Jake foi diagnosticado com autismo quando tinha três anos. Sua mãe,
Kristine Barnett, ouviu dos especialistas que ele nunca seria capaz de
ler e que, com sorte, amarraria os próprios sapatos aos 16 anos.
Aos poucos, tratado como uma anomalia e isolado do mundo, ele se tornava
cada vez mais distante. Barnett, contrariando a opinião dos
profissionais e do marido, decidiu tirá-lo da educação especial e
prepará-lo sozinha.
A intenção dela era colocá-lo em uma escola convencional para que ele tivesse uma vida mais próxima do normal, do comum.
Em duas semanas Jake aprendeu cálculo matemático sozinho. Aos nove anos,
desenvolveu uma teoria revolucionária em astrofísica e tornou-se
pesquisador remunerado em física quântica aos 12. O garoto revelou uma
memória fotográfica e QI mais alto do que o de Albert Einstein.
O que faltava para Jake era o estímulo correto, alguém que procurasse
com atenção as suas habilidades obscurecidas pelo diagnóstico de
autismo.
"Brilhante: A Inspiradora Historia de uma Mãe e seu Filho Gênio Autista",
escrito por Kristine Barnett, conta como a mulher que mantinha uma
creche na garagem de sua casa estimulou o desenvolvimento intelectual do
filho de um modo sem precedentes.
Elogiado pelo jornal "The Washington Post" como um "relato incrível", o título chega ao Brasil pela editora Zahar.
*
"Brilhante" Autor: Kristine Barnett Editora: Zahar Páginas: 272 Quanto: R$ 33,90 (preço promocional*) Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha
O cérebro
se modifica. Ele é um órgão plástico, vivo e pode de fato transformar
as suas próprias estruturas e funções, mesmo em idades avançadas. A
neuroplasticidade — uma das descobertas mais revolucionárias desde que
os cientistas desvendaram os primeiros esboços da anatomia básica do
cérebro — promete derrubar a noção ultrapassada de que o cérebro adulto é
rígido e imutável. A neuroplasticidade não apenas dá esperança àqueles
com limitações mentais, ou com lesões neurológicas consideradas
incuráveis, mas também expande nosso entendimento da saúde do cérebro.
Norman Doidge, psiquiatra e pesquisador, estabelece uma investigação da
neuroplasticidade e apresenta tanto os cientistas que estão dominando
essa área quanto as pessoas cujas vidas foram melhoradas por esses
estudos.
O cérebro que se transforma apresenta
casos que detalham o progresso surpreendente de pacientes, como uma
mulher que nasceu com apenas metade do cérebro, mas que conseguiu se
adaptar e levar uma vida normal; uma mulher rotulada como doente mental,
que curou suas deficiências e agora ajuda outros a fazerem o mesmo;
pessoas cegas que voltaram a enxergar; dificuldades de aprendizagem
curadas; recuperação de pacientes que sofreram derrames; depressão e
ansiedade crônicas que desapareceram, entre outros casos.
Doidge
nos leva a um território que parece fantástico. Aprendemos como nossos
pensamentos podem ativar ou desativar nossos genes, alterando a anatomia
do cérebro. Vemos como os cientistas desenvolveram máquinas que podem
acompanhar essas mudanças físicas para ler os pensamentos, permitindo
que uma pessoa com paralisia controle computadores e aparelhos
eletrônicos. E verificamos como uma pessoa com uma inteligência mediana
pode, com exercícios, aumentar seu poder de cognição e percepção.
Por
meio de intrigantes histórias pessoais, Doidge explora as profundas
implicações do cérebro que se transforma para entender os mistérios do
amor, da atração sexual, do gosto, da cultura e da educação, em um livro
comovente e inspirador que vai alterar a maneira como entendemos as
possibilidades humanas.
Estimulação Magnética Transcraniana (EMT) no Autismo
O
autismo é uma disfunção global do desenvolvimento. É uma alteração que
afeta a capacidade de comunicação do indivíduo, de socialização
(estabelecer relacionamentos) e de comportamento (responder
apropriadamente ao ambiente — segundo as normas que regulam essas
respostas). Esta desordem faz parte de um grupo de síndromes chamado
transtorno global do desenvolvimento (TGD), também conhecido como
transtorno invasivo do desenvolvimento (TID), do inglês pervasive
developmental disorder (PDD).
