quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Coordenação deficiente da atividade cerebral no autismo

Traduzido desse link

14 de janeiro de 2013 - Um estudo baseado no Centro Martinos para Biomedical Imaging no Massachusetts General Hospital (MGH) descobriu que a conectividade funcional local do cérebro - a medida em que a atividade dentro de uma região do cérebro pequeno parece ser adaptada - - é reduzida em indivíduos com transtornos do espectro autista (ASD). Embora tenha sido reconhecido por vários anos que a conectividade funcional entre áreas distintas do cérebro foi reduzida em ASD, que tinha sido assumido que a conectividade funcional local era realmente maior nos cérebros de autistas."A conectividade funcional reflete as conexões que realmente desempenham um papel no processamento de informação no córtex", diz Tal Kenet, PhD, do Centro de Martinos, autor do estudo publicado na PNAS edição adiantada em linha. . "Imagine o cérebro é como uma orquestra Quando os violinos são coordenados com os sopros e as trombetas com as violas, a orquestra tocará em harmonia - que é uma versão de longo alcance conectividade conectividade funcional local é como focando a violinos. e se eles estão todos jogando juntos.
"O que tem sido comumente acreditavam sobre o autismo é de que a 'orquestra' não está muito bem coordenado entre as seções, mas que os" instrumentos "dentro de seções foram altamente coordenada com o outro, como se estivessem fazendo a sua própria música independente do resto do a orquestra. Descobrimos que o oposto é verdadeiro e que até o momento dentro de seções está desligado. É como se cada violino está jogando de forma independente, não apenas o resto da orquestra, mas de todos os outros violinos ".
Uma vez que as distâncias envolvidas na comunicação entre os neurónios nas proximidades ou grupos de neurónios estão em uma escala de milímetros a centímetros, tem sido muito difícil de estudar a conectividade local por meio de métodos de imagem não invasivos. O atual estudo se aproveitou de uma atividade cerebral mostrado por estudos anteriores invasivos para refletir comunicação local - medição do que é chamado oscilações aninhados, que ocorrem quando um aspecto de um ritmo particular do cérebro afeta um aspecto diferente de um outro ritmo cérebro. Neste exemplo, eles se concentraram na fase de amplitude de acoplamento, em que a fase de um ritmo de baixa frequência muda a amplitude de um ritmo maior frequência, medida por magnetoencefalografia (MEG), uma técnica de imagem que detecta a localização, assim como o momento da atividade do cérebro com alta precisão.

Apostila de dieta do autismo (em inglês)

Lista de atividades montessorianas

Intervenção precoce muda curso do autismo

 Esse texto foi traduzido do original no Google Tradutor. Algumas partes parecem "truncadas", mas dá para entender.

Jane Holmes se senta no chão e as mãos de 2 anos de idade, Jimmy Harrison um bloco, eo menino adiciona ao topo de uma torre gigante que ele está fazendo, antes de tudo derrubar no chão com um estrondo. Ele grita em aprovação, antes de Holmes lhe entrega mais blocos, um de cada vez, para ele começar em uma torre de novo do zero.
A cena que se desenrolava na casa de Marlborough Rachael Harrison, mãe de Jimmy, parece que o tempo qualquer criança do jogo.
Apenas Jimmy tem autismo, e Holmes é o seu fonoaudiólogo.
Rachael Harrison percebeu que seu filho era diferente quando ele se virou cerca de um ano de idade.
"Ele não estava andando ainda ou fazer sons que você esperaria de 1 ano de idade para fazer", disse ela.
Ela o levou para ver seu pediatra, e depois de uma referência, Jimmy foi diagnosticado com autismo.
Ele foi então encaminhado para serviços de intervenção precoce em ascensão ... para o bebê e família em Keene, a organização para a qual trabalha Holmes. Quando uma criança é identificada como tendo autismo, Rise fornece até 10 horas por semana de um-em-uma intervenção em casa e no cuidado da criança na unidade de Keene. Ascensão é uma das 10 agências estaduais que tem um contrato com o Departamento de Serviços de Desenvolvimento NH para prestar serviços de apoio precoce (até 3 anos) para aqueles com crianças que têm deficiências de desenvolvimento sob os indivíduos federais com Deficiência Lei da Educação.
Os Centros para Controle e Prevenção de Doenças relatou no ano passado que uma em cada 88 crianças vão receber um diagnóstico de transtorno do espectro do autismo, um aumento de 78 por cento nos últimos 10 anos. Eles incluem - mas não estão limitados a - transtorno autista, transtorno invasivo do desenvolvimento e síndrome de Asperger, considerada a forma mais branda de autismo. Perturbações do espectro do autismo são condições neurobiológicas caracterizadas, em graus variados, por dificuldades de interação social, coordenação motora, atenção e comunicação verbal e não-verbal. Eles também são muitas vezes marcadas por problemas comportamentais. Segundo a Autism Speaks, uma organização de defesa, cerca de 40 por cento têm média ou acima da média habilidades intelectuais e cerca de 25 por cento dos indivíduos do espectro são não-verbal, mas pode aprender a se comunicar através de outros meios.

