados, 16 milhões de exemplares vendidos e presença no rádio, na tevê e na internet

por João Loes

Confira trechos do documentário “A Vida de Zibia Gasparetto”:
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A fila já dava voltas no auditório da livraria de um shopping da zona norte de São Paulo. Eram 20 horas de uma quinta-feira do mês de maio, dia de trânsito complicado na cidade, mas ninguém dava sinal de que arredaria os pés antes de conseguir um autógrafo e uma foto com a estrela da noite, a escritora, médium, líder espiritual e empresária Zibia Gasparetto, 86 anos. Convidada pela rede de lojas, ela havia falado durante 35 minutos para o público e agora atendia, um a um, os cerca de 150 fãs que aguardavam para conhecê-la e ganhar um exemplar assinado do livro “Só o Amor Consegue”, o 41º da carreira da autora, lançado em março e já com 80 mil cópias vendidas. “Qual o seu nome, minha filha?”, perguntava Zibia às moças, grande maioria, que chegavam com a obra na mão, para depois confirmar a grafia do sobrenome e colocar uma singela dedicatória: “Com carinhoso abraço, alegria e luz, Zibia Gasparetto”. Quando o salão esvaziou, perto das 22 horas, seis funcionárias da livraria apareceram, esbaforidas, com suas cópias do romance para garantir o autógrafo. Mesmo cansada e com dor no pulso, fruto de uma tendinite crônica, atendeu sorridente: “Claro, meu bem, pode vir”, disse.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Entrevista de Temple Grandin à Folha de S. Paulo

Temple Grandin, que tem autismo e pesquisa sobre o comportamento animal O melhor tratamento para as crianças autistas é descobrir seus pontos fortes e desenvolver essas habilidades, de modo que elas possam vir a ter uma vida independente e garantir o próprio sustento.
Essa é a mensagem de Temple Grandin, 65, uma das mais reconhecidas autoridades em autismo no mundo, que acaba de lançar nos EUA o livro "The Autistic Brain: Thinking Across The Spectrum" (O cérebro autista: pensando através do espectro).

No livro, ela mostra evidências de que o cérebro dos autistas é fisicamente diferente e diz que isso deve ser levado em consideração na identificação e no tratamento de pessoas com o distúrbio.
Também discute as definições de autismo na nova edição da chamada "bíblia" da psiquiatria, o DSM (Manual de Estatísticas de Diagnósticos), cuja versão mais recente foi lançada nos EUA.
A nova edição elimina as diversas classificações de autismo e as junta numa categoria só com diferentes graus de severidade.

Mas, principalmente, Grandin procura mostrar como pensam os autistas e como eles podem ser orientados. Ela mesma autista, inventou uma "máquina de abraçar", que a ajudava a controlar a ansiedade provocada por sua condição.
Cientista especializada em comportamento dos animais, sua história virou um filme ("Temple Grandin", de 2010), que ganhou prêmios em penca, inclusive sete Emmy.
"O autismo é parte de quem eu sou", escreve ela. "Mas não vou permitir que ele me defina. Sou uma expert em animais, professora, cientista, consultora."
Foi de seu escritório na Universidade do Estado do Colorado, onde dá aulas e realiza pesquisas, que ela concedeu por telefone esta entrevista à Folha.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Dicas de Autodisciplina para Autistas

Do face da Ana Muniz
Gentileza Yuri Alexandre.

Um pai relata o conteúdo de um e-mail que recebeu de um psicólogo sobre o autismo. Ele diz que é um conselho que vale mil dólares, pois como é uma informação passada por um médico especializado na área, é uma informação que será dada por qualquer outro médico que cobre o que se cobra por esse tipo de atendimento, já que todos eles se baseiam nos mesmos livros.

Ele apresenta o e-mail como uma solução para contornar, e possivelmente vir a solucionar, o comportamento agressivo do seu filho quando ele se recusa a fazer as coisas sozinho, por iniciativa própria ou quando pedem para que ele faça alguma coisa.