Mais recentemente cunhou-se o
termo Transtorno do Espectro Autista (TEA) para englobar o Autismo, a
Síndrome de Asperger e o Transtorno Global do Desenvolvimento sem outra
especificação.
Segundo a ASA (Autism Society of American),
indivíduos com autismo usualmente exibem pelo menos metade das
características listadas a seguir:
1. Dificuldade de relacionamento com outras pessoas 2. Riso inapropriado 3. Pouco ou nenhum contato visual 4. Aparente insensibilidade à dor 5. Preferência pela solidão; modos arredios 6. Rotação de objetos 7. Inapropriada fixação em objetos 8. Perceptível hiperatividade ou extrema inatividade 9. Ausência de resposta aos métodos normais de ensino 10. Insistência em repetição, resistência à mudança de rotina 11. Não tem real medo do perigo (consciência de situações que envolvam perigo) 12.
Procedimento com poses bizarras (fixar objeto ficando de cócoras;
colocar-se de pé numa perna só; impedir a passagem por uma porta,
somente liberando-a após tocar de uma determinada maneira os alisares) 13. Ecolalia (repete palavras ou frases em lugar da linguagem normal) 14. Recusa colo ou afagos 15. Age como se estivesse surdo 16. Dificuldade em expressar necessidades - usa gesticular e apontar no lugar de palavras 17. Acessos de raiva - demonstra extrema aflição sem razão aparente 18. Irregular habilidade motora - pode não querer chutar uma bola, mas pode arrumar blocos
É
relevante salientar que nem todos os indivíduos com autismo apresentam
todos estes sintomas, porém a maioria dos sintomas está presente nos
primeiros anos de vida da criança. Estes variam de leve a grave e em
intensidade de sintoma para sintoma. Adicionalmente, as alterações dos
sintomas ocorrem em diferentes situações e são inapropriadas para sua
idade. Vale salientar também que a ocorrência desses sintomas não é
determinista no diagnóstico do autismo, para tal, se faz necessário
acompanhamento com médico neurologista. E a criança precisa ter sua vida
afetada em 3 áreas antes dos 3 anos de idade:
a) comprometimento na interação social;
b) comprometimento na comunicação verbal e não-verbal, e no brinquedo imaginativo;
c) comportamento e interesses restritos e repetitivos.
Na
Universidade de Kentucky, nos Estados Unidos, há diversos estudos sobre
cérebro autista. Um destes estudos, realizado por Dr. Casanova, em
2006, demonstra que a Estimulação Magnética Transcraniana tem a
capacidade de diminuir os sintomas do autismo como hipersensibilidade,
sem comprometer a criatividade e habilidades que fazem as pessoas
autistas tão extraordinário.
O Tratamento de Estimulação
Magnética Transcraniana se baseia na estimulação ou inibição da parte
mais externa do cérebro chamada neocórtex. Dentro do neocórtex existem
grupos de células chamadas minicolunas. Estas minicolunas são a menor
unidade de células capazes de processar informação. As minicolunas
incluem células relativamente grandes, os neurônios, o que permite a
comunicação não só dentro de uma minicoluna mas também entre diferentes
partes do cérebro.
Em
pessoas com autismo as minicolunas são menores e mais numerosos do que o
normal. Além disso, os neurônios dentro de cada minicoluna são
reduzidos em tamanho. Isso pode ser bom e ruim, pois desde que a
eficiência das conexões entre os neurônios seja mantida. No entanto, a
presença de menores neurônios no cérebro de pacientes autistas tem um
efeito dramático sobre a maneira que diferentes partes do cérebro
interagem uns com os outros. As atividades que exigem projeções mais
longas (por exemplo, linguagem) pode ser prejudicada enquanto aqueles
que dependem de conexões mais curtas (por exemplo, manipulações
matemáticas), podem ser conservados ou reforçado. "
A Estimulação
Magnética Transcraniana (EMT) pode "inverter o campo magnético no
córtex", reforçando assim o isolamento ao redor do minicolunas. Mais
importante, o tratamento não tem efeito colateral de mudar os processos
de personalidade ou pensamento da pessoa a ser tratada.