Sintoma de autismo pode desaparecer quando crianças crescem

Pesquisa constatou que jovens diagnosticados com autismo na infância tinham vida normal e não apresentavam mais problemas que caracterizam a doença

Adam Berry/Getty Images
Médico segura estetoscópio

Medicina: o estudo norte-americano não chegou a conclusões, no entanto, sobre qual proporção de crianças autistas podem ver sintomas da doença desaparecerem
Algumas crianças com diagnóstico de autismo quando pequenas veem desaparecer completamente seus sintomas quando crescem, segundo um estudo realizado nos Estados Unidos.

"Embora o autismo geralmente persista durante toda a vida, esta descoberta permite pensar que esta síndrome poderia experimentar evoluções muito diversas", afirmou Thomas Insel, diretor do Instituto Americano de Saúde Mental (NIMH, na sigla em inglês), que financiou os trabalhos.
A pesquisa foi realizada pela doutora Deborah Fein, da Universidade de Connecticut (nordeste), com 34 jovens de 18 a 21 anos, que tinham sido diagnosticados com autismo em idades muito retomas e que, com o passar do tempo, tinham uma vida completamente normal.
Estes jovens não apresentavam mais problemas de expressão, comunicação, reconhecimento de rostos ou socialização, sintomas característicos do autismo.

A pesquisa, publicada na revista "Child Psychology and Psychiatry", se concentrou em saber se o primeiro diagnóstico de autismo era suficientemente exato e se os sintomas efetivamente tinham desaparecido.
A resposta foi afirmativa nos dois casos, destacou o doutor Insel.

Fonte: http://exame.abril.com.br/ciencia/noticias/sintomas-de-autismo-desaparecem-em-algumas-criancas-quando-elas-crescem

Lista de livros sobre Autismo para baixar

http://www.institutoinclusaobrasil.com.br/informacoes_artigos_integra.asp?artigo=202

Matéria da Folha de S. Paulo sobre a nova lei

Dois milhões de brasileiros afetados pelo autismo ganham proteção da lei
IARA BIDERMAN
DE SÃO PAULO

Uma lei instituindo a política nacional para proteção aos direitos da pessoa com transtorno do espectro autista acabou de ser promulgada.


'Escola especial não é o ideal, mas às vezes é necessária', diz advogada

Mas a data, 27/12, espremida no meio do feriadão entre Natal e Ano-Novo, passou despercebida, assim como o problema, que atinge estimados 2 milhões de brasileiros -uma população três vezes maior do que a portadora de síndrome de Down.

A nova lei 12.764/12 assegura aos autistas os benefícios legais de todos os portadores de deficiência, que incluem desde a reserva de vagas em empresas com mais de cem funcionários, até o atendimento preferencial em bancos e repartições públicas.

"Os autistas no Brasil são invisíveis. A população não sabe o que é, a maioria dos profissionais não sabe do que se trata", diz o psiquiatra Estevão Vadasz, coordenador do programa de transtornos do espectro autista do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo.

É quase um quebra-cabeça compreender e reconhecer o autismo, que pode se apresentar tanto numa pessoa com alguma habilidade extraordinária e boa cognição quanto em alguém com séria deficiência intelectual e que não consegue se comunicar verbalmente.

Por isso, hoje, é chamado de espectro autista, um guarda-chuva que abriga os diversos graus de severidade do distúrbio.

Os diferentes tipos têm três características em comum: comprometimento na área de comunicação e linguagem; transtornos de socialização; interesses restritos e comportamentos repetitivos.

Editoria de Arte/Folhapress

São alterações que podem ser chamadas de comportamentais, mas a teoria mais aceita atualmente é a de que as causas são genéticas.

"Existem mais de mil genes possivelmente comprometidos que podem levar ao autismo. Uns poucos são herdados, mas, na maior parte, são mutações espontâneas e imprevisíveis, ocorrem por acidente ", afirma Vadasz.

