terça-feira, 28 de junho de 2011

Consumo de energia pelo cerebro

Entre no link e veja o video!!!


em espanhol


Doença de Alzheimer e Açúcar

Novas evidencias reforçam bastante a ligação entre açúcar em excesso e demências, incluindo a de Alzheimer. Em um estudo recente envolvendo 980 idosos avaliados durante quatro anos, concluiu-se que aqueles com mais altos níveis de ingestão calórica possuíam 50% a mais de chances de desenvolverem demências.
Por que a ingestão de muito carboidrato contendo açúcar pode causar demência? Existem 3 razões que explicam:
1- açúcar aumenta dramaticamente o metabolismo e altas taxas metabólicas são as maiores fontes de produção de radicais livres, moléculas que aceleram as lesões em todas as células do organismo, inclusive as cerebrais;
2- níveis elevados de açúcar no organismo fazem com que ele reaja com vários tipos de proteínas, inclusive as enzimas que auxiliam na reparação do DNA lesado pelos radicais livres;
3- quando altos níveis de açúcar combinam-se com altos níveis de gordura por um longo período de tempo, as células passam a não absorver o açúcar necessário para a produção de energia. Este fenômeno é denominado RESISTÊNCIA À INSULINA.
Fazendo-se um exercício clinico mais abrangente, cabe salientar que pessoas acima do peso adequado e com aumento de gordura abdominal, tendem a evoluir para um quadro de resistência à insulina pois possuem o habito de consumirem carboidratos em excesso. Esta condição favorece o aparecimento futuro da doença de Alzheimer, conforme conclusão de estudo recente.

http://www.sergiovaisman.med.br

Proteção neurológica

27/10/2009 

Por Alex Sander Alcântara 

Agência FAPESP – Estudos têm apontado efeitos benéficos do ômega 3 na prevenção de doenças como Alzheimer e depressão. Agora, uma pesquisa feita por cientistas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e de outras instituições indica que o ômega 3 também pode ser um forte aliado no combate à epilepsia. 

Com testes experimentais feitos em ratos, os pesquisadores verificaram que esse tipo de ácido graxo é capaz de minimizar a morte de neurônios durante crises epilépticas, além de ajudar na regeneração do tecido cerebral. 

O estudo, publicado na revista Epilepsy & Behavior, demonstrou que o ômega 3 aumenta a produção de proteínas que “capturam” a entrada do cálcio no neurônio e, por conta disso, ajuda a diminuir a morte das células cerebrais. 

Na pesquisa, um grupo de dez ratos recebeu 85 miligramas de ômega 3 por quilo de peso durante 60 dias, enquanto foi administrada uma substância inócua a um número igual de animais, que serviu de grupo controle. 

Os pesquisadores verificaram que os ratos que receberam ômega 3 apresentaram significativa preservação do tecido cerebral após a simulação de crises epilépticas, em relação aos demais. 

Também foi observado que o ômega 3 desempenhou importante papel antiiflamatório, uma vez que o tecido cerebral dos animais com epilepsia apresentava anteriormente um processo inflamatório crônico. 

“Temos resultados que mostram que o ômega 3 é neuroprotetor e desempenha atividade ‘antiepilética’”, disse o coordenador da pesquisa, Fulvio Alexandre Scorza, professor adjunto do Departamento de Neurologia/Neurocirurgia da Unifesp e chefe da disciplina de Neurologia Experimental, à Agência FAPESP. 

Scorza coordenou o projeto “O papel do ômega 3 no modelo de epilepsia induzido pela pilocarpina”, conduzido com apoio da FAPESP na modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular e concluído em agosto. 

“Essa pesquisa foi muito importante por ter sido a primeira a mostrar uma ação cerebral do ômega 3 relacionada à epilepsia”, disse. Os outros autores do artigo são Roberta Cysneiros (Universidade Presbiteriana Mackenzie), Vera Terra e Hélio Machado (Universidade de São Paulo, USP), Ricardo Arida, Marly de Albuquerque, Carla Scorza e Esper Cavalheiro (Unifesp). 

Scorza conta que, apesar de haver apenas outros seis grupos no mundo que estudam a morte súbita nas epilepsias, esse não é um evento raro. “As chances de os pacientes com muitas crises morrerem subitamente é de três a quatro vezes maior do que em indivíduos que não têm epilepsia”, disse. 

Os principais fatores de risco nesse caso são crises contínuas, início precoce da epilepsia, pacientes que estão tomando muitos medicamentos para controle das crises e idade (de 27 a 39 anos). 