Um
estudos publicado, em 2008, no Journal of Autism and Developmental
Disorders foca na neuropatologia do autismo que é caracterizado por uma
perturbação de modulação cortical. Neste estudo, se propôs o uso de
baixa freqüência da Estimulação Magnética Transcraniana (EMT), como
forma de aumentar a inibição de contato das minicolunas no autismo.
Treze pacientes (ADOS e ADI-R diagnized) e igual número de controles
participaram do estudo. A Estimulação Magnética Transcraniana (EMT) foi
feita em 0,5 Hz, 2 vezes por semana durante três semanas na área
suplementar motora do córtex pré-frontal dorsolateral direito. Resultado
de medidas baseadas em potenciais relacionados a eventos (ERP), a
atividade gama induzida, e medidas comportamentais mostraram melhora
significativa pós-Estimulação Magnética Transcraniana (EMT).
Os
resultados sugerem que a EMT oferece uma intervenção potencial
terapêutico para o autismo com ótimos resultados. A Estimulação
Magnética Transcraniana (EMT) demonstrou ser efetiva no tratamento de
doenças mentais, como esquizofrenia e depressão, agora também vários
outros estudos com a Estimulação Magnéica Transcraniana têm demonstrado
resultados positivos no autismo.
Para maiores informações entre
em contato com a Clínica Neurológica Higashi (Neurologia e
Neuroestimulação) pelo telefone (21) 3439-8999 (Rio de Janeiro).
Casanova
MF, Kooten IAJ van, Switala AE, Engeland H van, Heinsen H, Steinbusch
HWM, Hof PR, Schmitz C. Abnormalities of cortical minicolumnar
organization in the prefrontal lobes of autistic patients. Clinical
Neuroscience Research 2006; 6(3–4), 127–133.
Chae, J. H., Nahas,
Z., Wassermann, E., Li, X., Sethuraman, G., Gilbert, D., et al. (2004).
A pilot safety study of repetitive transcranial magnetic stimulation
(rTMS) in Tourette's syndrome. Cognitive and Behavioural Neurology,
17(2), 109-117
Mantovani, A., Lisanby, S. H., Pieraccini, F.,
Ulivelli, M., Castrogiovanni, P., & Rossi, S. (2006). Repetitive
transcranial magnetic stimulation (rTMS) in the treatment of
obsessive-compulsive disorder (OCD) and Tourette's syndrome (TS).
International Journal of Neuropsychopharmacology, 9(1), 95-100.
Estate
M. Sokhadze, Ayman El-Baz, Joshua Baruth, Grace Mathai, Lonnie Sears
and Manuel F. Casanova. Effects of Low Frequency Repetitive Transcranial
Magnetic Stimulation (rTMS) on Gamma Frequency Oscillations and
Event-Related Potentials During Processing of Illusory Figures in
Autism. Journal of Autism and Developmental Disorders. Volume 39, Number
4, 619-634, DOI: 10.1007/s10803-008-0662-7. 2008.
Produzido por:Andrea Nunes Higashi Coordenadora de Educação e Pesquisa da Clínica Higashi – Neuroestimulação e Neurologia Rio de Janeiro e Londrina
Algumas crianças com autismo têm conexões cerebrais fracas nas regiões
que relacionam o discurso com o sistema de recompensa emocional, revelou
uma pesquisa nesta segunda-feira, abrindo caminho para novos
tratamentos.
O estudo publicado na revista "Actas" da Academia Nacional de Ciência
dos Estados Unidos (PNAS) sugere, pela primeira vez, que a razão pela
qual as crianças com autismo mostram uma falta de sensibilidade à voz
humana pode se vincular a circuitos defeituosos nos centros de
recompensa do cérebro.
"Uma conexão cerebral fraca pode impedir as crianças com autismo de
experimentar o discurso como algo agradável", disse Vinod Menon, um dos
autores do estudo e professor de Psiquiatria e Ciência do Comportamento
na Universidade de Stanford, Califórnia (oeste).