Os neurônios dos autistas são mais curtos e com menos ramificações, o que dificulta a condução, a transmissão e o processamento de informações. As alterações vão se manifestar até por volta de um ano e meio de vida.

INVISIBILIDADE

Isso aumenta a invisibilidade dessas pessoas. "Não dá para reconhecer pela aparência, é igual a de um bebê típico. E há casos em que o desenvolvimento no primeiro ano é normal e, depois, a criança deixa de falar e interagir. Imagine a angústia dos pais", diz Joana Portolese, neuropsicóloga e coordenadora da ONG Autismo e Realidade, de São Paulo.

Os casos em que o bebê começa a se desenvolver normalmente e depois volta para trás, chamados de autismo regressivo, correspondem a 10% dos autistas. Os outros 90% manifestam sintomas a partir do oitavo ou nono mês de vida, mas, na maioria das vezes, os sinais não são compreendidos pelos pais.

Embora não exista cura para o autismo, essas pessoas terão um prognóstico melhor se receberem tratamento -preferencialmente, o mais cedo possível.

As terapias incluem técnicas para desenvolver a comunicação por meio de cartões com figuras, criação de rotinas rígidas e sensibilização e orientação das pessoas que convivem com o autista.

"É lugar-comum dizer que o autista não faz contato, mas não é bem assim. Eles entendem o que se passa ao redor. A questão é como as informações são colocadas por nós para eles", diz Portolese.

Crianças podem crescer fora de autismo

Do mural da Dra. Simone Pires no Facebook

Por Michelle Roberts
Saúde editor, BBC News on-line


Autismo é um rótulo de autismo ao longo da vida?

Algumas crianças diagnosticadas com precisão, como autistas perdem seus sintomas e seu diagnóstico à medida que envelhecem, dizem pesquisadores americanos.

As conclusões do Instituto Nacional de Saúde do estudo 112 crianças parece desafiar a crença generalizada de que o autismo é uma condição ao longo da vida.

Apesar de não ser conclusivo, o estudo, no Jornal de Psicologia e Psiquiatria Infantil , sugere algumas crianças possivelmente superar o autismo.

Mas os especialistas pedem cautela.

Muito mais trabalho é necessário para descobrir o que pode explicar os resultados.

Dr. Deborah Fein e sua equipe da Universidade de Connecticut estudou 34 crianças que tinham sido diagnosticadas com autismo em primeira infância , mas passou a funcionar tão bem como 34 outras crianças em suas aulas na escola.

Embora o diagnóstico de autismo geralmente não é perdido ao longo do tempo, os resultados sugerem que existe uma gama muito ampla de possíveis resultados "

Resuminho para um rápido diagnóstico


Pais e responsáveis por autistas podem ter jornada reduzida

Um projeto de autoria da deputada estadual Rejane Dias, já aprovado na Assembleia Legislativa, poderá assegurar direitos específicos às pessoas com autismo do Piauí. Entre eles, a redução em 50% da jornada de trabalho para pais ou responsáveis funcionários públicos estaduais e municipais.
O projeto também garante matrícula em escolas regulares, preferência de atendimento, amplo acesso à saúde e assistência social. Todas as propostas estão compiladas no projeto de lei que institui a Política Estadual de Proteção da Pessoa com Espectro do Autismo, aprovada em plenário em 2012 e que aguarda a sanção do governador Wilson Martins.

A pessoa com autismo, principalmente nos casos mais graves, necessita de uma maior assistência para realizar coisas simples, como banhar ou trocar de roupa. Mas também precisamos garantir que estas pessoas tenham acesso a um diagnóstico mais preciso, um tratamento mais específico e à educação em escola regular, se sua deficiência permitir.
O Governo do Estado precisa contribuir com esta política, da mesma forma que o Governo Federal já está fazendo, ao implantar uma política federal para este segmento, justifica Rejane Dias, que foi a idealizadora do Centro de Diagnóstico do CEIR, que realiza exames de média e alta complexidade específicos para pessoas com deficiência.

