segunda-feira, 20 de agosto de 2012

A importância dos jogos na educação

Os jogos são muito importantes para a inclusão social.
Por exemplo, estamos desenvolvendo um jogo em parceira com o curso de Psicologia da instituição para auxiliar na educação de crianças diagnosticadas com o autismo - uma alteração que afeta a capacidade de comunicação do indivíduo, de socialização (estabelecer relacionamentos) e de comportamento. Por meio de um aplicativo com cores e sons, conseguimos chamar a atenção da criança e ajudá-la em seu crescimento pedagógico”, explica o professor, que destaca a motivação como um dos principais caminhos para o desenvolvimento da aprendizagem. “Todo mundo tem a capacidade de fazer um trabalho fantástico em um nível escolar elevado, mas é importante que haja sempre motivação e os jogos são fundamentais para ajudar a fomentar a vontade de aprender”... (Francisco Osório de Carvalho Ramos, coordenador do curso de Jogos Digitais do Centro Universitário IESB)

Fonte: http://www.maiscomunidade.com/conteudo/2008-05-19/brasilia/141383/ESPECIALISTAS-AVALIAM-A-IMPORTANCIA-DOS-JOGOS-NA-EDUCACAO.pnhtml

Os jogos  educativos são cada vez mais adotados por professores para tornar as aulas mais interessantes e divertidas.  De acordo com Juliana Batista Miranda, coordenadora pedagógica do Vivendo e Aprendendo (VA) do Le Petit Galois, além de ajudar na aprendizagem, motivando os alunos e ajudando no processo de memorização, os games incentivam a criação e fomenta o lúdico. “Os jogos ajudam a criança no seu desenvolvimento físico, afetivo, intelectual e social, pois, por meio das atividades lúdicas, a criança forma conceitos, reforça habilidades, estabelece relações lógicas, além de desenvolver a expressão oral e corporal”, destaca a professora. “Adotamos o VA no Le Petit porque é uma forma da criança aprender vivenciando as experiências de fato. O projeto oferece diversas aulas interativas como artes cênicas, circo, dança, música, artes plásticas, xadrez, entre outras”, explica.

Médico questiona uso da Melatonina

fonte:Você está fazendo este erro melatonina com seu filho autista?

Dr. David Clark, diretor do Centro de Recuperação de Autismo, em Dallas, Texas, explica como ....
Os pais de crianças autistas estão cometendo um erro enorme ... dando melatonina para o seu filho autista.
 A melatonina é um hormônio que é feita ser uma glândula no cérebro chamada glândula pineal. É tipicamente pensado na população em geral, como uma espécie de "hormônio do sono", e que certamente não dormir impacto.
Mas, dando o seu melatonina criança autista é um desastre.

Aqui está o porquê .... A melatonina é um hormônio --- e sempre que dar o corpo humano uma hormona exógena (hormônio de fora do corpo), três coisas irão acontecer:
  1. A glândula que faz que o hormônio vai começar a atrofia. Porque ele não precisa fazer hormonal como muito mais.
  2. Você vai começar a perder a coordenação e feedback entre a glândula ea hipófise e hipotálamo (glândulas mestre).
  3. O corpo vai tornar-se resistentes ao hormonem, exigindo doeses vez maiores ao longo do tempo para atingir o mesmo efeito.
Esses são três grandes razões pelas quais a melatonina dando o seu filho é um erro. Veja, a melatonina não trabalha sozinho.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

USP CONFIRMA EFICÁCIA DO PASSE MAGNÉTICO”


Um estudo desenvolvido recentemente pela USP (Universidade de São Paulo), em conjunto com a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), comprova que a energia liberada pelas mãos tem o poder de curar qualquer tipo de mal estar.

O trabalho foi elaborado devido às técnicas manuais já conhecidas na sociedade, caso do Johrei, utilizada pela Igreja Messiânica do Brasil e ao mesmo tempo semelhante à de religiões como o Espiritismo, que pratica o chamado “passe”.

