quinta-feira, 22 de setembro de 2011

O segundo cérebro – Nosso Intestino. Limpeza intestinal e saúde

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A sociedade moderna conscientizou-se da importância da higiene corporal, da beleza estética do corpo e rosto externamente.
Em contrapartida, a higiene interna ou limpeza intestinal, uma prática usada desde o princípio dos tempos, tem sido negligenciada.




O segundo cérebro – Nosso Intestino. Limpeza intestinal e saúde:
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.Seguindo as regras dos 5 niveis para a saúde.Os naturopatas, médicos e terapeutas partidários dos métodos naturais, em todas as épocas da história reconhecem a importância de uma boa higiene do intestino.
A função do intestino delgado é absorver os alimentos de que nosso corpo necessita, está localizado entre o estômago e o cólon, ele é encarregado de finalizar a digestão dos alimentos e de assimilá-los. Ele cumpre essa função com a ajuda dos sucos digestivos do pâncreas e da vesícula biliar.
O intestino delgado, principalmente por causa das escolhas erradas da alimentação, pode sofrer uma diminuição do trânsito e tornar-se sujeito à invasão de parasitas e à estagnação de excrementos que deveriam passar para o cólon. Com o tempo as paredes intestinais ficam cobertas de depósitos, o que acaba impedindo a absorção dos elementos assimiláveis.
Com a flora intestinal alterada, as substâncias tóxicas que deveriam ser eliminadas são de novo absorvidas pelas paredes fragilizadas do intestino envenenando todo o organismo, A maioria das doenças tem sua sede no intestino.
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A média das pessoas que parecem desfrutar de boa saúde carrega continuamente, desde a infância, vários quilos de matérias fecais jamais eliminadas...



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O estado de saúde é sempre influenciado por um cólon doente, só existe uma doença: a auto-intoxicação; o corpo se envenena sozinho. São os detritos espalhados em nosso organismo que o matam. Se não limparmos nosso cólon nunca teremos uma saúde boa, o cólon é o mais importante dos órgãos de eliminação.
Foi constatado que a principal fonte de auto-intoxicação tem sua origem no intestino grosso.
Os venenos produzidos pelas matérias em putrefação que estacionam no intestino agem como agente paralisante das fibras musculares e inibem o trabalho das glândulas da mucosa intestinal.
 
A maioria das constipações é provocada por um excesso de amidos e por uma insuficiência de enzimas para digerir a comida absorvida. O corpo humano foi concebido para eliminar sais detritos após cada ingestão. Uma única evacuação diária não é suficiente para limpar o corpo, e o colón em geral está cheio de comida em decomposição.
A insuficiência de alimentos crus -- frutas e legumes -- e o refino excessivo do pão, dos cereais, hormônios e antibióticos nas carnes, conservantes, enlatados, agrotóxicos, açúcar refinado, frutas e legumes retirados verdes para amadurecerem a força, diminuindo muito os teores nutricionais etc. São causas de uma falta de celulose e fibras responsáveis por uma diminuição do trânsito intestinal.
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Intestino, o segundo cérebro II

Intestino - O Segundo Cérebro

Sua classificação: Nenhum Média: 4.9 (16 votos)
                         
              Essa idéia surgiu quando se descobriu que o intestino representava muito mais do que um órgão responsável pela digestão, absorção e excreção dos produtos da alimentação. O que discutiremos agora são as outras funções que o intestino tem e as conseqüências que um intestino não-saudável pode acarretar.
              Cerca de 80% do nosso sistema imunológico reside no intestino. Isso decorre do fato dele representar a maior área de contato do nosso corpo com o ambiente externo, e, assim, necessita de uma maior proteção contra as possíveis ameaças externas. São por volta 7 metros de comprimento, mas sua área absortiva chega ao equivalente a uma quadra de tênis devido às vilosidades e microvilosidades intestinais (pregas na mucosa intestinal).
              Existe uma vasta rede de neurônios no intestino, denominado sistema nervoso entérico, onde ocorre a produção de vários hormônios e neurotrasmissores com atuação local no trato gastrintestinal e também interação com o sistema nervoso central (SNC - cérebro e medula espinhal).
             Um bom exemplo é o caso da serotonina, conhecida como o hormônio do bem-estar, da alegria, formada a partir do aminoácido triptofano obtido através da alimentação. Parte dela é produzida na glândula pineal no SNC, mas a maior parte da sua produção (90%) ocorre no intestino. Ela é produzida quando o bolo alimentar entra em contato com o intestino, isso porque é ela a responsável por estimular as contrações no intestino que são responsáveis pela motilidade do bolo alimentar ao longo desse órgão.
              Entretanto, a serotonina produzida no intestino tem também ações a nível cerebral. Isso pode ser verificado, por exemplo, em pessoas que tem constipação intestinal crônica (prisão de ventre), as quais, por esse motivo, não têm uma boa produção de serotonina e apresentam maior irritabilidade, propensão a depressão, e, no caso das mulheres, exacerbação dos sintomas da TPM.
             A serotonina é a precursora da melatonina, outro hormônio, o qual é o antioxidante mais potente do corpo humano, responsável por reparar os danos causados pelo stress e ação dos radicais livres. A melatonina é produzida durante o sono profundo, e, por isso, não dormir a quantidade necessária de horas ou ter um sono leve não recupera o corpo e acelera o processo de envelhecimento. Porém, para que a melatonina seja produzida é necessário que haja quantidade suficiente dos seus precursores, e para isso, é necessário ingestão suficiente de triptofano para formar a serotonina e bom funcionamento intestinal, para que a serotonina seja produzida adequadamente.
            A manutenção da flora intestinal saudável é outro ponto crucial. Para garantir seu equilíbrio, deve-se consumir alimentos que favorecem o crescimento das bactérias desejáveis (principalmente fibras solúveis - aveia, cenoura, polpa da maçã, etc), consumir alimentos com as próprias bactérias “boas” como kefir, tofú, iogurtes, e evitar os que favorecem o desenvolvimento da bactérias patogênicas (excesso de doces, açúcar, farinhas refinadas). Outras atitudes que podem auxiliar o bom funcionamento intestinal são: ingestão hídrica adequada, necessária para hidratação das fibras e aumento do volume do bolo fecal, controle da ingestão de gorduras saturadas e trans.

