terça-feira, 23 de agosto de 2011

Uma abordagem única para a desintoxicação de metais

        O trabalho da minha vida tem sido em desintoxicação de metais pesados. Há ampla documentação que todos, criança e adulto, terão prováveis benefícios diminuindo seu nível de metais pesados através de desintoxicação com alguma forma de quelação. Embora eu tenha estado envolvida em investigar o metabolismo mineral por 35 anos, há novos desenvolvimentos ocorrendo constantemente. Alguns deles são tão poderosos que requerem uma completa reavaliação de tudo o que nós pensamos que sabíamos sobre os efeitos adversos de investigar os metais para nossa saúde. As crianças autistas são um caso pertinente. Depois de uma vida toda de pesquisa em minha área, meu trabalho com o Dr. AmyYasko tem trazido novas informações tão radicais a minha atenção que eu sou forçada (aos 69 anos) a ajudar a reeducar o mundo, e reescrever livros sobre assuntos como a toxicidade do chumbo e mercúrio.
    Graças ao trabalho da Dra. Yasko, nós agora temos validação científica de que tudo o que nós sabíamos sobre os metais pesados, e como diagnosticar e tratar estes problemas, era incompleto.Ela tem pacientes em que, de acordo com as velhas regras, baixos níveis de metais na urina depois de um teste deveria indicar que a desintoxicação do metal pesado para aquele paciente teria sido uma séria perda de tempo e dinheiro. A Dra. Yasko, com a ajuda de pais dedicados, descobriu que os testes de urina  provocados para metais pesados pode as vezes não significar nada. Ela tem demonstrado que o RNA baseado na desintoxicação de metal pode remover grandes quantidades de metais tóxicos das crianças que receberam quelação agressiva anterior e ainda não estão mostrando bons benefícios clínicos. Estes resultados vieram mesmo depois do processo de DMSA ou DMPS, freqüentemente dados por injeção e tiveram efeitos apenas secundários.
    Os efeitos tóxicos dos metais pesados, incluindo o mercúrio, têm sido bem caracterizados e documentados pela Dra. Amy Holmes e Dra. Stephanie Cave entre outros. A capacidade (ou carga) de metal pesado das nossas crianças está agora sendo abertamente conhecida pelo EPA em suas afirmações que acima de 600.000 bebês nascem todo ano com níveis elevados de mercúrio. As fontes deste mercúrio são onipresentes uma vez que nós lançamos cerca de 600 toneladas de mercúrio no ar anualmente apenas ao queimar carvão para nossa eletricidade. Embora as crianças autistas geralmente não revelam níveis significativos no cabelo (uma vez que elas parecem ter um defeito em sua habilidade de desintoxicar o mercúrio) elas, como todo mundo no planeta, carregam níveis mais altos de todos os metais pesados tóxicos que qualquer humano há 400 anos atrás. O chumbo também tem uma média de concentração1000 vezes mais alta em todos os ossos humanos testados em qualquer lugar da terra hoje do que há 4 séculos atrás. Os níveis de chumbo, mercúrio e cádmio são todos encontrados em concentrações muito maiores do que o recomendado para a boa saúde e longevidade. Estes metais pesados estão contribuindo para a epidemia de doenças degenerativas que nós estamos vendo hoje em todo o país e em todas as idades.
    Os metais tóxicos acumulam-se em nossos corpos durante nosso tempo de vida, começando com as quantidades que recebemos de nossas mães durante a gravidez; metais que nós recebemos durante a vacinação e os metais que nós consumimos e respiramos todo dia. O Dr. David Steinman e o Dr. Samuel Epstein escreveram um guia compreensivo para as toxinas em nossas vidas diárias que adiciona a isto o peso tóxico total do corpo.
    Muitos dos sintomas vistos no autismo lembram aspectos da toxicidade por metal pesado. Um número de protocolos de tratamento para o autismo inclui quelação de metal e desintoxicação e tem se mostrado bem sucedido por ajudar a reverter os sintomas do autismo. Nós escolhemos não usar agentes de quelação intravenosa quando possível, e focar no uso do EDTA administrado topicamente e oralmente como nosso principal quelador de metal pesado.
    Em nosso livro “O quebra-cabeça do autismo: colocando tudo junto”, a Dra. Yasko e eu apresentamos um registro que inclui uma abordagem para a desintoxicação de metal que nos permite localizar metais que podem ser seqüestrados por vírus no corpo. N´s descobrimos que nenhum dos queladores disponíveis elimina estes metais “determinados”, portanto nós desenvolvemos um processo baseado no RNA, oral e único para ajudar o corpo a lidar com estas infecções crônicas. Nós estamos contentes com o sucesso que esta nova abordagem está apresentando e temos visto melhorias clínicas junto a aumentos significativos de excreção fecal ou urinária dos metais tóxicos. Estes resultados nos sugerem que estas infecções crônicas têm sido eficientemente ligadas a metais tóxicos no corpo onde nenhum agente quelador parece ser capaz de removê-los eficientemente. Nós temos visto estes resultados até mesmo em pacientes que passaram por extensivo DMPS parentalmente administrado, ao ponto que outros têm sido convencidos que o mercúrio não era mais um problema. Mesmo nestes pacientes previamente tratados, nós estamos encontrando liberação substancial de mercúrio conforme a carga viral está sendo reduzida. Com esta eliminação do vírus e dos metais pesados nós também temos visto sintomas de pacientes melhorarem dramaticamente.
    Tem-se suposto que o thimerosal (o mercúrio - contendo o uso preservativo em muitas vacinas) tem se transformado em ethyl mercury no corpo, e o ethylmercury liberado causa os problemas tóxicos. Não há evidência suficiente no momento para provar que este processo de degradação chegue ao grau absoluto. Uma explicação possível para a forte associação entre vírus e metais que nós observamos é que uma porção de thimerosal não deve se transformar completamente em ethylmercury. Um thimerosal intacto pode imitar os reais obstáculos construídos para a síntese do RNA ou do DNA. Estes obstáculos construídos pelo thimerosal conteriam a molécula de mercúrio criando potencialmente uma condição onde o mercúrio seja integrado aos ácidos nucléicos, DNA ou RNA.
     A falta de obstáculos construídos pelos ácidos nucléicos adequados devido a mutação do MTHFr da maioria se não todas estas crianças podem ser uma persuasão extra para o corpo usar obstáculos não naturais. Os nucleotídeos tratados com mercúrio poderiam ser incorporados no DNA ou RNA do corpo, ou no DNA ou RNA dos vírus no corpo. Se isto ocorre poder-se-ia esperar uma situação onde o mercúrio esteja solidamente ligado ao corpo e difícil de remover.
    Como uma alternativa a sua incorporação potencial ao DNA e RNA, estas bases de ácidos nucléicos tratados com mercúrio poderiam também interagir e desativar várias enzimas no corpo. Servindo como “imitadores de nucleotídeos”, os nucleotídeos com mercúrio têm a habilidade de interagir com a enzima TS (thymidylate synthetase), ou com a enzima HGPRT (hypoxanthine guanine phosphoribosyl transferase). Se este fosse o caso, então poderia se esperar que haveria desequilíbrios adicionais na metilação e no metabolismo purine. Se os nucleotídeos com mercúrio interagem com TK (thymidine kinase), haveria o potencial para causar dano ao hóspede (o corpo humano) sem danificar o vírus. (Uma quantidade de vírus de herpes tem se mostrado com falta de um gene  TK e portanto são resistentes aos efeitos na enzima TK, sob condições em que o corpo humano ainda estaria suscetível.)
    Um terceiro mecanismo pelo qual a infecção viral crônica pode levar a observada retenção de metais pesados envolve as proteínas metallothionein hospedeiras. Os vírus mostararam induzir a síntese das proteínas hospedeiras metallothionein (MT). As proteínas MT ajudam a desintoxicar os metais pesados incluindo o mercúrio e a equilibrar o zinco e o cobre no corpo. Está documentado que a infecção viral pode causar um aumento no nível de proteínas MT que é controlada pelo vírus. As proteínas MT que são acionadas na resposta a infecção viral são capazes de reter os metais pesados no corpo. No entanto, diferentemente das proteínas MT que são feitas em resposta aos sinais celulares, estas MT ativadas por vírus podem agir para retirar os metais dentro da célula. É importante lembrar que os vírus são parasitas; eles não são organismos vivos por si. É no melhor interesse do vírus manter o “hospedeiro” (neste caso a criança) imuno comprometido a fim de que o vírus continue a ter um lar. Se o vírus fosse capaz de ajudar nos metais pesados dentro das células, ele certamente ajudaria a manter o hóspede imuno-comprometido. Esta última associação das proteínas MT vírus e metais pesados poderia também ajudar a explicar a falta de proteínas MT hospedeiras disponíveis em crianças autistas descrita pelo Dr. Bill Walsh. Se a infecção viral tem exigido a síntese da MT hospedeira, isto resultará na diminuição observada em níveis de MT hospedeiras.
    Se qualquer um dos cenários descritos acima estiver ocorrendo, ajudaria a explicar a dificuldade em remover os metais pesados das crianças autistas. Seria necessário eliminar o vírus crônico para erradicar inteiramente os metais pesados do corpo.
    Há um certo número de agentes que são corretamente utilizados para a quelação dos metais pesados incluindo DMSA, DMPS, EDTA, glutathione, alpha lipoic acid e alho. Cada um destes agentes tem capacidades antivirais. O alho é bem conhecido como um suplemento nutricional, antibacterial, antifungo, antiviral. O glutathione é um dos mais importantes mecanismos de defesa do corpo contra os vírus. Há exemplos na literatura do EDTA extraindo vírus das células. O DMSA, que é amplamente apoiado como único quelador de mercúrio, tem sido descrito por ter atividade antiviral, mais especificamente atividade anti-retroviral (o sarampo e a caxumba são retrovírus). O DMSA é comumente usado para ajudar a quelar os metais pesados e para a desintoxicação em crianças que exibem comportamento autista. No entanto, é importante entender que o DMSA tem sido mostrado como o que aciona o mediador inflamatório TNF alpha, assim seria importante  ter precaução e adicionar agentes que efetivamente podem reduzir e/ou controlar inflamação quando usar o DMSA. (Nós temos sido capazes de  efetuar este efeito anti-inflamatório consistentemente e convenientemente em todos os nossos pacientes com um produto líquido oral baseado no RNA que é facilmente adicionado ao programa de tratamento para todas as crianças, uma vez que ele pode mesmo ser adicionado a comida.) O DMPS está também listado na base de dados terapêutica NIAID como atividade antiviral contra o HIV. Ambos os DMSA e o DMPS têm efeitos colaterais em potencial e deveriam ser usados com precaução e sob o cuidado de um médico familiar com registros de quelação.
    É possível que todos estes agentes queladores ajam tanto para quelar os metais pesados como para acionar o vírus crônico contendo os metais do corpo. A “erupção cutânea” com a qual muitos dos pais de crianças autistas estão familiarizados, pode na verdade ser em parte uma erupção viral, conforme o vírus crônico é eliminado do corpo.
    Brooks e seus colegas têm demonstrado uma estratégia para eliminar as reservas crônicas de retrovírus no corpo que servem como uma fonte para infecção viral renovada. O trabalho deles tem mostrado que ativando as células latentemente infectadas torna-as suscetíveis a terapia e esvazia o volume do reservatório das células infectadas. Expandindo esta filosofia, nós descobrimos que é possível sustentar o corpo com suplementos que ajudariam a erradicar o reservatório latente do vírus. Conforme o vírus é eliminado, nós vemos uma liberação de metais armazenados do corpo. Os suplementos são adicionados durante esta fase para ajudar a eliminar os metais e os vírus crônicos.