Os pesquisadores fizeram imagens cerebrais por ressonância magnética de
20 crianças com um tipo alto de autismo. Elas têm um coeficiente
intelectual normal, podem falar e ler, mas mostram dificuldades na
conversa e na compreensão de sinais emocionais.
Ao comparar as imagens com as de 19 crianças sem autismo, os cientistas
descobriram que os cérebros dos menores com autismo mostravam baixas
conexões com regiões do cérebro que liberam dopamina em resposta a
recompensas.
No lado esquerdo do cérebro, as crianças autistas mostraram conexões
fracas com o núcleo accumbens e a área tegmental ventral. Já no lado
direito, no córtex de voz seletiva, onde são detectados os sinais vocais
e de tom, havia um conexão fraca com a amígdala cerebral, que processa
os sinais emocionais.
Os pesquisadores também determinaram que uma conexão mais baixa supõe uma pior capacidade de comunicação.
"A voz humana é um som muito importante. Não apenas dá significado, mas
proporciona informação emocional fundamental para uma criança", afirmou
outro autor, Daniel Abrams, um pesquisador de Pós-Doutorado em
Psiquiatria em Stanford.
"Somos os primeiros a mostrar que essa falta de sensibilidade pode ser
resultado de problemas de sistemas de recompensa no cérebro", completou.
Ao infectar ratas grávidas com uma parte da bactéria Escherichia coli,
cientistas da Universidade de São Paulo (USP) conseguiram induzir na
prole um quadro semelhante ao autismo, criando um modelo animal da
doença que poderá ser útil em diversas pesquisas.
"Nossa maior contribuição foi mostrar que, além dos já bem
estabelecidos fatores genéticos, infecções durante a gestação também são
importantes
na etiologia das doenças mentais. Nossos achados indicam que uma
infecção bacteriana aproximadamente no meio da gestação induziria
alterações comportamentais similares às do autismo, com prejuízos na
comunicação, socialização e inflexibilidade cognitiva", disse Thiago
Berti Kirsten, responsável pela pesquisa.
O experimento consistiu em injetar uma toxina extraída da membrana da bactéria E. coli, chamada lipopolissacarídeo (LPS), em ratas no nono dia e meio de gestação.
Segundo a pesquisadora
Martha Bernardi, isso seria o equivalente a uma mulher contrair uma
intoxicação alimentar pela bactéria por volta do quarto mês de gravidez.
As ratas apresentaram um discreto e passageiro quadro de
comportamento doentio após a contaminação, mas logo voltaram ao estado
normal e cuidaram de forma adequada dos filhotes. Na prole, por outro
lado, os efeitos foram maiores e duradouros.
A inglesa Iris Halmshaw, de 3 anos, está chamando atenção de artistas
e admiradores de artes plásticas de todo mundo. Autista, a criança usa
uma mesa no jardim de casa, em Leicestershire, para pintar quadros no
mesmo estilo do francês Oscar-Claude Monet e já está ganhando dinheiro
com suas obras. Com ajuda dos pais, ela deve montar, ainda este ano, uma
exposição solo.
Iris Grace Halmshaw foi diagnosticada autista em
2011. A criança é incapaz de falar devido a um problema de
desenvolvimento neural, mas descobriu uma maneira de se expressar
através de suas pintura. Apesar de não interagir com outras pessoas ou
mesmo manter contato visual, Iris sempre gostou de ficar em contato com a
natureza. Sua afeição por árvores, água e vento é manifestada em suas
obras.
“Quando Iris foi diagnosticada com autismo, eu comecei a
buscar algo que ela gostasse de fazer. Eu a tinha matriculado em uma
creche, mas foi desastroso”, contou a mãe da criança, Arabella
Carter-Johnson, ao jornal Daily Mail. “Minha mãe comprou um cavalete e
demos tinta para ela. Depois de fazer um traço com pincel e ver a tinta
escorrer, ela ficou furiosa e começou a chorar. Mas, eu descobri o
problema. Não era a pintura, era que ela não podia controlar o pincel”.