Intestino, o segundo cérebro

Intestino, o segundo cérebro: saiba como cuidar do órgão

Intestino, o segundo cérebro: saiba como cuidar do órgão

Noventa por cento da serotonina, substância responsável pela nossa sensação de bem-estar, é produzida pelos intestinos. Quem afirma é o Dr. Hélion Póvoa, um dos maiores especialistas na área de nutrição e bioquímica do país. “O intestino é o segundo cérebro”, diz ele. Segundo Póvoa, quem cuida do sistema gastrintestinal melhora sua qualidade de vida. 

“A alegria e a inteligência emocional, de que tanto precisamos para viver bem, começam realmente a partir do intestino. Por isso, só nos resta garantir a esse órgão matérias-primas de primeira qualidade, o que conseguimos com uma alimentação saudável. Ele, inteligentemente, se encarregará de garantir nossa saúde e nossa felicidade“ esclarece Póvoa em seu livro “O Cérebro Desconhecido” (Objetiva).

Água e fibras são fundamentais para o bom funcionamento do intestino.  O importante ao escolher os alimentos da sua dieta é dar preferência aos integrais, como farinha, arroz, aveia. “É recomendado ingerir cerca de cinco porções de frutas e hortaliças (legumes e verduras) por dia e pelo menos 1,5 litro de água. A Aveia é um grande  aliado, pois uma colher de sopa cheia contém cerca de 1 grama de fibra solúvel”, indica Fabiane Alheira, nutricionista do Centro de Gastronomia do Senac Rio.

Ela dá uma receita para melhorar o funcionamento do órgão: bater do liquidificar: 1 xícara (chá) de suco de laranja, 1/4 de mamão papaia, 2 ameixas secas sem o caroço e 1 colher (sopa) de aveia.   A nutricionista que seja feita uma dieta rica em fibras (30 gramas por dia) e água (pelo menos 1,5 litro de água por dia) para manter  o organismo sempre hidratado.  “Dessa forma, as fezes irão adquirir consistência para passar pelo trato intestinal sem agredir suas paredes”, diz.

Em seu livro, Póvoa revela as potencialidades terapêuticas do órgão. “Desde o século 19, o intestino é reconhecido como órgão autônomo, capaz de executar funções independentemente de estar conectado ao sistema nervoso central. É o intestino que seleciona, entre o que comemos, o que é ou não útil” esclarece. O homem, durante seu processo de evolução, desenvolveu dois cérebros: um na cabeça (que lhe permitia encontrar meios de sobrevivência e garantir a reprodução da espécie) e o intestino, que ficaria responsável pelos processos vitais de digerir e absorver alimentos, dizem as teorias científicas.

O órgão concentra, também, 80% do potencial de imunidade do corpo humano, além de ser grande produtor de hormônio de crescimento, um verdadeiro coringa no combate aos sintomas do envelhecimento. Por falar no assunto, sim, mulheres têm mais dificuldades em ir ao banheiro, por causa de seus hormônios.
A água é fundamental em todo o processo. “Sem água o suficiente para manter a hidratação do organismo, as fezes acabam ficando ressecadas  no intestino, dificultando a sua eliminação”, explica a nutricionista Ela dá uma receita para melhorar o funcionamento do órgão: bater do liquidificar: 1 xícara (chá) de suco de laranja, 1/4 de mamão papaia, 2 ameixas secas sem o caroço e 1 colher (sopa) de aveia.

A absorção dos nutrientes e da água se dá no intestino, portanto, quando as fibras (hidrossolúveis) entrarem em contato com a água que se encontra livre no interior nosso intestino  vão formar um gel que é capaz de impedir a absorção de gorduras prejudiciais ao nosso organismo, assim como de substâncias tóxicas e cancerígenas. “Com uma dieta pobre em fibras será muito difícil manter o equilíbrio dessa flora” .

Prisão de ventre: dicas

Se você tem dificuldades na hora de evacuar e sofre com prisão de ventre, existem algumas alternativas que estimulam os movimentos peristálticos. Se as fezes estiverem ressecadas, é melhor não forçar, pois podem surgir hemorróidas. “Algumas sugestões podem ajudar em períodos emergenciais, mas o segredo é a ingestão diária de fibras”, orienta a Dra. Suely Carvalho Alves, médica psicanalista, especializada em medicina ortomolecular. Ela dá  dicas:

- Supositório de glicerina é uma opção para  evitar rompimento de vasos anais. Ela recomenda que se tente métodos menos agressivos como laxantes e colonterapia que podem gerar um desequilíbrio do órgão.

- Massagem na barriga:  Com as pontas dos dedos, comece na acima da virilha do lado esquerdo, suba até a altura do umbigo e desça pela esquerda. São suficientes 15 minutos para a estimulação dos movimentos peristálticos.

-  Na hora da evacuação, procure relaxar, pois os movimentos peristálticos ficam mais ritmados. Procure seu ritual preferido, uns gostam de ler, outros de ouvir música e até meditar. Teste vários métodos até chagar ao seu ritual predileto.

-  Comer iogurte com fibras, ameixa e aveia. No mercado existem  produtos que ajudar a regenerar o intestino e restaurar a flora intestinal. Máximo de dois por dia.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Patente concedida para a terapia de enzimas pancreáticas para ADD, ADHD e autismo