Cure seu corpo naturalmente: O poder do RNA

Muitos fatores influenciam nossa suscetibilidade a doença. Estes incluem nossa carga de stress, nosso meio ambiente e as toxinas que absorvemos dele, o número total de agentes infecciosos a que estamos expostos bem como nossa suscetibilidade genética para estas doenças. É importante tratar de todos os fatores que contribuem para estas doenças multifatoriais.
Em nosso livro “O quebra-cabeça do Autismo: Colocando tudo junto” (Gordon e Yasko, Matrix Press, 2004) nós apresentamos a hipótese que os organismos bacterianos e vitais crônicos em nossos corpos são capazes de criar destruição adicional em nossos sistemas agindo como “cúmplices” para os metais pesados e ajudando em sua retenção no corpo. Isto ainda adiciona uma outra camada de complicação a história e de novo reitera o fato de que as doenças que nós enfrentamos hoje são complexas em sua natureza.
Uma extensão destes conceitos é que a maioria das doenças que nós vemos hoje será, na verdade, multifatorial. Estas doenças multifatoriais do século XXI requerem abordagens e tecnologias modernas. Nós temos realizado algo com RNA que ajudará a produzir uma mudança profunda no modo em que estas doenças serão tratadas no futuro. Enquanto nós não podemos mudar sua suscetibilidade genética, nós podemos ajudar suas células a comunicarem-se melhor umas com as outras. Fazendo isso, pode-se ajudar a aliviar alguma da suscetibilidade genética e a diminuir seu risco para a doença multifatorial quando usado em conjunção com um programa para reduzir alguns dos outros fatores, agentes ambientais e infecciosos.
O RNA ajuda a facilitar a comunicação da célula em nossos corpos assegurando que as mensagens em nossos genes (nosso DNA) sejam exatamente convertidas em obstáculos estruturais para nosso corpo (nossas proteínas) ao invés do stress, das toxinas e das doenças infecciosas em nossas vidas. É essencial para nossa saúde que esta comunicação ocorra na corrente das doenças multifatoriais e toxinas ambientais.
Nós descobrimos que usando soluções altamente específicas de RNAs, nós somos capazes de aumentar a capacidade natural de nossas células de se comunicarem umas com as outras. Toda célula em nosso corpo contém RNA. O RNA natural em nossas células inclui todos os tipos de RNA incluindo o mais abundante RNA ribosomal, RNA mensageiro, RNA de transferência e RNAs não-codificados. Nós comemos várias gramas de RNA em nossa dieta diária. Rna de levedura (que contém somente RNA e não levedura) tem sido usado por um longo tempo como uma fonte nutritiva de RNA total. RNA é seguro o bastante para ser adicionado a fórmula do bebê. O leite materno contém grandes quantidades de RNA e infusões intravenosas especializadas, contendo RNA são dadas a pacientes de alto risco antes da cirurgia. Estes RNAs bem como os Rnas altamente específicos que nós temos utilizado são naturais e eles seguramente dissolverão no trato digestivo como comida.
Enquanto a nutrição baseada no RNA pode ser uma maneira natural e segura para suplementar nossos corpos, devemos admitir que dando o apoio nutricional do RNA sem selecionar o que é apropriado para as necessidades particulares de um indivíduo fará algum bem e não irá fazer nenhum mal, mas é como jogar todas as 88 chaves sobre o piano ao mesmo tempo; você terá som, mas não música. Integrando um conhecimento dos progressos feitos na medicina molecular dentro do contexto da nutrição molecular, é possível tirar o que a natureza tem nos dado em abundância e escolher que notas tocar para criar uma harmonia a que seu corpo possa responder. Usando RNAs naturais altamente específicos permite a você tocar a música exata que seu corpo precisa ouvir a fim de estar bem.
A medicina molecular tem feito incríveis progressos usando RNAs específicos modificados quimicamente. A nutrição molecular tem provado que os RNAs naturais podem ser usados com sucesso para ajudar a equilibrar um grande número de condições de saúde. Nós fomos capazes de combinar alguns dos melhores aspectos de ambos estes campos e desenvolvemos uma tecnologia natural baseada no uso de Rnas enriquecidos. Nós podemos visualmente pensar na fusão destas duas arenas normalmente distintas no cuidado com a saúde em termos dos diagramas Venn típicos que são usados em matemática. A porção dividida ao meio representada pela cor cinza representa nosso uso destes RNAs específicos enriquecidos das fontes naturais. O que está excluído da medicina molecular são as moléculas freqüentemente tóxicas, modificadas usadas nesta área (ou campo). Esta é a porção que permanece em preto. Similarmente, o que nós excluímos da nutrição molecular é o uso do RNA total em toda preparação, ao invés de enriquecer somente RNAs particulares. Combinando os melhores aspectos de cada um destes campos, nós somos capazes de realizar algo que pode significativamente criar impacto no futuro do cuidado com a saúde.
Estimativas conservadoras são de que cada um de nós contém a informação para 30.000 a 100.000 genes diferentes em toda célula de nosso corpo. Tudo o que pode requerer múltiplas mensagens ou moléculas de informação para levar e regular q informação em cada um daqueles genes. Dois ou vários milhares de diferentes mRNAs são gerados para cada um destes genes. Isto nem mesmo inclui todos os rRNAs, tRNAs e a multidão de ncRNAs. Nós podemos, no entanto, estar falando sobre quase um milhão de mensagens de RNA envolvidas em levar informação bem como dos componentes do RNA para o mecanismo, para apropriada sinalização e regulamento em cada um de nossos corpos. Isto poderia significar que o número total de RNAs diferentes numa célula poderia exceder 1.000,000 de moléculas diferentes.
Quando nós ingerimos um alimento como as sardinhas, por exemplo, que tem alto conteúdo de RNA, nós estamos comendo todas cem mil a mais de um milhão de RNAs diferentes. Similarmente, quando nós tomamos um suplemento total de RNA, nós estamos de novo absorvendo todos os 1 milhão de diferentes RNAs nesta mistura. Se nós pensarmos em cada um destes RNAs como crianças, todas chocando-se para passar por uma porta ao mesmo tempo quando o sinal toca, você pode começar a ver porque estas misturas totais de RNA não são sempre efetivas. Ou porque comer sardinhas não é justamente a resposta. As várias crianças estarão competindo umas com as outras para passar pela porta exatamente como os vários e diferentes RNAs estarão competindo para entrar em suas células. Se nós agora colocarmos um tempo limite para ver em quanto tempo a porta é aberta, nós começamos a restringir o número de crianças que são capazes de atravessar a porta. Não há garantia de que qualquer criança em particular passará pela porta em qualquer dia.
Suas células também limitam o transporte de RNA para dentro de suas células. Assim, em um certo dia será um evento casual em termos dos quais os RNAs que você tem ingerido serão elevados para dentro de suas células. Células diferentes podem requerer diferentes RNAs para ajudar a equilibrá-las dependendo de seu meio ambiente particular, condições microbiais ou genéticas para que uma amostra totalmente casual de RNAs possam não ter benefícios ótimos para as células.
Além de seu alto conteúdo em RNA, as sardinhas são também uma grande fonte de ácidos gordurosos ômega 3. Elas também contêm outros tipos de ácidos gordurosos além do ômega 3. A maioria de nós que está suplementando com ômega 3s em nossa dieta prefere tomar suplementos que complementem nossas necessidades exatas ao invés de comer sardinhas e espera atingir a proporção correta. (Gordon, G. the Omega Miracle, Freedon Press, 2004)
Hoje nós entendemos a importância da proporção adequada de ácidos gordurosos ômega 3 a 6 a 9. Nos anos 50 (1950), nós estávamos usando margarina e manteiga como a coisa do futuro, e o conceito de ácidos gordurosos ômega não eram do nosso vocabulário. Do mesmo modo o conceito de RNAs deve  estar só agora entrando em sua consciência pela primeira vez.
Nossa consciência da importância das gorduras ômega tem mudado. Você pode ler sobre as proporções de ácidos gordurosos ômega nos menus de uma cadeia de restaurante popular de comida do mar e levar com seu garçom uma discussão sobre os benefícios saudáveis destas proporções. O entendimento da importância dos ácidos gordurosos e nossa saúde têm se tornado lugar comum. Hoje em dia nós até mesmo temos produtos similares a manteiga, que não contêm laticínios. Nós reconhecemos que dependendo da dieta dos indivíduos, da genética e do tipo de vida, eles podem precisar suplementar e alterar a proporção de ácidos gordurosos ômega, particularmente se eles escolhem ingerir a própria manteiga que é um produto verdadeiramente laticínio ao invés de um outro produto gorduroso.
No caso dos ácidos gordurosos ômega, nós estamos falando basicamente sobre três variáveis. Se nós voltarmos a olhar para o RNA nós podemos estar falando sobre um milhão de variáveis diferentes. Seria virtualmente impossível ser capaz de selecionar os alimentos corretos para suplementar apropriadamente as necessidades específicas do RNA do seu corpo. Como no caso com os ácidos gordurosos ômega, seu estilo de vida e escolha da dieta podem influenciar os RNAs que seu corpo precisa tornando o cenário ainda mais complexo.
As abordagens médicas padrões ao uso do RNA e do DNA contam com moléculas isoladas com mecanismos precisos de ação. Estes modos bem definidos de atividade no corpo incluem antisense, Rna de interferência, riboswitches, ribozymes, RNAs de pequena interferência, micro RNAs  emuito mais a serem descobertos em algum momento de um futuro não tão distante. Por favor, reconheçam que todos estes mecanismos são modos que ocorrem naturalmente, nos quais o RNA pode e realmente funciona nas células. Em suas células, nas células das plantas, nas células da levedura e nas dos animais.
O RNA mostrou funcionar numa variedade de capacidades reguladoras. Bem recentemente, um trabalho de Yale demonstrou RNAs que funcionam como riboswitches que não requerem fatores protéicos para funcionar (Nature,18 de Março de 2004). Estas riboswitches são usadas para entender os compostos que são fundamentais pata todos os sistemas vivos. As riboswitches são moléculas de duas funções que resistem a mudanças e comunicam a ligação do metabolite. Além das riboswitches, a década passada viu o descobrimento dos RNAs de interferência ocorrendo naturalmente e RNAs de curta interferência. Anterior a esta época, papéis reguladores têm sido descritos para os ribozymes, RNA antisense, RNA decoy, aptamers, immunostimulatory CpG motifs e RNA dependente – Dna methyltransferases como um meio de regular a metiolação do DNA.
 O pesquisador de Yale, Ron Breacker, culo laboratório descobriu riboswitches tem sugerido que nós ainda não terminamos de descobrir novos tipos de RNA ou mecanismos novos ou ação para o RNA.
Mesmo as regiões do DNA que não são transformadas em proteína identificável são ainda convertidas em suas respectivas contrapartes de RNA. Recentemente algum deste RNA “extra” agiu regulando e afetando o gene próximo a ele, em outras palavras ele regula seu vizinho de porta.
Os RNAs não codificados e assim chamados RNAs não funcionais têm freqüentemente  sido postos de lado como “barulho” (Schmit, S. Nature, Junho 2004). Entretanto, numa inspeção mais rigorosa há uma grande quantidade de literatura que sugere que nós apenas começamos a explorar os usos e funções  possíveis destes RNAs.
Em agosto deste ano uma segunda trajetória tem surgido para se saber como a interferência do RNA pode funcionar. Dois grupos independentemente relatados achando uma trajetória que envolve a metilação controlada do RNA como o método silencioso mais novo (Kawasaki, H. Nature, Agosto de 2004, Morris, K. Science, Agosto de 2004).
Os RNAs também têm sido implicados na formação dos materiais inorgânicos e não vivos. Um grupo do departamento de química da unioversidade do estado da Carolina do Norte tem sido capaz de usar o RNA para induzir a formação de cristais hexagonais (seis lados) do metal palladuim (Chemical Eng News, Abril de 2004). Gerald Joyce, um perito reconhecido em RNA, que tem sido capaz de, espontaneamente, dobrar uma peça de DNA em um octaedro (uma figura de oito lados) em seu próprio laboratório no Instituto de Pesquisa Scripps, tem uma clássica exposição no crescimento destes cristais paládio. “O RNA é muito bom para localizar os metais” (Science News, Abril de 2004). Estes achados levantam algumas questões interessantes, o RNA no meio ambiente está ativamente desenvolvendo materiais inorgânicos? O RNA foi importante para estabelecer um componente inorgânico do RNA mundial, um componente inorgânico que deve ter facilitado uma variedade de atividades de RNA imprevistas? (Gugliotti, L. Science, Maio de 2004)
A descoberta de todos estes novos RNAs serve para enfatizar o fato que o campo do RNA está ainda na infância. O que nós sabemos ou pensamos hoje sobre o RNA será rapidamente substituído e expandido no futuro.
Em termos de como os RNAs naturais altamente específicos, que nós descrevemos funcionam, a resposta será igualmente por via de todo sistema regulador que ocorre naturalmente que é utilizado pelo RNA das células. Qual modo de ação particular definida cientificamente os RNAs usam em um dia qualquer em umja dada célula dependerá numa variedade de condições de doença infecciosa, genética e ambiental. Os RNAs têm a capacidade de funcionar por via de qualquer sistema regulador que ocorre naturalmente numa célula que incluiria o RNA de interferência, micro Rna e outros mecanismos a serem definidos no futuro que funcionam utilizando o RNA natural.
Nós não sabemos que outros papéis reguladores serão atribuídos ao RNA no futuro. Claramente, o RNA serve uma rota multifacetada como uma molécula reguladora nas células. É importante lembrar que estes mecanismos descritos são processos que ocorrem naturalmente e que as células usam para se auto-regularem e manterem. É possível que o RNA possa operar por algum ou por todos estes mecanismos que ocorrem naturalmente servindo como sensores nutrientes para ajudar a equilibrar as atividades dentro da célula.