“Como o principal tratamento é o medicamento, nossa proposta é o uso de ômega 3 por meio da alimentação”, afirmou. O pesquisador da Unifesp adverte, no entanto, que as pessoas com epilepsia não podem abdicar de seus remédios. “O ômega 3 é só mais uma forma de minimizar as crises da doença”, salientou. 

A epilepsia é um distúrbio neurológico crônico que atinge cerca de 1% da população em geral. Causas comuns são traumas durante o parto e tumores no sistema nervoso central. 

No Brasil, a principal causa é o parasitismo, principalmente a neurocisticercose provocada pela ingestão de água e alimentos contaminados. “Tem-se a ideia errônea de que esse parasita vem da carne de porco. É fato que se o animal estiver contaminado pode passar para as pessoas. No entanto, o principal foco de contaminação da larva (Cysticercus cellulosae) está na verdura e na água contaminada”, explicou Scorza. 

O cientista ressalta que a epilepsia é uma doença neurológica, e não psiquiátrica. “Essa observação é importante porque elimina o preconceito em torno daqueles que têm o problema. A saliva não transmite doença e não é infecciosa. Outro mito é que não precisa puxar língua. Sempre ensinamos isso para a população”, disse. 

O estudo atualmente prossegue em uma abordagem clínica com humanos, em parceria com pesquisadores da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto, em que estão sendo analisadas crianças com epilepsias refratárias. 

Outro projeto de pesquisa, segundo ele, pretende avaliar a convulsão febril cerebral durante a infância para avaliar se o ômega 3 pode reverter o quadro. “Em geral, algumas crianças que têm crises convulsivas na infância quando chegam à adolescência desenvolvem as primeiras manifestações epilépticas”, disse. 

Peixes na dieta 

Os ácidos graxos ômega 3 são gorduras essenciais para o funcionamento do organismo e podem ser encontrados em alimentos, principalmente peixes e na linhaça. “O ômega 3 não tem efeito colateral, mas, como suas cápsulas são caras, a recomendação é a ingestão semanal de peixe”, disse Scorza. 

Segundo ele, três porções de peixe por semana é o recomendado. Salmão, atum, anchova e sardinha são as espécies mais indicadas. Mas, segundo o pesquisador, é preciso ter algumas precauções, uma vez que alguns peixes são ricos em ômega 3, mas também possuem quantidades consideráveis de mercúrio. 

“Isso é ruim principalmente para crianças e mulheres gestantes, porque o mercúrio é neurotóxico. Apesar de ter muito ômega 3, o atum é rico em mercúrio. Para a população em geral, o mais viável economicamente, e mais indicado, é a sardinha”, disse. 

Caso o peixe seja predador de espécies menores, poderá ter mais mercúrio. Outro aspecto é que existem espécies que têm pouco ômega 3, mas muito ômega 6, como a tilápia. “É claro que precisamos de ambos, mas, enquanto o ômega 3 é antiinflamatório, o ômega 6 é pró-inflamatório, ou seja, facilita o processo inflamatório. O ideal é um balanço”, explicou. Para ler o artigo Epilepsia e morte súbita? Coma mais peixe! A hipótese de um grupo, disponível na biblioteca on-line SciELO (Bireme/FAPESP), 