Todo o processo de desenvolvimento dessa pesquisa nasceu em 2000, como tema de mestrado do pesquisador Ricardo Monezi, na Faculdade de Medicina da USP. Ele teve a iniciativa de investigar quais seriam os possíveis efeitos da prática de imposição das mãos. “Este interesse veio de uma vivência própria, onde o Reiki (técnica) já havia me ajudado, na adolescência, a sair de uma crise de depressão”, afirmou Monezi, que hoje é pesquisador da Unifesp.

Segundo o cientista, durante seu mestrado foi investigado os efeitos da imposição em camundongos, nos quais foi possível observar um notável ganho de potencial das células de defesa contra células que ficam os tumores. “Agora, no meu doutorado que está sendo finalizado na Unifesp, estudamos não apenas os efeitos fisiológicos, mas também os psicológicos”, completou.

A constatação no estudo de que a imposição de mãos libera energia capaz de produzir bem-estar foi possível porque a ciência atual ainda não possui uma precisão exata sobre esse efeitos. “A ciência chama estas energias de ‘energias sutis’, e também considera que o espaço onde elas estão inseridas esteja próximo às frequências eletromagnéticas de baixo nível”, explicou.

As sensações proporcionadas por essas práticas analisadas por Monezi foram a redução da percepção de tensão, do stress e de sintomas relacionados a ansiedade e depressão. “O interessante é que este tipo de imposição oferece a sensação de relaxamento e plenitude. E além de garantir mais energia e disposição”.

Neste estudo do mestrado foram utilizados 60 ratos. Já no doutorado foram avaliados 44 idosos com queixas de stress.

O processo de desenvolvimento para realizar este doutorado foi finalizado no primeiro semestre do ano passado. Mas a Unifesp está prestes a iniciar novas investigações a respeito dos efeitos do Reiki e práticas semelhantes a partir de abril deste ano!

Fonte: http://www.rac.com.br/projetos-rac/correio-escola/107097/2011/11/25...

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Post da Facilitadora Infantil Kim Korpady, do ATCA:

Vamos aumentar a nossa ENERGIA no playroom!
Antes de dirigir-se para a sua sessão no playroom aqui estão algumas idéias que podem ajudar a despertar e rejuvenescer os 3Es. São:
- Vou me conectar (todo momento é uma oportunidade)!
- Vou amar profundamente e com paixão!

- Eu vou expressar a minha alegria para que esta criança possa ver e sentir isso em cada movimento do meu corpo!

- Eu vou acreditar em cada momento, há infinitas possibilidades!

- Vou ver cada olhar, cada som e cada movimento em minha direção como uma montanha enorme que meu filho maravilhoso acabou de subir!

- Eu vou ser persistente sabendo tudo é possível!

- Eu vou me juntar a esta criança fazendo tudo o que ela mais gosta de fazer como uma forma de expressar a minha aceitação!

- Eu vou me animar e celebrar, não porque é a coisa "certa" de fazer, mas porque fico realmente surpresa com tudo o que esta incrível criança faz!


Agora, neste momento você tem a oportunidade de entrar no playroom com seu filho e dar-lhe tudo o que você tem de melhor!

Não há elixir mágico para usar no playroom, mas eu prometo a você que, quando focar nisto tudo que eu compartilhei com você , NÃO EXISTE CANSAÇO, NÃO EXISTE ESGOTAMENTO, NÃO EXISTE DESANIMO , ou qualquer sentimento entediante quando eu estou no play. Quer seja de 6 horas por dia ou 1 hora por dia, meus 3Es (ENERGIA, ENTUSIASMO E EMPOLGAÇÃO) estão comigo e eu fico radiante porque vou me concentrar na CONEXÃO, AMOR, CRENÇA , PERSISTÊNCIA, ACEITAÇÃO,ADMIRAÇÃO e naquilo que É POSSÍVEL dentro do quarto de brincar/playroom junto com o meu doce amigo, O MEU FILHO...A MINHA CRIANÇA...

Muitos pensamentos amorosos para todos...