Suscetibilidade genética

Contorno Genético

      Doenças multifatoriais são causadas por infecções e acontecimentos ambientais que ocorrem nos indivíduos suscetíveis geneticamente. Parâmetros básicos como idade, e sexo, juntamente com outros fatores genéticos e ambientais, tem um papel no início dessas doenças. Infecções combinadas com cargas ambientais excessivas somente levam a doença se elas ocorrerem em indivíduos com suscetibilidade genética apropriada.
      Uma maneira clara e definitiva de avaliar a contribuição genética da doença multifatorial é aproveitar-se das novas metodologias que permitem o exame genético personalizado. Atualmente, há exames disponíveis para identificar um número de suscetibilidades genéticas fundamentais baseadas em variações que são encontradas no DNA. Infelizmente, o uso desse exame ficou aquém das expectativas. Impedimentos percebidos ao uso do exame genético para identificar suscetibilidades fundamentais a doença incluem medo da discriminação do trabalho, perda da cobertura do seguro e a inabilidade de lidar com os estados de doença diagnóstica poderosa acentua a necessidade de meios adequados para lidar com os resultados do teste genético personalizado. É uma paródia ter a habilidade de identificar especificamente a fraqueza genética, no tanto ter essa tecnologia mal utilizada por medo. Aponta para uma necessidade terrível de tecnologias terapêuticas que aproveitam a mesma informação genética com olhos para o tratamento personalizado ou suplementação nutricional, do que simplesmente de diagnose personalizado.
      O campo dos nutrigenômicos é o estudo de como diferentes comidas podem interagir com gens específicos para diminuir o risco de doenças. Nutrigenômica biomolecular vai um passo a frente com esse conceito, analisando as trajetórias de sinalização molecular que são afetadas por mudanças básicas específicas e então utiliza combinação de nutrientes, comidas e ácidos ribonucleicos naturais para contornar as mutações e restaurar a função correta da trajetória.
      Uma trajetória central no corpo que é particularmente responsável do exame nutrigenômico biomolecular fraqueza genética é a trajetória metioninal.
      Como resultado dessa atividade diminuída na trajetória metilação, há uma escassez de grupos metil de funções importantes.
      Grupos metil são grupos “ CH3” que são mudados de posição pelo corpo para ativar ou desativar gens. Há vários lugares específicos nessa trajetória onde os blocos podem ocorrer como resultado de debilidade genética. Suplementação com comida e nutrientes apropriados farão o contorno nessas mutações para permitir a restauração da função da trajetória.
      O ciclo metilação é a trajetória ideal para ficar na análise nutrigenômica e suplementação. A função dessa trajetória é essencial para um número de reações críticas no corpo. Uma conseqüência da debilidade genética ( mutações) nessa trajetória é o aumento de fatores de risco que levam a um número de condições séria de saúde. Defeitos na metilação tem fundamentos apropriados para mais ataques de agentes infecciosos e ambientais resultando numa enorme variação de condições incluindo o diabetes, doença cardiovascular, disfunção da tireóide, inflamação neurológica, esquizofrenia, infecção viral crônica, desequilíbrio dos neurotransmissores, asteriosclerose, câncer, envelhecimento, reparo diminuído do dano de tecidos, função imune incorreta, defeitos nos tubos neurais, síndrome de down, esclerose múltipla, doença de huntington, mal de parkinson, mal de Alzheimer, bem como o autismo.
      Metilação também está diretamente relacionada aos níveis de neurotransmissores; metilação de intermediários no metabolismo triptofano pode afetar os níveis de serotonina e os intermediários da trajetória de metilação também são compartilhados com a trajetória envolvida na síntese verdadeira de serotonina e dopomina. Além do seu papel direto como neurotransmissor, a dopomina está envolvida em metilar phospholipids nas membranas da célulapara aumentar a fluidez da membrana. A fluidez da membrana é importante para uma variedade de funções incluindo a sinalização adequada do sistema imune bem como a de proteger os nervos de danos.
      Um número de condições neurológicas sérias reduziu a fluidez da membrana como parte do processo da doença incluindo MS, ALS e mal de Alzheimer. Além disso a metilação phospholipril pode estar envolvida na modulação dos receptores de NMDA ( glutamato), agindo para controlar o dano do toxina excitante.
      Aumentos em certos mediadores inflamatórios do sistema imune tais como IL6 e TNF alpha leva a diminuição na metilação. Inflamação crônica iria assim exacerbar uma condição genética existente da sub-metilação. A inabilidade de avançar normalmente através da trajetória da metilação como resultado das mutações do ciclo metilação, poderia levar a formar precussores da trajetória metilação, incluindo o glutamato da toxina excitante.
      Os blocos construtores da metilação estão também diretamente relacionados à habilidade do corpo de mielina os nervos e impedir a ação nervos. Mielinação é um revestimento que envolve as ligações de neurônios para fazer o isolamento térmico e facilitar a transmissão mais rápida dos potenciais elétricos. Sem metilação adequada, os nervos não podem mielinar em primeiro lugar, ou não pode re-mielinar depois de agressões tais como infecção viral ou toxicidas de pessada de metal. Um efeito secundário da falta de metilação e por isso a metilação diminuída fica inadequada para impedir a ação dos nervos. Impedir a ação dos nervos ajuda a evitar ligações excessivas de conexões de neurônios inúteis e reduz a densidade sináptica. Sem o impedimento adequado, as conexões das células cerebrais ficam mal direcionadas e proliferam num conjunto denso.
      Essas mudanças causadas metabolicamente a função cerebral pode ser abrandadas se a debilidade genética fundamental que estão causando essas mudanças forem identificadas e suplementadas nutricionalmente usando análise nutrigenômica biomolecular.
      Em geral, bioindividores simples são identificados como indicadores para estados de doenças específica. Contudo, é impossível para um número de condições de saúde inclusive o autismo. É necessário ver a trajetória inteira da metilação como um “bio-indicador” para suscetibilidade genética fundamental de um estado da doença. Pode ser necessário expandir a visão de “ bio-indicador” além da restrição de uma mutação de um único gen para uma mutação em algum lugar numa trajetória inteira da função interligada.
      Isso não significa que todo indivíduo com mutações nessa trajetória será autista ou terá uma das condições de saúde incluídas acima. Será uma condição necessária mas não suficiente. A maioria das condições de saúde na sociedade hoje são por natureza multifatorial. Há componentes genéticos, componentes infecciosos e componentes ambientais.
      Um certo estímulo mínimo ou substancia danosa precisam ser encontradas para cada um desses fatores para ocorrer a doença multifatoriais. Contudo, parte do que torna o ciclo de metilação tão único e tão crítico para nossa saúde, é que mutações nessa trajetória tem a capacidade de enfraquecer esses 3 fatores. Isso sugere que se uma pessoa tem mutações suficientes ou debilidades nessa trajetória, pode ser suficiente para causar doenças multifatoriais, aumento de substâncias tóxicas ambientais e tem efeitos secundários na expressão genética.
      Olhando as representações de diagrama da trajetória de metilação e relacionando os efeitos dos polimofismos genéticos às trajetórias bioquímicas, é possível desenhar um mapa personalizado para os desequilíbrios de cada pessoa que podem ter impacto na sua saúde. Identificando as áreas precisas da fragilidade genética, é então possível direcionar o alvo dessa suplementação nutricional apropriada dessas trajetórias para otimizar o funcionamento desses processos bioquímicos variais. Nutrientes chaves e alimentação que podem ajudar contornar as mutações ao ciclo de metilação são os ácidos riblonocleicos, ou RNA.
      A trajetória da metilação é particularmente responsável pela suplementação baseada na RNA já que essas trajetórias não são necessárias, para transformar honoristeína em metionina, mas também são necessárias para a síntese das pyrimidines e purines  para a nova síntese de DNA e RNA. Suplementando essas trajetórias com nutrientes apropriados é possível otimizar o funcionamente desses processos bioquímicos cruciais.
     


DNA e RNA são comercializados como suplementos nutricionais.