Especialistas pedem mais investimento público no tratamento do autismo


COMISSÕES / Direitos Humanos
24/11/2009 - 15h18
Especialistas pedem mais investimento público no tratamento do autismo
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Ao afirmarem que autismo tem cura, participantes de audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) exigiram políticas públicas direcionadas ao problema e mais investimentos em pesquisa para diagnosticar a doença de forma precoce.
A coordenadora de política mental do Ministério da Saúde, Cristina Hoffman, afirmou que o assunto é uma das prioridades. Ela destacou que o transtorno deve ser tratado com atendimento integral e de forma multidisciplinar e individualizada. Também o acompanhamento da família, destacou, é importante para garantir o sucesso do tratamento e a recuperação da criança autista.
Também na avaliação da diretora presidente da Associação em Defesa do Autista (Adefa), Julceli Antunes, é necessário envolvimento de profissionais das áreas de saúde e educação - como médicos, nutricionistas e educadores -para tratar pessoas com autismo e os políticos tem papel de garantir recursos para os tratamentos.
A Biomédica e pesquisadora da Universidade Federal Fluminense, Mariel Mendes, explicou que crianças sensíveis podem desenvolver o autismo em razão de alergia a açúcar e glúten ou pela intoxicação com algumas substâncias encontradas em alimentos industrializados. Essas crianças, enfatizou, não estão preparadas para receber tantas toxinas porque seu organismo não consegue eliminá-las. Ela defendeu investimento em pesquisa para detectar os agentes intoxicantes e assim poder fazer prevenção.
Nos Estados Unidos e na Europa, informou a psicóloga Sandra Cerqueira, os portadores de autismo têm sido recuperados com resultados rápidos e eficientes. Ela também enfatizou que é possível reverter uma situação de autismo, desde que o poder público considere o problema como "causa urgente" e faça os investimentos necessários. Ela disse que o tratamento envolve terapia comportamental, aliada à dieta alimentar e tratamento biomédico.
Berenice Piana de Piana, que representou as mães de autistas, informou que, atualmente, nos Estados Unidos, há uma criança autista para cada 90 nascimentos. No Brasil, ressaltou, não há estatísticas sobre o número de pessoas nessa condição.
- Os números apontam que algo grave está acontecendo. Que geração teremos? Uma geração de autistas. Sempre perguntam que planeta deixaremos para nossas crianças, mas pergunto que crianças deixaremos para o nosso planeta - ao afirmar que o número de portadores do transtorno está aumentando.
Incompetência
A diretora do Movimento Orgulho Autista do Brasil, Maria Lúcia Gonçalves, informou que há poucos de profissionais competentes para diagnosticar autismo precocemente. Como exemplo de tal carência, ela informou que, no Brasil, há três psiquiatras para cada 100 mil pessoas com menos de 20 anos e com transtornos severos.
O militar Ulisses da Costa Batista, pai de um menino autista, cobrou do Estado diagnóstico precoce para que os pediatras possam detectar o autismo precocemente e seja possível iniciar o tratamento ainda em bebês.
Iranice do Nascimento Pinto, representante da Associação de Pais e Amigos de Pessoas Autistas Mão Amiga, disse que, na maioria das vezes, as crianças autistas são cuidadas pelas mães. Em caso de morte da mãe, alertou, essas crianças sofrem por não saberem se comunicar com outras pessoas e por não haver, em âmbito público, profissionais especializados para cuidar delas.
- É uma sentença para os pais saber que o filho é autista e que não há tratamento na rede pública - disse o deputado estadual do Rio de Janeiro Audir Santana.
Projeto
As entidades vão apresentar projeto de lei à CDH com as reivindicações dessa parcela da população. O senador Paulo Paim (PT-RS) disse que vai pedir ao presidente do colegiado, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), a relatoria da matéria. Paim também prometeu levar a proposta à Câmara dos Deputados, Casa na qual tramita o Estatuto da Pessoa com Deficiência (PL 3638/00), de autoria de Paim, para que os deputados incluam as necessidades dos autistas no projeto.
O debate foi uma iniciativa do vice-presidente da comissão, senador Paulo Paim. A audiência, que emocionou os presentes, teve início com Saulo Pereira, autista de 25 anos, cantando Ave Maria, e foi encerrada com O Sole Mio eQuem Sabe? Pereira também toca piano e fala Inglês, alemão e italiano.
Participaram da audiência pública entidades dos estados de Alagoas, Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Amazonas, Goiás e Santa Catarina.
Iara Farias Borges / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

VIVÊNCIAS AUTÍSTICAS: Autismo e Odontologia - É brincando que se atende ...

VIVÊNCIAS AUTÍSTICAS: Autismo e Odontologia - É brincando que se atende ...: " O livro conta a relação da odontologia na vida da pessoa no espectro autista. Às vezes os pais ficam ansiosos com o tratamento e tende..."