Achei interessante pois mostra uma forma bastante simples de fazer o autista manter seu foco levando em conta o que mais lhe motiva. Ou seja, você trabalha a autodisciplina dele na mesma medida de sua boa disposição.

Ele costuma publicar vídeos no YouTube sobre o dia a dia dele com seu filho autista. É uma forma que existe, principalmente nos EUA, dos pais e interessados em trocar informações sobre seus problemas e buscarem soluções conjuntamente.

Son Rise da Inspirados pelo Autismo - Workshop Nível 1 - Rio de Janeiro, RJ

A Aprendizagem Social Através da Interação Prazerosa - Um Workshop de 4 dias
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Datas: 05, 06, 07 e 08 de setembro de 2013(quinta, sexta, sábado e domingo)
Horários:
05 (quinta-feira) das 13:00 às 19:00;
06, 07 e 08 (sexta, sábado e domingo) das 8:30 às 16:30


Valores das inscrições:
R$600 por participante até o dia 25 de junho.
R$650 por participante até o dia 26 de agosto.

Inscrições para reciclagem:
Para quem deseja fazer o curso pela segunda vez, como reciclagem, o valor é de R$450 por participante. Para fazer a inscrição de reciclagem, favor nos contatar através de info@inspiradospeloautismo.com.br.

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(O valor regular de nossos cursos é de R$820,00.)

10 sinais que indicam se você é intolerante ao glúten

Por Dr. Amy Myers
Fonte: do facebook do Autismo Tiene Cura
Mais de 55 doenças estão relacionadas com glúten, a proteína encontrada no trigo, centeio e cevada. Estima-se que 99% das pessoas com intolerância ao glúten ou doença celíaca é diagnosticada. Também se estima que até 15% da população dos EUA é intolerante ao glúten.
Se você tiver qualquer um dos seguintes sintomas podem ser um sinal de que você tem intolerância ao glúten:
1. Problemas digestivos, como constipação, gases, flatulência e diarréia. Pode haver constipação especialmente em crianças após a ingestão de glúten.
2. Queratose pilar ("pele de galinha" aka na parte de trás dos braços). Isto tende a ser o resultado de uma deficiência de ácido gordo e de deficiência de vitamina destacamento de má absorção de gordura causada por danos no pequeno glúten.
3. Fadiga, confusão ou sensação de cansaço depois de comer uma refeição que contenha glúten.
4. O diagnóstico de uma doença autoimune, tiroidite de Hashimoto, a artrite reumatóide, colite ulcerativa, lúpus, psoríase, escleroderma e esclerose múltipla.
5. Os sintomas neurológicos como tontura ou sensação de fora de equilíbrio.
6. Os desequilíbrios hormonais, tais como TPM, SOP ou infertilidade inexplicada.
7. Enxaqueca.
8. O diagnóstico de fibromialgia ou fadiga crônica. Estes diagnósticos simplesmente indicam que o seu médico convencional não pode fixar o ponto a causa da fadiga ou dor.
9. Inflamação, inchaço ou dor nas articulações, como dedos, joelhos ou quadris.
10. Problemas de humor, como ansiedade, depressão, alterações de humor, de déficit de atenção.
Como testar a intolerância ao glúten?
Uma das maneiras mais fáceis de determinar se você tem um problema com glúten é fazer uma dieta de eliminação através da remoção de pelo menos 2-3 semanas e depois reintroduzi-lo. Note-se que o glúten é uma proteína grande e pode levar meses e até anos para abandonar a sua sistema de modo que, quanto mais tempo é o tempo que você pode removê-la de sua dieta antes de reintroduzir o melhor.
Se você se sentir muito melhor, sem glúten ou sentir-se pior quando ele reintroduz o glúten é provavelmente um problema. A fim de obter resultados precisos deste método de ensaio deve remover 100% do glúten da dieta.