    Contudo, em nenhuma ocasião se tem feito tentativa para acentuar ou enriquecer os níveis de seqüência de RNA não modificados específicos relativos a uma mistura total desses RNAs.
    Atualmente, RNA natural como um suplemento nutricional, droga homeopática ou alimentação médica está contida numa mistura total de RNA. Estimativas conservativas são que cada célula humana contém informações de 30.000 a 100.000 genes diferentes. Cada gen necessita de mensagens múltiplas de RNA para levar e regular a informação naqueles gens, resultando em dois para vários milhares de diferentes RNAs para cada um desses gens. Isso sugere que um milhão de mensagens de RNA pode estar envolvido em levar informação além dos componentes de RNA para a maquinaria, sinalização correta e regulagem das células.
    O número total de RNAs diferentes numa célula poderia assim exceder1.000.000 de moléculas diferentes. O uso de uma mistura de RNA Saccharomyces Cerevisiae total representaria, consequentemente, uma mistura de um número enorme de diferentes seqüências de RNA.
    Até o momento, o uso de ácidos nucléicos, RNA e DNA, tem sido polarizado em 2 categorias distintas: o uso de ácidos nucléicos modificados como produtos farmacêuticos e o uso de misturas totais de RNA e DNA naturais como suplementos nutricionais, drogas homeopáticas e alimentos medicinais. Os resultados da pesquisa da Dra. Amy Yasko do Instituto de Pesquisa Neurológica demonstram que o uso de RNAs não modificados específicos permite que a seleção inerente nos ácidos nucléicos  farmacêuticos retenha a falta  de toxicidade encontrada em produtos ácido nucléicos naturais.
    RNAs não modificados escolhidos de um conjunto completo de RNA Saccharomyces  Cerevisiae têm êxito em ter efeitos positivos sobre uma larga variedade de condições  de saúde. Isso é verdade não importando o mecanismo de ação pelo qual esses RNAs funcionam, se é um antisense ou interferência de RNAs, outros modos de ação, ou se eles representam  diferentes facetas de uma variedade de mecanismos.
    Os RNAs são escolhidos baseados em trajetórias metabólicas publicadas conhecidas para a função de interesse. Além disso, tem sido a observação da Dra. Yasko que quanto menos a espinha dorsal DNA desvia da configuração natural RNA, menor a concentração de RNA que é necessário para afetar os processos regulatórios. Consequentemente, o uso dos RNAs não modificados descritos  permite que concentrações menores significantes de RNA sejam utilizadas, para mil vezes mais concentração menores do que são atualmente utilizadas com RNA eukariote modificado ou DNA oligonucleotídeos. 
    Os fungos específicos RNA são escolhidos do grupo Comprehensive Yeast genome Database, MIPS Saccharomyces cerevisiae. O MIPS Comprehensive Yeast Genome Database (CY6D) apresenta informações sobre a estrutura molecular e a rede funcional da seqüência da totalidade do modelo bem estruturado, o fungo germinante Saccharomyces cerevisiae. Combinações específicas dos fungos RNAs são escolhidos baseados nas trajetórias bioquímicas e interações.
    Com esse fundamento, um número de seqüências Saccharomyces Cerevisiae não modificadas específicas tem sido escolhido da ocorrência natural do fungo RNA e tem sido utilizado para ajudar a atingir uma variedade de condições de saúde.
    A figura 2 retrata a diminuição da freqüência de ataque que é visto depois da administração de específicas seqüências de RNAs modificados do Saccharomyces Cerevisiae.
    A figura 3 retrata a diminuição dos níveis de açúcar no sangue que é vista depois da administração de um segundo conjunto único de seqüências de RNA não modificados do Saccharomyces Cerevisiae.
    A figura 4 retrata a diminuição do colesterol total e LDL que é vista depois da administração de específicas seqüências de RNA não modificados do Saccharomyces Cerevisiae, bem como uma falta de efeitos tóxicos nas enzimas do fígado seguindo a administração desses específicos RNAs não modificados como são mostrados na figura 4b.
    A medicina molecular tem dado incríveis passos usando específicos RNAs modificados quimicamente e a nutrição molecular tem provado que RNAs naturais podem ser usados com sucesso para ajudar a equilibrar uma grande variedade de condições de saúde. Estes resultados sugerem que é possível combinar alguns dos melhores aspectos desses dois campos usando uma tecnologia natural baseada no uso de RNAs enriquecidos

Análise do Nutrigenômico Biomolecular do Ciclo de Metilação



O campo dos nutrigenômicos é um estudo de como diferentes alimentos podem interagir com genes particulares para diminuir o risco de doenças. O nutrigenômico biomolecular leva este conceito um pouco mais longe, analisando as trajetórias de sinalização molecular que são afetadas por mudanças de posição base individuais e depois utilizar combinações de nutrientes, alimentos e ácidos ribonucléicos naturais para contornar as mutações e restaurar a função da trajetória individual.
    Uma trajetória central no corpo que é particularmente responsável pelo exame nutrigenômico biomolecular para as debilidades genéticas é a trajetória methionine/folate. Como um resultado desta atividade diminuída na trajetória da metilação, há uma falta de grupos methil no corpo que serviriam por outro lado uma variedade de funções importantes.
    Os grupos methyl são grupos “CH3” que se movem pelo corpo para ativar e desativar os genes. Há vários lugares particulares nesta trajetória onde podem ocorrer bloqueios como um resultado de debilidades genéticas. A suplementação com alimentos  e nutrientes apropriados contornará estas mutações para permitis a função restauradora da trajetória.
    O ciclo de metilação é a trajetória ideal a ser focalizada para a análise nutrigenômica e para a suplementação. A função desta trajetória é fundamental para um número de reações críticas no corpo. As conseqüências das debilidades genéticas (mutações) nesta trajetória são fatores de risco aumentados para um número de condições sérias de saúde. Os defeitos na metilação preparam a base apropriada para o ataque posterior de agentes infecciosos e ambientais resultando numa série ampla de condições que incluem diabetes, doença cardiovascular, disfunção da tiróide, inflamação neurológica, infecção viral crônica, desequilíbrios dos neurotransmissores, arterioesclerose, câncer, envelhecimento, esquizofrenia, difícil reparação em tecidos danificados, função imunológica imprópria, defeitos no tubo neural, síndrome de Down, esclerose múltipla, doença de Huntington, doença de Parkinson, de Alzheimer, bem como autismo.
    Em geral, os biomarcadores individuais são identificados como indicadores para estados de doença específica. Contudo, é possível que para um número de condições de saúde, incluindo o autismo, possa ser necessário olhar para a trajetória da metilação inteira como “um biomarcador” para sublinhar a suscetibilidade genética para um estado de doença. Pode requerer expandir a visão de um “biomarcador” além da restrição de uma mutação num único gene para uma mutação em algum lugar numa trajetória inteira de função interconectada.
    Isto não significa que todo indivíduo com mutações nesta trajetória será autista ou terá uma das condições de saúde listadas acima. Deve ser uma condição necessária, mas não uma condição suficiente. A maioria das condições de saúde na sociedade hoje é multifatoriais em sua natureza. Há componentes genéticos, componentes infecciosos e componentes ambientais. Um certo estímulo mínimo ou uma quantia de substâncias danosas no corpo precisa ser encontrado para cada um destes fatores a fim de que a doença multifatorial ocorra. Contudo, parte do que torna o ciclo de metilação tão único e tão crítico para nossa saúde, é que as mutações nesta trajetória tem a capacidade de prejudicar todos os 3 destes fatores. Isto sugeriria que se um indivíduo tem mutações suficientes ou debilidades nesta trajetória pode ser suficiente para causar a doença multifatorial, já que as mutações do ciclo de metilação podem levar a doenças infecciosas crônicas ao aumento das substâncias tóxicas ambientais e tem efeitos secundários na expressão genética.
    Ao olhar para as representações diagramáticas da trajetória de metilação e relatando os efeitos dos polimorfismos genéticos para as trajetórias bioquímicas, é possível desenhar um mapa personalizado para os desequilíbrios de cada indivíduo que podem ter impacto sobre a saúde.
    Identificando as áreas precisas da fragilidade genética, é possível então adequar a suplementação nutricional adequada destas trajetórias para otimizar o funcionamento destes processos bioquímicos cruciais. Os nutrientes chaves ou alimentos que podem ajudar a contornar as mutações do ciclo de metilação são os ácidos ribonucléicos, ou RNA.

AS CAUSAS DESCONHECIDAS DO AUTISMO E DOS TRANSTORNOS DO DESENVOLVIMENTO

AS CAUSAS DESCONHECIDAS DO AUTISMO E DOS TRANSTORNOS DO
DESENVOLVIMENTO
Por Patty Salcedo-Morton
(Great Plains Laboratory 2006)
“SE NINGUÉM encontrou a causa do autismo, NINGUÉM pode te dizer que é
incurável”
Victoria Beck
Os estudos estatísticos e as pesquisas feitas pelo Doutor Bernard Rimland, do
Instituto de Pesquisa sobre o Autismo nos Estados Unidos, mostraram que
entre 1965 e 1969 somente 1% dos pais que o consultaram o fizeram com
relação a uma criança menor de 3 anos com autismo; mas no período entre
1994 e 1995 esta cifra aumentou para 17%. Este é só um dos estudos que
demonstram o aumento da incidência do autismo nos últimos anos.
Os fatores genéticos e alguns fatores que encontramos no ambiente como
imunizações, flora gastrintestinal anormal, metais tóxicos e as reações anormais
à alimentos podem ser diferentes causas do autismo; como explica o Dr. William
Shaw, Doutor em Bioquímica e Fisiologia Humana pela Universidade da
Carolina do Sul, Estados Unidos.
Em 1991 o Dr. Shaw começou a trabalhar num Hospital Infantil muito conhecido,
e foi ali onde iniciou um estudo que comprovaria sua teoria sobre a relação das
levaduras intestinais com o autismo. Seu estudo se baseiou nos testes de urina
de dois irmãos que tinham debilidade muscular e autismo, e duas crianças
normais. Por meio deste estudo o Dr. Shaw observou que havia uma grande
diferença entre os compostos químicos nas amostras de urina das crianças
normais, e nas amostras de urina das crianças com problemas musculares e
autismo. Com freqüência os resultados dos testes de ácidos orgânicos feitos
nestas crianças revelavam altas concentrações de compostos provenientes das
leveduras.
A hipótese do Dr. Shaw sobre a relação dos compostos anormais procedentes
do sistema gastrintestinal e o autismo, e o tratamento destes microorganismos
para melhorar seu comportamento autístico, se reafirmou com o estudo em outra
criança. A criança que o Dr. Shaw escolheu tinha se desenvolvido de maneira
normal até que começou a sofrer de infecções nos ouvidos com muita
freqüência. A criança também apresentou candidíase na boca (também
chamada de levedura); isto acontece porque os antibióticos matam às bactérias
benéficas que ajudam a impedir a proliferação da levedura. Depois dos
antibióticos e da infecção de levadura, a criança não foi capaz de pronunciar
palavra nenhuma, tinha sintomas de hiperatividade, perdeu o contato visual, não
era sociável e seu padrão de sono estava muito alterado. Bruce, este é o nome
da criança protagonista desta história, começou um tratamento antifúngico com
Nistatina, para eliminar a levedura de seu organismo. E estas foram as palavras
da mãe depois do tratamento: “Vimos muitas melhoras na parte da
hiperatividade, Bruce tem mais contato visual, aumentou sua vocalização,
diminuíram os comportamentos compulsivos e não voltou a se agredir. O
impacto positivo dos estudos do Dr. Shaw na vida de nosso filho, não se pode
descrever com palavras”.
Além das pesquisas do Dr. Shaw em relação à levedura intestinal e ao autismo,
a Dra. Domínguez em seu livro “Mejorando al Calidad de Vida de tu Hijo Autista
o Hiperactivo” (Melhorando a qualidade de vida de seu filho autista ou hiperativo)
sintetiza a explicação de como a cândida é responsável da condição do intestino
permeável. “A cândida ao se multiplicar sem controle no intestino adquire uma
forma mais prejudicial: micélio, o qual faz com que sua propagação seja mais
invasiva, se infiltrando por toda a parede do intestino como uma enredadeira em
um muro, as substâncias das excreções deste fungo começam a destruir os
mucopolissacáridos da parede intestinal, formando buracos, sendo mais
conhecido como intestino permeável; isto pode se observar microscopicamente
através de uma biópsia”.
Outro fator importante a se mencionar entre as causas multifatoriais do autismo
é a clostridia, uma bactéria anaeróbica, em outras palavras, morre ao entrar em
contato direito com o oxigênio. Também se menciona como causadora do
tétano, da diarréia e intoxicação alimentar. Esta bactéria forma esporos muito
resistentes ao calor e aos antibióticos, atualmente tem se descoberto em torno
de 100 espécies de clostridias no intestino. A clostridia pode se controlar com
vacocimin, metrodinazol e com Lactobacillus acidophilus GG, como indica o Dr.
Shaw.
Alguns psicólogos, médicos, professores e pais são céticos quanto a alimentos
completamente inocentes como o pão, as massas ou o leite possam vir a ser
responsáveis pelos comportamentos compulsivos das crianças com problemas
de desenvolvimento, mas a reportagem do DAN (Defeat Autism Now) do ano
2002, sobre as opções biomédicas para tratar crianças com autismo do Dr.
Pangborn, afirma que mais da metade das crianças com autismo que ele
conheceu e que têm seguido a dieta sem gluten (trigo) e sem caseína (leite)
têm melhorado tanto que podem seguir a dieta durante toda a vida.
Um importante grupo de cientistas de diferentes países do mundo, como a
Noruega, a Escócia e os Estados Unidos informou que depois das pesquisas
descobriram que há uma redução dos sintomas autistas ao se eleiminar
alimentos que contenham trigo e leite. A explicação se baseia no trabalho do Dr.
Kart Reichelt que encontrou peptídeos anormais na urina de pessoas com
autismo. Estes peptídeos são aparentemente similares aos que o suiço, Dr.
Christopher Gilberg ou o Dr. Cade na Universidade da Florida descobriram em
suas pesquisas.
Depois a Unidade de Pesquisas do Autismo reafirmou estas descobertas na
Universidade de Suderland, sob a direção do Dr. Paul Shattock. Conforme o Dr.
Shattock: “Na urina de aproximadamente 50% das pessoas autistas os níveis de
substâncias opiáceas parecem ser elevados”.
Em seu livro o Dr. Shaw explica que um processo incompleto de digestão das
proteínas do trigo e do leite, deixa os aminoácidos unidos em cadeias curtas,
chamadas de peptídeos. Se os peptídeos tiverem uma atividade biológica
denominam-se como opiodes, os quais podem filtrar-se pelo intestino permeável
e penetrar na corrente sanguínea, o que poderia causar problemas
comportamentais e neurológicos sérios. A caseína produz um peptídeo chamado
de caseomorfina e o trigo produz a gliadinomorfina, os quais agem como a
morfina no corpo e são os responsáveis por muitas crianças se agridirem sem
sentir dor nenhuma.
“Nos Estados Unidos e na Europa as dietas sem glúten sem caseína estão
produzindo resultados benéficos em quase 80% de crianças de espectro Autista
e com transtornos do desenvolvimento” conforme à pesquisa da Dra.
Domínguez incluída em seu livro.
A Dra. Domínguez, mãe de uma adolescente com autismo, afirma que depois da
implementação da dieta sem glúten e caseína com sua filha, o contato visual
melhorou dramaticamente, os risos e a euforia noturna que se apresentavam
depois de comer trigo sumiram, assim também se normalizaram o padrão de
sono e a hiperatividade.
Além dos problemas gastrintestinais e problemas de peptídeos já mencionados,
podem também apresentar índices elevados de metais pesados e alergias
alimentares, as quais podem contribuir para diferentes comportamentos nas
crianças com autismo. Para estes dois últimos sintomas, também há
tratamentos, testes de laboratório e experiências próprias.
.