Ela explica que seu projeto traz para o âmbito estadual grande parte da lei federal às pessoas com autismo, sancionada no final de 2012, que teve como relator o senador Wellington Dias. Faz também uma complementação de dispositivos da legislação federal. Por exemplo, o Governo Federal já garante a redução em 50% da jornada de trabalho aos pais de autistas. O projeto de Rejane Dias estende o benefício aos responsáveis pelos autistas órfãos ou que não convivem com os pais.
A política local também determina que o Estado crie condições para que os diagnósticos sejam feitos de forma mais precoce e garanta os tratamentos e os acompanhamentos necessários para possibilitar saúde, educação e assistência. Assim, possibilitaremos que estas pessoas possam conquistar a melhor qualidade de vida que seja possível com a sua deficiência, finaliza.

Estimativas indicam que há no Brasil cerca de 2 milhões de pessoas com a síndrome. No mundo, o número total de autistas, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), é de aproximadamente 70 milhões. No Piauí, atualmente existem cerca de 130 autistas inscritos na Associação dos Amigos dos Autistas. Entre eles, 105 participam das atividades realizadas pela entidade para melhorar a qualidade de vida e promover a inclusão social dos mesmos. Porém, o número em todo o Estado é bem maior.
Autor: Ascom Parlamentar / Editor: Pires de Sabóia

Flúor reduz QI infantil

Do mural da Dra. Simone Pires no Facebook
 
A recém-publicada Universidade de Harvard meta-análise financiado pelos Institutos Nacionais de Saúde (NIH), concluiu que as crianças que vivem em áreas com alta água fluoretada têm "significativamente mais baixos" QI do que aqueles que vivem em áreas baixas de flúor.

Em um de 32 páginas de relatório que pode ser baixado gratuitamente da Environmental Health Perspectives, os pesquisadores disseram:

Um recente relatório do Conselho de Pesquisa Nacional dos EUA (NRC 2006) concluiu que os efeitos adversos das altas concentrações de flúor na água potável pode ser motivo de preocupação e que a investigação adicional é necessária. O flúor pode provocar neurotoxicidade em animais de laboratório, incluindo os efeitos na aprendizagem e na memória ...

Para resumir a literatura disponível, foi realizada uma revisão sistemática e meta-análise de estudos publicados sobre a exposição ao fluoreto aumento em beber água e atrasos no desenvolvimento neurológico. Nós especificamente estudos específicos realizados na China rural que não tenham sido amplamente divulgados, complementando os estudos que foram incluídos em comentários anteriores e relatórios de avaliação de risco ...

Exame de sangue vai detectar autismo antes do aparecimento dos sintomas

Pesquisa melhora a compreensão da ligação entre as bactérias presentes no estômago e o desenvolvimento da doença

Dr. Derrick MacFabe, líder do estudo
Dr. Derrick MacFabe, líder do estudo
Cientistas da Western University, no Canadá e da University of Arkansas, nos EUA, descobriram a presença de um marcador sanguíneo único que pode levar a um exame de sangue para identificar e potencialmente tratar o autismo, antes do aparecimento dos sintomas.
A descoberta favorece ainda a compreensão da possível ligação entre as bactérias presentes no estômago e o desenvolvimento de autismo. 

A equipe, liderada por Derrick MacFabe e Richard Frye, encontrou evidências de um metabolismo energético anormal em um grande subgrupo de crianças autistas, que foi coerente com descobertas biológicas anteriores feitas por MacFabe e sua equipe durante a última década, o que prova que essas anormalidades metabólicas podem surgir, não só de fatores genéticos, mas a partir de compostos produzidos por certos tipos de espécies bacterianas encontradas frequentemente no intestino de pessoas com autismo.

Evidências recentes sugerem que anormalidades biológicas em muitas pessoas com transtornos do espectro autista (ASD) não estão restritas ao cérebro, mas podem envolver outros sistemas do corpo, incluindo os sistemas imune, de geração de energia, de desintoxicação e o digestivo. Estas alterações podem aparecer devido a alteração da função das mitocôndrias, produtores de energia das células.
"Perturbações do espectro do autismo afetam até uma em 88 pessoas. E o número parece estar aumentando. Muitos têm problemas digestivos e metabólicos, mas como esses problemas se relacionavam com o comportamento autista não estava claro", afirma MacFabe.

Estudando 213 crianças, os pesquisadores descobriram que 17% das crianças com autismo tinham um padrão único de marcadores sanguíneos do metabolismo da gordura, chamado acil-carnitina, bem como outras provas de funcionamento anormal da energia celular, como redução na glutationa.
"Este estudo sugere que o autismo em alguns pacientes pode surgir a partir de alterações na função mitocondrial e no metabolismo da gordura após a exposição ambiental ao ácido propiônico produzido por bactérias no intestino", explica MacFabe.