Como tratar a intolerância ao glúten?
A eliminação de uma dieta sem glúten 100% significa que 100%. Mesmo pequenas quantidades de glúten de contaminação cruzada ou de suplementos ou medicamentos, pode ser suficiente para desencadear uma reacção imunitária no corpo.
A regra de 80/20 ou "não comer em nossa casa, só quando comer fora" é um equívoco total. Um artigo publicado em 2001, afirma que para as pessoas com doença celíaca ou sensibilidade ao glúten glúten, comer apenas uma vez por mês, têm um risco aumentado de morte em relação a 600%.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Autismo e Suplementos

Fonte: http://romulograndi.blogspot.com.br/2013/05/autismo-e-suplementos.html
Pesquisas recentes indicam que a suplementação e uma mudança na dieta trazem bons resultados na mudança de comportamento, capacidade de comunicação e aprendizado das crianças com Autismo e Síndrome de Asperger.

A suplementação consiste basicamente de introdução de vitaminas, como a B12 - e de antioxidantes, como o Ômega-3.

A mudança de dieta basicamente consiste em evitar alimentos com gluten [1] e caseína [2], que são proteínas. O gluten está presente, por exemplo, na farinha de trigo e na aveia. A caseína está presente no leite e derivados.



[1] Gluten: é uma proteína amorfa composta pela mistura de cadeias protéicas longas de gliadina e glutenina. O glúten é obtido através da mistura destas proteínas que se encontram naturalmente na semente de muitos cereais da família das gramíneas (Poaceae), subfamília Pooideae, principalmente das espécies da tribo Triticeae, como o trigo, cevada, triticale e centeio, ou em espécies da tribo Aveneae, como a aveia. (~Wiki)

[2] A caseína (do latim "caseus", queijo) é uma proteína do tipo fosfoproteína encontrada no leite fresco. Estas proteínas encontram-se com frequência no leite de mamíferos, sendo cerca de 80% da proteína encontrada no leite de vaca e entre 20% e 45% das proteínas no leite humano.

Segundos estudos publicados recentemente, o soro do leite de vaca pode causar intoxicação porque a caseína do leite de vaca não é igual à caseína do leite materno, provocando reações dos linfócitos, que repelem a substância estranha ou antinatural, podendo causar câncer e doenças autoimunes. Por isso algumas pessoas com autismo e síndrome de Asperger são sensíveis a caseína e ao gluten. (~Wiki)
Recentemente tem havido grande interesse dos pais num suplemento vendido nos EUA, um tipo de suco ou vitamina, (Speak Smooth ₢) [3], composto de antioxidantes e vitaminas e que está ajudando as crianças a melhorar sua capacidade de comunicação.

A formulação contém Omega-3 e algumas vitaminas. Vamos aguardar maiores resultados deste tratamento. A suplementação e a mudança para uma dieta mais adequada e saudável é um caminho que muitos pais estão preferindo para tratar suas crianças, ao invés da medicação.
[3] Para maiores detalhes sobre a formulação deste suplemento, entrar em contato por e-mail.

As crianças com autismo e Asperger respondem muito bem à terapia com essências florais, que tratam dos aspectos mais relacionados ao comportamento, aprendizado, equilíbrio emocional e mental, adaptação a novas rotinas, comunicação e socialização.

A análise do mapa astrológico natal das crianças permite um entendimento muito claro de suas necessidades básicas e de como se relacionam consigo mesmas e com o mundo, o que facilita a indicação das essências florais de maneira individualizada.

~o§.§o~

Consultoria Astrológica e Numerológica
Mapa Natal, Retorno Solar, Trânsitos, Progressões, Sinastrias
Mapas infantis (de orientação educacional) e Orientação Vocacional


 Encomendando os seus trânsitos astrológicos pessoais e seu mapa numerológico, você acompanha a dinâmica planetária que descreve o seu cotidiano e a frequência vibracional do seu dia pessoal - e assim você poderá exercer o seu livre-arbítrio com muito mais consciência! A análise dos trânsitos, progressões, lunações e eclipses sobre o mapa natal permite uma antecipação das crises, que podem então ser aliviadas com um tratamento de apoio e prevenção.


