domingo, 29 de janeiro de 2012

Sugestão de atividades para estimular a criança


Do site
http://crecheescolamaremar.blog.terra.com.br/2010/03/07/sugestoes-de-atividades-para-bercario-maternal-i-e-ii/

Atividades para bebês de 0 a 3 anos

Sempre é bom lembrarmos, que o educador, ao ensinar tarefas de trabalhos manuais para as criancinhas deve procurar deixá-las experimentar fazerem suas tarefas sozinhas, mas sem forçá-las. É preciso, naturalmente observá-las convenientemente, pois gostam de colocar tudo na boca. Especialmente quando trabalharem com balões, algodão, jornais ou materiais pequeninos nunca as perca de vista. Não espere delas super e geniais idéias e resultados. Quanto mais elas experimentarem trabalhar sozinhas, mais criativas serão. Cada uma delas possui um ritmo próprio para fazer suas tarefas.
Repetição também é importante para as crianças, mesmo quando para você se torna monótono fazê-lo. Se você, depois de umas duas semanas repetir a tarefa proposta, colocando-lhes o mesmo material para elas trabalharem vai ficar surpreso de ver o progresso que elas conquistaram. A seguir apresentar-lhes-emos algumas idéias que podem ser desenvolvidas nas aulas junto às crianças pequeninas de até 3 anos de idade.
ALGUMAS SUGESTÕES PRÁTICAS:
1)- Luva com sininhos:
Adquira uma luva de malha ou lã e pregue em cada dedo pequenos sinos. Se preferir enfeite cada dedo com uma carinha que poderá ser pintada ou bordada. Se quiser aplique pedacinhos de lã para imitar cabelos. Com essa luva você pode iniciar as aulas saudando as crianças como se cada dedo tivesse um nome ou para outras brincadeiras de saudação à turma. Você pode também colar outros materiais nas bordas da luva: arroz, castanhas, etc.
Existem músicas infantis que expressam o movimento com as mãos. Por exemplo:
“Os dedinhos” (cantora Eliana)
2)- Locais para aventuras com bebês:
São muitos os meios de se proporcionar aventuras para bebês que estão engatinhando. Por exemplo: túnel para bebês- feito com papelões grandes, diferentes bolas e almofadas, bóias, animais de plástico para soprar, “João Bobo”, balões de ar, colchas, etc.
Na primeira vez deixe as próprias crianças experimentarem as possibilidades de brincar com os materiais ao seu dispor. Quando elas não souberem o que fazer, mostre-as antes como podem brincar. Engatinhar dentro do túnel, brincar com os balões, construir torres com os travesseiros e almofadas, etc.
No início esse material todo é naturalmente excessivo. Talvez seja melhor começar apenas com os papelões por no máximo 1 hora e no próximo instante com os balões, etc.
3)- Piscinas para bebês:
Para cada grupo de crianças é bom que se tenha aproximadamente duas piscinas de borracha ou plástico. Você pode enchê-las com balões, jornais (você vai ver que logos elas irão rasgá-los entusiasmadamente). O algodão presta-se também para encher a piscina. Folhas de papel manteiga fazem também ruídos maravilhosos quando são amarrotados.
Outros materiais podem enchê-las: folhas secas, palha, etc.
Interessou-se pelo assunto? Quer mais sugestões de atividades práticas para esta faixa-etária?
É fácil!
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ATIVIDADES PARA BERÇÁRIOS
Sugestões de atividades e estímulos para o berçário
"O adulto precisa apresentar o mundo"
. Chocalho com garrafa peti, copo de iogurte, yakut…
. Saquinhos de cheiro feito com tnt algodão e vários aromas.
. Bolinhas de cheirinho feito com meia calça
. Caixa supresa, encapada e com um buraco para caber a mãozinha do bebê.
. Tampas de Nescau com figuras.
. Cds com figuras, furado e usado como móbile.
. Abrir uma caixa de papelão e fazer uma casa, ou um carro.
. Janelinhas das sensações.
. Cd com cantigas com voz de criança, músicas clássicas.
. Sagu com anelina dentro de peti, pode usar também gliter, lantejoula…
. Varal das sensações.
. Cestos dos tesouros.
. Pendulo com bola e elástico colado no teto.
. Soprar ( canudo grosso), fazer bolhas ensinar a criança a respirar pelo nariz( variar com gelatina colorida).
Esconde-Esconde (para bebês)

Cadê o ursinho? Ele sumiu, mas não é para sempre.
_ IDADE A partir de 6 meses.
_ O QUE DESENVOLVE Noção de que as pessoas e os objetos continuam existindo mesmo quando saem do campo de visão.
_ COMO BRINCAR Se esconda atrás de uma porta ou de algum objeto grande e chame o bebê, fazendo com que ele procure você. Apareça novamente. Cubra a sua cabeça com um pano e chame a criança pelo nome. Depois de alguns segundos, retire o pano. Esconda um objeto que o bebê goste, como um ursinho, e pergunte: "Cadê o ursinho? Onde ele está?" Incentive a criança a procurá-lo. Depois, mostre o objeto. Essa atividade ajuda a criança a compreender a ausência dos pais quando eles saem, por exemplo, para trabalhar.

Encaixes (para bebês)

Uma caixa dentro da outra e o bebê aprende o que é grande, pequeno, leve e pesado.
_ IDADE A partir de 6 meses.
_ O QUE DESENVOLVE Noção de tamanho e de peso.
_ BRINQUEDO Caixas de papelão e potes plásticos de vários tamanhos e formatos.
_ COMO BRINCAR Coloque um pote dentro do outro, mostrando que o menor cabe dentro do maior. Vire os potinhos de ponta-cabeça e coloque um sobre o outro até formar uma torre. Deixe a criança brincar à vontade com os potes e colocar as mãozinhas dentro deles. Quando ela pegar um pote sozinha ou dois deles (um dentro do outro), vai perceber a diferença de peso.
Você pode fazer: Monte cubos de diferentes tamanhos com caixas de leite. Recorte o papelão e emende as laterais com fita crepe. Depois, pinte.

Cores (para bebês)

Blocos de espuma azuis e vermelhos… Um em cima do outro e, de repente, todos no chão!
_ IDADE A partir de 3 meses.
_ O QUE DESENVOLVE Coordenação motora e a visão, que começa a ficar mais nítida a partir do terceiro mês.
_ BRINQUEDO Blocos coloridos de espuma.
_ COMO BRINCAR Movimente os blocos, coloque uns sobre os outros.
Deixe a criança segurá-los e derrubá-los.
_ ESTE VOCÊ FAZ Corte o fundo de duas garrafas PET transparentes e coloque papel crepom picado, de diferentes cores e tamanhos, dentro desses recipientes.
Junte um ao outro com fita adesiva. Também é possível usar água, óleo e purpurina. Utilize vasilhames de diferentes tamanhos para que o bebê perceba que sua mão envolve o objeto de várias maneiras.