A
mãe decidiu, então, por de lado o cavalete e deixar a folha de papel
livre para Iris trabalhar. “Ela pareceu saber intuitivamente o que
fazer”, disse Arabella. Foto:
Reprodução
/
Facebook
Após descobrir a arte, esta se tornou parte da terapia da
criança. Agora, Iris passa até duas horas trabalhando em suas obras
detalhadas. “O autismo criou um estilo de pintura que eu nunca vi em uma
criança da idade dela. Ela tem compreensão de cores e como elas
interagem entre si. Ela sorri com emoção e alegria conforme pinta, fica
mais feliz”, revelou a mãe. Fama veio com exposição em redes sociais
Arabella
decidiu partilhar uma imagem das pinturas de sua filha no Facebook. Um
cliente fascinado com a pintura ligou para ela e se mostrou interessado
em comprar a obra de arte da criança. Em seguida, a notícia sobre o
trabalho de Iris começou a se espalhar na internet a tal ponto que um
site foi criado para exibir pinturas da criança. Quadros já pintados por Iris Grace
Foto:
Reprodução
/
Facebook
Foto: Reprodução / Facebook
O pais ficaram chocados com a resposta do público. “Eu sempre
achei os quadros dela incríveis. Mas nós somos pais dela, sempre
acharemos isso. Quando outras pessoas começaram a dizer que o trabalho
dela era ótimo, eu achei demais”, disse o pai de Iris, Peter-Jon
Halmshaw, ao Daily Mail. Obras custam caro
Até
o momento, oito pinturas da criança já foram vendidos, duas dessas
custando mais de R$ 8 mil. As pinturas listadas no site da família
variam de R$ 130 a R$ 1 mil.
Os pais de Iris estão agora à procura
de um patrocinador para montarem uma exposição individual de Iris.
Também está sendo organizado para novembro um leilão de obras da
criança. Segundo Arabella e Peter-Jon, todo o dinheiro arrecadado será
usado para pagar sessões de terapia de Iris. Fonte: http://extra.globo.com/noticias/mundo/garota-autista-de-3-anos-ganha-dinheiro-pintando-quadros-semelhantes-aos-de-monet-9166170.html#ixzz2a6QFi3V5
Crianças
com autismo têm um número significativamente menor de tipos de bactérias
intestinais, o que provavelmente os torna mais vulneráveis a bactérias
patogênicas, conclui um estudo publicado na revista Plos One '. A
nova pesquisa, realizada por uma equipa liderada por Rosa
Krajmalnik-Brown, do Instituto de Biodesign da Universidade do Arizona,
nos Estados Unidos, é uma análise abrangente focada em bactérias
comensais ou benéfica bacterianas em crianças com transtornos do
espectro distúrbios (ASD). "Uma
das razões pelas quais eu comecei a abordar esta questão é o fato de
que as crianças autistas têm um monte de problemas gastrointestinais que
podem durar para a vida adulta - diz Krajmalnik-Brown -. Estudos têm
mostrado que, quando gerimos esses problemas, o seu comportamento melhora dramaticamente. "
A flora bacteriana que vivem no intestino humano tornou-se um dos tópicos mais quentes na pesquisa biológica. Envolvido
em uma série de atividades importantes, incluindo a digestão, ajustando
o peso corporal, a regulação da resposta imune e produção de
neurotransmissores que afetam o cérebro eo comportamento, esses jovens
trabalhadores são diversas comunidades com centenas de espécies que
habitam o intestino, mais benéfico, mas alguns podem ser muito perigoso.
Em tempos de férias escolares, o desafio dos pais e familiares é
entreter as crianças dentro ou fora de casa para que o período de
descanso dos pequenos seja prazeroso e inesquecível.
Mas como distrair uma criança que sofre de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), doença neurobiológica genética que tem entre as principais características a falta de atenção e concentração?
Esse
grupo, em geral, torna-se extremamente inquieto levantando-se quando
tem que ficar sentado, age com impulsividade, não se atenta a detalhes e
se distrai com muita facilidade, sintomas que afetam o rendimento
escolar. Hoje, estima-se que 3 a 10% de crianças sofram de TDAH.
Para
ganhar a atenção dos pequenos, especialistas indicam jogos de
competição em grupo, que são altamente motivadores e socializadores. Já o
videogame deve ser limitado, pois os hiperativos podem passar mais tempo jogando e não se dedicando às outras atividades.