PRNewswire - A Patente e Marcas dos EUA concedeu Dr.Joan Fallon patente # 6632429 Métodos de direito para o Tratamento de Transtornos Invasivos do Desenvolvimento. A patente cobre o uso de enzimas digestivas e no pâncreas como um tratamento para crianças com ADD, TDAH e autismo.
A patente, que permanecerá em vigor até 2019, representa um avanço para as crianças com transtornos globais do desenvolvimento, incluindo ADD, TDAH e autismo. O autismo é caracterizado por atrasos profunda na comunicação e interação social e é pensado para afetar mais de 1,5 milhões de pessoas em os EUA
ADD e ADHD têm uma prevalência de entre 5 e 10% na população. Estima-se que mais de 10% da população é medicado por algum tipo de distúrbio de atenção.
Dr. Fallon invenção emprega o uso de enzimas digestivas e no pâncreas para crianças com estas condições com base na presença de um baixo nível de quimotripsina nas fezes. Quimotripsina é uma enzima secretada pelo pâncreas em uma forma inativa, que se torna ativo na presença de proteína no intestino delgado, bem como um pH favorável. Sem a digestão de proteínas suficientes, a formação de aminoácidos, os blocos de construção de novas proteínas, não pode ocorrer. A falta de síntese de proteínas podem estar subjacentes a um déficit significativo neurológicos na criança. Fallon patente demonstra que a administração de digestivos e enzimas pancreáticas produzem mudanças profundas na sintomatologia autista incluindo aumentos nas interações sociais, contato visual e fala e reduções de ações repetitivas e hiperatividade. Além disso, demonstra as mudanças nos hábitos intestinais, incluindo um aumento do controle do intestino e movimentos formados.
Na criança com ADD e ADHD, a terapia reduz significativamente os níveis de medicação a criança está a tomar e, em muitos casos, a criança não precisa mais do medicamento, com base em aumentos observados em atenção.
"A patente reconhece uma deficiência nas crianças com ADD, ADHD e autismo, e oferece uma solução biológica. Enzimas digestivas e no pâncreas têm sido usadas com segurança e eficácia para crianças e adultos com fibrose cística por muitos anos", disse Fallon, inventor e detentor da patente. "Eu pretendo continuar a aperfeiçoar a utilização de enzimas digestivas e no pâncreas por essas e outras indicações. Esta forma de tratamento abre novos caminhos para crianças e adultos com estas condições debilitantes.

Doenças autoimunes e cérebro

Texto da Cláudia Marcelino no grupo  Yahoo

Obrigada Thais pelo apoio.
É sempre mt difícil ir contra a maré :)
Fazer-se ouvir quando se é uma simples mãe pesquisadora enquanto os
bambambans da medicina continuam a dizer que não há nenhuma ligação e que é
tudo bobagem por simples desespero.

Respondendo a sua pergunta, todos os livros do Dr. Helion e do Dr. Callegaro
são mt bons de se ler.
(Você acha que se eu comprar o livro "intestino, o segundo
cerebro", ou o "cerebro desconhecido" eu consegui ler e entender
ou a linguagem é muito direcionada a medicina???????
Quais livros, além do seu, vc recomendaria para o grupo??????)


Hj saiu um link no facebook de uma pesquisa do Centro Davis da Universidade
da Califórnia falando que pesquisadores de lá descobriram que há pelo menos
2 tipos de autismo:

- Um relacionado ao crescimento do cérebro antes dos 18 meses;
- Outro relacionado a um sistema imunológico falho, ou seja, autismo auto
imune.

Desde que comecei a dar palestras é nisso que falo.
E ainda falo mais: o 1º vai cair no mesmo tipo de manifestação do 2º porque
o sistema imune é dependente de um funcionamento cerebral equilibrado.
Justamente o que falei abaixo.

http://www.theaustralian.com.au/news/health-science/us-researchers-discovery-promises-answers-on-autism/story-e6frg8y6-1226131763200

Os pesquisadores têm pela primeira vez identificadas duas cepas
biologicamente diferentes de autismo em um grande avanço em comparação com a
descoberta de diferentes formas de câncer em 1960.

As descobertas, a ser anunciado em uma conferência internacional em Perth
autismo hoje, são vistos como um passo fundamental para compreender as
causas do autismo e desenvolvimento de tratamentos eficazes, bem como uma
cura.

Os resultados trazem esperança de que a comunicação, socialização e outras
dificuldades que a experiência de crianças autistas podem ser resolvidos
mais facilmente e mais cedo.

Pesquisadores da University of California Davis MIND Institute é em
Sacramento começou o Projeto fenômeno autismo em 2006. Eles vêm estudando o
crescimento do cérebro, a exposição ambiental e constituição genética de 350
crianças com idades entre 2 e 3 1 / 2 anos, e até agora encontrados dois
subtipos biologicamente distintas do desenvolvimento do cérebro autista.

Um grupo de crianças - todos meninos - tinham cérebros mais alargada e tinha
regredido em autismo após 18 meses de idade; outro grupo parecia ter
sistemas imunológicos que não estavam funcionando corretamente.

Ao longo da década de 1960, os pesquisadores identificaram diferentes formas
de câncer - por exemplo, específico para o pulmão, mama e pele - o que levou
a uma melhor compreensão de suas causas e, finalmente, melhorar a maneira
pela qual eles foram tratados.

Dois Clayton e Rhona Bolger filhos - Alyssa, 6 e Lachlan, 4 - ter sido
diagnosticado com autismo. Sr. Bolger, do subúrbio de Perth de Maddington,
disse que qualquer ajuda era bem-vindo.

"Para ser capaz de bater algumas das barreiras para baixo, quase
circunavegar-los antes que eles aconteçam - como socialização e comunicação
- se essas barreiras estão para baixo antes mesmo de chegar à escola ou um
grupo de pares, que seria incrível", disse o Sr. Bolger.

Psiquiatria professor David Amaral, que liderou o estudo longitudinal MIND
Institute, disse que as descobertas poderiam levar a um tratamento mais
individualizado. "O objetivo final é quando uma criança entra na clínica, ao
invés de dizer que você só tem autismo, para poder dizer que você tem tipo
de autismo A, B ou tipo, ou do tipo C", disse o Dr. Amaral.

"E então, com base nessa descrição, gostaríamos de saber se há um perfil
diferente tratamento que deve recomendar às famílias.

"Como exemplo, se uma criança tem uma forma de autismo imunológico, pode ser
que o que nós queremos fazer é manipular o sistema imunológico em vez de
tentar qualquer outra coisa que pode estar relacionada às funções sinápticas
no cérebro."

Famílias foram apresentados actualmente com uma vasta gama de tratamentos
sem necessariamente saber que funcionou.

"Mas se pudermos dar-lhes mais informações sobre o que exatamente é o
processo causal para o autismo de seu filho, então podemos nos concentrar
nos sobre isso e esperamos ter uma intervenção mais produtiva", disse ele.