ATIVIDADES COM CRIANÇAS DE 2 a 3 ANOS
As crianças de 2 anos são muito alegres e quando possuem um lápis e um papel se divertem bastante.Nesta idade, porém os lápis devem ser estreitos.

Em torno de 3 anos as crianças podem também apontar os lápis. Mas tome cuidado na hora de comprar os lápis e giz, de forma que não contenham elementos danosos para a saude. As crianças gostam de desenhar e pintar, como tambem mostrar suas criações para pais e conhecidos.

As tintas de dedo são as preferidos das maiorezinhas. Com as mãos sobre o papel estao prontas para pintar com muita alegria. Papéis mais grossos são os indicados, como também maiores.

Gostam tambem de construir suas próprias casinhas. Feitas de caixa de papelão com portas e janelas de abrir e fechar. Os móveis também podem ser construídos com caixinhas. Elas mesmas podem pintá-las.
As crianças podem fazer colares de diversos materiais. Como modelar formas para pintá-las depois.
No segundo ano de vida podem também começar a cantar. Cantem juntos! Elas aprendem rapidamente.

De às crianças instrumentos musicais simples e fáceis de fazer manualmente. Esses podem ser uma tampa de panela, uma colher que proporciona ritmos como também os instrumentos ritmicos industrializados: xilofone, tambor, piano elétrico.
Desenvolvimento da fala
Com brinquedos simples o desenvolvimento das crianças pode ser estimulado. Pode-se sempre perguntar: “Onde está…?” com essa indagação feitas sobre diversos materiais e móveis existentes na sala, ou em um livro, você ajuda a elas a aprender o nome dos objetos de entorno e a conhecer o mundo à sua volta.
Ainda que a criança não compreenda o sentido da palavra ela apreende o sentido da língua, coisas e relações observando e vivenciando.
Quando a criança observar uma máquina de lavar roupas, por ex., você pode esclarecê-la como você faz para lavar roupa. Ponha o sabão em pó, mostre que fecha a tampa, que liga a máquina, que depois a máquina enche de água, que ela bate a roupa, enche-se de espuma, etc.

Quando a máquina parar de funcionar, mostre à ela que a roupa está úmida e limpinha, que você agora irá dependurá-la para secar.
Como outra brincadeira , você pode apontar perguntar-lhe:- Aonde está seu nariz?
… Sua orelha… sua cabeça… seu braço… sua boca? E assim ela vai aprender brincando.


Nessa idade um bom brinquedo para a criança é um livro de capa e folhas duras. Ali elas podem folhear, sentir e você pode esclarece-las sobre cada figurinha que esteja ali.
Para que a linguagem se desenvolva converse com ela e deixe que ela tenha contato com outras crianças. Logo verá como falará mais e cada dia mais corretamente. Conte historinhas para elas. Gostarão de ouvir e pedirão que repita-as. Você verá que um dia elas já terã até mesmo decorado a estorinha e quando você a contar ela a irá complementar.
Um bichinho de pelúcia, pano, uma bola colorida ou briquedos de plástico de montar. Mostre como devem fazer e elas o farão.
ATIVIDADES CRIATIVAS COM CRIANÇAS PEQUENINAS
até 4 anos

É muito importante, na primeira vez que que as crianças procurem trabalhar sozinhas, no entanto, sem que sejam forçadas a isso. Você, naturalmente precisa estar de olho nelas, pois gostam de por coisas na boca. Especialmente quando trabalharem com balões, algodão, jornais e peças pequeninas. Não espere uma super-produção ou que os trabalhos sejam perfeitos e com bom acabamento.

Ao praticarem atividades criativas, cada vez mais exercitando a coordenação motora, você verá que elas irão aprimorando suas técnicas e resultado final do que criarem.
A repetição de atividades é também muito importante para as crianças. O que para um adulto pode parecer repetitivo, para as crianças é sempre uma aventura e encontram novidades para experenciar.

Experimente, depois de duas semanas que apresentou determinada atividade, colocar à disposição das crianças o mesmo tipo de material que já aplicou anteriormente e verá quanto progresso elas demonstrarão realizar.
Uma idéia para crianças que engatinham
Se você sabe tricotar, faça uma luva, se não adquira uma e pregue nas extremidades de cada dedo um pequeno sininho! Você poderá também desenhar uma carinha nos dedos e se quiser mais costure lã que será o cabelinho das carinhas. Elas adorarão!
Aventuras para crianças pequeninas
Um túnel para as crianças engatinharem por dentro pode ser feito com papelões grandes, cartolinas, diferentes tipos de tapetes, diferentes tipos de travesseiros e bolas, bóias de soprar ou animaizinhos, balões, colchas e almofadados. Experimente você primeiro mostrar para elas como devem agir para brincarem e elas aprenderão rápido. Engatinhar embaixo do túnel, brincar com balões, construir torres com travesseiros, etc.
Para o início a utilização de materiais em abundâncias talvez seja exagerada. Comece talvez com alguns papelões e depois ofereça-lhes apenas balões, etc. Uma brincadeira de cada vez.