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Reportagem: Autismo não é retardo mental

"Um indivíduo reservado, agressivo e que não se relaciona com seus pares. É
assim que muitos, ao serem questionados, caracterizariam uma criança
autista. De acordo com o neurologista infantil Hélio van der Linden Júnior,
muitos pontos sobre o transtorno precisam ser esclarecidos perante a
sociedade, para que não haja preconceito com os portadores.
"Autismo não é sinônimo de retardo mental. Muitos p
acientes com espectro autista têm inteligência e desempenho cognitivo
normal, alguns até acima da média", explica o especialista, que coordenou
uma mesa de discussão sobre o tema durante o 25º Congresso Brasileiro de
Neurologia, que aconteceu em Goiânia no início do mês.
Em entrevista ao Escola, o neurologista conceituou o chamado espectro
autista, seus sintomas, causas e tratamento. Ele falou sobre a importância
da escola no diagnóstico e acompanhamento da doença, além das consequências
do Autismo para a vida educacional do indivíduo.
Van der Linden argumentou sobre as chamadas escolas especiais, que em sua
opinião são fundamentais em diversas situações. "Existem casos em que só
essas escolas podem oferecer, de maneira adequada, a atenção especializada
e recursos terapêuticos adaptados à situação daquela criança", esclarece.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Medicamento para autismo e retardo mental


 
Do mural da dra. Geórgia no Facebook
 
"Este é o medicamento que meu marido disse que "NEM QUE EU TENHA QUE ATRAVESSAR O OCEANO ATLÂNTICO À NADO PARA BUSCAR!". Como eu já disse, quando estive agora nos EUA, vi pais e profissionais muito mobilizados e engajados na luta contra este aumento
de proporções epidêmicas nos casos de autismo. O que falta mesmo, como Dr Alysson Muotri falou, é dinheiro para as pesquisas, que, no caso do Arbaclofen, está vindo de uma fundação milionária em que há parentes com x frágil.

Dois dos principais candidatos na corrida para desenvolver medicamentos para o tratamento de retardo mental e do autismo estão unindo forças, na esperança de economizar dinheiro e chegar ao mercado mais cedo. Um acordo, que deverá ser anunciado na terça-feira, vai reunir os recursos da Roche, a gigante farmacêutica suíça, e a Terapêutica Seaside, uma empresa de 30 funcionários, privada, com sede em Cambridge, Massachusetts. Este acordo vai estabelecer “o maior esforço até o momento" na pesquisa de drogas para o autismo,disse antes do anuncio o Dr Luca Santarelli, chefe de neurociência da Roche. 
 
 Os termos financeiros não foram divulgados. Há entusiasmo crescente que as drogas podem ser capazes de aliviar alguns dos problemas comportamentais associados com o autismo e em uma causa particular de autismo e retardo mental conhecida como síndrome do X frágil. Cerca de 100.000 americanos têm a síndrome do X frágil. 
 

Autismo resultaria de pequenas mutações genéticas

Centenas de variações não hereditárias dariam origem ao mal, segundo estudos divulgados nos Estados Unidos

fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/autismo+resultaria+de+pequenas+mutacoes+geneticas/n1597016073273.html

Centenas de pequenas variações genéticas raras, das quais muitas são espontâneas, desempenhariam um papel chave nos casos de autismo, de acordo com estudos publicados na revista científica Neuron.
Os pesquisadores confirmaram assim a hipótese de que muitas destas mutações não seriam hereditárias, mas se manifestariam apenas nos indivíduos afetados.


Eles estudaram os casos de mil famílias, nas quais uma das crianças sofria de autismo e a outra não.
Um dos estudos revelou que nestas famílias, a criança autista tinha um risco quatro vezes maior de sofrer estas mutações genéticas espontâneas em relação a seu irmão ou sua irmã.
As pesquisas também indicam que essas variações genéticas afetavam sobre tudo as sinapses, regiões de comunicação entre os neurônios.

"A diversidade das variações genéticas implica que um tratamento contra uma forma de autismo pode não fazer efeito na maioria dos casos", explica o Dr Michael Wigler, do Cold Spring Harbor Laboratory, principal autor dessas pesquisas.

domingo, 5 de agosto de 2012

“Nasci ouvindo que o autismo não tem cura mas, para mim, isso é um mito”

Brasileiro que reverteu a doença em laboratório diz que tratamento é possível, mas faltam recursos