Dr Amaral vai apresentar pesquisas de sua equipe para a Conferência Autismo
Ásia-Pacífico, hoje, na frente de alguns dos investigadores do mundo levando
o autismo. Ele previu que haveria muitos subtipos mais biológica do autismo
identificou apenas como havia muitas formas de cancro. "Se estivéssemos
tentando curar todos os cânceres, ao mesmo tempo, seria impossível", disse
ele. "Bem, o mesmo é verdade para o autismo Meu palpite é que não só não vai
ser um único marcador de diagnóstico para o autismo -.. Lá vai ser um painel
inteiro"

Bruce Tonge, emérito professor de psiquiatria da Universidade Monash,
concordou que muitos subtipos de autismo foram provável que surjam.

"Tem sido por algum tempo sabe-se que pelo menos para algumas crianças com
autismo, seus cérebros crescer muito rapidamente nos primeiros anos de vida
e, em seguida, planalto fora", disse Professor Tonge.

"Então, ainda mais refinamento desse conhecimento será importante.
Atualmente, um número de pessoas que estão também à procura de outros
possíveis fatores ambientais que contribuem, e da interação entre o ambiente
eo sistema imunológico de uma pessoa pode ser uma possibilidade interessante
lá."
Acho que este assunto está mais em pauta no momento do grupo
do que costuma estar. Grd parte por minha culpa, pois eu não
consigo ver e-mails sobre o tema sem responder. É uma
compulsão. Peço desculpas e perdão por palavras
em e-mails anteriores que possam ter gerado desconforto. Preciso
aprender a dominar o poder das palavras. Palavras escritas tendem
a ser mais dramáticas por não vermos a postura de gestos
e nem ouvirmos o tom da voz ao pronunciá-las. Gostaria
de retomar e finalizar o porquê tenho certeza que uma
intervenção nutricional beneficia a toda criança que
apresenta transtornos do desenvolvimento e não só as do
espectro autista. Vejam bem que falo em intervenção
nutricional, não em dieta, mt menos dieta SGSC. Eu não
sou defensora da dieta SGSC. Eu sou defensora da DAMA - Dieta
Amiga do Autista. A sociedade de uma maneira em geral tende
a dar nome e limitar qualquer intervenção. Então no
caso do espectro vemos SGSC, GAPS, SCD, Feingold, Oxalatos,
BED... Todas direcionam um aspecto e tendem a encaixar todos em
um perfil para se beneficiar delas. Vemos tantas variações
quanto a dieta da lua, da sopa, da proteína, do abacaxi e
daí por diante para os obesos. E sabemos mt bem que o que
funciona é um conjunto. Os dados que temos
disponíveis no ARI atualizados em 2009 podem ser vistos neste
link:
http://www.autism.com/pdf/providers/ParentRatings2009.pdf
<http://www.autism.com/pdf/providers/ParentRatings2009.pdf>
Tentei colar aqui, mas não consegui. Vejam que
são medidas por intervenções separadas, não há
nenhuma estatística baseada numa intervenção
individualizada e adaptada as necessidades de cada criança e
em todas, há casos de pioras que variam de 2% a 7%, o que
dá uma média de piora em 3% dos casos. Por quê
uma intervenção nutricional individualizada pode ajudar
ainda mais? Porque um cérebro desequilibrado transmite
sinais insuficientes para todos os orgãos e sistemas
metabólicos. Isto é física. Um corpo emite sinais na
mesma frequência e sintonia que os recebe. Fica claro
através de exames de imagens cerebrais que nos transtornos do
desenvolvimento há áreas de intensa atividade, outras com
pouca e deficiência de comunicação entre estas áreas
em 100% dos casos. O cérebro não é um transformador,
ele é um gerador de energia. Se não recebe sinais na
frequência exata que precisa, os sinais que irá
transmitir tb serão fracos ou oscilantes. Isto gera
sobrecarga ou sobcarga exterior e interiormente. Temos redes e
sistemas que ligam a raiz do cabelo a ponta do pé. Esta
oscilação de sinais retorna ao cérebro e são
reenviadas num ciclo contínuo. Então temos que nos
acercar de vários procedimentos de reparo. Os reparos
exteriores são amplamente benéficos quando visam a
comunicação cerebral inter hemisférica. Quando os danos
internos não são ou não foram mt graves, é
possível alcançar grds resultados somente com terapias,
pois a tendência das terapias corretas é aumentar o
equilíbrio dos hemisférios e este equilíbrio vai
provocando melhoras interiores. Mas quando o estrago interior
é grd, faz-se necessário tb mudanças de dentro pra
fora. A grd verdade é que é impossível medir os
estragos e se somente um direcionamento ou outro é capaz de
manter todo o sistema a pleno vapor. Tb é impossível
antecipar aonde cada criança irá chegar, ou quais
benefícios irá alcançar. Não podemos
esquecer tb que nosso cérebro se comunica por ondas. Ondas
estas que transmitem nossas emoções e sentimentos.
Há de se ter uma compreensão inabalável de todo este
complexo e comunicação em cadeia. Então se a mãe ou
o cuidador responsável não alcançar esta
compreensão, se sofrer, se martirizar, achar sacríficio
uma mudança de postura global, principalmente no quesito
alimentar que é o que estamos discutindo, isto será
transmitido ao ser cuidado. Nada que sacrifique a mãe,
será benefício para o filho. É
necessário uma postura de total envolvimento e
cumplicidade familiar, ou pelo menos uma postura familiar que
não atrapalhe. Por isso que falo se o cuidador está
inseguro em um procedimento, ou apenas pagando pra ver, é
melhor não embarcar no barco. Sem críticas ou
julgamentos. Não há heróis, vilões, mocinhos ou
bandidos nesta história. Somos todos pais procurando o melhor
para os filhos. E o melhor, sempre é o que somos capazes
de dar. Um abraço fraterno a todos.



-- Autismo: - Aceitação sim, CONFORMISMO não!!!!!!!!

http://dietasgsc.blogspot.com <http://dietasgsc.blogspot.com/>


http://twitter.com/Clau_Marcelino
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http://sites.google.com/site/desvendandooautismo
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Claudia Marcelino, moderadora dos Grupos Autismo Esperança,
Autismo Tratamento, Diário de um Autista, Autismo é
Tratável e mãe de Maurício, 19 anos - RJ.
Autora do livro: Autismo Esperança pela Nutrição.