Crianças exercitando-se na sala
Preste atenção com as brincadeiras das crianças, é sempre bom ter um colchão de ginástica ou uma colcha almofadada para que as crianças possam brincar e exercitarem se ali.
Bacia ou piscina de plástico
Para cada grupo de crianças duas piscininhas de plástico seria o ideal. Você poderá enchê-la com balões de soprar (meio murchos para não estourarem), jornais (as crianças adoram rasgá-los), algodão (de boa qualidade- para sentarem-se em cima e sentirem a textura macia). Papéis manteiga fazem um barulho agradável de se ouvir, quando se é amassado. Observando-as sempre para que não engulam objetos indesejáveis.
No outono é possível encontrar materiais como: castanhas, folhas, que também podem estar nessa pequena piscina, para que as crianças entrem dentro e desenvolvam seus sentidos.
Quando o tempo estiver quente, pode-se colocar essa piscina fora e enchê-la de água. Ponha dentro potinhos vazios de iogurte, colheres de plátstico, baldinhos e deixe-as brincar ali. Observando-as sempre.
Música com materiais de casa.
Caixa de ovos, latas de bebida, colheres, pauzinhos ou hastes de madeira, etc. podem transformar-se em instrumentos musicais. Use a criatividade!
Enchendo objetos
Dê para as crianças diferentes latinhas, copos de iogurte vazios, papelões, garrafas de plástico, etc. Elas poderão encher esses objetos com areia, e no verão brincar fora ou também utilizando água. Comece você mesmo demonstrando como se pode construir uma torre, uma montanha, etc com areia, logo elas estarão fazendo o mesmo.
Conhecendo as formas
Recorte nas caixas de papelão (de produtos caseiros) ou caixas de sapato diferentes formas: círculo, triangulo, retangulo, etc.
Dê para as crianças cortiça, bloquinhos de madeira para montar, pedaços de papéis grossos e peça-as para que as coloquem nos buraquinhos (de diferentes formas) das caixas.
Rolos de papel higiênico
Dê a elas alguns rolos de papel higiênico vazios ou rolos de papel de cozinha e elas poderão brincar com eles, fazendo-os rolar, apertando-os, o mais forte consegue até rasgá-os, podem também pisar em cima !
Se as crianças forem um pouco maiorzinhas já podem pintar os rolos com tinta de dedo ou ainda colar papéizinhos coloridos que podem ser rasgados em cima
Saquinhos recheados
Uma coisa que pode ser feita rapidamente é fazer saquinhos de pano recheados ou mesmo luvas laváveis recheadas.
Encha-as com algodão, arroz, ervilha seca, castanhas, ponha sininhos em cada dedo da luva, etc. As crianças dessa idade gostam de sentir o tato e escutar o som que os objetos produzem.
Painéis de textura
Numa cartolina cole uma lixa de papel, folha de alumínio, tecido, algodão, botões, cortiça, formando dois painís. Deixem as crianças sentir as diferentes texturas.
Você pode escondê-las sobre um pano e as crianças maiorezinhas poderão pelo tato adivinhar de qual painél se trata.

Cobra de pano
Costure uma cobra comprida, feita de retalhos de tecido e encha-as com algodão. As crianças irão gostar muito de apalpá-la com a mão. Voce poderá utilizar outros materiais para enche-la.
Recipiente de filme
Você poderá também encher um potinho de plastico desses de filme fotográfico com ervilhas secas, arroz, sininhos, pedrinhas. Depois, é só fechar bem e para segurança lacre-a com auxilio de fita isolante ou crepe.
Papelão
Pode-se pintar um papelão com tintas de dedo.
Uma caixa de papelão pode virar uma casinha. É só cortar as portas e janelas. Claro que essa caixa deverá ser grande.
Com papelão a criança maiorzinha poderá ensaiar recortes (com tesoura sem ponta) e poderá fazer estrelas, ovos de páscoa ( para servirem de móbiles após serem pintados), etc.
Lembre-se que quando elas trabalharem com tinta de dedo, devem usar uma roupa velha ou um avental e o chão ou mesa devem estar protegidos com jornal.
Aprendendo a guardar os brinquedos
Deixe as crianças guardar os brinquedos que utilizaram na aula. Elas podem pô-los em uma caixa de papelão vazia. Podem por: bolas de papel, algodão, bolinhas, etc. Quando tudo estiver dentro todo mundo canta uma musica e se houver tempo coloca-se tudo no chão novamente e de novo começam a guardar e depois a cantar.
Espelho de papel alumínio
Você pode colar uma folha de papel aluminio no chão para que as crianças ao engatinhar olhem para seu reflexo. Os pequeninos gostam de se mirar no espelho..
Travesseiros de balões
Com uma colcha de face dupla, dessas que se colocam um estofado dentro você pode fazer um grande travesseiro de balões. É só colacar nas colchas diversosbalões de ar (meio vazios para que não estourem) e então as crianças poderão engatinhar e rolar por cima.
Brincadeira na areia
Quando estiverem fora, dê à crianças forminhas, regadores, água e colheres e deixe-as brincar à vontade.
Rasgar e colar
Deixe as crianças rasgarem diferentes tipos de papéis: Jornais, papéis transparentes, coloridos, dourados e depois colarem sobre uma cartolina ou papél..
Tecido e lã
Colar restos de tecidos de diferentes formas e tamanhos. Para se colar lã é necessário uma destreza maior, pois a criança precisará firmá-la com a ajuda outros dedos para que se fixe no papel.
Caixas de ovos vazias
São também boas para que as crianças as rasgem ou para ser utilizada na confecção de papel maché – que serve-se como ótimo recurso para fazer brinquedos diversos: galinhas, frutas, máscaras, etc.
As crianças também poderão brincar de colocar materiais dentro da caixinha de ovos: papéis amassados, cortiças, etc. Tome porém, cuidado para que não levem objetos pequenos na boca.
Rasgar e cortar
Catálogos velhos ou jornais podem ser um ótimo material para que as crianças brinquem de rasgar . Quando são maiores podem exercitar-se em cortar as figuras. (lembre-se com tesoura sem ponta)
Areia e cola
A areia pode ser muuito bem misturada com a cola, com isso aplicar essa mistura em latinhas e em cima enfeitar com conchinhas do mar, etc.
Navio de puxar
Com uma caixa de ovos podemos contruir um navio de puxar. Com isso as crianças podem pintá-lo com tinta de dedo . Ponha um barbante em uma extremidade e o barquinho está pronto.
Colar de macarrão
Com um cordão e vários macarrõezinhos é possivel fazer um colarzinho! As maiorezinhas treinarão sua coordenação motora e adorarão o resultado final.
Esconde-esconde na Banheira

Como vamos precisar de um personagem fictício para descrever nossa atividade, Este será uma menina que vai se chamar Vitória.
Vitória está em sua banheira batendo na água com as duas mãos. Sua Mãe ou Pai, está sentado ao lado da banheira, cuidando de sua segurança.
"Vitória, Vitória," se diz enquanto se pega uma toalha de banho.
"Você está pronta para nossa brincadeira especial?"
Vitória olha para cima e vê o sorriso estampado no rosto do adulto ali presente. Ela sorri para ele e dá uma gargalhada.
Ele diz: "Vamos brincar de Cadê-você," e coloca a toalha na frente do seu rosto, de modo a escondê-lo dela.
Vitória estende a mão e toca no alto da cabeça dele.
O adulto diz, "Cadê-você, Vitória, não consigo ver você."
Ele baixa um pouco a toalha de modo que seus olhos fiquem à vista. Vitória dá um grito de alegria.
Ele cobre seus olhos outra vez e diz, "Cadê-você, Vitória… ainda não consigo ver você."
O Adulto pega a toalha e leva na direção dela dizendo, "Agora é sua vez Vitória."
Ela pega a toalha e coloca-a na frente do seu próprio rosto, imitando-o.
O adulto então dirá: "Onde está Vitória?"
Vitória derruba a toalha na banheira deixando-se ver, e bate com as mãos agitando a água. Ela balbucia para o adulto: "Dadadada. Dabababa."
Ele diz, "Acho que você está dizendo que está cansada de brincar de Esconde-esconde. Vamos brincar com seu Patinho e sua esponja?"
Como muitos bebês, Vitória está aprendendo sobre linguagem, da seguinte forma:
• Ela sabe que é divertido brincar com outra pessoa.
• Ela levanta os olhos quando o adulto diz o seu nome.
• Ela sorri quando o adulto sorri para ela.
Eis como o responsável pela criança, ajuda no desenvolvimento de sua linguagem:
• Falando com ela durante uma atividade diária - Que pode ser A hora do banho;
• Dizendo seu nome várias vezes, de modo que ela se familiarize com o mesmo e aprenda a reconhecê-lo quando alguém o pronunciar;
• Repetindo várias vezes a brincadeira, e então encorajando ela quando diz, "agora é a sua vez de jogar!"
• Respondendo aos seus balbucios como se soubesse o que ela está dizendo.