Desintoxicação por quelação

Revisão: Desentoxicação através da Terapia de Quelação
By John Green, M.D.
The EverGreen Center, Oregon City, Oregon

Revisão Internacional da Pesquisa sobre Autismo, 2006, Vol. 20, No. 1

Dr. Green é especialista em nutrologia. Médico 
DAN, compromete sua atenção total ao tratamento de crianças autistas 
desde 1999.

O que é terapia de quelação? Como ela funciona? Como é realizada? 
Porque esta terapia em autismo tem tantos defensores e oponentes?
Quais são os riscos e benefícios da terapia de quelação? Porque ela é 
a que recebe a melhor avaliação de efetividade por parte dos pais 
entre todos os tratamentos atualmente disponíveis?
O que é terapia de quelação?
A quelação funciona como o sistema de defesa natural de sulfuração 
onde pequenas moléculas se ligam aos metais tóxicos para sequestrá-
los e eliminá-los.
Como ela funciona?
Os quelantes comumente utilizados para o 
tratamento do autismo são DMSA, DMPS e EDTA. Os três são efetivos 
para remover chumbo e cádmio enquanto o DMPS E DMSA são efetivos 
também para mercúrio, alumínio e arsênico. EDTA é também algo 
efetivo para alumínio. EDTA e DMSA estão disponíveis nos EUA e o 
DMPS em países do Leste Europeu. Estes três agentes podem ser usados 
por Via Oral ou retal, o DMPS e cálcio EDTA podem ser administrados 
por Via Endovenosa. DMPS é também efetivo por injeção intramuscular. 
Formulações trandérmicas dos três estão disponíveis com eficácia 
comprovada para DMPS E DMSA e incerta para o EDTA.
Como é realizada?  
O melhor teste para intoxicação por metais é o teste de desafio da 
quelação. A droga quelante é administrada seguida de um teste de 
urina para determinar a eliminação dos elementos tóxicos. Este teste 
é repetido periódicamente para avaliar o progresso do tratamento.Em 
nosso consultório usamos o DMPS , o mais potente agente quelante para 
retirada do mercúrio (que deve ser preparado em farmácia de 
manipulação) uma vez que este pode ser injetado junto com a 
glutationa e evita o problema de baixa absorção oral. Outros preferem 
o DMSA uma vez que este não atravessa a barreira hemato encefalica e 
é aprovada pelo FDA para chumbo.Testes de desafio transdérmicos não 
são confiáveis.
A escolha do agente quelante e da via de administração deve ser 
individualizado para cada criança. Após iniciar o tratamento é 
importante avaliar tanto a eficácia quanto a tolêrancia.

Não é necessário iniciar a terapia muito vigorosamente a melhor regra 
é seguir o aforisma "devagar e sempre". Métodos trandérmicos de 
aplicação do DMPS ou DMSA são sempre preferidos uma vez que diminuem 
a exposição intestinal complexo quelante/toxina. Se houver problemas 
com um método é razoável mudar para outro. Após os níveis de mercúrio 
caírem para um nível baixo , o acido lipóico por via trandérmica é 
frequentemente ministrado em conjunto com DMPS ou DMS para 
acrescentar maiores benefícios.
Quais são os riscos e benefícios da terapia de quelação?
Há fortes evidências de que crianças autistas tem deficiências em 
seus sistemas de desintoxicação causando aumento da vulnerabilidade a 
intoxicação por metais. Em adição aos metais pesados (particularmente 
mercúrio, chumbo, arsênio, antimônio e alumínio) nós encontramos 
elevados niveis plasmáticos de PCB e solventes orgânicos voláteis em 
todas as crianças autistas testadas em nosso consultório. Estas 
outras toxinas enfraquecem ainda mais seus sistemas de desintoxicação 
causando stress oxidativo, disfunções imunes, deficiência de enzimas 
e energia , disrupção da comunicação celular e início e agravo da 
inflamação crônica.
O resultado destas pertubações é um complexo de ciclos viciosos de 
dano tissular. Desintoxicação por quelação e tratamentos de suporte 
ajudam a quebrar estes ciclos e restaurar o processo fisíologico. 
Quelação com o EDTA intravenoso tem sido usada com segurança por 
décadas em pacientes idosos e em crianças intoxicadas por chumbo. 
Entretanto questões sobre segurança cresceram nos últimos anos porque 
duas crianças morreram em decorrência do uso inapropriado de EDTA 
dissódico ao invés do Cálcio-EDTA. Eles receberam a medicação errada 
( um erro causado pela similaridade dos nomes dos medicamentos) 
através de uma técnica de aplicação venosa inadequada e morreram de 
depleção severa de cálcio.Se uma criança é tratada com EDTA deve ser 
com o cálcio-EDTA que já se provou segura. 
Os riscos da terapia de quelação propriamente dita são poucos. Os 
princípais problemas vistos são infecções fungícas ou bacterianas no 
intestino e depleção de oligoelementos- especialmente o zinco. Isto 
tende a provocar alterações de comportamento geralmente previníveis 
por suporte intestinal , suplementação mineral e /ou troca do sistema 
de quelação. Os rashes podem necessitar troca da medicação ou da via 
de administração.Reações alérgicas graves são raras. Preocupações 
referentes aos efeitos da quelação no figado, rins e medula óssea são 
frequentes mas não existe nenhum evidência de danos irreversíveis a 
estes orgãos em crianças submetidas a quelação. Ao contrário, testes 
de segurança e experiências com milhares de crianças demonstraram 
extraordinária segurança destas drogas. 
Em nosso consultório preferimos utilizar o DMPS pela via transdérmica 
(com doses intermitente via oral para ajudar a limpar o intestino). 
Nós também podemos variar os quelantes e a via de administração para 
optimizar os efeitos de cada um e assegurar qual destes é mais 
efetivo. Por exemplo, nós podemos utilizar o DMPS transdérmico por 
três dias numa semana, DMSA trandérmico por três dias na proxima 
semana e DMPS via oral por dois dias na outra semana. Se a criança 
apresenta mais beneficios com algum deles nós vamos continurar com 
este agente. Enquanto alguns médicos utilizam um esquema de 
tratamento em dias alternados, nós achamos mais efetivo usar estas 
medicações de forma intermitente, três dias de administração seguidos 
de 4 a 11 dias de repouso, e um "washout" de três ou mais dias é 
necessario entre medicações diferentes.
Porque esta terapia em autismo tem tantos defensores e oponentes?
 Os defensores são profissionais que utilizam a quelação rotineiramente e tem visto excelentes resultados em seus pacientes. Os oponentes são pessoas que 
não se utilizam da quelação na prática e levantam argumentos teóricos 
contra seu uso. 
Por que a quelação tem os mais altos indíces de efetividade na 
avaliação dos pais?
 De acordo com o Autism Research Institute - 
Instituto de Pesquisa sobre Autismo(ARI) a terapia de quelação é extremamente útil para as crianças autistas com muito poucos efeitos colaterais. A quelação ajuda a quebrar muitos ciclos auto perpetuados que contribuem para o dano tecidual e os complexos sintomas do autismo abrindo caminho para reparação e recuperação.
Se o seu filho teve o diagnóstico de autismo, e particularmente se 
ele regrediu/perdeu aquisições é extremamente possível que fatores 
ambientais tenham causado o dano. No grupo DAN! Acreditamos que 
predisposições genéticas e provavelmente epigenéticas (genes mudando 
devido a influencias ambientais) interagindo com exposição a 
toxinas, causam a síndrome do autismo. O tratamento de 
desintoxicação se inicia com a optimização da dieta e da nutrição, 
redução à exposição a toxinas ambientais e suporte para as funções 
digestivas e imunes conforme o Protocólo DAN! Além dessa terapia 
fundamental de suporte a quelação vai acelerar a cura de seu filho. 
Pode chegar o dia em que seu filho agradecerá por todos os esforços em 
trazer o melhor tratamento biomédico para facilitar sua recuperação.

Para maiores informações no tratamento de quelação para crianças 
autistas veja : " Opções de tratamento para intoxicação por 
mercúrio/metais no autismo e doenças do desenvolvimento 
relacionadas : artigo de Consenso" em www.AutismMercuryDe HYPERLINK "http://tox.com" \t "_blank" tox.com.