*RESEARCHERS have for
 
The Bolger family
Clayton Bolger, with his autistic children, Lachlan and Alyssa, says to knock down some of the barriers would be 'amazing'. Picture: Marie Nirme Source: The Australian
RESEARCHERS have for the first time identified two biologically different strains of autism in a major breakthrough being compared with the discovery of different forms of cancer in the 1960s.
The findings, to be announced at an international autism conference in Perth today, are seen as a key step towards understanding the causes of autism and developing effective treatments as well as a cure.
The findings bring hope that the communication, socialisation and other difficulties that autistic children experience can be tackled more easily and earlier.
Researchers from the University of California Davis's MIND Institute in Sacramento began the Autism Phenome Project in 2006. They have been studying the brain growth, environmental exposure and genetic make-up of 350 children aged between 2 and 3 1/2 years, and have so far found two biologically distinct subtypes of autistic brain development.
One group of children - all boys - had enlarged brains and most had regressed into autism after 18 months of age; another group appeared to have immune systems that were not functioning properly.
Throughout the 1960s, researchers identified different forms of cancer - for example, specific to the breast, lung and skin - which led to a better understanding of their causes and ultimately improved the manner in which they were treated.
Clayton and Rhona Bolger's two children - Alyssa, 6, and Lachlan, 4 - have been diagnosed with autism. Mr Bolger, of the Perth suburb of Maddington, said any help was welcome.
"To be able to knock some of the barriers down, almost circumnavigate them before they happen - like socialisation and communication - if those barriers are down before they even get to school or a peer group, that would be amazing," Mr Bolger said.
Psychiatry professor David Amaral, who led the MIND Institute's longitudinal study, said the findings could lead to more individualised treatment. "The ultimate goal is when a child comes into the clinic, rather than saying you just have autism, to be able to say you have autism type A, or type B, or type C," Dr Amaral said.
"And then based on that description, we would know whether there is a different treatment profile that we should recommend to the families.
"As an example, if a child has an immune form of autism, it may be that what we want to do is manipulate their immune system rather than trying something else that may be related to synaptic functions in the brain."
Families were currently presented with a vast array of treatments without necessarily knowing which worked.
"But if we can give them more information about what exactly is the causal process for their child's autism, then we can focus in on that and hopefully have a more productive intervention," he said.
Dr Amaral will present his team's research to the Asia Pacific Autism Conference today, in front of some of the world's leading autism researchers. He predicted there would be many more biological subtypes of autism identified just as there were many forms of cancer. "If we were trying to cure all cancer at the same time, it would be hopeless," he said. "Well, the same is true for autism. My guess is that there just isn't going to be a single diagnostic marker for autism - there's going to be a whole panel."
Bruce Tonge, emeritus psychiatry professor at Monash University, agreed that many subtypes of autism were likely to emerge.
"It has been for some time known that at least for some children with autism, their brains grow too rapidly in the first couple of years of life and then plateau out," Professor Tonge said.
"So further refinement of that knowledge will be important. Currently, a number of people are also looking for other possible environmental contributing factors, and the interaction between the environment and a person's immune system might be an interesting possibility there."

Sistema imune precisa de um cérebro equilibrado

US researchers' discovery promises answers on autism

The Bolger family
Clayton Bolger, with his autistic children, Lachlan and Alyssa, says to knock down some of the barriers would be 'amazing'. Picture: Marie Nirme Source: The Australian
RESEARCHERS have for the first time identified two biologically different strains of autism in a major breakthrough being compared with the discovery of different forms of cancer in the 1960s.
The findings, to be announced at an international autism conference in Perth today, are seen as a key step towards understanding the causes of autism and developing effective treatments as well as a cure.
The findings bring hope that the communication, socialisation and other difficulties that autistic children experience can be tackled more easily and earlier.
Researchers from the University of California Davis's MIND Institute in Sacramento began the Autism Phenome Project in 2006. They have been studying the brain growth, environmental exposure and genetic make-up of 350 children aged between 2 and 3 1/2 years, and have so far found two biologically distinct subtypes of autistic brain development.
One group of children - all boys - had enlarged brains and most had regressed into autism after 18 months of age; another group appeared to have immune systems that were not functioning properly.
Throughout the 1960s, researchers identified different forms of cancer - for example, specific to the breast, lung and skin - which led to a better understanding of their causes and ultimately improved the manner in which they were treated.
Clayton and Rhona Bolger's two children - Alyssa, 6, and Lachlan, 4 - have been diagnosed with autism. Mr Bolger, of the Perth suburb of Maddington, said any help was welcome.
"To be able to knock some of the barriers down, almost circumnavigate them before they happen - like socialisation and communication - if those barriers are down before they even get to school or a peer group, that would be amazing," Mr Bolger said.
Psychiatry professor David Amaral, who led the MIND Institute's longitudinal study, said the findings could lead to more individualised treatment. "The ultimate goal is when a child comes into the clinic, rather than saying you just have autism, to be able to say you have autism type A, or type B, or type C," Dr Amaral said.
"And then based on that description, we would know whether there is a different treatment profile that we should recommend to the families.
"As an example, if a child has an immune form of autism, it may be that what we want to do is manipulate their immune system rather than trying something else that may be related to synaptic functions in the brain."
Families were currently presented with a vast array of treatments without necessarily knowing which worked.
"But if we can give them more information about what exactly is the causal process for their child's autism, then we can focus in on that and hopefully have a more productive intervention," he said.
Dr Amaral will present his team's research to the Asia Pacific Autism Conference today, in front of some of the world's leading autism researchers. He predicted there would be many more biological subtypes of autism identified just as there were many forms of cancer. "If we were trying to cure all cancer at the same time, it would be hopeless," he said. "Well, the same is true for autism. My guess is that there just isn't going to be a single diagnostic marker for autism - there's going to be a whole panel."
Bruce Tonge, emeritus psychiatry professor at Monash University, agreed that many subtypes of autism were likely to emerge.
"It has been for some time known that at least for some children with autism, their brains grow too rapidly in the first couple of years of life and then plateau out," Professor Tonge said.
"So further refinement of that knowledge will be important. Currently, a number of people are also looking for other possible environmental contributing factors, and the interaction between the environment and a person's immune system might be an interesting possibility there."

domingo, 18 de setembro de 2011

Variação genética relacionada a autismo

Variação genética relacionada a autismo


Guilherme Pavarin, de INFO Online Quarta-feira, 29 de abril de 2009 - 17h09


Wikicommons
Variação genética relacionada a autismo
Estudo sugere que autismo esteja ligado a problema de desconexão neural

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Autismo é tratável




Tratamento Biológico Autismo
Notícia divulgada no Brasil por mim e traduzida pela minha amiga, Ana Muniz, no dia 10/12/08.