Amigo Fantoche *

Conforme a visão do bebê melhora, ele passa a ver claramente objetos a distâncias maiores. Para trabalhar sua capacidade de focalizar e de rastrear, tenha um fantoche à mão na hora da comida, da troca da fralda ou da brincadeira.
Materiais:
• Meia branca limpa
• Canetas hidrocor
• Desenvolvimento da linguagem
• Interação social
• Acuidade visual

Modo de fazer:
1. Compre um par de meias brancas, grandes o suficiente para caber em suas mãos.
2. Use as canetas hidrocor para desenhar olhos, sobrancelhas, nariz e ouvidos nos “dedões” das meias. Use a parte dos calcanhares para desenhar a boca e a língua vermelha.
3. Coloque o bebê no colo, na mesa de trocar ou na cadeirinha.
4. Coloque um dos fantoches feitos de meia na sua mão e comece a cantar, recitar versinhos ou apenas conversar. Coloque o segundo fantoche na outra mão para uma diversão dobrada.
Segurança: Não deixe o bebê chupar a meia, pois a tinta pode sair.
Rolando *
 
Um bebê precisa de meses para obter controle absoluto sobre os seus movimentos, mas você poderá ajudá-lo nessas primeiras semanas brincando de Rolando. Por volta dos 4 ou 6 meses, os bebês já conseguem girar sobre seus corpos.

Materiais:
• Cobertor ou toalha macia
• Superfície macia no chão
• Direção
• Locomoção
• Controle motor
Modo de fazer:
1. Coloque um cobertor ou uma toalha macia sobre uma superfície também macia.
2. Deite o bebê com a barriguinha para baixo sobre o cobertor.
3. Pegue um dos lados do cobertor e levante-o devagar, fazendo com que o bebê se incline para um dos lados.
4. Continue rolando suavemente o bebê e conversando com ele no processo. Use as suas mãos para apoiá-lo conforme ele se vira.
5. Quando o bebê tiver rolado completamente, mostre-lhe a sua alegria.
6. Repita até que o bebê se canse da brincadeira.
Segurança: Certifique-se de fazer movimentos lentos e de manter as mãos no bebê para que ele não role rápido demais e se machuque.
Chapéu Divertido *

Quando você introduzir o jogo Chapéu Divertido, seu bebê estará quase acostumado a reconhecer rostos. Você não conseguirá enganá-lo por muito mais tempo, mas ele se divertirá tirando e colocando o chapéu de volta.

Materiais:
• Variedade de chapéus
• Cadeirinha para crianças
• Sua cabeça e suas mãos
• Causa e efeito
• Lidando com a ansiedade causada pelo novo
• Constância do objeto (um objeto permanece o mesmo, ainda que alterado)
• Interação social
Modo de fazer:
1. Pegue os vários chapéus da casa ou compre alguns chapéus baratos em lojas baratas ou especializadas em festas. Procure incluir bonés, toucas de lã, chapéus de bombeiro, de palhaço, de cozinheiro, uma boina, chapéus que cubram as orelhas, ou um chapéu chique com penas de aves. (Não inclua máscaras no jogo, elas tendem a assustar bebês pequeninos.)
2. Coloque o bebê em sua cadeirinha e coloque a cadeirinha no chão. Sente-se em frente dele.
3. Coloque o primeiro chapéu em sua cabeça e faça uma cara engraçada, ao mesmo tempo em que diz alguma coisa interessante, tal como, “Olhe para mim!” ou “Veja, eu sou um bombeiro!”
4. Incline-se para o bebê para que ele consiga segurar e tirar o chapéu, ou tire você mesma.
5. Repita várias vezes com o mesmo chapéu antes de pegar outro.
Segurança: Algumas vezes, os bebês se assustam quando a aparência das pessoas muda. Se o bebê começar a ficar assustado, coloque e tire o chapéu rapidamente e mostre que você ainda é a Mamãe/Papai. Se ele continuar assustado, deixe para fazer o jogo mais tarde, em outra ocasião.
Abra e Feche *
Durante vários meses, após o nascimento do bebê, ele tem o reflexo de agarrar objetos com a palma da mão, mas apresenta dificuldade para soltá-los. Esse jogo ajudará os bebês a conseguirem total controle das mãos e do reflexo de agarrar.
Materiais:
• Brinquedos de tamanho médio, fáceis de serem agarrados pelo bebê, tais como chocalhos, bichinhos de pelúcia, mordedores, blocos, e assim por diante.
• Mesa ou cadeirão
• Agarrando e soltando
•Desenvolvimento motor fino
• Controle fino dos músculos
Modo de fazer:
1. Pegue vários brinquedos que possam ser agarrados e que caibam nas mãos do bebê.
2. Coloque o bebê no seu colo, perto da mesa ou do cadeirão.
3. Coloque um brinquedo perto do bebê, de modo que ele precise se esticar um pouquinho para alcançá-lo.
4. Estimule-o a pegar o brinquedo.
5. Depois de ele ter conseguido pegar o brinquedo e de ter se divertido um pouquinho, separe os dedinhos gentilmente e retire o brinquedo.
6. Coloque o brinquedo de volta na mesa.
7. Enquanto as mãos do bebê estão livres, cante a seguinte canção ao mesmo tempo em que abre, fecha e bate palmas com as mãozinhas.
Abra e Feche
Abra e feche, abra e feche,
Bata uma palminha!
Abra e feche, abra e feche
Coloque no colinho!
Segurança: Já que, com certeza, nessa fase os bebês levam à boca todos os brinquedos, certifique-se de que os brinquedos estejam limpos e não tenham nenhuma ponta afiada ou partes pequenas que possam se soltar e fazer com que ele engasgue.