Saber diferenciar as causas do TDAH
pode ser bem mais complicado do que os envolvidos imaginam. Caso não
descoberta e tratada o quanto antes, a patologia se estende na fase da
adolescência e os jovens podem se tornar adultos hiperativos e
desorganizados. Daí a importância da ação com uma equipe
multidisciplinar com orientadores pedagógicos e psicólogos.
Se
você tem um filho ou alguém próximo com TDAH, aproveite as dicas que
listamos abaixo. São atividades simples que certamente serão bem-vindas
às crianças.
Quebra-cabeça
O
quebra-cabeça desafia a inteligência da criança, estimula o pensamento
lógico, a composição e decomposição de figuras, discriminação visual,
atenção e concentração. O interesse varia conforme o grau de dificuldade
da brincadeira. Uma vez difícil, pode-se montar em cima de uma prancha, riscar as suas formas e numerá-las para facilitar a utilização.
Jogo de memória
O
jogo da memória estimula o pensamento, memorização, identificação de
figuras, estabelecimento do conceito de igual e diferente, além de
orientação espacial.
Soa
como uma horrível estória de um filme de terror: um psiquiatra
norte-americano, internacionalmente famoso, testa em seus pacientes, nos
anos 60, diferentes remédios psicotrópicos com a intenção de acalmar as
crianças. Quando encontra a pílula adequada com a qual consegue
acalmá-las, ele levanta em nome da Organização Mundial da Saúde a
agitação das crianças como uma nova doença. Uma nova fonte de renda da
rede mundial da indústria médica e farmacêutica. Milhões de jovens em
todo o mundo tomam a ritalina há décadas, porque eles teriam a suposta
TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade).
Como a indústria farmacêutica destrói premeditadamente as nossas crianças…
A doença chama-se TDAH. O gigante farmacêutico e outros faturaram
bilhões nas últimas décadas com o uso da ritalina. O citado neurologista
norte-americano leva o nome de Leon Eisenberg. Todavia a verdade sempre
vem à tona, mesmo se às vezes demore um pouco mais. Pouco antes de sua
morte em 2009, o médico de 89 anos revelou o embuste: nunca ele havia
imaginado que sua descoberta tornar-se-ia tão popular, declarou ele em um artigo.“TDAH é um exemplo marcante para uma doença fabricada!”
Uma doença fabricada. Isso também foi comprovado por uma recente notícia da
semana passada: Diante do dramático aumento dos casos de diagnóstico de
TDAH (um aumento de cerca de 400 vezes entre 1989 e 2001), os
pesquisadores são agora unânimes: TDAH é estampada – precipitadamente –
como espada de Dâmocles para a vivacidade das crianças. Os meninos caem
com mais frequência na armadilha. Tudo deve estar em ordem para o cartel
farmacêutico. Entrementes, esta “doença fabricada” manifestou-se
mundialmente como transtorno psíquico. Uma injustiça, como cada vez mais
vem à luz do dia: aquilo, que é conhecido como TDAH ou TODA (síndrome
de déficit de atenção) e supostamente condicionada à herança genética,
baseia-se, de fato, frequentemente em diversos motivos e tem pouco a ver com um verdadeiro quadro de doença psíquica,
como me explicou há alguns anos o antigo chefe da psiquiatria para
crianças e jovens da Uniklinik Eppendorf, o falecido Prof. Dr. Peter
Riedesser: frequentemente problemas familiares têm um papel importante,
que devem ser investigados, além disso, a maioria dos atingidos são
garotos, o que também está relacionado com o fato destes não raramente
terem um temperamento mais desenfreado do que as garotas. Mas em relação
às meninas, a maioria das afirmações tendem para o códex
comportamental, assim como para as instituições de acolhimento dos
jovens, como também nas escolas. Basta os garotos brincarem como
selvagens para que eles mereçam rapidamente a atenção. Na realidade, a
TDAH é um problema dos incompreendidos jovens da atualidade.