Como o vírus atua no organismo

COMO OS VÍRUS ATUAM NO ORGANISMO

Vírus na Fase 2
A Dra. Amy estava conversando hoje com várias mães que eu sei que estão usando o seu conhecimento para curar nossas crianças. O resultado dessas conversas é que nós realmente não entendemos bem os vírus e poderíamos usar um rápido vírus 101. Nós notamos que muitos médicos na comunidade de autismo estão prescrevendo Valtrex. Nós entendemos que é para conter, não eliminar o vírus. O nosso objetivo é conter ou eliminar? Quando nós usamos um tratamento “anti-viral”, nosso objetivo é erradicar ou conter? Quando as crianças têm coisas tais como erupções cutâneas, o que isso significa exatamente? Eu realmente entendo, a conexão entre vírus e HG e eu sei que essas perguntas são exatamente básicas e eu fico sem jeito de perguntar, mas eu não sou a única a querer saber.
Obrigada pela sua paciência e conhecimento.
Que pergunta excelente! Eu vou tentar organizar o horário para conferência de fevereiro e fazer isso num formato visual.
Enquanto isso... há vários tipos de vírus. Dois dos grupos básicos são os vírus do DNA e os do RNA. A diferença entre esses dois grupos é a forma na qual sua informação genética está contida. Para os vírus de RNA, a informação genética está na forma de RNA. Para os vírus baseados no DNA é como DNA. Herpes é um vírus baseado no DNA. CMV, EBV, Hepatite são todos os vírus de DNA.
Sarampo, caxumba e rubéola são vírus baseados no RNA.
Nossa própria informação genética está armazenada como DNA. A informação que é usada do DNA é o que é transformado em RNA.
Uma maneira de pensar sobre isso, é que o DNA é todo o estoque no armazém, e o RNA é o que realmente compra para usar. A analogia que eu uso nas palestras, e no livro do RNA (que descreve DNA e RNA mais vagarosamente assim você pode entender melhor) é o meu exemplo de “depósito”. DNA é toda a madeira, pregos, parafusos, etc nas prateleiras do depósito. RNA é o material de construção que você precisa para um trabalho específico, por exemplo, construir sua casa, e depois o projeto terminado que você vê, a casa em si, é a proteína.
Nosso material genético (nossa informação) está armazenado como DNA. Quando somos infectados com um vírus baseado no DNA como herpes, ele pode multiplicar, o que nós vemos como uma infecção ativa ou surto. Ou, ele pode ficar latente. Quando ele está latente, ele fica dentro do DNA nas nossas células. Imagine o nosso DNA como um longo colar de pérolas. Depois imagine cortar a corrente que segura as pérolas. Agora coloque algumas contas coloridas no meio do colar e uma o colar. Nós temos agora um colar de pérolas com um grupo de contas vermelhas no meio das pérolas. As contas vermelhas podem permanecer lá até que haja condições para que elas possam voltar rapidamente, deixando as pérolas como eram inicialmente.
As contas vermelhas podem agora multiplicar e causar infecção ativa. Algumas dessas contas vermelhas, também conhecidas como herpes que estão agora ativas, podem criar sintomas, algumas podem estar de volta ao colar de pérolas do nosso DNA.
Quando o vírus sai do DNA para ir de uma forma latente para uma forma ativa, ele precisa multiplicar. Para multiplicar ele precisa fazer mais do seu próprio DNA (novamente explicando para entender em detalhe no livro RNA).
A maneira como o Valtrex funciona é substituir um desses quatro blocos de construção para o DNA. O bloco de construção fornecido pelo Valtrex é alterado para que interfira no processo de ligar as contas para formar mais vírus.
Portanto, Valtrex na verdade interfere com a reprodução viral. Ele não contém o vírus. 
Pra que o Valtrex funcione, o vírus precisa ser reprodutor. Se ele não estiver reproduzindo, se ele ainda estiver preso na forma de contas vermelhas, dentro de colar de pérolas, o Valtrex não pode agir.
Um trabalho recente (Nature Reviews in Drug Discovery nov.2005) no campo de pesquisa de HIV (HIV também integra nosso DNA) mostrou que o meio mais eficaz para tratar esse tipo de vírus é ativar o vírus latente, o vírus que ainda está dentro do colar de pérolas, bem como interferir com a sua habilidade de multiplicar.
Como resultado, usar diferentes tipos de agentes antivirais ao mesmo tempo que funcionam por mecanismos diferentes é mais eficaz do que usar um único agente anti-viral.
Valtrex pode somente interferir com a reprodução dos vírus que usam os blocos construtores de DNA. Isso incluiria os vírus baseados do DNA, mas não os vírus baseados do RNA. Valtrex pode interferir com a reprodução da herpes viral, mas não com o sarampo, caxumba e rubéola.
Sarampo, caxumba e rubéola são vírus baseados do RNA. Sarampo e Caxumba são retrovírus, o que significa que eles podem inverter o seu RNA, de volta para DNA, e depois eles conseguem ficar presos dentro dos nossos colares de pérolas. Então, quando eles estão prontos para se multiplicarem novamente, as contas vermelhas saem do nosso DNA e volta para o RNA para formar mais RNA viral.
Enquanto a rubéola não é um retrovírus, em outras palavras, ele não tem equipamento para mudar o seu RNA em DNA, ele pode emprestar esse equipamento do sarampo e caxumba. Então, na presença de outros retrovírus, a rubéola pode agir como um retrovírus.
Uma vez que o DNA viral está integrado ao nosso DNA, as contas vermelhas são partes do nosso colar de pérolas, e o DNA viral pode ser copiado quando o nosso DNA é copiado. Dessa maneira o DNA viral é silenciado e não fica ativo pelos grupos metil nele para mantê-lo. O corpo reconhece o DNA que não é nosso, o DNA que é estrangeiro, e coloca grupos metil nele para mantê-lo quieto. Se nós tivermos mutações do ciclo de metilação nós não podemos fazer isso adequadamente.
Quanto mais tempo o ciclo de metilação não estiver funcionando adequadamente, mais vírus ele pode formar. Esse é o motivo pelo qual a carga viral é mais alta em crianças mais velhas, e porque demora mais para remover o vírus. Nós precisamos fazer o vírus sair do nosso DNA, e depois esmagá-lo já que ele é uma forma ativa e reprodutora. Evidências de que os vírus surgem do esconderijo, do nosso colar de pérolas, são vistas como erupções cutâneas, febre, dores de cabeça, vômitos, etc. eu acredito que creatina elevada é também um sinal do vírus saindo do esconderijo.
O papel da metilação no silêncio viral é uma outra razão pelo qual estou acentuando a necessidade de teste nutrigenômico para a trajetória da metilação para todas as crianças. Como você sabe, eu acredito que os vírus ajudam a “guardar” metais no corpo. Uma vez que você erradique o vírus, os metais serão excretados.
Quanto mais tempo o vírus tiver estado no corpo, mais difícil será chegar a esses metais. Uma vez que vimos a liberação de metais, nós ainda precisamos pensar sobre a infecção viral crônica. Esse é o motivo pelo qual é importante ter certeza de que a metilação está funcionando adequadamente mesmo para aquelas crianças que se recuperaram usando outros meios para causar a excreção dos metais. Como eu mencionei no passado, um número de agentes de ligação também tem uma atividade anti-viral.
Por exemplo, vamos pensar na glutationa. Eu conheço crianças que se recuperaram excretaram grandes quantidades de metais usando glutationa como parte principal do seu tratamento. Isso é maravilhoso. Contudo, se essas crianças fossem autistas para começar então desequilíbrios nos seus corpos permitiram que as condições ocorressem em primeiro lugar. Fatores fundamentais tais como mutações do ciclo de metilação, infecção bacteriana e viral crônica, exposição a metais pesados, tudo leva a criar uma condição de autismo. Uma vez que tivermos usando, Por exemplo, glutationa para nos livrarmos dos metais (glutationa tem também atividade anti-viral) nós eliminamos alguns dos fatores de risco.
Se nós não consertarmos as mutações básicas do ciclo de metialão, não há nada para evitar que o vírus se acumule no corpo novamente. O mecanismo para silenciar o vírus ainda está quebrado. O mecanismo para ativar e desativar DNA – expressão calledepigenética ainda está quebrado (o artigo da BBC que saiu ontem sobre alimentação e metionina conta com a epigenética funcionando adequadamente para resultar). A habilidade de fazer algum dos blocos construtores para o DNA e RNA que requerem metilação ainda está quebrada. Somente para nomear algumas conseqüências e de uma metilação inadequada.
Basicamente, até que o ciclo de metilação seja atingido, é como se fosse uma bomba relógio para explodir. Por isso, é tão importante observar essa trajetória e contornar as mutações nessa trajetória.

Autismo é tratável

  AUTISMO E TRATAMENTO MÉDICO

O uso de medicação e tratamento médico para pessoas com transtorno do Espectro Autista


 Autismo já é considerado como medicamente TRATÁVEL: Notícia divulgada no Brasil por mim e traduzida pela minha amiga, Ana Muniz, no dia 10/12/08.
http://www.usautism.org/USAAA_Newsletter/120908_newsletter_comed_article.html

Em abril de 2008, a Escola Americana de Medicina Genética (ACMG), reconhecida pelo conselho médico AMA, estabeleceu procedimentos de práticas clínicas a serem seguidos por geneticistas clínicos, tanto para determinar a etiologia dos casos de desordens do espectro autista (ASD) como para tratar pacientes com este diagnóstico. Este estudo, " Desordem do Espectro Autista - associados a biomarcadores para a avaliação do caso do paciente e gestão por geneticistas clínicos ", confirma que atualmente existe uma rotina bem estabelecida, clinicamente disponível, com biomarcadores identificados que auxiliam os geneticistas clínicos a avaliar e tratar indivíduos clinicamente diagnosticado com ASD, e descreve sucintamente alguns biomarcadores reconhecidos. Dependendo da causa da ASD, estes pesquisadores descobriram que "os riscos médicos associados, podem ser identificados, o que pode levar a uma triagem e prevenção em pacientes com potencial morbidade e de outros membros da família." A COMED Inc., associação sem fins lucrativos e, através de subsídio da Fundação Brenen Hornstein Autismo Research & Education (BHARE), sem fins lucrativos do Instituto de doenças crónicas, Inc. financiou esta pesquisa.
 
 
As importantes ferramentas clínicas identificadas para avaliação médica e resposta ao tratamento monitorizado incluiu:

1. Biomarcadores de Pofirinas - ajuda a determinar se o mercúrio tóxico está presente e, quando ele for encontrado, monitora as alterações das quantidades de mercúrio, durante as terapias de desintoxicação (leia-se: quelação).

2. Biomarcadores de Transulfatação - ajuda a determinar se a suscetibilidade bioquímica ao mercúrio está presente e, quando ela for encontrada, monitora as respostas do paciente durante a suplementação com terapias nutricionais, tais como: metilcobalamina (a forma metil de vitamina B12), ácido folínico, e piroxidina (vitamina B6).

3. O estresse oxidativo/ biomarcadores de Inflamação - ajuda a determinar se há excesso de subprodutos de vias metabólicas e, quando forem encontrados, monitora os progressos dos pacientes durante a suplementação com anti-inflamatórios, como Aldactone ® (espironolactona).

4. Biomarcadores Hormonais - ajuda a determinar se alterações hormonais estão presentes e, quando forem encontrados, monitora os progressos dos pacientes durante o tratamento indicado com drogas de regulação hormonal tais como Lupron ® (acetato de leuprolide) e Yaz ® (drospirenone / ethynyl estradiol).

5. Biomarcadores de disfunção mitocondrial - ajuda a determinar se houver perturbações nos percursos de produção de energia celular e, quando forem encontrados, monitora os progressos dos pacientes durante a suplementação com drogas como a Carnitor ® (L-carnitina).

6. Biomarcadores Genéticos - ajuda a determinar se há susceptibilidade genética ou fatores causais presentes e, quando forem encontrados, fornece dicas sobre as modificações comportamentais que reduzem o impacto desses fatores genéticos.

Hoje em dia, qualquer pai, médico, ou provedor de saúde pode facilmente contratar os serviços de um geneticista clínico, que segue as orientações praticas da ACMG para avaliar e tratar pacientes diagnosticados com ASD.
 