Autismo é considerado como medicamente tratável

Em abril de 2008, a Escola Americana de Medicina Genética (ACMG), reconhecida pelo conselho médico AMA, estabeleceu procedimentos de práticas clínicas a serem seguidos por geneticistas clínicos, tanto para determinar a etiologia dos casos de desordens do espectro autista (ASD) como para tratar pacientes com este diagnóstico. Este estudo, “ Desordem do Espectro Autista – associados a biomarcadores para a avaliação do caso do paciente e gestão por geneticistas clínicos “, confirma que atualmente existe uma rotina bem estabelecida, clinicamente disponível, com biomarcadores identificados que auxiliam os geneticistas clínicos a avaliar e tratar indivíduos clinicamente diagnosticado com ASD, e descreve sucintamente alguns biomarcadores reconhecidos. Dependendo da causa da ASD, estes pesquisadores descobriram que “os riscos médicos associados, podem ser identificados, o que pode levar a uma triagem e prevenção em pacientes com potencial morbidade e de outros membros da família.” A COMED Inc., associação sem fins lucrativos e, através de subsídio da Fundação Brenen Hornstein Autismo Research & Education (BHARE), sem fins lucrativos do Instituto de doenças crônicas, Inc. financiou esta pesquisa.
NOTA PESSOAL: Autismo além de já ser tratável, pode ser prevenível e reversível. Com os procedimentos adotados a partir deste estudo, reconhece-se também, sem nenhum alarde, que mercúrio é sim um agente causador de autismo.
As importantes ferramentas clínicas identificadas para avaliação médica e resposta ao tratamento monitorizado incluiu:
1. Biomarcadores de Pofirinas – ajuda a determinar se o mercúrio tóxico está presente e, quando ele for encontrado, monitora as alterações das quantidades de mercúrio, durante as terapias de desintoxicação (leia-se: quelação).
2. Biomarcadores de Transulfatação – ajuda a determinar se a suscetibilidade bioquímica ao mercúrio está presente e, quando ela for encontrada, monitora as respostas do paciente durante a suplementação com terapias nutricionais, tais como: metilcobalamina (a forma metil de vitamina B12), ácido folínico, e piroxidina (vitamina B6).
3. O estresse oxidativo/ biomarcadores de Inflamação - ajuda a determinar se há excesso de subprodutos de vias metabólicas e, quando forem encontrados, monitora os progressos dos pacientes durante a suplementação com anti-inflamatórios, como Aldactone ® (espironolactona).
4. Biomarcadores Hormonais – ajuda a determinar se alterações hormonais estão presentes e, quando forem encontrados, monitora os progressos dos pacientes durante o tratamento indicado com drogas de regulação hormonal tais como Lupron ® (acetato de leuprolide) e Yaz ® (drospirenone / ethynyl estradiol).
5. Biomarcadores de disfunção mitocondrial – ajuda a determinar se houver perturbações nos percursos de produção de energia celular e, quando forem encontrados, monitora os progressos dos pacientes durante a suplementação com drogas como a Carnitor ® (L-carnitina).
6. Biomarcadores Genéticos - ajuda a determinar se há susceptibilidade genética ou fatores causais presentes e, quando forem encontrados, fornece dicas sobre as modificações comportamentais que reduzem o impacto desses fatores genéticos.
Hoje em dia, qualquer pai, médico, ou provedor de saúde pode facilmente contratar os serviços de um geneticista clínico, que segue as orientações praticas da ACMG para avaliar e tratar pacientes diagnosticados com ASD.
Encontrando um médico
Encontrar um médico que entenda o autismo poderá ser um obstáculo, mas que você terá que ultrapassar. Porquê? Ao menos que o médico tenha tido experiência com autismo, é muito improvável que ele seja capaz efetivamente de ajudá-lo e tratar essa condição.
Autismo não é um simples transtorno invasivo do comportamento que pode ser melhorado ou curado com uma simples medicação ou algumas poucas visitas ao psiquiatra. É uma desordem muito séria que afeta cada pessoa diferentemente, tornando cada caso específico e único.
Contudo se você ou o pediatra de seu filho suspeitam de autismo, é decisivo para a sua criança e o futuro dela, que ela seja encaminhada à um especialista em diagnosticar e tratar as desordens do espectro autista. Isto significa que sua criança pode necessitar mais do que um médico ou profissinal especializado em autismo.
A lista a seguir é de profissionais especialistas que devem fazer parte da equipe multidisciplinar que uma criança autista, certamente em algum momento precisará:
- Psiquiatra infantil: Pode ajudar a determinar o diagnóstico inicial, prescrever medicações e ajudar o autista a lidar com as relações sociais e a desenvolver o seu comportamento emocional.
- Psicólogo clínico: Especialista que entenda sobre a natureza e o impacto do autismo. Esse profissional deve conduzí-lo a um teste psicológico e assistí-lo no treino de abilidades sociais e modificação de conduta.
- Pediatra: Trata os problemas de saúde e os problemas relacionados a defazagens e atrasos do desenvolvimento.
- Fonoaudiólogo: Ajuda a desenvolver a comunicação, focalizando na linguagem e no uso da fala.
- Terapeuta ocupacional: Foca em ajudar o autista a desenvolver a prática da vida diária e auto-cuidados, como comer e se vestir adequadamente. Esse profissional pode ajudar ainda a adquirir abilidades na coordenação motora grossa e fina e na integração sensorial.
- Fisioterapeuta: Ajuda a criança a desenvolver-se motoramente através de exercícios para os músculos, nervos e ossos.
A partir do momento que você encontrar os profissionais que precisa,é essencial que você trabalhe junto com eles. A razão para isso é que embora o profissional tenha experiência com autismo, você é a pessoa mais experiente quando se trata de informações específicas relacionadas as abilidades e necessidades do seu filho.
Para você efetivamente colaborar e trabalhar junto com um profissional, você precisa:
- Educar-se: aprender o máximo possível sobre autismo;
- Preparar-se: Escrever qualquer questão ou assunto relacionado a sua criança, ao autismo ou ao tratamento e debatê-lo com o profissional;
- Libertar-se: Você não tem que concordar com tudo que o profissional fala. Se você não concorda com uma recomendação, faça-se ouvir.
Se você está com dificuldades de saber aonde você pode encontrar especialistas em autismo, temos sugestões a seguir:
- Na sua comunidade: Visite o seu convênio médico, hospital, farmacêutico e pergunte se eles conhecem alguém especialista em diagnosticar e tratar o autismo. Mas lembre-se, mesmo que você seja indicado à um especialista, ele pode não ser a pessoa que você esteja procurando e deseja. Não tenha receio de questioná-lo sobre sua experiência.
- Na internet: A internet é um fantástico meio de pesquisa e tem inúmeras e valiosas informações sobre autismo, como entender e ajudar efetivamente um autista.
- Nos grupos de suporte: Se envolver e fazer parte de um grupo de suporte criado para apoiar o autista e seus familiares, pode ser extremamente favorável para encontrar os profissionais, já que você pode pedir por recomendações. Os grupos de suporte também dão encorajamento nos momentos difíceis e te permite a oportunidade de discutir o autismo com outras pessoas que conhecem e sabem pelo o que você está passando.
Tratamento biomédico
Nos EUA muitos médicos tratam os autistas através do protocolo DAN (Defeat Autism Now/Derrote o Autismo Agora) feito pelo ARI (Autism Research Institute/Instituto de Pesquisas em Autismo). Pense no movimento DAN! como um movimento político. Bernard Rimland, médico, cientista, pai e estudioso, não se conformava com a visão limitada da sociedade médica que tratava o autismo como uma doença mental. Na década de 60 fundou o Autism Research Institute (Instituto de Pesquisas no Autismo) e a partir de 1980 junto com mais 2 médicos, Sidney Baker e John Pangborn, deu origem ao movimento DAN!
Em 1995, fez a 1ª conferência DAN! O objetivo formal do movimento DAN é ” se dedicar a exploração, validação e disseminação de intervenções biomédicas cientificamente documentadas para indivíduos dentro do espectro autístico, através da colaboração de médicos, cientistas e pais”. A experiência desses grupos mostra que o autismo é causado por stress oxidativo, metilação inadequada e distúrbios na sulfatação que acabam atingindo o cérebro e provocando a alteração que chamamos de autismo.
Na visão DAN!, o comportamento autista se mantém em um tripé que envolve os sistemas imunológico, intestinal e endócrino. Este protocolo baseia-se em tratar o autismo através do comportamento do processo metabólico de cada indivíduo. Este método encontra falhas, excessos, desequilíbrios que ocorrem no organismo, através de exames específicos de sangue, urina, fezes e mineralograma. O objetivo final é superar essas falhas e junto com um tratamento educacional intensivo, recuperar essas crianças. Além de verificar o excesso de metais no organismo, esses exames também podem mostrar outros problemas como défit em vitaminas, aminoácidos e sais minerais, hormônios, alergias e intoxicação alimentar, inflamações…
De acordo com o protocolo DAN há muitos pontos a serem analisados que podem estar afetando a criança autista.
A estratégia de intervenção deve ser planejada e a interpretação de eventos que ocorram deve ser cuidadosa, tanto do ponto de vista objetivo quanto subjetivo, de tal modo que eventuais ajustes na conduta sejam implementados.
Nunca se deve esquecer que, em algumas ocasiões, o uso de medicamentos pode vir a ser necessário.