Rômulo Grandi
Mestre em Reiki
Consultor em Astrologia e Terapias Integrativas

quarta-feira, 15 de maio de 2013

A história de Bárbara Parente

Essa é a história da Bárbara Parente, uma mãe guerreira, como nós, que saiu no site oficial da Prefeitura, hoje
 
UMA GUARDA FOCADA NA INCLUSÃO


Bárbara Esther Parente é guarda municipal desde 2005

Ser mãe de uma criança autista mudou a vida da guarda municipal Bárbara Esther Parente. Mas não para um estado de tristeza, de luto, e sim para uma verdadeira batalha pela desmistificação do autismo e pela inclusão destas pessoas, além daquelas que sofrem com outros tipos de deficiências. Seu filho, Lucas, hoje com 13 anos, tem autismo clássico e apresenta dificuldades para fazer atividades como mastigar e falar. Para quem não sabe, o Transtorno do Espectro Autista (TEA) afeta 3 áreas conhecidas como a tríade do autismo, que são: comunicação, socialização e o comportamento.

Um incentivo extra para Esther vencer essa luta veio logo após a sua entrada na Guarda Municipal, em 2005. Paralelamente à faculdade de Direito, Esther também iniciava a sua atuação no Grupamento de Apoio ao Turista (GAT). Um dia, enquanto estava em seu posto de serviço, ela viu a dificuldade de comunicação que um casal de turistas surdos encontrou para se hospedar em um hotel da Zona Sul, pois não havia funcionários habilitados para atendê-los. Como Esther entendia a linguagem de sinais, ela pôde ajudar o casal. Foi a partir daí que Esther começou a se preocupar com a preparação dos operadores de segurança pública no trato da pessoa com deficiência.

“Acredito que é fundamental conscientizar as pessoas, apresentando como as necessidades são diferentes de cada pessoa com autismo ou qualquer outra deficiência. Muita gente não se dá conta, mas os portadores de deficiências são “invisíveis” nas ruas. Pelo fato de não vivenciarem essa realidade, as pessoas não têm ideia das dificuldades enfrentadas. Tenho uma amiga, por exemplo, que tem buzina na bengala para não ser pisada. Ou seja, a responsabilidade que temos na administração pública é enorme em relação ao tema. Por isso, estamos desenvolvendo capacitações para as novas turmas de guardas municipais e para as equipes de ronda escolar. Divulgar a informação é fundamental, ainda mais entre os guardas, que se deparam o tempo todo com pessoas com deficiências nas ruas”, diz Esther.

Hoje, pós-graduada em Segurança Pública e Cidadania, a GM Esther integra a Comissão dos Direitos da Pessoa com Deficiência da OAB-RJ, além de ser membro do grupo Mundo Azul (movimento de pais que trocam experiências e lutam pelos direitos dos autistas). Esther ainda encontra tempo para fazer palestras sobre a relação entre as deficiências e a segurança pública. Em junho do ano passado, inclusive, ela participou do ciclo de palestras para os alunos do último curso de formação da GM-Rio, falando sobre o tratamento que os operadores de segurança pública devem ter com deficientes.
Entre os projetos futuros, Esther conta que existe a ideia de promover um programa de vivências na GM-Rio. O objetivo é colocar os guardas em situações vividas pelos portadores de deficiências para que eles possam entender essas realidades. “É importante que busquemos cada vez mais informação, entendamos as diferentes necessidades e nos abrir para novos olhares. Me coloco à disposição caso alguma secretaria tenha interesse em tirar dúvidas ou promover palestras sobre os direitos dos portadores de deficiência, sensibilização ou inclusão. Conscientização nunca é demais”.
Para quem tiver mais interesse sobre o assunto, vale conhecer o blog da GM Esther, http://barbaraparente.blogspot.com.br,
acessar o site www.mundoazul.org.br,

sexta-feira, 10 de maio de 2013

A Dieta SGSC no Tratamento do Autismo:

Texto retirado do maravilhoso blog da Bruna Marcelino


Dieta sem glúten e sem caseína

Por Claudia Marcelino e Priscila Spiandorello - Texto publicado na edição nº 2 da REVISTA AUTISMO, abril de 2012.