Alimentos e suplementos para a criança autista

Devido as excitotoxinas terem um papel tão importante no autismo, os pais de crianças autistas devem evitar alimentar as suas crianças com alimentos que contenham aditivos excitotóxicos, tais como MSG, proteína hidrolisada, proteínas de extratos vegetais, proteína de soja ou proteína se soja isolada, condimento natural, etc.
Há muitos nomes disfarçados para alimentos aditivados com glutamato. Um estudo recente igualmente mostrou que há uma interação entre determinados corantes alimentares e glutamato e aspartame que realça a neurotoxicidade significativamente.
Devem igualmente evitar óleos que provocam imune supressão, tais como os óleos ômega-6 (óleos do milho, de soja, de amendoim, de girassol). Hoje em dia, as pessoas neste país comem 50 vezes a quantidade destes óleos imuno supressores do que precisam para a saúde. Enquanto os óleos ômega-3 são saudáveis, o componente de EPA é significativamente imuno supressor e em conseqüência, a ingestão elevada deve ser evitada. Alguns estudos mostraram a função suprimida do linfócito (células de NK) com ingestão elevada de EPA.
É o componente de DHA que tem a maioria dos efeitos benéficos, especialmente com respeito ao reparo do cérebro e a redução inflamatória. O DHA inibe igualmente a excitotoxidade. Como a criança autista tem a inflamação intensa no cérebro, uma combinação de EPA e de DHA é preferível, com um índice mais baixo de EPA (não mais de 250mg).
O leite e os produtos de leite devem ser evitados e os alimentos que contêm a gliadina e o glúten devem igualmente ser evitados. Os alimentos de soja são igualmente responsáveis por um número significativo de alergias a alimentos assim como tem níveis elevados de glutamato, de fluoreto e de manganês.
O fluoreto deve ser evitado, especialmente na água para beber. A água é igualmente uma fonte significativa de alumínio na dieta (se adiciona como um agente de limpeza) e em água fluoretada os complexos do fluoreto com o alumínio dão forma ao composto fluoralumínio altamente neurotóxico.
A grande fonte dietética de alumínio são biscoitos, panquecas, chá preto e guloseimas de confeitaria feitas com fermento químico que podem conter alumínio.
A ingestão baixa de magnésio, que é comum nos Estados Unidos, é associada com os graus mais elevados de inflamação no corpo e com os níveis mais baixos da glutationa. Este fator igualmente aumenta a excitotoxidade, desde que o magnésio é um modulador natural do receptor de glutamato de NMDA. O consumo baixo de magnésio realça extremamente a sensibilidade do receptor de glutamato, agravando a excitotoxidade. O baixo consumo de magnésio igualmente abaixa níveis da glutationa no cérebro, o que aumenta a sensibilidade do cérebro à toxicidade do mercúrio. O maior consumo de magnésio, reduz a inflamação, levanta os níveis da glutationa e reduz a sensibilidade excitotóxica.
Um número grande de flavonóides são neuroprotetores, especialmente contra à inflamação e a excitotoxidade. Estes incluem a curcumina, a quercetina, o ácido elágico, a vitamina E natural, o flavonóide encontrado no chá branco, a teanina, o DHEA e o hesperidin. Todos estão disponíveis como suplementos e a maioria têm um perfil de segurança elevado.

Autistas teriam dificuldade de excretar o mercúrio

Paulo Marcio Vaz
 
Especialistas brasileiros receberam com ressalvas a divulgação do resultado de uma pesquisa ainda não concluída – realizada pelo Instituto Nacional de Saúde Ambiental do governo norte-americano – sobre o autismo. O estudo aborda a relação entre o diagnóstico de autismo e a presença de mercúrio no organismo de crianças portadoras da síndrome, e afirma que a quantidade do metal pesado encontrada no organismo de crianças autistas seria similar à registrada em crianças saudáveis.
 
No entanto, a grande questão, segundo a médica Simone Pires, especializada no tratamento de autistas em São Paulo, é a incapacidade de os autistas excretarem de maneira adequada o mercúrio e outros metais pesados, o que não acontece com crianças normais.
– A presença de metais pesados no organismo é relativamente comum, por causa do contato diário com alimentos e produtos que contém as substâncias – explic a Simone.
– O problema é que os autistas não conseguem excretar esses metais adequadamente, provocando o cúmulo no organismo.
 
A bióloga Eloah Antunes, vicepresidente da Associação em Defesa do Autista e mãe de Luan, um menino de oito anos, portador da síndrome, concorda: – A presença de mercúrio no organismo de qualquer ser humano não é novidade. O que precisa ficar claro é que as pessoas normais, incluindo as crianças, conseguem se livrar do metal com facilidade. Já os autistas não tem essa capacidade.
 
Entre as mais importantes formas de contaminação com mercúrio estão o consumo de peixe, a presença de obturações dentárias à base de amálgama e as vacinas e medicamentos contendo timerosal.
A pesquisa norte-americana divulgada ontem, mas ainda em andamento, analisa um grupo de mais de 400 crianças, com idades entre 2 e 5 anos e com diagnóstico de autismo clássico, manifestações leves e aquelas cons ideradas normais.
 
Após dosarem os níveis de mercúrio encontrados no sangue das crianças, a conclusão foi a de que não há diferença entre os níveis de mercúrio no organismo das crianças autistas quando comparadas com as crianças normais.