Pesquisa. O cientista brasileiro Alysson Muotri trabalha em seu laboratório de medicina regenerativa, na Universidade da Califórnia, Estados Unidos, para desvendar o autismo
Foto: Arquivo Pessoal
Pesquisa. O cientista brasileiro Alysson Muotri trabalha em seu laboratório de medicina regenerativa, na Universidade da Califórnia, Estados Unidos, para desvendar o autismo
(Arquivo Pessoal)
Existem no Brasil dois milhões de pessoas diagnosticadas com autismo, segundo estimativas. Nos Estados Unidos, os números são oficiais: a incidência é de uma em cada 88 crianças. Por trás das estatísticas, estão familiares e pacientes, que se esforçam todos os dias para lidar com o transtorno neurológico, que afeta a comunicação, a sociabilidade e o comportamento. Mas que agora enxergam uma luz no fim do microscópio: um jovem cientista brasileiro, Alysson Muotri, de 38 anos, radicado nos Estados Unidos, está surpreendendo o mundo acadêmico com suas pesquisas que desenvolveram neurônios derivados de pacientes autistas e os reverteu ao estado normal. Os resultados do experimento mais recente, de janeiro, estão em fase de revisão e devem ser publicados ainda este ano. Atualmente, uma campanha no Facebook, liderada por pais de crianças com autismo, busca apoio do governo brasileiro às suas pesquisas.

O que o motivou a pesquisar sobre autismo?
A capacidade social humana é única entre as espécies. Pesquisar o autismo e outras síndromes que afetam o lado social é uma forma de ganhar conhecimento sobre a complexidade do cérebro social humano. Foi isso que me motivou a estudar o autismo inicialmente. Hoje em dia, minha motivação vem do potencial da pesquisa em ajudar os pacientes e familiares. Nasci ouvindo que o espectro autista não tem cura, mas, para mim, isso é um mito.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Dilma luta pela criação de um centro de pesquisa sobre autismo

Da coluna da Cristiane Segatto, publicada na Revista Época dessa semana

Raimunda Gonçalves Melo, a Ray, é mineira de Luisburgo, florista, casada com um subtenente do Exército e mora na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro. Nada a caracteriza e a ocupa mais do que ser mãe de Filipe, um rapaz autista de 28 anos.

Filipe nasceu e se desenvolveu normalmente até um ano e meio de idade. Falava muitas palavras e até cantarolava “Boi da Cara Preta”. Nos meses seguintes começou a ficar quieto. Não respondia aos estímulos de palavras e brincadeiras. Não interagia.

Hoje Filipe balbucia poucas palavras, mas se expressa de várias formas. Faz pinturas abstratas em telas de até três metros. Olha o Segundo Caderno, do jornal O Globo, diariamente. Seleciona os filmes que pretende assistir, busca os trailers na internet e decide o programa da família nas noites de terça – o dia em que o ingresso do cinema é mais barato.

Desde que Ray o ensinou a usar o Google, um mundo se abriu. Quando ouve uma música em inglês ou alguém falando a língua estrangeira na TV, Filipe arrisca escrevê-la num papel. E insiste para a mãe ajudá-lo a conferir a grafia na internet. Para espanto de Ray, que não sabe inglês, o garoto quase sempre acerta.
As associações que o cérebro dele é capaz de fazer escapam da compreensão da família. Dia desses, quando viu a vinheta da novela Avenida Brasil, Filipe puxou um papel e escreveu “Avenida Copacabana”.


Atriz americana fala sobre diagnóstico do filho

Vamos começar a trabalhar”, disse a atriz americana Holly Robinson após ouvir o diagnóstico médico de que seu filho era autista

by blogmundoazul
Vamos começar a trabalhar”, disse a atriz americana Holly Robinson após ouvir o diagnóstico médico de que seu filho era autista
Holly Robinson Peete e seu filho autista Rodney James
Ele jogou futebol. Ela estrelou em seriados e filmes. Mas o sucesso no esporte e mundo de entretenimento não poderia preparar Rodney Peete, ex-jogador de futebol americano, e sua esposa, Holly Robinson Peete, cantora e atriz, para a triste verdade que eles estavam prestes a ouvir naquele dia no consultório médico, há quase uma década. Seu filho primogênito, Rodney James, foi diagnosticado com autismo, um distúrbio de desenvolvimento. Segundo o médico, ele poderia ser incapaz de falar ou olhar seus pais nos olhos.