A história da interferência dos peptídeos de glúten e caseína nas desordens mentais é quase tão antiga quanto o próprio autismo. Foi no meio da década de 60 que Dohan começou a sugerir que a ingestão de glúten poderia ser um fator causal da esquizofrenia.
No início da década de 70, peptídeos com atividade imitando a morfina, foram descobertos como um produto fisiológico normal do metabolismo de seres humanos. Esses peptídeos são chamados de endorfinas e são liberados no organismo em situações tanto de prazer, quanto de stress ou dor.

Peptídeos são cadeias de 2 ou mais aminoácidos derivados da digestão incompleta de proteínas. Os peptídeos do glúten e da caseína possuem o mesmo efeito de droga da morfina e de opióides, por isso recebem o nome de gluteomorfina e caseomorfina. Uma vez que estes peptídeos consigam chegar a corrente sanguínea, eles podem se ligar aos receptores opiatos no cérebro causando toda a gama de sintomas destas drogas. O glúten e a caseína são proteínas muito complexas e grandes exigindo uma perfeita condição digestiva e uma boa integridade da barreira intestinal para que sejam devidamente quebrados e assimilados sem vazar para a corrente sanguínea.
O peptídeo mais conhecido de todos provavelmente é a beta-endorfina, que atraiu muito interesse e pesquisas na época dos anos 70.

Sete maneiras de ajudar seu filho autista não verbal a falar

Do blog da Cláudia Marcelino


Imitar os sons de seu filho e seu jeito de brincar irá encorajar mais vocalizações e interação.


Tradução de Claudia Marcelino para artigo publicado pela Autism Speaks no dia 19/03/2013.

Esta semana, pesquisadores publicaram os resultados esperançosos de que, mesmo depois de 4 anos de idade, muitas crianças não-verbais com autismo, eventualmente, desenvolvem a linguagem. (Leia a nossa notícia aqui .)
Por uma boa razão, as famílias, os professores e outros querem saber como eles podem promover o desenvolvimento da linguagem em crianças não-verbais ou adolescentes com autismo. A boa notícia é que a pesquisa produziu uma série de estratégias eficazes.

AS 10 MELHORES DICAS PARA A DIETA DO AUTISTA:

Gente, a Cláudia Marcelina publicou essas dicas hoje no perfil dela do facebook. Ela é uma das mães mais guerreiras que eu conheço. O livro dela "Autismo, esprança pela Nutrição", é maravilhoso. Ela tem um blog espetacular. Não deixem de acessar: Sinos de vento

Existem vários grupos de alimentos e alimentos que causam reações alérgicas em pessoas autistas. É melhor modificar sua dieta e tentar uma combinação de vários alimentos, suplementos e medicamentos para controlar os sintomas.

Aqui estão listadas as 10 melhores dicas de dieta para o autismo:

1 - É sempre bom começar com uma dieta de eliminação. Remover ou reduzir os alimentos para ver quais controlam os sintomas e quais podem agravar-los.

2 - A pesquisa mostrou que a remoção de certos alimentos ricos em proteína, ajuda. Uma dieta isenta de glúten e caseína, as proteínas do trigo e do leite. No entanto, pode não ser a resposta, uma vez que não é eficaz em todos os casos.

3 - As crianças autistas são consideradas altamente alérgicas a alguns alimentos como ovos, peixes, frutos do mar, nozes, amendoim e soja. Eliminando esses alimentos pode melhorar os sintomas.