Sábado, 31 de Outubro de 2009

O perigo da vacinação excessiva durante o desenvolvimento do cérebr

Tradução: Claudia Marcelino
fonte: http://sites.google.com/site/desvendandooautismo/home

Uma ligação às desordens do espectro do autismo
Tradução de Claudia Marcelino.
Em 1976, as crianças recebiam 10 vacinas antes de entrarem para a escola. Hoje recebem 36 vacinas. A Academia Americana da Pediatria e o Centro de Controle de Enfermidades asseguram aos pais que é seguro dar não somente estas vacinas, mas que também podem ser dadas ao mesmo tempo com segurança completa.
Isto é verdadeiro? Ou nós estamos sendo grandemente enganados?
A sociedade médica criou um jogo de palavras que são usadas constantemente para impulsionar seu ego e sua autoridade como únicos detentores da verdade médica, baseados no mantra “medicina baseada em evidências” para execrar tudo o que está fora deste procedimento como sendo parte de algo falso e suspeito. Um exame cuidadoso de muitos dos tratamentos médicos aceitados e colocados em prática revela que a maioria tem pouco ou nenhum dado científico baseado em evidências para suportá-los.

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--- Em ter, 23/10/07, Juceli Terezinha Costa Zunino <juce98@...> escreveu:Isabel Marta de Araújo Lima Montanheiro <isabelmalm@yahoo. com.br
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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link para o Jornal do Senado que publicou matéria alusiva à audiência solene do dia 27 Jun 11

Olá a todos!

"Uma luz brilhou, não fim do túnel, mas no Céu azul de nosso pais em favor dos autista brasileiros". Berenice Piana

"quanto mais cedo se iniciam as intervenções, maiores os ganhos em qualidade de vida". Paiva Junior

"o Brasil não conseguiu viabilizar terapias voltadas às especificidades das pessoas com autismo, deixando inúmeras famílias sem acesso ao diagnóstico precoce, ao tratamento multidisciplinar e ao acompanhamento às famílias". Ulisses

Prezados Pais, familiares, profissionais dedicados a causa das pessoas com autismo,

Essa audiência no Plenário do Senado Federal, dia 27 Jun 11, foi um marco na história de luta pelos direitos a cidadania e resgate da dignidade das pessoas com autismo e de seus familiares.

Estavam presentes várias associações ligadas ao segmento autista: Associação Beneficente "Gota d´água", Pandorga, MOAB, ADEFA, APADEM, MÃO AMIGA...

"O Brasil precisa conhecer o AUTISMO!"

Este foi o tema da Audiência solene em comemoração ao Dia do Orgulho Autista; e todos nós sabemos que não é fácil, para nenhum pai ou mãe em nosso pais, tratar de uma criança, jovem e/ou adulto com autismo. Por isso, esse Projeto de Lei do Senado (168/11) que irá instituir política públicas em favor de nossos filhos, torna-se um marco na luta dos direitos a cidadania e dignidade das pessoas com autismo.

Parabéns a todos que foram a nossa Audiência!

Parabéns! Sabemos do esforço sobre humano de muitos pais, mães, amigos, profissionais dedicados a nossa causa tiveram de fazer para nos prestigiar neste evento. Vocês deram um exemplo de CIDADANIA E DIGNIDADE, VOCÊS ENGRANDECERAM E ENGRANDECEM A NOSSA LUTA!

Não tenho dúvidas de que todos que estiveram presentes, não sairam de lá com o espírito elevado, e com o coração cheio de ORGULHO por saber que ainda existem homens e mulheres de BEM em nosso país.

Caros amigos, queremos compartilhar com vocês os nossos sentimentos de alegria, e dizer que acreditamos que todos estamos unidos em prol dos direitos de nossos filhos por uma futuro melhor.

Ficamos orgulhosos de ver e sentir que estamos escrevendo uma nova história para os autistas do Brasil. E com o sentimento do dever cumprido em mais essa etapa da luta, quero agradecer a todos que lutaram e lutam, que rezaram e rezam, que choraram e choram, mas, acima de tudo, que têm esperanças:

- Sim, nós podemos!

Att.,

Ulisses.

link para o Jornal do Senado que publicou matéria alusiva à audiência solene do dia 27 Jun 11.

http://www.senado.gov.br/noticias/Jornal/arquivos_jornal/arquivosPdf/110628.pdf

Dia do Orgulho Autista, na Câmara dos Deputados, em Brasília

Outros pronunciamentos podem ser vistos neste link: http://www.senado.gov.br/noticias/tv/programaListaPadrao.asp?QUERY=autis

Depoimento do Paiva na Câmara. Mandou bem demais!

Amigos,

Para quem não assistiu na TV Senado ontem, segue o vídeo do meu pronunciamento no Senado Federal (está em 3 partes, abaixo).