 
Encontrando um médico
Encontrar um médico que entenda o autismo poderá ser um obstáculo, mas que você terá que ultrapassar. Porquê? Ao menos que o médico tenha tido experiência com autismo, é muito improvável que ele seja capaz efetivamente de ajudá-lo e tratar essa condição.
Autismo não é um simples transtorno invasivo do comportamento que pode ser melhorado ou curado com uma simples medicação ou algumas poucas visitas ao psiquiatra. É uma desordem muito séria que afeta cada pessoa diferentemente, tornando cada caso específico e único.
Contudo se você ou o pediatra de seu filho suspeitam de autismo, é decisivo para a sua criança e o futuro dela, que ela seja encaminhada à um especialista em diagnosticar e tratar as desordens do espectro autista. Isto significa que sua criança pode necessitar mais do que um médico ou profissinal especializado em autismo.
A lista a seguir é de profissionais especialistas que devem fazer parte da equipe multidisciplinar que uma criança autista, certamente em algum momento precisará.
- Psiquiatra infantil: Pode ajudar a determinar o diagnóstico inicial, prescrever medicações e ajudar o autista a lidar com as relações sociais e a desenvolver o seu comportamento emocional.
- Psicólogo clínico: Especialista que entenda sobre a natureza e o impacto do autismo. Esse profissional deve conduzí-lo a um teste psicológico e assistí-lo no treino de abilidades sociais e modificação de conduta.
- Pediatra: Trata os problemas de saúde e os problemas relacionados a defazagens e atrasos do desenvolvimento.
- Fonoaudiólogo: Ajuda a desenvolver a comunicação, focalizando na linguagem e no uso da fala.
- Terapeuta ocupacional: Foca em ajudar o autista a desenvolver a prática da vida diária e auto-cuidados, como comer e se vestir adequadamente. Esse profissional pode ajudar ainda a adquirir abilidades na coordenação motora grossa e fina e na integração sensorial.
- Fisioterapeuta: Ajuda a criança a desenvolver-se motoramente através de exercícios para os músculos, nervos e ossos.
A partir do momento que você encontrar os profissionais que precisa,é essencial que você trabalhe junto com eles. A razão para isso é que embora o profissional tenha experiência com autismo, você é a pessoa mais experiente quando se trata de informações específicas relacionadas as abilidades e necessidades do seu filho.
Para você efetivamente colaborar e trabalhar junto com um profissional, você precisa:
- Educar-se: aprender o máximo possível sobre autismo;
- Preparar-se: Escrever qualquer questão ou assunto relacionado a sua criança, ao autismo ou ao tratamento e debatê-lo com o profissional;
- Libertar-se: Você não tem que concordar com tudo que o profissional fala. Se você não concorda com uma recomendação, faça-se ouvir.
Se você está com dificuldades de saber aonde você pode encontrar especialistas em autismo, temos sugestões a seguir:
- Na sua comunidade: Visite o seu convênio médico, hospital, farmacêutico e pergunte se eles conhecem alguém especialista em diagnosticar e tratar o autismo. Mas lembre-se, mesmo que você seja indicado à um especialista, ele pode não ser a pessoa que você esteja procurando e deseja. Não tenha receio de questioná-lo sobre sua experiência.
- Na internet: A internet é um fantástico meio de pesquisa e tem inúmeras e valiosas informações sobre autismo, como entender e ajudar efetivamente um autista.
- Nos grupos de suporte: Se envolver e fazer parte de um grupo de suporte criado para apoiar o autista e seus familiares, pode ser extremamente favorável para encontrar os profissionais, já que você pode pedir por recomendações. Os grupos de suporte também dão encorajamento nos momentos difíceis e te permite a oportunidade de discutir o autismo com outras pessoas que conhecem e sabem pelo o que você está passando.


Tratamento biomédico
Nos EUA muitos médicos tratam os autistas através do protocolo DAN (Defeat Autism Now/Derrote o Autismo Agora) feito pelo ARI (Autism Research Institute/Instituto de Pesquisas em Autismo). Pense no movimento DAN! como um movimento político. Bernard Rimland, médico, cientista, pai e estudioso, não se conformava com a visão limitada da sociedade médica que tratava o autismo como uma doença mental. Na década de 60 fundou o Autism Research Institute (Instituto de Pesquisas no Autismo) e a partir de 1980 junto com mais 2 médicos, Sidney Baker e John Pangborn, deu origem ao movimento DAN!
Em 1995, fez a 1ª conferência DAN! O objetivo formal do movimento DAN é " se dedicar a exploração, validação e disseminação de intervenções biomédicas cientificamente documentadas para indivíduos dentro do espectro autístico, através da colaboração de médicos, cientistas e pais". A experiência desses grupos mostra que o autismo é causado por stress oxidativo, metilação inadequada e distúrbios na sulfatação que acabam atingindo o cérebro e provocando a alteração que chamamos de autismo.
Na visão DAN!, o comportamento autista se mantém em um tripé que envolve os sistemas imunológico, intestinal e endócrino. Este protocolo baseia-se em tratar o autismo através do comportamento do processo metabólico de cada indivíduo. Este método encontra falhas, excessos, desequilíbrios que ocorrem no organismo, através de exames específicos de sangue, urina, fezes e mineralograma. O objetivo final é superar essas falhas e junto com um tratamento educacional intensivo, recuperar essas crianças. Além de verificar o excesso de metais no organismo, esses exames também podem mostrar outros problemas como défit em vitaminas, aminoácidos e sais minerais, hormônios, alergias e intoxicação alimentar, inflamações...
De acordo com o protocolo DAN há muitos pontos a serem analisados que podem estar afetando a criança autista.
A estratégia de intervenção deve ser planejada e a interpretação de eventos que ocorram deve ser cuidadosa, tanto do ponto de vista objetivo quanto subjetivo, de tal modo que eventuais ajustes na conduta sejam implementados.
Nunca se deve esquecer que, em algumas ocasiões, o uso de medicamentos pode vir a ser necessário.

Impactos no desenvolvimento de crianças pertencentes ao espectro autista:

o que está desequilibrado/alterado nessas crianças?
INVESTIGUE ANTES DE MEDICAR.

- níveis de IgA secretora diminuídos

- doença inflamatória intestinal

-deficiências nutricionais

- refluxo gastro-esofágico

- intestino permeável

-acúmulo de metais pesados

- trombofilia

- disfunção sensorial

- alterações cromossômicas (X frágil,Rhett, alterações congênitas-mais raras,etc)

- sarampo recorrente

- presença de opióides

- deficiência de melatonina

- déficits nutricionais

- alergias alimentares

- autoimunidade cerebral

- alteração na perfusão

- alteração nos níveis de dopamina

- CMIS alterado

- gastrite

- disbiose

- nível de amônia elevado

- alteração nos níveis de purina

- alteração nos níveis de serotonina

- alteração nos mecanismos de sulfatação

- deficiência nos níveis de ômega 3

O QUE ISSO NOS INFORMA?

° uma gama de desequilíbrios bioquímicos podem originar problemas, especialmente quando ocorrem todos em um indivíduo

° existência de sub-grupos dentro do espectro

° identificação do impacto bioquímico que acontece dentro do organismo

° estabelece uma conexão entre intestino & cérebro

AGENTES DESENCADEANTES:

Para que a história pregressa faça sentido há necessidade de um acontecimento marcante, que leve à alterações no intestino e, depois, ao cérebro.

° O que pode ser?

° Toxinas, viroses, metais, antibióticos, alterações imunes são algumas possibilidades

° Combinações sinérgicas de todos esses fatores são muito possíveis.
Esses Fatores Necessitam Ser Listados – Estabelecendo prioridades:
° a prioridade é específica para cada criança

° o sucesso requer atenção aos detalhes

° todos os fatores, eventualmente, serão contemplados

° entretanto, o melhor ponto de partida, geralmente é o intestino (CMIS)

Seqüência de Tratamento:

Seu médico lhe orientará baseado na história do paciente, nos exames laboratoriais e nos sintomas. Essa é uma sugestão de programa de tratamento.

° intolerâncias alimentares ( i.e. glúten, caseína)

° imunidade intestinal ( IgAS)

° flora intestinal/integridade da membrana celular de revestimento intestinal

° desintoxicação e eliminação de toxinas do intestino

° digestão

° absorção

° fortalecimento do parênquima hepático para a desintoxicação

° reposição nutricional ( vitaminas, minerais, ácidos graxos essenciais, aminoácidos)

° desintoxicação dos metais pesados


Cada criança tem uma combinação diferente

Pesquisadores trazem novas pistas diariamente


Atualmente o trabalho de uma médica com o autismo, Dra. Amy Yasko tem apresentado uma excelente repercussão.
A Dra. Yasko é médica holística e naturopata, trabalha nos EUA com um protocolo feito através de exames genéticos e outros específicos, baseado no projeto GENOMA e mais precisamente com a epigenética, a ciência que pretende esclarecer como fatores ambientais (hábitos alimentares e stress, por exemplo) podem interferir no funcionamento dos genes.

Mais informações sobre esse tema
http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT653408-1664,00.html
Material específico sobre o trabalho da Dra. Amy Yasko
Contornando a genética
YASCOPARAAUTISMOEMFOCO.doc
Cure o seu corpo naturalmente com RNAs
Cureseucorponaturalmente.doc
Abordagem única para a desintoxicação de metais
Umaabordagemnicaparaadesintoxicaodemetais.doc

Outros materiais para estudo:
Como reparar o organismo do autista com a Dra. Jaquelyn MacCandless
ENTREVISTADraMacCandless.doc
Terapia de Quelação
Desintoxicaoatravsdaterapiadequelao.doc
As causas desconhecidas do autismo e dos transtornos do comportamento
ASCAUSASDESCONHECIDASDOAUTISMOEDOSTI.rtf
Como os vírús atuam no organismo
COMOOSVRUSATUAMNOORGANISMO.rtf

Tratamento medicamentoso:
file:///C:/Documents%20and%20Settings/DAlVIO/Configura%E7%F5es%20locais/Temporary%20Internet%20Files/Content.IE5/W1UJS9EZ/tratamento%2520medicamentoso%5B1%5D.pps#257,1,Autismo:
http://gballone.sites.uol.com.br/trats/autism.html

Instituições no Rio



Rio de Janeiro
Associação de Pais e Amigos de Pessoas Autistas Mão Amiga – Associação Mão Amiga
CNPJ: 05.170.423/0001-73
Endereço: Rua Sargento Antonio Ernesto, 801 e Rua Coelho Neto, 74 – Laranjeiras CEP: 22231-110
Bairro: Pavuna
CEP: 21520-460
Cidade: Rio de Janeiro – RJ
Telefone: (021) 3847 4372 / (021) 8124 0364 (Iranice) (021) 9358 7688 (Mônica)
E-mail: monica@maoamiga.org
Site: www.maoamiga.org
Informações: Atende 52 pessoas de 2 a 18 anos e não tem lista de espera.
O tipo de atendimento é Transdisciplinar, Comportamental usando a abordagem SCERTS e Currículo Funcional Natural.
CEMA- Rio – Centro de Atenção à Pessoa com Autismo
CNPJ:
Endereço: Avenida Presidente Vargas, 1.997
Bairro: Centro
CEP: 20210-030
Cidade: Rio de Janeiro – RJ
Telefone: (21) 22.242-160
E-mail: www.rio.rj.gov.br
Site:
Informações: Funciona no Centro Integrado de Atenção à Pessoa com Deficiência – CIAD Mestre Candeia, atende atualmente 47 pessoas, pretende chegar a 60 até o fim do ano. Oferece reabilitação para crianças de 0 a 11 anos, utilizando abordagens diversas e atendimento para adolescentes de 12 a 14 anos com Síndrome de Asperger. Lista de espera em torno de 30 a 50 pessoas.
CENTRO DE DESENVOLVIMENTO HUMAITÁ
CNPJ: 00951668/0001-14
Endereço: Rua Senador Correia, 56
Bairro: Laranjeiras
CEP: 22231-180
Cidade: Rio de Janeiro – RJ
Telefone: (021) 2558-3760 (21)2205-7726 Fax: (21) 2225-4036
E-mail: cdhumaita2@gmail.com
Site: www.cdhumaita.com.br
Informações: Atende 160 pessoas (alunos em período integral e atendimentos) a partir de 2 anos de idade, usando abordagem comportamental, espera pequena. Tem Convênio com: Marinha, Exército, Petrobrás e Polícia Militar