Serra-Serrador *

Em breve, o bebê perderá dois dos reflexos que tinha à época do nascimento – o reflexo de agarrar e o “reflexo de boneca” (ou seja, abrir os olhos quando se senta) – e ganhará maior controle de seus movimentos. Enquanto ainda os tem, brinque com ele de Serra-Serrador para aproveitar esses reflexos!
Materiais:
• Superfície macia e não escorregadia
• Suas mãos
• Antecipação e surpresa
• Agarrar
• Controle da cabeça e do pescoço
• Interação social
Modo de fazer:
1. Deite o bebê em uma superfície macia e não escorregadia, um carpete, por exemplo.
2. Sente-se de frente para ele, perto dos seus pezinhos.
3. Coloque os polegares nas palmas das mãos do bebê e deixe que ele os agarre. Conforme ele segura os polegares, “enrole” seus dedos ao redor da parte de trás das mãos do bebê.
4. Bem devagarzinho, puxe o bebê até que ele esteja sentado e cante: “Serra-Serrador”.
5. Dê um tempinho para o bebê apreciar a sua expressão de felicidade e para aproveitar a brincadeira, depois, recomece.

Segurança: Certifique-se de segurar firmemente as mão do bebê para o caso de ele largá-las. Faça os movimentos vagarosamente para não machucar o pescoçinho dele.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA O MATERNAL I
• Manusear livros de histórias ( pano ou de plástico).
• Manusear revista e revistas infantis
• Histórias à vista das gravuras do livro ( histórias pequenas).
• Histórias contadas pelo educador com o apoio de fantoches.
• Fazer o reconto das histórias lidas ( professor)
• Apresentar papéis de diferentes texturas para a criança amassar, rasgar, embolar.
• Colocar nome no escaninho pessoal, o nome do aluno e mostrar-lhe
• Oferecer canetas, lápis colorido, giz de cera e deixa-la rabiscar livremente.
• Cantar ou recitar parlendas, poesias, músicas ou quadras, dando estímulos para que a criança antecipe ações. EX.: parabéns pra você. Espera-se que a criança bata palmas logo que comece a canção.
• Solicitar à criança que antecipe gestos e ações as atividades de rotina do dia. EX.: Apanhar a lancheira na hora da merenda.
• Ajudar o aluno a identificar objetos e figuras de pessoas conhecidas.
• Trabalhar diariamente os combinados com o apoio dos fantoches.
• Registrar a rotina no quadro.
• Oferecer encartes ou cartão com rótulos de produtos diversos para que a criança identifique.
• Brincar de empilhar caixas vazias de embalagens diversas.
• Recitar parlendas, quadras ou poemas nos deslocamentos feitos na escola.
• Imitar sons e gestos sugeridos por um modelo.
• Soltar objetos dentro de uma caixa.
• Soltar e pegar no ar sem deixar cair pena, algodão, papel picado.
• Empurrar caixas de vários tamanhos com os pés.
• Enfileirar blocos, embalagens, caixas, etc.
• Saltar pequenos obstáculos.
• Bater bola no chão e agarrar em seguida.
• Encaixar blocos
• Encaixar blocos em orifícios diversos.
• Solicitar a criança em diferentes situações que atenda a ordens simples como pegar um brinquedo, ninar a boneca, pega o lápis, etc.
• Contar e ler histórias diariamente (pode repetir a história).
• Estimular à criança a lembrar atividades não rotineiras. EX.: após um passeio ou um filme assistido que nomeie as coisas que viu.
• Rasgar folhas de revistas e tentar unir os pedaços reconstruindo as figuras.
• Brincar de esconder objetos à vista da criança, solicitando em seguida que ela encontre.
• Brincar de dar passos grandes e pequenos, para que ela adquira as noções de dimensão espacial em relação ao próprio corpo.
• Oferecer cubos diversos para fazer “torres e fileiras”.
• Colocar as crianças em frente ao espelho, pedindo que mostre algumas partes de seu corpo.
• Fazê-la sentir necessidade de pedir o que deseja, dizendo o nome não apenas apontando.
• Pedir que diga seu próprio nome ou apelido.
• Oferecer jogos de encaixe diversos e deixá-la brincar livremente.
• Brincar com a criança de jogos de encaixar, montar, desmontar, derrubar, etc.
• Fornecer a variedade de materiais que estimulem os diferentes sentidos (visão audição, tato, etc.) permitindo intensa manipulação.
• Oferecer lápis de diferentes tipos de papel para que rabisque, não levando em conta seu tipo de expressão.
• Valorizá-las nas suas recém adquiridas habilidades.
• Assistir programas ou desenhos infantis selecionados na televisão.
• Incentivar o aluno a desenvolver hábitos de higiene. EX.: lavar e secas as mãos antes de se alimentar, escovar dentes, etc.
• Brincar de entrar dentro de caixas de papelão.
• Apresentar a ficha ou crachá com nome próprio e nomeá-lo para a criança
• Levar a criança a imitar a voz dos personagens das histórias trabalhadas.
• Levar a criança a identificar figuras e objetos familiares e pessoas, inclusive a si mesma.
• Incentivar a criança a destampar caixas diversas, para procurar o que tem dentro.
MATERIAIS QUE PODEM SER USADOS

• Jogos de borracha ou plástico desmontáveis.
• Brinquedos representativos de sua realidade (carrinhos, panelinhas, bonecas, bichinhos, etc.).
• Blocos diversos para montar.
• Cubos de diversos tamanhos.
• Lápis de cera, giz, pincéis, tintas, lápis de cor, etc.
• Espelho grande na parede.
• Brinquedos sonoros.
• Caixas com orifícios.
• Embalagens diversas, vazias.
• Fantoches.
• Bolas, bonecas, brinquedos para brincar de casinha.
• Caixas de papelão de vários tamanhos.
• Regador, brinquedos de puxar.
• Copos de plástico e potes de iogurte.
• Fichas com o nome dos alunos.
• Argolas coloridas.
• Potes, garrafas, latas fechadas, contendo dentro materiais diversos (areia, arroz, feijão, milho, etc.)
• Brinquedos coloridos e sonoros.
• Instrumentos musicais.
• Painéis com vários estímulos para exploração.
• Papeis coloridos de texturas variadas.
• Revistas e revistas infantis.
• Massa plástica, lixas, etc.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA O MATERNAL II
TODAS AS ATIVIDADES DO MATERNAL I E AINDA:

• Oferecer revistas com figuras diversas, tanto conhecidas como novas ampliando seu conhecimento.
• Identificar objetos e animais incompletos, solicitando que identifique a figura como um todo.
• Rasgar folhas de revista e tentar juntar reconstruindo a figura.
• Fazer a chamada utilizando a ficha com o nome próprio permitindo que a criança reconheça o seu nome no conjunto dos demais.
• Oferecer livros ilustrados com pequenas histórias para as crianças manusearem.
• Brincar com a criança associando o som ao conceito do objeto. EX.: Miau para o gato, piu piu para o pintinho, e au au para o cachorro, etc.
• Oferecer objetos concretos, estimulando-os a discriminá-los.
• Oferecer embalagens vazias para que a criança possa empilhar, enfileirar ou brincar livremente.
• Mostrar o livro de história após Ter lido, solicitando que aponte personagens.
• Proporcionar oportunidades de ouvir músicas clássicas e populares.
• Memorizar pequenos trechos de poemas, parlendas ou canções.
• Oferecer caixas de diversos tamanhos e formas, para a criança enfileirar para a menor ou encaixar uma dentro da outra.
• Oferecer lápis de cor, canetas, giz de cera, giz colorido e papéis diversos para a criança rabiscar livremente, sem levar em conta a grafia do trabalho.
• Oferecer giz colorido para rabiscar no chão, no pátio e no quadro.
• Estabelecer e ler os combinados com a turma.
• Permitir que ela faça o reconto de pequenos trechos das histórias contadas pelo educador.
• Interagir com as crianças na hora da alimentação, dizendo o nome dos alimentos que lhes são oferecidos.
• Manusear revistas infantis e identificar alguns personagens.
• Rasgar, amassar, jornais e folhas de revistas, em seguida amassá-los.
• Brincar com corda passando por cima e por baixo da mesma.
• Cantar acompanhando o ritmo com instrumentos ou objetos que produzem sons.
• Percorrer linhas diversas desenhadas no chão ( retas, curvas, sinuosas, etc.).
• Imitar sons, gestos sugeridos por um modelo.

MATERIAIS PARA O MATERNAL II
TODOS OS USADOS NO MATERNAL I E MAIS:

• Jogos diversos de montar e desmontar.
• Jogos de madeira e plásticos desmontáveis.
• Massa de modelar e argila.
• Tinta guache, aquarela, tinta de dedo, etc.
• Materiais representativos da realidade: bonecas, carrinhos, panelinhas, telefone, espelho, banquetas, bolsas, etc.
• Bolas de diversos tamanhos e cores.
• Casinha de boneca, corda.
• Jogos simples de completar figuras.
• Caixas de papelão de variados tamanhos.
• Quebra cabeça simples.



SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA O BERÇÁRIO
 
• Manusear livros de histórias ( pano ou de plástico).
• Manusear revista e revistas infantis
• Histórias à vista das gravuras do livro ( histórias pequenas).
• Histórias contadas pelo educador com o apoio de fantoches.
• Fazer o reconto das histórias lidas ( professor)
• Apresentar papéis de diferentes texturas para a criança amassar, rasgar, embolar.
• Colocar nome no escaninho pessoal, o nome do aluno e mostrar-lhe
• Oferecer canetas, lápis colorido, giz de cera e deixa-la rabiscar livremente.
• Cantar ou recitar parlendas, poesias, músicas ou quadras, dando estímulos para que a criança antecipe ações. EX.: parabéns pra você. Espera-se que a criança bata palmas logo que comece a canção.
• Solicitar à criança que antecipe gestos e ações as atividades de rotina do dia. EX.: Apanhar a lancheira na hora da merenda.
• Ajudar o aluno a identificar objetos e figuras de pessoas conhecidas.
• Trabalhar diariamente os combinados com o apoio dos fantoches.
• Registrar a rotina no quadro.
• Oferecer encartes ou cartão com rótulos de produtos diversos para que a criança identifique.
• Brincar de empilhar caixas vazias de embalagens diversas.
• Recitar parlendas, quadras ou poemas nos deslocamentos feitos na escola.
• Imitar sons e gestos sugeridos por um modelo.
• Soltar objetos dentro de uma caixa.
• Soltar e pegar no ar sem deixar cair pena, algodão, papel picado.
• Empurrar caixas de vários tamanhos com os pés.
• Enfileirar blocos, embalagens, caixas, etc.
• Saltar pequenos obstáculos.
• Bater bola no chão e agarrar em seguida.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Ressonância pode identificar crianças disléxicas

Ressonância pode identificar crianças disléxicas antes de entrar na escola
Crianças com risco de desenvolver dislexia apresentam diferença na atividade cerebral. É o que indica um estudo realizado por meio de imagens de ressonância magnética no Children’s Hospital de Boston, nos Estados Unidos.
O estudo, feito em colaboração com pesquisadores da Universidade Harvard, será publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).
De acordo com a pesquisa, as diferenças na atividade cerebral podem ser identificadas até mesmo antes de as crianças começarem a ler. Como a dislexia desenvolvimental (de origem genética) responde à intervenção precoce, diagnosticar indivíduos com risco de desenvolver a doença antes ou durante a pré-escola pode ajudar a diminuir futuras dificuldades e frustrações com o aprendizado.
A dislexia desenvolvimental (que não é causada por trauma no cérebro) afeta de 5% a 17% das crianças. Uma em cada duas crianças com histórico familiar do distúrbio pode ter problemas de leitura e aprendizagem.
No novo estudo, os pesquisadores, liderados por Nora Raschle, do Children's Hospital, realizaram exames de ressonância magnética em 36 crianças com idade média de cinco anos e meio. Os exames foram feitos enquanto os pacientes faziam atividades envolvendo palavras e seus sons.
Os resultados indicaram que crianças com histórico familiar de dislexia tinham atividade metabólica reduzida em determinadas regiões do cérebro. As regiões com menor atividade do que as do grupo controle (sem histórico do problema) eram as junções entre os lobos occipital e temporal e entre os lobos temporal e parietal.
De acordo com Raschel, eles sabiam que adultos e crianças mais velhas com dislexia têm disfunções nessas mesmas regiões cerebrais. O que o novo estudo indica é que a capacidade do cérebro de processar sons da linguagem é deficiente mesmo antes de as crianças começarem a receber instruções para aprender a ler.
O estudo também mostrou que crianças com risco de desenvolver dislexia não apresentaram aumento na atividade das regiões frontais do cérebro, como se vê em crianças mais velhas e em adultos com o distúrbio. Segundo os cientistas, isso sugere que essas áreas do cérebro se tornam ativas apenas quando as crianças começam a aprender a ler.
Os pesquisadores esperam poder identificar crianças com risco de desenvolver dislexia, enquanto ainda estiverem com idade pré-escolar, para que as consequências sociais e psicológicas negativas possam ser reduzidas.
O artigo Functional characteristics of developmental dyslexia in left-hemispheric posterior brain regions predate reading onset (doi/10.1073/pnas.1107721109), de Nora Maria Raschle e outros, poderá ser lido em breve por assinantes da PNAS em www.pnas.org/cgi/doi/10.1073/pnas.1107721109.
(Com Agência Fapesp)

http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2012/01/24/ressonancia-pode-identificar-criancas-dislexicas-antes-de-entrar-na-escola.jhtm

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

O QUE É TERAPIA COGNITVO-COMPORTAMENTAL?