Impactos no desenvolvimento de crianças pertencentes ao espectro autista:


O que está desequilibrado/alterado nessas crianças? INVESTIGUE ANTES DE MEDICAR.
  • níveis de IgA secretora diminuídos
  • doença inflamatória intestinal
  • deficiências nutricionais
  • refluxo gastro-esofágico
  • intestino permeável
  • acúmulo de metais pesados
  • trombofilia
  • disfunção sensorial
  • alterações cromossômicas (X frágil, Rhett, alterações congênitas-mais raras, etc)
  • sarampo recorrente
  • presença de opióides
  • deficiência de melatonina
  • déficits nutricionais
  • alergias alimentares
  • autoimunidade cerebral
  • alteração na perfusão
  • alteração nos níveis de dopamina
  • CMIS alterado
  • gastrite
  • disbiose
  • nível de amônia elevado
  • alteração nos níveis de purina
  • alteração nos níveis de serotonina
  • alteração nos mecanismos de sulfatação
  • deficiência nos níveis de ômega 3
O QUE ISSO NOS INFORMA?
  • uma gama de desequilíbrios bioquímicos podem originar problemas, especialmente quando ocorrem todos em um indivíduo
  • existência de sub-grupos dentro do espectro
  • identificação do impacto bioquímico que acontece dentro do organismo
  • estabelece uma conexão entre intestino e cérebro
AGENTES DESENCADEANTES:

Para que a história pregressa faça sentido há necessidade de um acontecimento marcante, que leve à alterações no intestino e, depois, ao cérebro.

O que pode ser?
  • Toxinas, viroses, metais, antibióticos, alterações imunes são algumas possibilidades
  • Combinações sinérgicas de todos esses fatores são muito possíveis.
Esses Fatores Necessitam Ser Listados – Estabelecendo prioridades:
  • a prioridade é específica para cada criança
  • o sucesso requer atenção aos detalhes
  • todos os fatores, eventualmente, serão contemplados
  • entretanto, o melhor ponto de partida, geralmente é o intestino (CMIS)
Seqüência de Tratamento:
Seu médico lhe orientará baseado na história do paciente, nos exames laboratoriais e nos sintomas. Essa é uma sugestão de programa de tratamento.
  • intolerâncias alimentares ( i.e. glúten, caseína)
  • imunidade intestinal ( IgAS)
  • flora intestinal/integridade da membrana celular de revestimento intestinal
  • desintoxicação e eliminação de toxinas do intestino
  • digestão
  • absorção
  • fortalecimento do parênquima hepático para a desintoxicação
  • reposição nutricional (vitaminas, minerais, ácidos graxos essenciais, aminoácidos)
  • desintoxicação dos metais pesados
Cada criança tem uma combinação diferente
Pesquisadores trazem novas pistas diariamente

Atualmente o trabalho de uma médica com o autismo, Dra. Amy Yasko tem apresentado uma excelente repercussão.