A
Autism Treatment Evaluation Checklist (ATEC) é uma ferramenta simples,
mas eficaz para medir a eficácia de vários tratamentos do autismo. Desenvolvido
pelo Dr. Bernard Rimland e Dr. Stephen Edelson do Autism Research
Institute, este de uma página scorecard permite que os pais, médicos e
outros prestadores de cuidados de saúde para avaliar a extensão do
autismo de uma criança.Ao
contrário de outras ferramentas de pesquisa que simplesmente
diagnosticar autismo (ou seja, saber se filho é autista ou não), o
tratamento do autismo Checklist A avaliação é sensível o suficiente para
medir as mudanças na condição da criança. Ele pode determinar se a condição de uma criança autista está melhorando ou piorando, ou se a criança se recuperou. ATEC
avalia 77 itens, como se a criança sabe o seu nome, faz contato visual
com os outros, ou tem sintomas como enurese, diarréia, constipação e
assim por diante. Estes são divididos em quatro sub-grupos que medem a criança em termos de:
É muito simples de fazer a pontuação online ATEC. Por
exemplo, a pessoa que faz a pontuação vai simplesmente verificar se uma
determinada afirmação é "Não é verdade", "um pouco verdade" ou "muito
verdadeiro". Ou,
para doenças como a enurese, a pessoa que faz a pontuação iria
verificar se este "não é um problema", "problema", "Problema Moderado"
ou "problema sério". Uma vez que todos os 77 itens são verificados, você clica em um botão que diz "Insira os dados para pontuação". O Instituto de Pesquisa do Autismo, então, calcular a pontuação e enviar os resultados para você.Se
você gostaria de nos de aconselhá-lo de graça em que os testes ou
suplementos são adequados para o seu filho, por favor inclua o nosso
endereço de e-mail de contato (enquiries@autismrecovery.com.sg) no
"E-mail Clínico / terapeuta uma" caixa de texto no na parte inferior da página web. Você pode, então, enviar um segundo e-mail para followup com a gente.Alternativamente, você pode baixar e imprimir uma cópia do formulário de pontuação ATEC e preenchê-lo. Você pode então enviar por fax para nós em +65 6251 0159 e acompanhamento com um e-mail. Teremos o maior prazer em ajudá-lo.
Faixa de pontuação
Pontuações ATEC variar de zero a 180. Quanto menor a pontuação, melhor. Se
uma criança pontuação zero ou perto de zero, que a criança não pode ser
distinguida das crianças não autistas e, portanto, pode ser considerada
totalmente recuperado. Os benchmarks importantes na pontuação são os seguintes:
ATEC <30. Este nível coloca a criança no top 10 percentil. Uma
criança com pontuação inferior a 30 - ou, melhor ainda, menos de 20 -
teria alguma capacidade de conduzir normais, conversas de duas vias, e
mais ou menos se comportar normalmente. Essas crianças têm altas chances de uma vida normal como indivíduos independentes. ATEC <50. Isto coloca a criança no nível percentil 30. A criança tem boas chances de ser semi-independente. Mais importante, ele ou ela provavelmente não vai precisar ser colocada em uma instituição ou "casa de malucos". Para muitos pais de crianças autistas, sendo capaz de alcançar uma melhoria até este nível já é considerado muito significativo. ATEC> 104. Mesmo
que a pontuação máxima é 180, qualquer pessoa com um resultado de mais
de 104 já estaria no percentil 90, e ser considerado muito severamente
autista.O intervalo de pontuações, e os seus níveis de percentis, são mostrados na tabela abaixo:
Percentile
ATEC score
mild autism
0 – 9
0 – 30
10 – 19
31 – 41
20 – 29
42 – 50
30 – 39
51 – 57
40 – 49
58 – 64
50 – 59
65 – 71
60 – 69
72 – 79
70 – 79
80 – 89
80 – 89
90 – 103
90 – 100 severe autism
104 – 180
Como mostra a tabela, os resultados não são uniformemente distribuído. Assim, o número de pontos de melhoria não é tão vital quanto o que o resultado final é. Por
exemplo, uma criança autista que melhora moderada por 40 pontos, 45-5,
seria muito melhor do que uma criança severamente autista que melhora,
digamos, 100 pontos 180-80.