A TCC tem como base a idéia de que as emoções e os pensamentos são determinados por crenças que modelam os comportamentos. Portanto não são os fatos (experiências), mas a interpretação que damos a eles é que podem estar distorcidos. Assim, tanto os transtornos psicológicos como os demais problemas enfrentados pelos pacientes, decorrem de um modo distorcido ou disfuncional de perceber os acontecimentos, influenciando os sentimentos e o comportamento.


O principal objetivo da TCC está em como os problemas (atuais ou passados) interferem na vida diária, ajudando o paciente a entender esses problemas e a desenvolver maneiras, mais funcionais, de lidar com eles. Apesar de ser uma terapia mais objetiva, a Terapia Cognitivo-Comportamental não é menos profunda que as demais, apenas mais focada nas questões que afligem o individuo. Tem um comprometimento em entender profundamente o problema do paciente e em desenvolver estratégias que assegurem a durabilidade dos resultados alcançados. A TCC é um trabalho em conjunto entre o paciente e o terapeuta. Juntos, estes planejam como identificar e trabalhar com os pensamentos, sentimentos, comportamentos distorcidos.

O tratamento é oferecido na Clinica Mente Sã & Música, localizada no Flamengo. Telefone de contato (21) 3287 2626 ou (21) 9156 7880. Email: paesflavia@ig.com.br

Profa. Flávia Paes é graduada em Psicologia pelo Instituto Brasileiro de Medicina de Reabilitação (IBMR/2002). Mestrado em Metrologia pela PUC-RJ (2009). Doutoranda em Saúde Mental no IPUB/UFRJ (2011). Profa. do IBMR nas áreas de Aprendizagem e Memória e Fundamentos de Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). É pesquisadora do INCT-TM. Membro da Associação de Terapias Cognitivas do Rio de Janeiro (ATC-RJ). Atende em consultório particular na área de Psicologia clínica, ênfase em TCC, atuando principalmente em transtornos de ansiedade e humor e na aplicação de testes neuropsicológicos.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Dieta saudável ajuda no TDAH

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Adoptar uma dieta saudável pode ajudar TDAH


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17 De Janeiro de 2012 — Quando terapia medicamentosa falha controlar a atenção-défice/hiperatividade (TDAH) ou é inaceitável, adotando uma dieta "saudável", eliminando itens conhecidos por predispor ao TDAH e adicionando a suplementação de ácidos gordos ómega-3 pode ser vale a pena tentar, sugere Nova pesquisa .
"O recente aumento do interesse por esta forma de terapia de TDAH e especialmente no uso de suplementos de omega, significado da deficiência de ferro e a evitar a dieta 'Ocidental padrão', fazer a discussão oportuna,", assinalam os autores.
Muitos pais e médicos continuam a estar interessado em como dieta e hábitos alimentares é alterado, particularmente os pais que querem encontrar uma alternativa à medicação estimulante ou uma terapia complementar. No entanto, permanece um tópico "controverso", observam os autores.
Para sua revisão, j. Gordon Millichap, MD e Michelle M. Yee, CPNP, do Memorial Hospital para crianças em Chicago, Illinois, procurado PubMed estudos pertinentes sobre o papel da dieta e suplementos dietéticos para o tratamento de crianças com TDAH.
Eles observam que suas recomendações sobre a dieta e hábitos alimentares suplementos são baseadas em uma análise crítica dos dados e sua própria experiência em uma clínica de neurologia para crianças e adolescentes com TDAH.
O estudo foi publicado em 9 de Janeiro em pediatria.
Dietas de eliminação não é aconselhável
Talvez o "mais promissores e prática", alternativas ou complementares tratamento, escrever Millichap Dr. e a Sra. Yee, é adotar um padrão dietético "saudável", omitindo itens mostrados predispõem à ADHD ou agravar a condição. Esses itens incluem fast foods, carne vermelha, transformados de carne, batata frita, alto teor de gordura alimentos lácteos e refrigerantes.
Eles apontam para um "provocador" estudo publicado no ano passado, que encontraram uma ligação entre TDAH em adolescentes e um padrão dietético "Estilo ocidental" que foi rica em gordura, açúcar refinado e sódio e baixo teor de fibra, ácido fólico e ácidos graxos ômega-3 (Howard et al, J att Disord. 2011; 15:403-411). TDAH não foi associado com um padrão dietético "saudável" rico em peixe, legumes, frutas, legumes e grãos inteiros alimentos.
Adotando um padrão alimentar saudável "pode oferecer um método alternativo de tratamento de TDAH e menor dependência de medicações", observam os autores do estudo atual.
Eles também observam que, embora muitos pais relatório agravamento dos sintomas de hiperactividade após o consumo de alimentos e bebidas contendo açúcar ou aspártamo — e relatórios isolados apoiar as observações dos pais — mais estudos controlados conseguiram encontrar um efeito prejudicial significativo de açúcar ou o aspartame, observam os autores.
Além disso, eles dizem que a eliminação de açúcar e aspartame e adaptação livre de aditivo dietas são complicados, com interrupções e frequentemente impraticável; tais medidas são indicadas apenas em casos selecionados.
Suplementos de ácido gordo podem ser útil
Níveis baixos de cadeia longa de ácidos graxos poliinsaturados (Agregador) foram relatados no plasma e eritrócitos de crianças com TDAH em comparação com seus pares livre de TDAH, Dr. Millichap e Sra. Yee notam. Alguns estudos têm demonstrado uma redução nos sintomas de TDAH com suplementação de gordo, embora nenhuma conclusão definitiva pode ser desenhado.
No entanto, os autores observam que "de relatórios de eficácia e segurança, podemos usar doses de 300 a 600 mg/dia de ômega-3 e 30 para 60 mg/dia de ácidos graxos ômega-6, continuados por 2 ou 3 meses ou mais, se indicado".
"Como terapia inicial ou complemento, temos relatórios ocasionais dos graus de melhor escola e diminuição dos sintomas de TDAH, sem ocorrência de efeitos adversos. A maioria dos pais estão entusiasmados com a tentativa de suplementos dietéticos, apesar de nossa explicação de apenas possível benefício e falta de prova de eficácia,"eles observam.
Eles também observam que a suplementação de ferro e zinco é aconselhável quando há uma deficiência conhecida nestes minerais e isso pode "aumentar a eficácia" de terapia de estimulantes.
Dr. Millichap e Sra. Yee transmitiram sem relações financeiras relevantes.
Pediatria. Publicado em linha 9 de Janeiro de 2012. Abstract
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Original
Adoptar uma dieta saudável pode ajudar TDAH