4 - A dieta cetogênica, baixa em carboidratos geralmente usada para controle de crises epilépticas, também descobriu-se ser eficaz para crianças autistas. Mas isso pode levar a um mau crescimento e níveis elevados de colesterol.

5 - A dieta livre de açúcar e fermento é útil em certos casos, mas pode ser difícil de administrar. Se os pais também comem esses novos alimentos, pode ser mais fácil para as crianças a aceitá-los.

6 - Verificou-se que as crianças com autismo são deficientes em determinadas vitaminas e minerais. Suplementar ajuda a garantir que seu filho está recebendo uma quantidade adequada de ambos para ajudar o seu crescimento, bem como tratar os sintomas.

7 - As crianças autistas também são deficientes em ácidos graxos essenciais, fibras e proteínas. Especialistas dietéticos recomendam a inclusão de ômega-3 consumindo o óleo de fígado de bacalhau e suplementos de óleo de peixe. Eles são considerados como "boas gorduras" e ajudam a reduzir a inflamação.

8 - Probióticos ajudam com problemas gastro-intestinais em muitas crianças autistas. Eles contêm bactérias saudáveis e podem melhorar a microflora do trato digestivo.

9 - Dietas de eliminação pode restringir o consumo de nutrientes. Certifique-se de substituí-los por algo mais para o desenvolvimento global e crescimento.

10 - Incluir enzimas digestivas no alimento para ajudar na digestão.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Excesso de iodo pode causar doenças auto-imunes (entre elas, o autismo)

O Brasil registra um aumento de casos de doenças da tireóide e a causa é o excesso de iodo no sal. A afirmação é de um dos maiores especialistas em tireóide no Brasil, o endocrinologista Geraldo Medeiros Neto, professor da Faculdade de Medicina da USP e consultor do Ministério da Saúde.
O problema, diz, foi detonado em 1998, quando uma resolução da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aumentou a proporção de iodo no sal. Passou de 40-60 g/kg (microgramas por quilo) para 40-100 g/kg. Em 2003, após estudos comprovarem que havia excesso de iodo na urina da população, os índices foram reduzidos para 20-60 g/kg.

O Ministério da Saúde alega que a mudança em 1998 foi em razão de pressões da indústria salineira. "O setor teria reclamado que o limite mínimo de 40 e máximo de 60 g/kg de sal eram muito próximos, o que levava a erros de dosagens e, conseqüentemente, a multas", afirma Juliana Amorim, da coordenação de políticas de alimentação e nutrição.

O professor Medeiros Neto, que já era consultor do ministério da época, confirma. "A alteração foi feita sem o aval dos assessores técnicos. Foi decidida pelo pessoal do segundo e terceiro escalões." A indústria salineira nega.

Segundo Medeiros Neto, a ingestão de iodo em excesso durante um período prolongado --acima de três anos-- pode provocar o aumento da tireoidite crônica (tireoidite de Hashimoto) entre as pessoas que têm predisposição genética a doenças auto-imunes --15% da população, em média.

Pesquisas recentes feitas no país mostram incidência de até 20% de casos dessa doença, tipo mais comum de hipotireoidismo que atinge as mulheres e leva o organismo a produzir anticorpos contra a glândula tireóide, levando a uma inflamação crônica. O padrão internacional é de 7%.

"Não tenho dúvidas. [O excesso de iodo] é o gatilho que deflagrou esse aumento. As conseqüências aparecem mais tarde", diz ele.

Mas muitos médicos, como os endocrinologistas Mário Vaisman (UFRJ), Eder Quintão (USP) e Antonio Roberto Chacra (Unifesp), acreditam que o aumento dos casos esteja relacionado ao crescimento do diagnóstico da doença. "Ainda não há estudos suficientes", diz Quintão.

Não há um padrão internacional para o nível de iodo no sal. Cada país tem sua norma, mas em geral varia de 20 a 100 g/ kg.