Depois que Rodney e Holly choraram e disseram “Por que nós?”, Holly logo arregaçou as mangas e disse: ‘Vamos começar a trabalhar’, lembra Rodney. “Eu era o oposto. Fiquei com raiva mais do que qualquer outra coisa… eu não gostei de ouvir o que o médico dizia.”
Em sua nova autobiografia, “Not my boy!”, Rodney conta a história de luta de sua família com o diagnóstico de RJ (Rodney James).

Na época, RJ tinha três anos e sua irmã gêmea, Ryan, não apresentou sintomas de Transtorno do Espectro do Autismo.
Rodney em seu livro conta as decepções, frustrações e vitórias que ele e sua família encontraram para lidar com o autismo.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Casos de cura de autismo são mostrados em vídeos

Link: http://www.folhadaregiao.com.br/Materia.php?id=96239


Vídeos que mostram duas crianças que se curaram do autismo por meio do programa Son-Rise serão mostrados nesta terça-feira (5) aos leitores do portal  de notícias da Folha da Região e aos telespectadores do Canal 21.

O programa Son-Rise  é desenvolvido pelo Centro de Tratamento do Autismo na América. Os vídeo estarão disponíveis neste portal e também serão transmitidos no programa Cidade Aberta, do Canal 21 Net Cidade.

O videodocumentário produzido pela BBC dos Estados Unidos, que será exibido pelo programa da Net, por volta das 9h, mostra a história do menino inglês Jordan Broadrick, de 5 anos. Quando seus pais, Jackie e Peter Broadrick, conheceram o programa Son-Rise, desenvolvido nos EUA, o levaram imediatamente para a América. Um tempo depois, Jordan demonstrou um próspero desenvolvimento e se curou do autismo. A duração do videodocumentário é de quase uma hora.

Com duração de aproximadamente 20 minutos, o vídeo divulgado no portal segue a mesma linha. Kyle Westphal tinha dois anos quando foi diagnosticado o autismo. Hoje, com dez anos, ele está curado e ensina os pais do mundo inteiro, por meio do vídeo, a cuidarem de seus filhos.

Os dois vídeos estão em um DVD cedido pela facilitadora do programa Son-Rise, Mariana Tolezani, que esteve em Araçatuba na última semana e cedeu o material para a Folha da Região divulgá-lo.









sexta-feira, 27 de julho de 2012

"Autismo: quem ama educa" - coluna da Viviane Damasceno


Tenho certeza que Içami Tiba não vai me cobrar direitos autorais por utilizar o título de seu Best Seller na construção do título de minha humilde coluna. Faço isso movida pelo meu desejo de chamar a atenção de todos que amam e, sobretudo, daqueles que se preocupam na educação com amor.
A educação é a grande porta para a inclusão social. Essa verdade vale também para o autista.
Dia 2 de abril, é o Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo, data instituída pela ONU em dezembro de 2007, na busca de esclarecer e alertar a importância do diagnóstico e intervenção precoce.

Ouço tanto falar em inclusão social, do poder da educação e em como as pessoas portadoras de necessidades especiais devem ser acolhidas em nosso meio. Vejo que várias escolas estão se preparando (?) para receber tais pessoas. Noto algumas rampas, elevadores, corrimãos, banheiros exclusivos, enfim, alguma diferença na estrutura física. Porém, de acordo com a lei, não pode haver salas de aula exclusivas.

Conversando com Rita Brasil, diretora do AMA, fiquei sabendo que a didática que serve para várias síndromes não serve para o autista. Por isso a dificuldade em instituições como o Pestalozzi e Irmã Dulce. Este necessita não apenas de uma didática exclusiva, mas de uma instituição também exclusiva nos primeiros anos de desenvolvimento.
Um autista para aprender, necessitará por anos a fio, de um (a) professor (a) exclusivo (a) lhe ensinando cada saliência dos objetos e cada curva e reta na formação de uma única letra. Como já mencionei, este profissional precisa ser preparado num curso efetivo para a educação de autistas. Ele vai ensinar, entre tantas coisas, o básico para uma mínima autonomia como sentar, comer, ir ao banheiro etc.