Médicos americanos revisam diagnóstico de autismo


Médicos americanos revisam diagnóstico de autismo

Associação Psiquiátrica quer mais rigor para definição do distúrbio de comportamento

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Mudanças importantes propostas por pesquisadores médicos para a definição de autismo vão reduzir drasticamente o número de pessoas diagnosticadas com o distúrbio e ainda tornar mais difícil classificar pacientes que não satisfazem os critérios para obter os serviços educacionais e sociais previstos como auxiliares no tratamento. A definição médica de autismo está sob revisão por um painel de especialistas nomeados pela Associação Americana de Psiquiatria, que vai concluir os trabalhos para a quinta edição do Manual de Diagnóstico de Transtornos Mentais. O DSM, como o manual é conhecido na sigla em inglês, é referência-padrão para a definição de transtornos mentais, a condução do tratamento, a pesquisa e as decisões sobre seguros de saúde.
Os resultados do estudo ainda são preliminares, mas oferecem a estimativa mais recente de como apertar os critérios para o diagnóstico do autismo, afetando drasticamente a taxa de pacientes com esta classificação. Índices de autismo e desordens mentais relacionadas, como a síndrome de Asperger, têm decolado para as alturas, desde o início de 1980, ao ponto de uma em cada cem crianças receber o diagnóstico. Muitos pesquisadores suspeitam que esses números são inflados por causa da indefinição nos critérios atuais.
_ As alterações propostas põem um fim à epidemia de autismo _ avalia o médico Fred R. Volkmar, diretor do Centro de Estudos da Criança da Faculdade de Medicina da Universidade de Yale e um dos autores da revisão. _Gostaríamos de cortar o mal pela raiz.
Especialistas trabalharam na nova definição questionando fortemente as estimativas do número de pacientes dos distúrbios relacionados ao autismo.
_Eu não sei como as instituições estão recebendo esses números tão elevados _ afirmou a médica Catherine Lord, membro da força-tarefa trabalhando no diagnóstico.
Projeções anteriores concluíram que muito menos pessoas seriam excluídos com a mudança de diagnóstico proposta, segundo o Dr. Lord, diretor do Instituto de Desenvolvimento do Cérebro, um projecto conjunto do NewYork-Presbyterian Hospital, do Weill Cornell Medical College, do Columbia University Medical Center e do New York Center for Autism.
Pelo menos um milhão de crianças e adultos já têm um diagnóstico de autismo ou de um distúrbio relacionado a ele, como a síndrome de Asperger (ou "transtorno invasivo do desenvolvimento, não especificado de outra forma"). As pessoas com Asperger têm algumas dos mesmos distúrbios sociais das pessoas com autismo, mas não satisfazem totalmente a definição médica para autismo. A alteração proposta agora iria consolidar todos os diagnósticos sob uma categoria, a de transtorno do espectro do autismo, eliminando a síndrome de Asperger do manual psiquiátrico. De acordo com os critérios atuais, uma pessoa pode se qualificar para o diagnóstico através da exibição de seis ou mais de um total de 12 comportamentos. Nos termos da definição proposta, a pessoa teria que exibir três déficits de interação social e deomunicação e pelo menos dois comportamentos repetitivos _ um cardápio bem mais estreito.
O Dr. Kupfer avalia que as mudanças propostas pela Sociedade de Psiquiatria são uma tentativa de esclarecer essas alterações e colocá-las sob um único nome. Centenas de milhares de pessoas recebem apoio do Estado pelos serviços especiais para ajudar a compensar os efeitos dos transtornos incapacitantes, que incluem problemas de aprendizagem e de interação social, e o diagnóstico é, em muitos aspectos, fundamental para suas vidas. Redes de pais estão unidas por experiências comuns com as crianças, e os filhos, também, podem crescer para encontrar um sentido de sua própria identidade em sua luta com o transtorno.
Mary Meyer, de Ramsey, New Jersey, disse que o diagnóstico de síndrome de Asperger foi crucial na obtenção de ajuda para sua filha. O acesso aos serviços ajudaram-na tremendamente.
_ Estou muito preocupado com a mudança no diagnóstico, porque eu me pergunto se minha filha sequer qualificaria para receber ajuda agora _ disse ela. _ Ela é sobre a deficiência, que é parcialmente baseado no de Asperger, e eu estou esperando para levá-la para habitação de apoio, que também depende de seu diagnóstico.
Mark Roithmayr, presidente da Autism Speaks, uma organização de defesa de pacientes, acha que o novo diagnóstico proposto deve trazer a clareza necessária, mas que o efeito sobre os serviços ainda não está claro.
_ Precisamos acompanhar atentamente o impacto dessas mudanças de diagnóstico sobre o acesso aos serviços de saúde e garantir que a ninguém está sendo negado serviços de que necessita _ disse o Sr. Roithmayr. _ Alguns tratamentos e serviços são movidos unicamente por diagnóstico de uma pessoa, enquanto que outros serviços podem depender de outros critérios como idade, QI ou história médica.
Na nova análise, o Dr. Volkmar trabalhou juntamente com Brian Reichow e McPartland James, ambos na Universidade de Yale. Eles usaram dados de um estudo de 1993 de grande porte que serviu de base para os critérios atuais. Eles se concentraram em 372 crianças e adultos que estavam entre o mais alto funcionamento e descobriram que, acima de tudo, apenas 45% deles se qualificariam para o diagnóstico do espectro do autismo proposto, agora em análise. O foco em um grupo de alto funcionamento pode ter exagerado um pouco essa porcentagem, isto os autores reconhecem.
A probabilidade de ser deixado de fora sob a nova definição depende do diagnóstico original. Cerca de um quarto das identificadas com autismo clássico em 1993 não seria identificada com base nos novos critérios propostos. Cerca de três quartos das pessoas com Asperger não se qualificariam; e 85% das pessoas com outros distúrbios associados estaria fora da nova classificação.
As conclusões preliminares da revisão foram apresentadas pelo Dr. Volkmar esta semana. Agora, os pesquisadores vão publicar uma análise mais ampla, com base em amostra maior e mais representativa de mil casos. O dr. Volkmar disse que, embora o novo diagnóstico proposto seja para distúrbios de espectro mais amplo, ele incide fortemente sobre "pacientes classicamente definidos como autistas", crianças na extremidade mais grave da escala. Segundo o médico, o maior impacto da revisão recai sobre aqueles que são cognitivamente mais capazes.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/saude/medicos-americanos-revisam-diagnostico-de-autismo-3718273#ixzz1k9YIs2CA
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