quinta-feira, 17 de maio de 2012

"A carta que eu gostaria de mandar para o meu ex-pediatra"

The Letter I Wish I Could Send To My Old Pediatrician

Dear Dr. Asshat;
You probably haven’t even noticed that I pulled my child out of your practice but I wanted to take a minute to explain why I did. You SUCK!  Your lack of curiosity about my son’s medical decompensation and subsequent Autism after his over-vaccination under your care is offensive. Apparently “do no harm” really means “do not care”.

Do you know that my husband hates you so much that I can’t mention your name in his presence? Yes, we blame YOU. Since the American Academy of Pediatrics (AAP) had the forethought to indemnify all pediatricians with zero legal liability before implementing the harshest vaccine schedule in the world, my only recourse is this letter.  “Oh, but…” you whine, “we don’t know that vaccines cause Autism.” Actually, if you read the vaccine package inserts we do know and they do.
I saw that glint of panic in your eye when I brought Nick in at 18 months, three months after receiving the MMR, Dtap and Hib in one visit. Over those three months we had been in the Emergency room, spent countless hours with On-call pediatricians and Sick visits for unrelenting ear infections, bronchitis, and endless rounds of antibiotics. At that 18 month visit I told you Nick had stopped speaking and I saw the faintest shadow cross your face. That was your suspicion about what had happened. If you’d had the balls to say it out loud then; “Vaccine Adverse Event”, we could have begun the healing immediately. Instead you abandoned the truth and left Nick and I helpless to figure it out.

Dra. Georgia Fonseca: Resumo das alterações Gastrointestinais do autismo

Tratamento Biomédico do Autismo com Dr. Rogério Rita de Florianópolis

Tratamento biomédico do autismo: Secao de perguntas e respostas

Congresso Nacional de Autismo - Mesa Redonda com Palestrantes

Alterações Cerebrais no Autismo - Dr. Juarez Callegaro

Dietas no Tratamento do Autismo - Por Nutricionista Priscila Spiandorello

Papo de mãe: especilista de gente

do blog lagarta vira pupa
fonte: http://lagartavirapupa.com.br/blog/especialista-de-gente/

Hoje, temos mais um guest post. E tudo por causa de um email que recebi em um grupo que participo. Foi a querida Cristina Alves que escreveu sobre essa coisa de nos tornarmos “especialistas de gente”.

Cris, muito obrigada por me deixar publicar aqui! E um feliz dia das mães atrasado pra todas vocês!
“Fiquei pensando em como o autismo transforma a vida dos familiares de pessoas autistas. Pra mim, como para a grande maioria das pessoas, autista era aquela pessoa como do filme “Meu filho, meu mundo” e isso para nós praticamente não existia, ficava no país do “Tão, tão Distante”.

Aí veio um lindo bebê que fazia algumas coisas diferentes. Eu achava engraçado que meu filho com um mês olhava pra minha boca, qdo  lhe falava ele também resmungava, como se quisesse falar. Uma vez eu precisei levar minha outra filha pra escola e o deixei na vizinha. A vizinha observou que ele iria falar logo, já que ele fazia isso. Guardei isso no meu coração.

Diagnóstico, luto e expectativas (do blog lagarta vira pupa)

fonte: http://lagartavirapupa.com.br/blog/diagnostico-e-luto/

Esse post é lindo e resume o que a gente passa na época do diagnóstico

Tenho certeza de que este vai ser o post mais difícil de todos. Não tem como falarmos de certas coisas sem trazer tudo à memória novamente. Vou tentar resumir, em um post breve, o mais longo mês da minha vida: Maio de 2010.

Theo já tinha frequentado uma escolinha antes, quando fez 1 aninho, mas ficou por pouquíssimo tempo, porque logo veio a gripe suína e todo aquele pânico das mães de crianças pequenas. Tínhamos mudado para o apartamento novo e maior no início do ano de 2010, em fevereiro. Logo, matriculamos o Theo na nova escola. Era uma escolinha bilíngue muito boa, quase na porta de casa.
No final do mês de Abril, eu e Leandro viajamos em uma segunda lua-de-mel. Meus pais vieram de Belo Horizonte pra São Paulo para ficar com o Theo, pra que ele mudasse sua rotina o mínimo possível e pudesse continuar indo à escola.

Eu acredito, realmente, que o Leandro sentia que alguma coisa estava errada. Assim que chegamos dos 19 dias de viagem, ele ligou para a escolinha do Theo e marcou uma reunião para saber como foi o primeiro mês “acadêmico” dele. E foi, sozinho, conversar com as professoras do Theo um dia depois.

Palestras do congresso sobre tratamento biomédico do autismo

Está tudo nesse link
http://www.youtube.com/user/congressodeautismo?feature=watch

dica da Cláudia Marcelino

Açúcar dificulta o aprendizado

UCLA estudo mostra sabotagens de alta frutose da dieta aprendizagem, memória
Traduzido pelo google tradutor
fonte: http://www.eurekalert.org/pub_releases/2012-05/uoc--smy051512.php

Atenção, estudantes universitários cramming entre midterms e finais: Binging com refrigerantes e doces para pouco menos de seis semanas pode fazer você estúpido.Um estudo em ratos novo UCLA é a primeira a mostrar como uma dieta constante alta em frutose retarda o cérebro, prejudicando a memória e aprendizagem - e como o ômega-3 os ácidos gordos podem contrariar a perturbação. O peer-reviewed Journal of Physiology publica os resultados na sua edição de 15 de maio.




"Nossas descobertas mostram que o que você come afeta como você pensa", disse Fernando Gomez-Pinilla, professor de neurocirurgia na David Geffen School of Medicine da UCLA e um professor de biologia integrativa e fisiologia na Faculdade de UCLA de Ciências e Letras. "Comer uma dieta rica em frutose ao longo do tempo altera a capacidade do seu cérebro para aprender e lembrar de informações. Mas a adição de ômega-3 os ácidos gordos para as suas refeições pode ajudar a minimizar os danos."


20 coisas que aprendi sendo mãe de autista

Do blog: http://lagartavirapupa.com.br/blog/20-coisas-que-aprendi-com-meu-filho-especial/


1. Aprendi que não sou dona do tempo. Nada vem exatamente quando eu espero, mas isso inclui as boas surpresas também.

2. Aprendi a respeitar ainda mais todo tipo de diversidade. E que todos, independente de raça, condição social, crença ou orientação sexual merecem ser respeitados. O que todo mundo quer, na vida, é ser feliz e ser aceito.

3. Aprendi a ler linguagem corporal. Já sei muita coisa sobre o meu filho só de olhar pra ele. E isso serve para os filhos das amigas também!