CENTRO EDUCACIONAL UM LUGAR AO SOL
CNPJ: 00134192/0001-09
Endereço: Av. General Guedes da Fontoura, 880
Bairro: Barra da Tijuca
CEP: 22621-240
Cidade: Rio de Janeiro – RJ
Telefone: (21) 2493-3367 / 2495-6436 Fax: (21) 2491-3464
E-mail: lugaraosol@lugaraosol.com.br
Site: www.lugaraosol.com.br
Informações: Atende 30 pessoas (crianças, adolescentes, jovens e adultos) com transtornos do desenvolvimento, seguindo plano pedagógico individualizado baseado no método TEACCH, em período integral ou meio-período.
CRADD – Centro de Referência e Apoio às Desordens do Desenvolvimento
CNPJ: 03909262/0001-61
Endereço: Rua Álvaro Ramos 59 – Casa 1
Bairro: Botafogo
CEP: 22280-110
Cidade: Rio de Janeiro – RJ
Telefone: Tel/fax: (21)3209-1762
E-mail: cradd@cradd.org.br
Site: www.cradd.org.br
Informações: Organização não governamental sem fins lucrativos atende 15 pessoas de 4 a 35 anos de idade com deficiência mental, das quais a maior parte tem autismo. Aplica o programa TEACCH.
ESPAÇO DA PSIQUÊ
CNPJ: 03635762/0001-52
Endereço: Rua Almirante João Cândido Brasil, 90
Bairro: Maracanã
CEP: 20511-020
Cidade: Rio de Janeiro – RJ
Telefone: Tel/fax 21-2571-4894
E-mail: mgmontez@bol.com.br
Site:
Informações: Atende 35 pessoas de 3 a 22 anos com necessidades especiais sendo a maioria autistas. Oferece escola em período integral, meio período ou atendimento terapêutico individualizado, além de elaborar projetos de inclusão. Serviço particular.
INSTITUTOS VÉRAS – Centro de Reabilitação Nossa Senhora da Glória (Método Doman ou Organização Neurológica)
CNPJ:
Endereço: Rua Humaitá , 45
Bairro: Botafogo
CEP: 22261-000
Cidade: Rio de Janeiro – RJ
Telefone: (21)2539-1997 Fax : (21)2539-1997
E-mail: veras@veras.org.br
Site: www.veras.org.br
Informações: Disponibiliza curso de formação de profissionais para usar o método DOMAN em crianças com lesões cerebrais. A partir de uma avaliação faz-se o programa de tratamentos adequados a cada caso. Os pais são treinados para usar as técnicas do método e retornam periodicamente. Oferece também vários programas terapêuticos, a escola Emília Véras, com Ensino Fundamental I, tratamento precoce, escola de excelência física, programa de Organização Neurológica, e possui departamento de serviço social (orientação familiar e visitas domiciliares) e departamento de psicologia. O atendimento pode ser no período integral, meio período ou individual, podendo ser também residencial.

CRIART – Centro de Estimulação e Psicopedagogia
CNPJ: 72.210.651/0001-17
Endereço: Rua Goiânia, 26
Bairro: Tijuca
CEP: 20540-160
Cidade: Rio de Janeiro – RJ
Telefone: (21) 25704873 / (21) 2572-0096
E-mail: criart.rj@gmail.com
Site:
Informações:
Núcleo de Atenção Intensiva à Criança Psicótica – NAICAP
CNPJ:
Endereço: Av. Venceslau Brás, 65
Bairro: Botafogo
CEP: 22290-140
Cidade: Rio de Janeiro – RJ
Telefone: (0xx-21) 2542-3049, ramal: 2100, 2101 e 2102, 2017, 2018.
E-mail: ncsippinel@pcrj.rj.gov.br
Site: www.saude.rio.rj.gov.br/pinel/
Informações: Horário de funcionamento: de segunda a sexta-feira, de 8:30 às 16:30 h.
O NAICAP é um serviço de linha psicanalítica especializado em avaliação diagnóstica, assistência, ensino, pesquisa e formação de recursos humanos na área do Autismo e Psicose na criança. Oferece um projeto terapêutico para cada criança em particular. Também encaminha para outros serviços. Tem equipe multidisciplinar, com psicólogos, psiquiatras, fonoaudiólogos. Clientela: Criança autista, psicótica e neurótica grave. Faixa etária: Até 17 anos
Obra Social Dona Meca
CNPJ: 04524568/0001-62
Endereço: Rua Gazeta da Noite, 302
Bairro: Taquara
CEP: 22.715090
Cidade: Rio de Janeiro – RJ
Telefone: (21)2446-3674
E-mail: contato@osdm.org.br
Site: wwww.osdm.org.br
Informações: Atende gratuitamente cerca de 200 crianças de 0 a 12 anos com vários tipos de deficiências, inclusive autismo, vindas principalmente de famílias de baixa renda. Oferece trabalho terapêutico multidisciplinar de fisioterapia motora, fisioterapia respiratória, terapia ocupacional, hidroterapia, natação, fonoaudiologia, psicologia, psicopedagogia, psicomotricidade, comunicação suplementar e alternativa, entre outras. As mães também são beneficiadas através de orientações e palestras, bem como acompanhamento psicológico e através de alguns tratamentos alternativos, como: shiatsu, acupuntura, auriculoterapia, reiki e massoterapia. Mantém residência terapêutica (Casa Lar Dona Meca) onde moram atualmente 10 pessoas, incluindo 2 com autismo. Trabalhos conduzidos por 25 funcionários e 100 voluntários.
CEC – CENTRO DE ESTUDOS DA CRIANÇA – COMUNIDADE DE ESTUDOS CIENTÍFICOS
CNPJ:
Endereço: Rua Arquias Cordeiro, 614 sobrado 201
Bairro: Méier
CEP:
Cidade: Rio de Janeiro – RJ
Telefone: (21) 2269-6572 / 9831-4604
E-mail: rosamprista@gmail.com
Site: www.encontrasenocec.com.br
Informações: Atendimento que inclui pessoas portadoras de autismo, de várias faixas de idade, com terapia familiar sistêmica e acompanhamento escolar até inserção na rede regular de ensino. Trabalho em equipe transdisciplinar, do resgate clínico ao serviço profissionalizante, com ênfase na psicomotricidade sistêmica. Oferece, entre outros serviços, estimulação essencial de bebês. Convênio com Saúde Caixa e dependentes de professores da Rede Municipal do Rio de Janeiro.
DPA-UFRJ
CNPJ:
Endereço: Rua Venceslau Brás, 71 fundos
Bairro: Praia Vermelha
CEP: 22290-140
Cidade: Rio de Janeiro – RJ
Telefone: 21-2295-8113 / Fax: 21-2295-8113
E-mail: teoriapsi@psicologia.ufrj.br
Site:
Informações: Projeto “Dispositivo clínico ampliado: criança e adolescente psicóticos em direção ao laço social e à inclusão escolar” associado ao Grupo de Pesquisa orientado pela Profa. Ana Beatriz Freire. O Grupo é ligado ao Programa de Pós-graduação em Teoria Psicanalítica do Instituto de Psicologia da UFRJ.
A presente pesquisa é financiada pelo CNPq e originou-se do Projeto Integrado de Pesquisa desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em Teoria Psicanalítica do Instituto de Psicologia da UFRJ (PPTP-UFRJ), em convênio com o Instituto Municipal Philippe Pinel, a saber, o projeto Princípios da Psicanálise no atendimento ao adolescente no laço social . A esse eixo central de pesquisa associa-se um segundo projeto intitulado Inclusão escolar de crianças e adolescentes autistas e psicóticas: estudo e acompanhamento de casos , executado pela doutoranda do PPTP-UFRJ Jeanne Marie Costa Ribeiro, sob orientação de Angélica Bastos Grimberg, projeto que já contou com o auxílio da FAPERJ (bolsa de Apoio Técnico e TCT). Estas duas pesquisas têm em comum a reflexão quanto à possibilidade de inclusão social de crianças e adolescentes portadoras de grave sofrimento psíquico. Neste projeto, cria-se um dispositivo clínico que visa uma possível inserção social utilizando, para esse fim, recursos da comunidade e inclusão escolar; esforço que coaduna às avaliações da OMS (2001) que indicam que o uso dos recursos da família e da comunidade, associados ao tratamento convencional, pode reduzir substancialmente o sofrimento provocado por problemas de saúde mental. O número de beneficiados é de cerca de 25 pacientes diretamente atendidos no projeto, além dos demais beneficiados pelo projeto de Inclusão Escolar. A faixa etária é dos 10 aos 25 anos, mas os casos são analisados individualmente.
CENTRO DE INTERVENÇÃO COMPORTAMENTAL
CNPJ: 10.315.961/0001-49
Endereço: Rua Martins Ferreira 42
Bairro: Botafogo
CEP: 22271-010
Cidade: Rio de Janeiro – RJ
Telefone: (21) 2266-6258
E-mail: cicrj@hotmail.com
Site:
Informações: O Centro de Intervenção Comportamental atende atualmente a 60 crianças com desenvolvimento atípico, sendo a maioria do espectro autista. Oferece terapia comportamental (seguindo os princípios da Análise Aplicada ao Comportamento), son-rise, fisioterapia, fonoaudiologia, psicopedagogia, informática e educação física.

Petrópolis
GRUPO AMIGOS DOS AUTISTAS DE PETROPOLIS -GAAPE
CNPJ: 06.029.782/0001-78
Endereço: Avenida Presidente Kennedy, 828
Bairro: Centro
CEP: 25680-030
Cidade: Petrópolis – RJ
Telefone: (24) 2242-5381
E-mail: gaape@hotmail.com
Site: www.gaape.org.br
Informações: Atende 60 pessoas de 2 a 48 anos, com uma equipe multidisciplinar (neurologia, atividade de vida diária, shiatsu terapia, reforço escolar, psicologia, inclusão digital, fisioterapia e fonoaudiologia) usando abordagem comportamental.

Volta Redonda
Associação de Pais e Amigos do Deficiente Mental – APADEM
CNPJ: 03.436.794/0001-29
Endereço: Av. Beira Rio, 413
Bairro:
CEP: 27212-050
Cidade: Volta Redonda – RJ
Telefone: (24) 3337 3683
E-mail: apademvr@gmail.com
Site: www.apadem.blogspot.com
Informações: Tem como principal finalidade colaborar e ajudar na assistência e formação de crianças, jovens e adultos com Autismo e outros transtornos invasivos do desenvolvimento e promover a integração entre o poder público, a comunidade, escola e principalmente a família. Apoia as famílias fornecendo informação, orientação nutricional, encaminhamento jurídico, etc. Apóia as ações das escolas municipais especializadas (uma utiliza o Currículo Funcional Natural e a outra utiliza TEACCH). Tem 100 associados