A Dra. Yasko é médica holística e naturopata, trabalha nos EUA com um protocolo feito através de exames genéticos e outros específicos, baseado no projeto GENOMA e mais precisamente com a epigenética, a ciência que pretende esclarecer como fatores ambientais (hábitos alimentares e stress, por exemplo) podem interferir no funcionamento dos genes.

2 Responses to “Autismo já é considerado como medicamente TRATÁVEL”

  1. Rita disse:
    Parabéns pelo material e pelo Blog. Gostei muito, especialmente desta matéria. Deveria ser encaminhada de maneira direta a todos os pisiquiatras e neurologistas que dizem tratar pacientes autistas no Brasil.
    Como mãe de uma menininha de 4 anos dentro do Spectro, digo que felizmente, nosso país, já começa a ter opções de médicos interessados no protocólo DAN, seja por interesse ou paixão melhor dizendo, na causa ou por eles mesmos terem filhos autista. Mas isso é o que menos importa. Seja quais forem suas motivações, estes profissionais tem meu respeito e reconhecimento indondicional, além da mais profunda gratidão. São poucos, mas a qualidade e dedicação deles tem feito a diferença.
    Parabéns pela sua iniciativa e continue postando tanta informação de qualidade.
  2. jaqueline disse:
    Obrigada Rita!
    Sua opinião é muito importante e é extremamente gratificante saber que o meu blog possa ajudar outros pais a não perderem a esperança e acreditarem que é possível sim uma melhor qualidade de vida para nossos filhos. Graças aos Tratamentos Biomédicos os resultados vem aparecendo. É uma pena que isso ainda seja tão pouco valorizado em nosso país e que esse tratamento por descaso dos nossos governantes seja restrito a poucos que disponham de uma boa condição econômica.
    A dificuldade em realizar exames bioquímicos específicos e que os planos de saúde se negam a pagar e o SUS desconhece. Poucos são os médicos que seguem o Protocolo DAN! Mas os poucos que tive a oportunidade de conhecer merecem realmente a nossa admiração. Eu fiz uma verdadeira peregrinação por diversos “profissionais” mas atualmente estou mais tranquila mesmo que o impacto inicial de saber que sua filha tem Síndrome de Asperger mas estou aqui para mostrar a todos que não se deve desistir e sim lutar com todas as forças pois o Austismo é tratável sim e vamos conseguir se unirmos forças para isso!
    Fique com Deus!
    Beijos, Jaqueline

II seminário mineiro sobre autismo - 19 de novembro 2011

II Seminário Mineiro sobre Autismo - Belo Horizonte
Data 19/11/2011

Horário: 08h às 17h
Local: Centro Universitário Newton Paiva - Campus Carlos Luz - Auditório
Nominato - Av. Presidente Carlos Luz, 220 - Caiçara - Belo Horizonte - MG
E-mail: contato@...
Telefone: (21) 2577 8691 | (21) 3246 2904 | (21) 8832 6047


Público alvo:
Pais, Parentes, Mediadores, Estagiários, Monitores, Musicoterapeutas,
Psicólogos, Psicopedagogos, Professores, Fonoaudiólogos, Fisioterapeutas,
Pedagogos, Terapeuta Ocupacional, Estudantes e etc.


Inscrição: http://creativeideias.webnode.com.br/


Inscrições até 17/11/2011


As inscrições são limitadas à capacidade máxima do auditório.


Objetivo:
Fornecer suporte, técnicas e estratégias para entender e facilitar o trabalho
com crianças autistas.


Palestrantes:

"Integração Sensorial no Transtorno Espectro Autista"

Dra. Johanna Cordeiro Melo Franco - Terapeuta Ocupacional Infantil, graduada em
2001 pela Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais (FCMMG); Pós-graduada
Conceito Neuroevolutivo Bobath Infantil e especialista Integração Sensorial.
Formação na abordagem neurocomportamental Integração Sensorial no Transtorno do
Espectro Autista. Blog http://johannaterapeutaocupacional.blogspot.com.
Crefito-4 6142/TO


"O uso de técnicas baseadas no método ABA para o contexto escolar"

Dra. Aline Abreu e Andrade – Psicóloga Clínica. Mestranda em Psicologia do
Desenvolvimento pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Pós graduada
em Terapia Comportamental pela PUC-MG. Possui graduação em Psicologia pela UFMG
e Formação em Terapias Cognitivas pelo Instituto Mineiro de Terapias Cognitivas
(IMTC). Faz intervenções com crianças portadoras de Autismo e Síndrome de
Asperger utilizando-se do método ABA (Análise do Comportamento Aplicada) e de
Treinamento de Pais. CRP 04/27.586.


"Comunicação Verbal e não-verbal"

Dra. Patrícia Reis - Especialista em Linguagem pelo CEFAC - Centro de
Especialização em Fonoaudiologia Clínica, e graduada em Fonoaudiologia pela
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Tem experiência na área de
Fonoaudiologia Clínica, com ênfase em Linguagem, atuando principalmente com
Transtornos Invasivos do Desenvolvimento, utilizando práticas como
Desenvolvimento da linguagem pragmática, Método TEACCH, Currículo Funcional
Natural Comunicação Suplementar e/ou Alternativa. CRFa-4124


"Musicoterapia"

Dra. Simone Presotti – Pós Graduada pela Faculdade Metodista Izabela Hendrix -
FAMIH/BH – 1998 - Especialista em Aquisição e Desenvolvimento da Linguagem.
Graduada em Psicologia Clínica – PUC/MG – 1988. Habilitação específica: Curso
Preliminar de Música – UEMG – 1999. - Ordem dos Músicos do Brasil - OMB-14.810.
Aprofundamento Modelo Benenzon de Musicoterapia – Buenos Aires - 2006. Pioneira
no trabalho de Musicoterapia, fundadora da AMT- MG / Associação de Musicoterapia
de Minas Gerais. Membro do Conselho Diretor da ABPC – Associação Brasileira de
Paralisia Cerebral. Autora de artigos sobre a utilização do recurso musical
aplicado aos processos psicoterápicos. CRP MG 8052.