As novas estatísticas do Centro Nacional de Saúde e Estatística
mostram que o número de crianças norte-americanas afetadas pela DEA –
desordem do espectro autista aumentou consideravelmente no último ano.
Na última medição, uma em cada 88 crianças tinha o transtorno, agora,
esse número aumentou para uma em cada 50.
Para o estudo, foram entrevistadas mil famílias em diferentes regiões dos Estados Unidos que tiveram que responder perguntas sobre saúde, incluindo se o filho sofria com o transtorno autista e quando ele havia sido diagnosticado. As crianças analisadas estavam na faixa dos seis aos 17 anos. Para o estudo anterior, foram consideradas crianças na faixa dos 8 anos que haviam sido diagnosticadas em centros médicos e registros oficiais.
Essa elevação das taxas do transtorno indica, segundo o autor da pesquisa Stephen Blumberg, que provavelmente haverá mais demanda por serviços e tratamentos e que os profissionais de saúde precisam estar preparados.
A ciência não descobriu até hoje a causa da doença. O que os especialistas concordam é a forte influência da genética na alteração do funcionamento do cérebro do autista. Alimentação, infecções na gravidez e até intercorrências no parto ou nos primeiros anos de vida integram essa lista. As pesquisas relacionam até fertilização in vitro e prematuridade.
Segundo Antonio Carlos de Farias, neuropediatra do Hospital Pequeno Príncipe (PR), o diagnóstico de autismo não é simples, e deve ser feito por um especialista, mas os pais devem estar atentos desde cedo com o comportamento dos bebês. “Em especial aqueles que não oscilam reação de fome ou frio, ficam muito quietos no berço, demonstram uma fixação maior pelo objeto que pelas pessoas e não têm costume de olhar nos olhos”, diz.
Fonte: http://novohamburgo.org/site/noticias/saude/2013/03/21/autismo-1-a-cada-50-criancas-e-afetada-diz-estudo/
Para o estudo, foram entrevistadas mil famílias em diferentes regiões dos Estados Unidos que tiveram que responder perguntas sobre saúde, incluindo se o filho sofria com o transtorno autista e quando ele havia sido diagnosticado. As crianças analisadas estavam na faixa dos seis aos 17 anos. Para o estudo anterior, foram consideradas crianças na faixa dos 8 anos que haviam sido diagnosticadas em centros médicos e registros oficiais.
Essa elevação das taxas do transtorno indica, segundo o autor da pesquisa Stephen Blumberg, que provavelmente haverá mais demanda por serviços e tratamentos e que os profissionais de saúde precisam estar preparados.
A ciência não descobriu até hoje a causa da doença. O que os especialistas concordam é a forte influência da genética na alteração do funcionamento do cérebro do autista. Alimentação, infecções na gravidez e até intercorrências no parto ou nos primeiros anos de vida integram essa lista. As pesquisas relacionam até fertilização in vitro e prematuridade.
Segundo Antonio Carlos de Farias, neuropediatra do Hospital Pequeno Príncipe (PR), o diagnóstico de autismo não é simples, e deve ser feito por um especialista, mas os pais devem estar atentos desde cedo com o comportamento dos bebês. “Em especial aqueles que não oscilam reação de fome ou frio, ficam muito quietos no berço, demonstram uma fixação maior pelo objeto que pelas pessoas e não têm costume de olhar nos olhos”, diz.
Fonte: http://novohamburgo.org/site/noticias/saude/2013/03/21/autismo-1-a-cada-50-criancas-e-afetada-diz-estudo/



O uso de antidepressivos durante a gravidez pode dobrar o risco do
filho desenvolver autismo. Essa é a conclusão de um estudo realizado na
Califórnia e publicado no periódico Archives of General Psychiatry
em novembro de 2011, que envolveu 298 crianças com distúrbios do
espectro do autismo (ASD, na sigla em inglês) e 1.507 crianças no grupo
de controle. O uso de tais medicamentos foi relatado por 6,7% das mães
de crianças autistas, contra 3,3% das mães no grupo de controle. Essa
relação é considerada mais forte caso os medicamentos sejam utilizados
no primeiro trimestre da gravidez.